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DAMARES EXTINGUE COMITÊ DE GÊNERO E DIVERSIDADE E INCLUSÃO

Damares Alves extinguiu seis comitês de seu ministério, incluindo o de Gênero e o de Diversidade e Inclusão.

A revogação foi publicada hoje noDiário Oficial .

Criado em julho de 2018, o Comitê de Gênero foi nomeado Janaína Romão em homenagem a uma funcionária terceirizada do Ministério dos Direitos Humanos morta pelo ex-marido no Distrito Federal.

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FÁBRICA DA HUAWEI: 17 OPERADORES, 104 MÁQUINAS E UM CELULAR A CADA 28,5 SEGUNDOS

FABRICA DE CELULAR NA CHINA

 

O sigilo é imperioso. Antes de entrar nas instalações das fábricas da Huawei, em Dongguan, na China, todos os funcionários passam por revistas com detectores de metais para evitar a entrada de câmeras e celulares. A prudência é justificada pelo temor de vazamento de imagens de produtos ainda não apresentados publicamente e de segredos sobre como a segunda maior fabricante de smartphones produz seus aparelhos.

 

As instalações da Huawei são vazias, limpas e silenciosas. Praticamente todo o trabalho é realizado por máquinas e robôs. À imprensa internacional, a companhia só demonstra a linha de produção do P30 Pro, com apenas 17 operadores por turno. Em 2013, havia 86 empregados.

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DECON VIAJANTE visita Frecheirinha nesta terça, dia 27

O projeto Decon Viajante estará amanhã na cidade de Frecheirinha dando oportunidade para que os frecheirinhenses recebam atendimento especializado do Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Decon), do Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE). No veículo do DECON, adaptado especialmente para receber os consumidores, os cidadãos poderão registrar reclamações contra fornecedores de produtos e serviços e tirar dúvidas sobre seus direitos nas relações de consumo.
O DECON realiza, ainda, fiscalizações a estabelecimentos para verificar o cumprimento do Código de Defesa do Consumidor (CDC) e de legislações específicas das mais diversas atividades comerciais.

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Avenida Eduardo Girão passa por reparos há quase nove anos

OBRAS DA CAGECE

Esgoto tratado e saneamento são direitos básicos, mas envolvem uma rede de tubulação intrincada que serpenteia sob nossos pés. Tão complexa que, em Fortaleza, uma grande avenida passa por obras recorrentes na rede de esgotamento sanitário há quase uma década. Trata-se da Avenida Eduardo Girão. Junto à obra, uma coleção de reclamações.

Quem passa por esse trecho da cidade sabe bem como é a situação: muito quebra-quebra, interdições no tráfego e mau cheiro, às vezes, durante vários meses. Atualmente, a Avenida passa por mais uma obra que faz parte de um projeto maior - ainda sem data de conclusão.

A reportagem do Sistema Verdes Mares conferiu que há obras da Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) por lá, que datam de janeiro de 2011. À época, eram mais comuns intervenções emergenciais por conta de abertura de crateras no asfalto e do entupimento de bocas de lobo. Em 2013, começaram obras de substituição da tubulação na via, também conhecida como Avenida do Canal.

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É estranho ver 300 ONGs na Amazônia e nenhuma no Nordeste, diz embaixador na França

Lucas Neves / folha de sp
 
embaixador brasileiro na frança
PARIS

​O embaixador do Brasil na França, Luís Fernando Serra, diz que a escalada retórica entre Brasil e França por causa da gestão dos incêndios na Amazônia saiu do controle nos últimos dias, mas que agora é hora de “virar a página”.

“Houve excessos de parte a parte”, afirmou, referindo-se aos insultos de ministros brasileiros e do próprio Jair Bolsonaro ao presidente francês, Emmanuel Macron, e à mulher dele, Brigitte Macron —que Serra descreveu na TV francesa, nesta segunda-feira (26), como “muito bonita, inteligente, elegante e charmosa”.

O embaixador endossa as críticas de Bolsonaro à suposta ingerência internacional na região da floresta —o presidente afirmou na semana passada que seu par francês manifestava “mentalidade colonialista” ao retratar a situação atual como “crise internacional".

Também ratifica o discurso de ceticismo do presidente brasileiro sobre as ONGs que atuam na região amazônica. “Dá para desconfiar que tem uma agenda escondida quando você vê 300 ONGs na Amazônia e zero no Nordeste. Por que 55 milhões de nordestinos não mereceram uma ONG, e os 25 milhões que moram na Amazônia mereceram 300?”

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Preocupação com queimadas levou a inclusão de capítulo sobre meio ambiente na Constituição de 1988

Queimada na Amazônia, em agosto de 1981

A preocupação com a preservação da Floresta Amazônica começou a ganhar força no final dos anos 70, com o início da abertura política, após anos de ditadura militar. Em 1979, o Congresso Nacional instalou uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a devastação do ecossistema e, ao longo da década de 80, a luta de ambientalistas passou a ter destaque na imprensa. Reportagens sobre queimadas e invasões de terras indígenas se tornaram frequentes, pressionando o poder público. Em outubro de 1988, os ecologistas conquistaram uma vitória com a promulgação da Constituição Federal, que, em seu artigo 225 impõe ao Estado e à "coletividade" o dever de proteger o meio ambiente (leia o texto ao final deste post).

Pesquise páginas do jornal desde 1925 no Acervo O GLOBO

Registros de incêndios na Amazônia aumentaram 83% este ano

Nos anos 80, séries de queimadas preocuparam a sociedade, que até então não tinha o mesmo acesso a informações relacionadas à pressão econômica sobre bioma da Amazônia. Em 1982, o relatório da CPI sobre a devastação do ecossistema exigia que o assunto fosse tratado como prioridade, recomendando pesquisas e esforços em prol da preservação. Mas a situação apenas se agravou. Na edição do GLOBO de 31 de dezembro de 1988, técnicos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) alertavam que se, os incêndios continuassem naquela proporção, com mais de 7 mil focos em três meses, a Amazônia seria reduzida a cinzas em 70 anos. 

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