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Para 75%, é legítimo interesse de estrangeiros na Amazônia

Igor Gielow / FOLHA DE SP
SÃO PAULO

Para 75% dos brasileiros, o interesse internacional na Amazônia é legítimo e a floresta está correndo riscos. A gestão de Jair Bolsonaro (PSL) no combate ao desmatamento e a queimadas, por sua vez, é vista como ruim ou péssima por 51%.

Esses são alguns achados de pesquisa do Datafolha realizada nos dias 29 e 30 de agosto, uma semana após o início da crise envolvendo focos de incêndio descontrolados na região amazônica, que levou o Brasil a entrar em rota de colisão com países europeus, França em especial.

Foram ouvidas 2.878 pessoas com mais de 16 anos em 175 cidades brasileiras, e a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou menos.

O envolvimento internacional na região, proposto pelo presidente francês, Emmanuel Macron, foi objeto de algumas das questões.

 

Além dos 3/4 que acham o interesse legítimo, 22% discordam dessa afirmação. Também consideram que outros países usam a crise ambiental como desculpa para explorar a Amazônia 61% dos ouvidos, ante 35% que discordam.

Por outro lado, 66% dos entrevistados defendem que o Brasil aceite dinheiro estrangeiro para aplicar na região.

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Mais antigo assentamento humano de alta altitude é descoberto na Etiópia

Carl Zimmer, The New York Times / O ESTADO DE SP

Os cientistas descobriram evidências da mais antiga ocupação humana pelo menos até o momento, em altitudes extremas: um abrigo em rochas com ossos e utensílios a 3.350 metros acima do nível do mar. Este local, nas montanhas da Etiópia, foi habitado há 47 mil anos. A pesquisa, publicada recentemente na revista Science, contradiz a visão consagrada segundo a qual altas elevações foram os últimos lugares da Terra povoados por seres humanos.

No Leste da África, paleontólogos vem concentrando há muito tempo a sua atenção no Vale do Rift, e em outros sítios a altitudes menores. “Fomos os primeiros a ir mais para cima”, afirmou Götz Ossendorf, um arqueólogo da Universidade de Colônia, na Alemanha e principal autor do novo estudo.

Os habitantes das grandes altitudes prosperaram  como caçadores-coletores, produzindo utensílios com a grande quantidade de obsidiana encontrada nas proximidades. E eles ocuparam o abrigo, intermitentemente, por pelo menos 16 mil anos. O homem conseguiu estabelecer-se em uma ampla variedade de habitats, entretanto, altitudes extremas implicam desafios peculiares. O clima pode ser brutal, e a vegetação escassa. Baixos níveis de oxigênio também podem ser perigosos.

Apesar destes desafios, ele foi subindo cada vez mais. Expedições recentes nas montanhas revelara indícios de ocupação humana dezenas de milhares  de anos atrás. Em 2018, uma equipe que trabalhava no Planalto Tibetano encontrou lâminas de pedra de mais de 30 mil anos. Mais recentemente, outra equipe descobriu a mandíbula de um parente humano extinto, conhecido como Denisovan, de 160 mil anos em uma caverna do Tibete a grande altitude.

O abrigo de pedra de Fincha Habera nos Montes Bale na Etiópia. Seres humanos viveram ali há 47 mil anos.
O abrigo de pedra de Fincha Habera nos Montes Bale na Etiópia. Seres humanos viveram ali há 47 mil anos. Foto: G. Ossendorf

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TCU aponta indício de fraude em benefícios de R$ 2,25 bilhões pagos pelo governo em 2018

Idiana Tomazelli, O Estado de S. Paulo

31 de agosto de 2019 | 17h04

BRASÍLIA - O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou indícios de irregularidade em benefícios pagos pelo governo que somaram R$ 2,25 bilhões em 2018. A maior parte das suspeitas foi encontrada em benefícios previdenciários acima do teto do INSS, acumulados indevidamente ou concedidos mediante uso irregular de documentos, num total de R$ 957,1 milhões. Outros R$ 649,5 milhões em repasses duvidosos são do Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda.

Os dados serão encaminhados ao Poder Executivo e devem servir de base para o governo direcionar os trabalhos da força-tarefa que faz a revisão dos benefícios com indícios de irregularidade. O pente-fino foi instituído pela Medida Provisória (MP) 871, transformada em lei pelo Congresso Nacional.

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Entre as irregularidades, há pagamento de Bolsa Família para empresários Foto: André Dusek|Estadão

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Investigações revelam quadrilhas e ganho milionário por trás do desmate

Giovana Girardi, O Estado de S.Paulo

31 de agosto de 2019 | 03h00

Corrupção, formação de quadrilha, trabalho escravo, violência, grilagem, roubo de madeira. O desmatamento ilegal da Amazônia se insere em um conjunto de crimes que vai muito além do ambiental e envolve custos – e ganhos – milionários. Investigações da força-tarefa  Amazônia, do Ministério Público Federal, demonstram que há elaboradas organizações criminosas por trás do problema. Nesse processo, as queimadas são apenas a sua face mais visível.

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Trabalho publicado em junho avaliou perdas de receita que poderiam ocorrer com 32.490 terrenos – que somam 8,6 milhões de hectares Foto: AP Photo/Leo Correa

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‘A lei tem de ser aplicada. Quem quiser, que mude a lei’, diz jurista sobre anulação de sentença de Moro

RIO - O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Sydney Sanches avalia que a decisão da Segunda Turma da Corte de anular a condenação do ex-presidente da Petrobras Aldemir Bendine naLava-Jato não tem previsão no Código Penal, “mas é uma construção que busca preservar o direito da ampla defesa”. Pelo entendimento do Supremo na terça-feira, dar o mesmo prazo para alegações finais a réus que fizeram delação premiada e aos que não são delatores fere o direito de defesa destes últimos. Sanches, que integrou a Corte entre 1984 e 2003, vê um momento de fragilidade da Lava-Jato na conjuntura atual.

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Preço do gás de cozinha pode cair R$ 8,78 ao consumidor com fim da diferenciação de preços

Idiana Tomazelli e Anne Warth, O Estado de S.Paulo

29 de agosto de 2019 | 08h29 
Atualizado 29 de agosto de 2019 | 16h41 

BRASÍLIA - O fim da política de diferenciação de preços do gás de cozinha (GLP) pode resultar numa redução de R$ 8,78 no preço final do botijão, segundo estimativas do governo obtidas pelo Estadão/Broadcast. Hoje, o preço do botijão residencial de 13 kg fica em R$ 68,97 em média, valor que cairia a R$ 60,19, de acordo com os cálculos. Um recuo de 12,7%.

Botijão de gás
Os botijões são vendidos, em média, a R$ 70 no País  Foto: Estadão

As contas serão apresentadas na reunião extraordinária do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), colegiado de ministros presidido pelo Ministro de Minas e Energia (MME), na manhã desta quinta-feira, 29.

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