Aderlânia Noronha parabeniza gestão de Novo Oriente e sessões itinerantes
Dep. Aderlânia Noronha ( SD )Foto: Máximo Moura
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Fundo de Segurança Pública deve ser destinado também a trânsito, aprova CCJ
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (8) projeto que prevê investimentos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) na segurança de rodovias e no trânsito das cidades. Já aprovado na Câmara dos Deputados, o PLC 49/2018 segue agora ao Plenário do Senado.
Embora favorável à proposta, o relator, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), rejeitou o substitutivo de Otto Alencar (PSD-BA) aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), e apresentou seu próprio texto alternativo. A principal mudança é a determinação de que 5% do que for arrecadado com multas de trânsito por órgãos de trânsito dos estados e municípios sejam repassados mensalmente ao FNSP.
O projeto visa adequar o FNSP à Emenda Constitucional 82, que incluiu a segurança viária na área da segurança pública. A lei do FNSP (lei 13.756, de 2018) permite que os recursos sejam usados para programas de policiamento comunitário e para reequipar, treinar e qualificar as polícias civis, militares, técnicas e científicas, os corpos de bombeiros e as guardas municipais.
A Câmara incluiu nessa lista os órgãos de trânsito estaduais e municipais, além de perícias técnicas e científicas, e o treinamento de agentes de trânsito. Veneziano acrescentou a construção e melhoria das instalações dos órgãos de trânsito como opção para o uso dos recursos do fundo.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
Câmara aprova municipalização de regras de proteção de rios em área urbana; texto segue para sanção
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (8) o projeto de lei que transfere para a legislação municipal as regras de proteção de margens de rios em áreas urbanas. O Plenário rejeitou emenda do Senado ao Projeto de Lei 2510/19, que será enviado à sanção presidencial.
O projeto é de autoria do deputado Rogério Peninha Mendonça (MDB-SC) e foi aprovado na forma do parecer do relator, deputado Darci de Matos (PSD-SC).
Atualmente, o Código Florestal fixa faixas marginais que variam de 30 a 500 metros conforme a largura dos rios, considerando-as áreas de preservação permanente (APP). Os senadores propunham que fosse mantida uma faixa mínima de 15 metros de APP no entorno das áreas ocupadas. Naquelas ainda sem ocupação, deveriam ser observados os limites fixados no código.
Segundo o texto aprovado pelos deputados, nas áreas consolidadas urbanas – e após ouvidos os conselhos estaduais, municipais ou distrital de meio ambiente – o Legislativo municipal poderá estabelecer em lei faixas diferentes das previstas no Código Florestal com regras que estabeleçam a não ocupação de áreas de risco de desastres.
As normas deverão ainda observar as diretrizes do plano de recursos hídricos, do plano de bacia, do plano de drenagem ou do plano de saneamento básico, se houver.
Imóveis já existentes
Quanto aos imóveis já existentes até o dia 28 de abril de 2021, nas faixas marginais definidas em lei municipal ou distrital, o texto permite a continuidade dessa ocupação se os proprietários cumprirem exigência de compensação ambiental determinada pelo órgão municipal competente, salvo por ato devidamente fundamentado do poder público municipal ou distrital.
Nos casos de utilidade pública ou de interesse social, a compensação ambiental poderá ser feita de forma coletiva.
“Essa compensação coletiva será feita pelo poder público e contempla pessoas pobres que não têm condições de fazer essa compensação”, disse o relator.
Em 28 de abril deste ano, o STJ decidiu que vale a aplicação das faixas definidas no Código Florestal em vez da faixa de 15 metros estipulada na Lei de Parcelamento do Solo Urbano.
Faixa não edificável
Os empreendimentos e as atividades a serem instalados nas APPs urbanas devem observar os casos de utilidade pública, interesse social ou baixo impacto ambiental fixados no Código Florestal.
Entretanto, o instrumento de planejamento territorial, como planos diretores e leis municipais de uso do solo, deverá reservar uma faixa não edificável (de inundação) indicada em diagnóstico socioambiental para cada trecho, seja ao lado de águas correntes ou dormentes.
Os planos diretores ou leis municipais de uso do solo, ouvidos os conselhos estaduais e municipais de meio ambiente, deverão estipular os limites de APP nas margens de qualquer curso d’água natural em área urbana.
Definição
O texto aprovado pela Câmara também define o que é área urbana consolidada, retomando alguns critérios da Lei 11.977/09, sobre regularização fundiária urbana.
Para ser considerada área urbana consolidada, ela deve estar incluída no perímetro urbano ou em zona urbana pelo plano diretor ou por lei municipal específica.
Terá de contar com sistema viário implantado e ser organizada em quadras e lotes, em sua maior parte edificados com prédios de uso residencial, comercial, industrial, institucional, misto ou para a prestação de serviços.
Além disso, deverá contar com um mínimo de dois dos seguintes equipamentos de infraestrutura urbana implantados:
- drenagem de águas pluviais;
- esgotamento sanitário;
- abastecimento de água potável;
- distribuição de energia elétrica e iluminação pública; e
- limpeza urbana, coleta e manejo de resíduos sólidos.
Debate em Plenário
O debate sobre o projeto dividiu opiniões em Plenário. Favorável à proposta, o deputado Bibo Nunes (PSL-RS) disse que a legislação ambiental não deve ser a mesma para cidades e para a Amazônia. Segundo ele, os municípios precisam ter autonomia para legislar sobre as faixas de preservação obrigatórias. “O Código Florestal não pode ser o mesmo para floresta amazônica e para área urbana. A competência tem que ser do município conforme o tamanho do rio”, afirmou.
O projeto também foi defendido pelo deputado Kim Kataguiri (DEM-SP). “A câmara de vereadores, junto com a prefeitura, tem mais condições de analisar um plano diretor do que Brasília decidindo número arbitrariamente para todos os municípios do Brasil”, disse. Ele destacou que a proposta regulariza áreas ocupadas há décadas.
Emenda do Senado
Deputados ambientalistas, por outro lado, pediram a aprovação da emenda do Senado, que impediria a redução de faixas ainda não convertidas e manteria uma faixa mínima de 15 metros. Além disso, nos entornos dos rios ainda sem ocupação, seriam observados os limites fixados no Código Florestal.
O deputado Rodrigo Agostinho (PSB-SP) disse que a emenda foi fruto de acordo com senadores. “É uma proposta que busca uma legislação ambiental no sentido de regularizar ocupações existentes e de manter a preservação das áreas que ainda estão conservadas”, disse.
Para o deputado Nilto Tatto (PT-SP), os vereadores não têm condições de decidir sobre cursos de rios que atravessam estados.
“Os rios não nascem e morrem no mesmo município, por isso a necessidade de uma lei maior que garanta que o município obedeça um mínimo necessário para cuidar das áreas que são importantes para a produção de água não só para o município, mas para as cidades rio abaixo”, disse.
Já o relator, deputado Darci de Matos, afirmou que a proposta aprovada consolida o pacto federativo. “É fácil falar que você é municipalista, mas na prática é muito difícil. Nós temos que confiar nos prefeitos e nos poderes legislativos do País. Com base no diagnóstico socioambiental – com a participação do setor produtivo e do Ministério Público – o município vai poder construir a sua legislação”, declarou.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
Reportagem – Eduardo Piovesan e Carol Siqueira
Edição – Pierre Triboli
Fonte: Agência Câmara de Notícias
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Tony Brito ressalta convocação de PMs e cobra mesmo tratamento a policias civis
Segundo Tony Brito, é preciso aumentar também o número de convocados nos concursos em andamento da Polícia Civil e da Perícia Forense, porque a deficiência policial é muito grande, principalmente na Polícia Civil. “Temos delegacias fechadas por falta de efetivo”, afirmou.
O parlamentar também lembrou o esforço dos candidatos que participaram do concurso. ”Para passar nesses concursos, que foram dificílimos, as pessoas tiveram que dedicar vários anos de estudo, e o número de vagas ficou muito aquém do esperado. A gente faz um apelo ao Governo para aumentar também o número de vagas na Polícia Civil e na Perícia Forense”, pontuou.
Tony Brito informou que ontem o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, assinou a Lei da Integralidade e Paridade da Polícia, que assegura aposentadoria especial à categoria, com proventos correspondentes à remuneração do cargo efetivo ocupado antes de entrar em inatividade, além de revisão dos proventos. Ele pediu que o governador do Ceará também garanta esse direito, segundo ele, constitucional, aos policiais do Estado.
“Pedimos que esse reconhecimento seja feito à polícia penal e à polícia forense do Ceará. Merecidamente, a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros Militar têm direito à integralidade e à paridade. É preciso que esse direito seja dado também à Polícia Civil, Penal e à Pefoce”, destacou.
O deputado também destacou a homenagem feita ontem pela Assembleia Legislativa ao titular da Secretaria de Administração Penitenciária do Estado do Ceará, Mauro Albuquerque, com a entrega do Título de Cidadão Cearense. Segundo ele, hoje, a Secretaria de Administração Penitenciária do Estado tem uma outra cara.
“Temos que prestar o nosso reconhecimento. Criticar, pedir mudanças, melhorias sim. Mas temos que ter a decência de reconhecer o esforço humano do secretário, porque não é fácil trabalhar na segurança pública e administrar presídios. E, graças a homens e mulheres que trabalham junto pela segurança com a liderança de Mauro Albuquerque, temos outra realidade”, pontuou.
Ele ressaltou que o secretário é uma pessoa que está aberta ao diálogo e que inclusive já pediu o apoio dele para a construção do novo estatuto dos policiais penais. “A gente quer que, nesse momento de elaboração do novo estatuto, a categoria seja ouvida, que chame o Sindicato dos Policiais Penais para discutir e assim trazer direitos para esses profissionais que arriscam as suas vidas para ressocializar o que há de pior na sociedade. Esse trabalho merece todo o nosso respeito”, acrescentou.
Tony Brito também apontou que outra situação que está causando grande preocupação entre os policiais é a criação da delegacia virtual, que, segundo ele, está trazendo muita insegurança jurídica para a categoria. Ele informou que já foram realizadas reuniões com o secretário de Segurança Pública, Sandro Caron, em busca de diálogo para que os servidores não sejam submetidos à situação de estresse e não tenham os direitos adquiridos violados.
“Quando você dá condições para o policial trabalhar, quem mais ganha é a sociedade cearense, que vem sofrendo no interior e na capital com a ação das facções criminosas. Temos que dar as melhores condições para a polícia enfrentar o crime”, afirmou.
O deputado disse ainda que já apresentou à Defensora Pública do Estado o pedido para a criação de um Núcleo de Defesa para os profissionais de segurança pública.
WR/CG
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Érika Amorim destaca campanha pelo fim da violência contra mulheres
Segundo ela, o debate sobre a campanha do Laço Branco foi promovido pela Secretaria da Proteção Social, Justiça, Cidadania, Mulheres e Direitos Humanos, por meio da Casa da Mulher Brasileira. Ela informou que a campanha “está presente em mais de 50 países, em todos os continentes, e é apontada pela ONU como uma das maiores iniciativas mundiais direcionadas para o envolvimento de homens em relação à violência contra a mulher, busca envolver os homens nessa pauta tão importante e tão urgente”.
A parlamentar também citou projetos de sua autoria que visam cuidar das mulheres vítimas de violência. Ela destacou o projeto de lei nº 49/2020, que obriga a comprovação do cumprimento de equidade salarial entre homens e mulheres pelas empresas contratadas pelo poder público estadual. O propósito, assinalou, “é para garantir a prioridade de atendimento às mulheres vítimas de violência nas unidades de saúde da rede pública e privada do Ceará, além de minimizar os agravos resultantes da violência”.
Ela lembrou também a sanção do governador do Estado, Camilo Santana, da Lei nº 17.465, oriunda do projeto de lei nº 282/2019, de sua autoria, que prioriza atendimento às mulheres vítimas de violência nas unidades de saúde da rede pública e privada do estado do Ceará.
“Entendemos que as mulheres vítimas de violência, quando se deslocam até um local de atendimento, carregam consigo não só machucados no seu corpo. Elas também levam feridas emocionais, na alma. Machucados internos que não são vistos e que trazem dores muito maiores e traumatizantes, pedindo um olhar cada vez mais humanizado” pontuou.
A deputada citou projeto de indicação n° 215/2021, aprovado pela AL que institui o programa Tem Saída. Segundo ela, o objetivo é prestar apoio às mulheres vítimas de violência para retomar suas vidas também na esfera profissional. A proposta, segundo ela, sugere que todas as empresas terceirizadas que tenham parceria com o Governo do Estado deverão prever percentual mínimo de 5% das vagas para mulheres em situação de violência doméstica e familiar.
Érika Amorim apontou também o projeto de indicação n° 373/2021, em tramitação na Assembleia Legislativa, que sugere a criação das Salas das Margaridas. De acordo com a proposta, são espaços especializados para o atendimento às mulheres vítimas de violência nas delegacias de polícia do Ceará. “A mulher vítima de violência precisa de um olhar mais atencioso e mais humanizado quando busca um atendimento. A Sala das Margaridas busca promover essa atenção, pois são espaços reservados e privativos, onde será aplicado um questionário que avalia o grau de risco a que a vítima está exposta”, explicou.
Ainda na tribuna, a parlamentar lamentou a situação da saúde em Caucaia, Região Metropolitana de Fortaleza, agravada pela greve dos médicos. Ela disse que tem recebido mensagens denunciando a falta de atendimento nos postos de saúde no município.
A deputada comunicou que o Sindicato dos Médicos do Ceará, em nota nas redes sociais, informou que os médicos da cidade estavam paralisando suas atividades por falta de pagamento salarial do mês de outubro e pela ausência da Prefeitura de Caucaia na resolução do problema.
Segundo ela, não houve disposição da prefeitura em resolver a situação. A parlamentar ressaltou que o sindicato notificou o Poder Executivo municipal em 72 horas sobre a paralisação, entretanto será mantido o percentual exigido por lei para manter o sistema de saúde de Caucaia em atividade, de acordo com ela.
A parlamentar pediu respeito ao povo de Caucaia, que, segundo ela, é sofrido e precisa ter o direito de saúde assegurado. “Não posso me calar diante dos fatos”, concluiu.
LV/CG
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Assembleia realiza sessões deliberativa e solene em Novo Oriente nesta quinta
Após a sessão ordinária, será realizada sessão solene para o anúncio dos vencedores do Festival de Arte e Cultura realizado de 07 a 08/12, durante a Assembleia Itinerante, que tem reunido valores da região nas mais diversas manifestações artísticas.
Na pauta de discussão e votação da sessão plenária estão 13 projetos de autoria de parlamentares, sendo sete projetos de lei e cinco de indicação.
Do deputado Leonardo Araújo (MDB), será votado o PL nº 114/2021 que denomina Francisco Bel Moreira a areninha a ser construída no município de Paraipaba.
O nº 63/2021, do deputado Nelinho (PSDB) e coautoria da deputada Fernanda Pessoa (PSDB), dispõe sobre a proibição de apologia a maus-tratos contra animais em materiais didáticos e inclui noções de cuidados e proteção aos animais na grade curricular de ensino.
Do deputado David Durand (Republicanos), o nº 117/2021 dispõe sobre a inclusão da disciplina "Educação Ambiental Humanitária em Bem-Estar Animal" como conteúdo na grade curricular das escolas públicas mantidas pelo Governo do Estado do Ceará.
O nº 180/2021, do deputado João Jaime (DEM), denomina Maria Nilza Luz Sampaio o Centro de Educação Infantil - CEI, na sede do distrito de Campos Belos, no município de Caridade.
O deputado Ferreira Aragão (PDT) é autor do PL nº 261/2021 que dispõe sobre a inclusão da linguagem brasileira de sinais (libras) como disciplina obrigatória na rede pública de ensino do Estado do Ceará.
Tem ainda os PLs nºs 409/2021 do deputado Audic Mota(PSB) e coautoria do deputado Elmano Freitas (PT) que denomina Dinho Nunes a areninha a ser construída no município de Palhano e o
nº 411/2021, do deputado Edilardo Eufrásio (MDB), denomina José Hugo Câmara Monteiro Coêlho a CE - 169, que liga a sede do município de Tejuçuoca ao município de Canindé.
Também na pauta de votação desta quinta-feira, estão cinco projetos de indicação. Dois deles do deputado Leonardo Pinheiro (PP), o 406/2021 dispõe acerca da estadualização da estrada municipal que liga a sede do município de Morada Nova ao distrito de Juazeiro de baixo no município de Morada Nova, e o
407/2021 dispõe acerca da estadualização da estrada municipal que liga o distrito de Assunção no município de Solonópole ao distrito de Betânia no município de Deputado Irapuan Pinheiro.
Do deputado Soldado Noélio (Pros), o nº 260/2021 dispõe sobre a reserva de vagas de empregos para as mulheres vítimas de violência doméstica e familiar nas empresas prestadoras de serviços ao Estado do Ceará.
O nº 377/2021 da deputada Augusta Brito (PCdoB) dispõe sobre a estadualização da estrada que liga os municípios de Independência, Quiterianópolis e Novo Oriente.
E do deputado Evandro Leitão (PDT), o nº 424/2021 institui uma política pública de fortalecimento de uma cultura de paz e pacificação social por meios adequados de resoluções de conflitos: da abordagem sistêmica, das práticas restaurativas, da conciliação, da mediação, da constelação familiar e suas transversalidades e demais métodos de gestão de conflitos, no âmbito do Estado do Ceará.
A sessão será transmitida ao vivo pela TV Assembleia (canal 31.1), FM Assembleia (96,7MHz), Portal e Facebook da Casa.
ASSEMBLEIA ITINERANTE
A Assembleia Itinerante leva os trabalhos legislativos para o interior do Estado e descentraliza as decisões que acontecem na sede do Poder Legislativo. Nessa terça-feira (07/12), ela chegou a Novo Oriente com vasta programação de serviços, palestras e apresentações do Festival de Arte e Cutura, respeitando todas as medidas de segurança sanitária.
A ideia, conforme o presidente do Legislativo, deputado Evandro Leitão (PDT), foi “agregar à Assembleia Itinerante duas ações que consideramos de extrema importância para os cidadãos e cidadãs da região, além da sessão plenária uma feira de serviços e um festival cultural”.
A estruturação da Assembleia Itinerante foi feita pelo Conselho de Altos Estudos e Assuntos Estratégicos, que tem à frente o deputado Tin Gomes (PDT). A organização envolve uma força-tarefa de diversos setores da Casa como Diretoria Legislativa, cerimonial, comunicação e segunda Companhia de Guarda da Assembleia, Corpo de Bombeiros, além de parceiros como Sesi, Senac e órgãos do Estado.
Este ano foram realizadas três Assembleias Itinerantes nos municípios de Itapipoca, Icó e São Benedito.




