O deputado Heitor Férrer (SD) considerou, durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta terça-feira (08/05), o projeto de construção do Acquario Ceará como uma das maiores "insanidades administrativas" cometidas pelo ex-governador Cid Gomes. O parlamentar lamentou que, mesmo com todos os prejuízos acumulados, a intervenção continue em pauta pela atual administração.
Presidente da Assembleia Legislativa, deputado Zezinho AlbuquerqueFoto: Paulo Rocha
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Zezinho Albuquerque (PDT), enalteceu, nesta terça-feira (08/05), durante a abertura da sessão plenária da Casa, a atuação do Governo do Estado, que, de acordo com ele, vem realizando um conjunto de ações para acelerar o crescimento da economia cearense. O parlamentar ressaltou ainda a contribuição que têm dado os parlamentares do Legislativo Estadual nas melhorias.
O Dia do Profissional da Contabilidade – celebrado no dia 25 de abril – foi comemorado em sessão solene, nesta quinta-feira (26/04), no Plenário 13 de Maio da Assembleia Legislativa. O deputado Evandro Leitão (PDT), autor do requerimento que deu origem à solenidade, afirmou que o evento foi pensado como forma de homenagear e unificar a classe, além de reconhecer a importância desse profissional para a sociedade brasileira.
O deputado Carlos Matos (PSDB) observou, no primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta quinta-feira (26/04), que a oposição ao Governo na Assembleia Legislativa vem sustentando o direito dele de não se omitir diante dos graves problemas que o Estado enfrenta e que a sociedade tem consciência do que precisa.
O deputado Sérgio Aguiar (PDT) ressaltou, durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta quinta-feira (26/04), a composição das comissões técnicas e a escolha do seu nome para assumir a presidência da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Casa.
O deputado Dedé Teixeira (PT) destacou, durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta quinta-feira (26/04), os índices positivos de acumulação de água nos reservatórios cearenses. Segundo o parlamentar, apenas neste mês a água acumulada superou o registrado em todo o ano de 2017.
A Assembleia Legislativa realiza, nesta quinta-feira (26/04), às 18h, no Plenário 13 de Maio, sessão solene para comemorar o Dia do Profissional de Contabilidade. A homenagem foi requerida pelo deputado Evandro Leitão (PDT).
O vice-presidente da Assembleia Legislativa, deputado Tin Gomes (PDT), divulgou, durante a sessão plenária desta quarta-feira (25/04), a composição das 18 comissões técnicas da Casa, bem como os presidentes de 16 colegiados eleitos na manhã de hoje.
O parlamentar lembrou que a composição foi definida na noite da última terça-feira (24/04), em reunião da Mesa Diretora e Colégio de Líderes, de forma “regimental”. “A definição ocorreu por sorteio e acordos políticos entre os membros e líderes dos partidos, respeitando a proporcionalidade de cada bancada partidária”, anunciou.
Reconhecido pela OMS (Organização Mundial de Saúde) como o maior sistema gratuito e universal do mundo, o SUS chega aos 30 anos de existência com muitas vitórias e inúmeros desafios, em especial, o de encontrar meios para garantir a sua sustentabilidade.
O tema foi debatido na quinta edição do Fórum Saúde do Brasil, realizado pela Folha, nesta segunda-feira (23), com patrocínio da Amil e da Anab (Associação Nacional das Administradoras de Benefícios).
“O SUS é uma conquista da população que não pode ser desprezada. Ele aumentou o acesso dos brasileiros à saúde de uma forma impensável 30 anos atrás”, afirma Ana Maria Malik, que é coordenadora do GVsaúde, programa de gestão em saúde da Fundação Getulio Vargas.
O médico Marcos Marzollo visita seu paciente Juarez Lopes, 62, diabético e deficiente visual que mora sozinho na comunidade de Mont Serrat, uma das mais vulneráveis de Florianópolis; a capital catarinense é líder em cuidados de atenção primária no Brasil - Lalo de Almeida/Folhapress
Hoje, sete em cada dez brasileiros dependem exclusivamente do sistema público de saúde. O Programa Nacional de Imunização, responsável por 98% do mercado de vacinas do país, é um dos destaques. O Brasil garante à população acesso gratuito a todas as vacinas recomendadas pela OMS.
Também é no Sistema Único de Saúde que funciona o maior modelo público de transplantes de órgãos do mundo.
Mais de 90% dessas cirurgias realizadas no país foram financiadas pelo SUS. Os pacientes possuem assistência integral e gratuita, incluindo exames preparatórios, operação, acompanhamento e medicamentos pós-transplante.
O sistema dá ainda assistência integral e totalmente gratuita para a população de portadores do HIV, doentes de Aids, pacientes renais crônicos, com câncer, tuberculose e hanseníase.
O programa ESF (Estratégia Saúde da Família), criado oficialmente em 1994, também é objeto de reconhecimento internacional.
“O Brasil é referência para qualquer país que queira aprender sobre atenção primária”, afirmou o inglês Thomas Hone, pesquisador no Imperial College of London e que estuda sistemas universais de saúde.
Pesquisas demonstraram que a expansão da atenção primária teve impacto na redução de mortes infantis, doenças cardiovasculares e doenças infecciosas, entre outras.
O ESF tem diretrizes federais que especificam áreas estratégicas a serem atacadas, como por exemplo hipertensão, diabetes, tuberculose e saúde de mulheres e crianças.
Mas o programa está estagnado, principalmente nos grandes centros urbanos, com uma cobertura média de 65%.
“As pesquisas mostram o quanto o país poderia ganhar se tivéssemos uma cobertura universal, de 100%, com número de equipes e de insumos necessários”, afirma Thiago Trindade, presidente da SBMFC (Sociedade Brasileira de Medicina de Família e de Comunidade).
O modelo tem inspirado planos de saúde a mudar a forma de assistência, que hoje é concentrada em especialistas e hospitais.
“Nossos alunos frequentam postos de saúde e unidades de atenção básica desde o início do curso, como forma de estimular o interesse pela carreira na área de medicina de família”, diz Sidney Klajner, presidente da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, que tem uma faculdade de medicina.
Se por um lado, o país teve ganhos na atenção primária, persiste o gargalo no acesso a tratamentos de média e alta complexidade, sempre com longas filas de espera.
Parte do problema reside na desorganização da rede de saúde, segundo diagnóstico de Marco Akerman, professor titular do departamento de política, gestão e saúde da faculdade de saúde pública da USP.
“No Brasil, continuamos tratando a fila por ordem de chegada e, dessa forma, não atendemos os pacientes mais vulneráveis primeiro”, disse Akerman, durante o fórum.
Uma atenção primária mais resolutiva conseguiria solucionar até 80% das demandas em saúde, o que reduziria a necessidade por especialistas, de acordo com a estimativa do pesquisador Hone, do Imperial College of London.
No Reino Unido, segundo ele, há uma forte regulação que determina em quais cidades e regiões os médicos devem ser alocados para evitar a falta de mão de obra e a longa espera.
Os especialistas são unânimes em citar o subfinanciamento crônico como um dos principais entraves ao sucesso do SUS.
Por ano, União, estados e municípios investem perto de R$ 240 bilhões no setor, para atender 150 milhões de brasileiros.
A taxa do gasto público com saúde no Brasil é um pouco mais da metade da média mundial (6,8% contra 11,7%), segundo os dados da OMS.
A maior parte dos gastos do brasileiro com saúde (53%) sai de suas próprias economias (pagamento de planos de saúde, consultas particulares e compra de remédios). A média mundial é de 39%.
Para Mario Scheffer, professor do departamento de saúde preventiva da USP, o SUS, nascido com a Constituição de 1988, nunca foi adequadamente financiado, o que limita a sua expansão e melhoria.
E a situação deve piorar ainda mais com a Emenda Constitucional 95, de 2016, que estabelece teto de gastos e congelará os investimentos em saúde, educação e assistência social pelos próximos 20 anos.
Pagar ao setor automobilístico para tornar-se mais competitivo, por meio do programa Rota 2030, pode ser um erro enorme e custoso, como foi o fracassado Inovar Auto, uma das obras-primas do desgoverno petista. Mas o governo, tudo indica, vai continuar pagando. Um ministro e um representante da indústria deram como certo, depois de uma reunião com o presidente Michel Temer, na terça-feira passada, o lançamento, em breve, do novo programa. “Estamos quase lá”, disse ao sair do encontro o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, segundo informou a Agência Estado. “Falta apenas concluir os textos”, de acordo com o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge, citado pelo jornal Valor.