Pesquisa Ibope no Maranhão: Flávio Dino, 43%; Roseana Sarney, 34%
Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (9) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para o governo do Maranhão:
- Flávio Dino (PCdoB): 43%
- Roseana Sarney (MDB): 34%
- Maura Jorge (PSL): 3%
- Roberto Rocha (PSDB): 3%
- Ramon Zapata (PSTU): 1%
- Odívio Neto (PSOL): 0%
- Brancos/nulos: 8%
- Não sabe: 7%
A pesquisa foi encomendada pela TV Mirante. É o primeiro levantamento do Ibope realizado depois da oficialização das candidaturas na Justiça Eleitoral.
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Alckmin e o 2º turno
Eliane Cantanhêde, O Estado de S.Paulo
24 Agosto 2018 | 03h00
Geraldo Alckmin (PSDB) patina no primeiro turno, mas bate todos os adversários no segundo, exceto Marina Silva (Rede). Jair Bolsonaro (PSL) é o oposto: campeão no primeiro turno sem Lula, perde de todos os outros no segundo, exceto Fernando Haddad (PT), que nem candidato é. Isso atinge a percepção de que Alckmin é fraco e Bolsonaro é forte, o único “anti-PT”.
Segundo o Datafolha, Alckmin cresceu de cinco a seis pontos entre abril e agosto nos cenários de segundo turno, registrando linha ascendente contra todos os adversários, inclusive Bolsonaro. Em abril, os dois tinham empate de 33% num eventual confronto direto. Hoje, Alckmin tem 38% contra 33% de Bolsonaro.
Mesmo em relação a Marina, a única que venceria Alckmin se o segundo turno fosse hoje, a tendência é favorável a Alckmin. A diferença era de 44% a 27% em abril e passou a ser de 41% a 33% agora. Ela caiu, ele subiu.
Campanha de Geraldo Alckmin é a famosa casa em que falta pão
Vera Magalhães, O Estado de S.Paulo
23 Agosto 2018 | 21h58
Em casa onde falta pão, todo mundo grita e ninguém tem razão. Não raro, esse dito popular, tão gasto quanto verdadeiro, assola alguma campanha eleitoral. Quando acontece, o pão em falta se chama votos. A casa da vez é o QG de Geraldo Alckmin.
O tucano apostou tudo numa grande coligação que lhe daria muito tempo de TV e capilaridade nos Estados. Obteve. De posse de quase metade do tempo de TV e ainda patinando nas pesquisas – o que era previsto; sua aposta é crescer depois do início do horário eleitoral – começam as divergências de como usar essa arma.
Apoiadores de Alckmin se dividem entre os que acham que ele deveria ser mais incisivo em confrontar Jair Bolsonaro e se apresentar como anti-Lula – posto hoje ocupado pelo candidato do PSL – e os que afirmam que ele tem de insistir no discurso de conciliação, para se beneficiar dos votos de qualquer um dos dois lados caso vá ao 2.º turno com o outro.
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Essência do jogo político
William Waack, O Estado de S.Paulo
23 Agosto 2018 | 05h00
Há muita gente tratando como traição aquilo que é a essência do jogo político brasileiro. O noticiário dos últimos dias está repleto de exemplos de caciques políticos que apoiam um nome à Presidência e, ao mesmo tempo, dão palanque em suas regiões a agremiações de adversários do candidato nacional.
É uma ocorrência comum em todas as últimas eleições. É um comportamento que não deveria surpreender nem ser chamado de traição e, no extremo lógico do raciocínio, tampouco mereceria destaque no noticiário. Na verdade, se notícia é coisa inédita então notícia seria se não se registrasse comportamento desse tipo.
Começa pela maçaroca ideológica brasileira, que não comporta definições precisas do que seja a tendência política dos partidos, se é que se pode falar disso. Afinidades em torno de plataformas ou posturas político/ideológicas são muito raras, e pertencem, a rigor, a extremos do espectro. Os partido já eram fracos ainda antes do esfarelamento que sofreram com a Lava Jato e não têm (mesmo o PT) a tal da “fixação estrutural” da qual falam os cientistas políticos, isto é, não se mantêm o que são por um longo prazo de tempo.
TSE apresenta previsão do tempo de propaganda no rádio e na TV para cada candidato à Presidência
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apresentou nesta quinta-feira (23) o tempo previsto para a propaganda no rádio e na televisão de cada um dos 13 candidatos à Presidência da República, para a campanha do primeiro turno das eleições deste ano.
O horário eleitoral na TV começa no dia 31, mas os programas dos presidenciáveis começam a ir ao ar em 1º de setembro, até 4 de outubro.
Os programas dos candidatos a presidente serão veiculados aos sábados, terças e quintas-feiras, em dois blocos diários de 12 minutos e 30 segundos. No rádio, haverá um bloco às 7h da manhã e outro às 12h. Na TV, o primeiro bloco será veiculado às 13h e o segundo às 20h30.


