Assembleia inaugura novo anexo com serviços de atendimento ao público
Durante a solenidade de inauguração, o presidente da Casa, deputado Evandro Leitão (PDT), ressaltou que o equipamento vai além de uma simples edificação. "Neste prédio contamos com uma equipe multidisciplinar formada por médicos, terapeutas, enfermeiros e fisioterapeutas. Criamos e trouxemos para este edifício o Centro de Inclusão de Atendimento e Desenvolvimento Infantil (Ciadi), além de outros serviços, como emissão de documentos pela Casa do Cidadão; atendimento do Procon Assembleia, que hoje completa vinte anos de existência; Escritório Frei Tito e a Sala do Empreendedor, que inauguramos hoje”, pontuou.
O parlamentar informou ainda que a iniciativa da compra do terreno e início das obras foi na gestão do ex-presidente da Casa e atual secretário das Cidades, Zezinho Albuquerque. O trabalho teve continuidade na gestão do ex-presidente da AL e atual prefeito de Fortaleza, José Sarto. “Tenho a honra de, juntamente com minha equipe e colegas deputados, finalizar esse equipamento que presta um grande serviço não apenas à Assembleia, mas para a comunidade. Estamos transcendendo a questão de legislar e fiscalizar, estamos aqui tendo a sensibilidade de atender anseios dos servidores, colabores e da comunidade”, afirmou.
O governador do Estado, Camilo Santana, parabenizou a inauguração do anexo III da Casa. “Esse equipamento vai além porque acolhe com carinho os servidores que fazem a AL no dia a dia e seus familiares. São diversos serviços voltados para a população focando no acolhimento e bem-estar dos servidores e comunidade do entrono. A Assembleia extrapolou expectativas, atendendo desde as crianças, que são o nosso futuro, até a população carente. A Casa está fazendo valer o real papel de servidor público, servindo as pessoas com sinceridade e transparência”, assinalou.
Camilo Santana parabenizou o presidente da Casa, deputado Evandro Leitão, e a primeira-dama do Legislativo, Cristiane Leitão, pelas realizações e serviços implantados na Assembleia, além da parceria com o Executivo. “Estamos superando essa pandemia que afetou a vida de milhões de brasileiros e cearenses, e o papel da Assembleia tem sido sempre decisivo, participando desde o início do comitê que reúne cientistas, especialistas, sempre seguindo a ciência, procurando preservar e proteger a vida do povo cearense”, apontou.
O secretário das Cidades e ex-presidente da Casa, Zezinho Albuquerque, agradeceu a homenagem prestada ao seu pai, deputado Francisco das Chagas Albuquerque. “Esse prédio leva o nome do meu pai e fico muito feliz de ver o seu legado sendo lembrado. É por isso que estou na política e que ele estava na política: para servir ao povo, para servir aos mais humildes. Meu pai teve uma vida pública brilhante, e sou grato a todos que fizeram o sonho desse prédio ser concretizado”, salientou.
A primeira-dama do Legislativo, Cristiane Leitão, também comemorou a inauguração do anexo e destacou a implantação do equipamento de saúde e de assistência social na gestão do presidente da Casa, Evandro Leitão. “Os vários núcleos de saúde, assim como o Comitê de Responsabilidade Social, vêm para aproximar a população do Legislativo”, frisou.
O diretor do Departamento de Saúde e Assistência Social (DSAS) da Assembleia Legislativa do Ceará, Luís Edson, destacou que o equipamento trouxe excelentes condições de trabalho e estrutura para a saúde dos servidores e população que é atendida. “Esse prédio é moderno e abriga importantes serviços para a população. O nosso presidente tem focado não só na qualidade da estrutura, mas na qualidade do serviço prestado”, comemorou.
O Edifício Deputado Francisco das Chagas Albuquerque abriga o Comitê de Responsabilidade Social; Comitê de Prevenção e Combate à Violência; Núcleo de Mediação e Gestão de Conflitos; Departamento de Saúde e Assistência Social; Centro Inclusivo de Atendimento e Desenvolvimento Infantil (Ciadi); Movimento das Mulheres do Legislativo Cearense (MMLC); Núcleo de Saúde Mental e Núcleo de Práticas Sistêmicas Restaurativas e o Procon Assembleia, Casa do Cidadão e Escritório Frei Tito de Alencar.
Estavam presentes no evento deputados estaduais e federais, secretários de Governo, colaboradores e servidores da Casa.
Carnaval pode ameaçar controle da pandemia, aponta debate no Senado
Em 23 de novembro, três dias antes de a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciar uma nova variante do coronavírus ao planeta — a ômicron —, o senador Nelsinho Trad (PSD-MS) apresentou requerimento para discutir a viabilidade da realização de eventos como o Carnaval de 2022. Na abertura da sessão de debate temático solicitada por Nelsinho, promovida nesta quinta-feira (9), ele ressaltou que a sua preocupação, quando apresentou o requerimento, está ainda mais evidente agora. Tanto ele quanto outros participantes do debate alertaram para os riscos desses eventos para o controle da pandemia.
O senador reconheceu que eventos como réveillon e Carnaval ajudam a alavancar a economia do país e disse que não pretende frustrar a programação de nenhum lugar. Ele apresentou dados positivos sobre a vacinação e a queda no número de mortes por covid-19, mas observou que há questionamentos sobre a segurança de festas com aglomerações, o que poderia colocar em risco o controle da pandemia obtido até agora. Na visão do parlamentar, o Senado não poderia deixar de discutir o assunto, devido à urgência e à importância da situação.
— Não estou aqui para colocar água no chope de ninguém, de cidade nenhuma que tem, no Carnaval, o principal mecanismo para impulsionar o turismo. Mas estou aqui com uma responsabilidade sobre os ombros, de passar para a sociedade brasileira o que significa uma situação dessa natureza. Amanhã ou depois, ninguém vai poder falar que a gente se omitiu, ou seja, é uma situação que carece realmente de um debate.
Incertezas
O pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Hermano Castro ponderou que descuidos referentes ao réveillon podem comprometer o controle sobre o vírus obtido pelo Brasil por meio da vacinação. Ele mencionou a incerteza referente à realização de um Carnaval seguro, especialmente pelo número de turistas que o evento atrai, de todas as partes do mundo. Castro citou o aumento do número de infectados pela variante ômicron e ressaltou que os estudos a respeito dos impactos dessa variante sobre pessoas já imunizadas ainda podem demorar semanas para mostrar seus resultados.
— A gente está entre 100 e 200 casos de mortes diárias, o que ainda é um número significativo, a meu ver. Estamos reduzindo e melhorando muito, vários estados e municípios já com zero mortes e poucos casos, e isso é importante. Essa entrada da nova variante no mundo tem a ver com a desigualdade da distribuição de vacinas no planeta. Então, como a gente vai tratar de eventos que atraem turistas do mundo inteiro? É um risco para todos — alertou.
Risco de descontrole
Secretário de Saúde do Espírito Santo e vice-presidente da Região Sudeste do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Nésio Fernandes de Medeiros Junior avaliou que, sem a aplicação das duas doses da vacina contra a covid-19 (ou da dose única, quando for o caso) em toda a população e sem a realização da testagem em massa, todas as pessoas ficam expostas a uma situação de alto risco. Para Nésio, essa realidade, aliada à promoção de grandes eventos, pode provocar descontrole da pandemia. Além disso, ele afirmou que o problema não está relacionado apenas ao Carnaval, mas a todas as aglomerações geradas em eventos durante todo o ciclo do verão que se aproxima. Ele elogiou o Senado por discutir o tema e defendeu que os parlamentares elaborem uma legislação robusta sobre o assunto.
Ao tratar dos possíveis riscos da ômicron, Nésio disse que talvez seja necessário "repensar e atualizar a estratégia de enfrentamento" da pandemia.
— Será necessário reposicionar medidas de distanciamento social mais amplas e restritivas, associadas às vacinas. O Brasil vive um contexto de risco, em que o esforço institucional do Sistema Único de Saúde [SUS], em todos os seus comandos federais, estaduais e municipais, precisa focar na adoção imediata do passaporte vacinal, tanto para entrar no país quanto em restaurantes, bares, hotéis e transporte coletivo — declarou ele.
Controle da entrada
O governador do Piauí e presidente do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável do Nordeste, Wellington Dias, disse que tem defendido a necessidade de se seguir as recomendações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e de todos os comitês científicos, de modo a garantir um controle da entrada do vírus a partir das fronteiras brasileiras, em aeroportos, portos e rodovias. Wellington defendeu a observância de medidas como a apresentação do comprovante da vacina e a exigência de testagem prévia para a participação de pessoas em grandes eventos.
— A gente tem eventos já realizados, eventos-teste, que demonstraram que, seguindo as regras, não houve problema maior de transmissibilidade, nem depois. Há cobrança do passaporte da vacina como um requisito, e isso foi um resultado importante. Quanto ao Carnaval, também teremos regras bem mais rígidas. Se tivermos as condições de vacinação, um controle nas entradas de fronteira, principalmente com esse olhar das novas variantes, nós poderemos ter aí um momento novo, de mais flexibilização.
“Preconceito desproporcional”
Presidente da Associação Brasileira dos Promotores de Eventos (Abrape), Doreni Caramori Júnior defendeu a retomada das atividades. Segundo ele, os indicadores sobre casos, internações e mortes por covid-19 apresentam números positivos que possibilitam a realização das aglomerações. Doreni declarou que eventos como o Carnaval são apenas atividades sociais e não têm influência sobre a variação das condições epidemiológicas.
Doreni citou como exemplo o Rodeio de Jaguariúna, realizado nessa cidade do estado de São Paulo entre o fim de novembro e começo de dezembro. Ele disse que o evento tem “proporções infinitamente maiores do que a maioria dos festejos de réveillon e de Carnaval” e não provocou aumento de casos de coronavírus.
— Não acho justo uma sessão de debates como esta versar apenas sobre o Carnaval, apenas sobre o setor de eventos. Isso seria um preconceito desproporcional. Precisamos debater a retomada de todas as aglomerações que não conseguem obedecer a protocolos sanitários. Que a gente mantenha a coerência para não penalizar ainda mais um setor que já vem altamente penalizado — protestou.
Pandemia não acabou
Para o diretor da Sociedade Brasileira de Infectologia, Antonio Bandeira, apesar de o Brasil ter aplicado vacina em 65% da população, e esse número estar crescendo, ainda é preciso refletir sobre os cuidados com a pandemia. Ele afirmou que a crise sanitária ainda não acabou e que aglomerações em massa ainda não podem ser permitidas. O especialista sugeriu, por exemplo, a promoção de eventos carnavalescos menores e segmentados, e pediu que a população tome a vacina contra a covid-19 e continue usando máscaras.
— A pandemia não acabou, está certo? A gente está vivenciando um momento excelente e tem que aproveitar isso. Usar a criatividade, porque há muita gente criativa no Brasil para pensar o Carnaval. Quem vai sinalizar para a população que [promover] o Carnaval está tudo bem, está liberado total? O que a gente vai esperar, depois, dessa população? Qual é a sinalização que essa população vai ter de nós? Nós somos responsáveis por gerenciar a ciência e os dados da ciência para o bem dessa população.
Desaceleração da vacina
Segundo Nelsinho Trad, o Brasil vive o melhor momento em quase dois anos de pandemia. No início de dezembro, disse ele, a cobertura vacinal já havia alcançado mais de 135 milhões de pessoas, completamente imunizadas com a segunda dose ou com a dose única da vacina, o que corresponde a mais de 63% da população. O parlamentar observou que esse êxito, aliado a indicadores de diminuição da mortalidade e das internações, sugere a possibilidade de retomada das atividades de caráter social e coletivo, cujas restrições já vêm sendo flexibilizadas em boa parte do país. Mas Nelsinho ponderou que o ritmo de aplicação da primeira dose está em desaceleração no país. E isso compromete a meta de 75% da população com o esquema vacinal completo, “condição estabelecida pelos especialistas para que se possa considerar a pandemia controlada”, advertiu o senador.
Fonte: Agência Senado
Lira: Câmara não tem obrigação de chancelar alterações do Senado na PEC dos Precatórios
O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), explicou que o acordo feito com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, em relação às alterações na PEC dos Precatórios, não envolve mérito, apenas procedimento. Segundo Lira, a Câmara não tem obrigação de chancelar as mudanças de mérito no texto feito pelos senadores.
Ontem, os trechos da PEC dos Precatórios que foram aprovados com o mesmo texto pela Câmara dos Deputados e pelo Senado foram promulgados, tornando-se a Emenda Constitucional 113. Os deputados devem votar, na próxima semana, a parte alterada pelos senadores.
Em entrevista concedida na noite desta quarta-feira (8), Lira ressaltou que o acordo envolvia apenas a promulgação da parte comum da PEC e que a Câmara votaria na próxima terça-feira, diretamente no Plenário, as inovações no texto feita pelos senadores.
“Alguns senadores que usaram a palavra no Senado usaram de maneira bastante equivocada. A Câmara não tem obrigação nenhuma de chancelar mudança de mérito. Há boa vontade em produzir um texto com base no acordo de promulgar o texto convergente. As assessorias trabalharam de forma independente. Não usamos a proposta para fins eleitorais, não sou candidato a presidente da República”, afirmou Lira. “Nenhuma Casa tem supremacia sobre a outra, e as duas têm independência de funcionamento. Nós fizemos um acordo de procedimento”, reforçou.
Auxílio Brasil
A promulgação do texto já garante um espaço de R$ 64,882 bilhões no Orçamento de 2022, segundo estimativa da Consultoria de Orçamento da Câmara dos Deputados. Esse dinheiro poderá ser utilizado no programa de transferência de renda Auxílio Brasil, que deve pagar um benefício mensal de R$ 400 a quase 20 milhões de famílias, além de despesas de saúde e previdência.
Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Wilson Silveira
Fonte: Agência Câmara de Notícias
Comissão aprova pena maior para lesão corporal contra familiares, gestante ou idoso Fonte: Agência Câmara de Notícias
A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou proposta que dobra a pena mínima do crime de lesão corporal se o autor for familiar da vítima; aumenta sanção se a vítima for idoso ou gestante; e autoriza uso de tornozeleira eletrônica para monitoramento de condenado por violência doméstica.
O texto aprovado é o substitutivo da relatora, deputada Rejane Dias (PT-PI), ao Projeto de Lei 453/19, do deputado Valmir Assunção (PT-BA). A parlamentar fez ajustes na redação e incluiu temas de um projeto apensado – PL 3299/19, do deputado Fábio Mitidieri (PSD-SE).
Rejane Dias destaca que a violência familiar atinge cerca de 23% das mulheres do Brasil, de acordo com a Sociedade Mundial de Vitimologia. Por isso, é fundamental o aprimoramento contínuo da Lei Maria da Penha.
“O projeto busca auxiliar no combate à violência doméstica por meio do aumento da pena mínima cominada e da promoção de uma maior eficiência no processamento desses casos, a fim de que o Estado possa dar uma resposta mais eficaz aos infratores”, disse a deputada.
O texto aprovado aumenta de três meses para seis meses a pena mínima do crime de lesão corporal praticado contra pais, filhos, irmãos, cônjuge ou companheiro, ou contra pessoa com quem se tenha relações domésticas. A proposta também determina o aumento da pena em 1/3 se a vítima for gestante ou idosa, o que não está previsto na legislação em vigor.
Tornozeleira eletrônica
A proposta também autoriza o Judiciário a determinar o monitoramento eletrônico de pessoa condenada por violência doméstica durante o cumprimento de pena. Nesses casos, o dispositivo eletrônico usado pelo agressor deverá acionar, de forma imediata, a instância de monitoramento existente na localidade que comunicará quaisquer ocorrências às autoridades competentes.
Atualmente, a Lei de Execuções Penais autoriza o uso de tornozeleira para monitorar os presos durante saída temporária ou prisão domiciliar. Já a Lei Maria da Penha permite o monitoramento eletrônico do acusado de agressão como medida protetiva para resguardar a vítima no curso do processo.
“A tornozeleira é um recurso eletrônico utilizado como meio de prevenir a violência doméstica, concorrendo para dar mais agilidade à oferta de proteção policial, em virtude de perigo iminente de agressão”, destacou a relatora.
Tramitação
A proposta segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), antes de ir à votação no Plenário da Câmara.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
Reportagem – Carol Siqueira
Edição – Pierre Triboli
Fonte: Agência Câmara de Notícias
Sérgio Aguiar parabeniza Assembleia pela descentralização das atividades
O parlamentar parabenizou o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Evandro Leitão (PDT), por descentralizar as atividades do Legislativo estadual, levando para o interior do Estado e prestigiando a classe política e a população. “O presidente da Assembleia e a Mesa Diretora, com a realização das sessões itinerantes, têm promovido o diálogo com a população e dado mais transparência e publicizado as ações do Legislativo estadual”, afirmou.
WR/AT
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AL aprova 12 projetos de deputados na sessão em Novo Oriente
Dentre os projetos de lei, o 114/21 nomeia de Francisco Bel Moreira a areninha a ser construída no município de Paraipaba. A matéria recebeu emenda do próprio deputado.
Do deputado Nelinho (PSDB) e coautoria da deputada Fernanda Pessoa (PSDB), o projeto de lei 63/21 dispõe sobre a proibição de apologia a maus-tratos contra animais em materiais didáticos e inclui noções de cuidados e proteção aos animais na grade curricular de ensino.
Já o 117/21, do deputado David Durand (Republicanos), trata da inclusão da disciplina Educação Ambiental Humanitária em Bem-Estar Animal como conteúdo na grade curricular das escolas públicas mantidas pelo Governo do Estado do Ceará.
O 180/21, do deputado João Jaime (DEM), denomina de Maria Nilza Luz Sampaio o Centro de Educação Infantil (CEI) na sede do distrito de Campos Belos, no município de Caridade, enquanto o 261/21, do deputado Ferreira Aragão (PDT), dispõe sobre a inclusão da Linguagem Brasileira de Sinais (libras) como disciplina obrigatória na rede pública de ensino do estado do Ceará.
O 409/21, do deputado Audic Mota (PSB) e coautoria do deputado Elmano Freitas (PT), denomina de Dinho Nunes a areninha a ser construída no município de Palhano.
Já o 411/21, do deputado Edilardo Eufrásio (MDB), nomeia de José Hugo Câmara Monteiro Coêlho a CE - 169, que liga a sede do município de Tejuçuoca ao município de Canindé.
Os deputados votaram ainda cinco projetos de indicação. O 260/21, do deputado Soldado Noelio (Pros), trata da reserva de vagas de empregos para as mulheres vítimas de violência doméstica e familiar nas empresas prestadoras de serviços ao estado do Ceará.
Da deputada Augusta Brito (PCdoB), 377/21 dispõe sobre a estadualização da estrada que liga os municípios de Independência, Quiterianópolis e Novo Oriente.
Dois são do deputado Leonardo Pinheiro (Progressistas): o 406/21 é referente à estadualização da estrada municipal que liga a sede do município de Morada Nova ao distrito de Juazeiro de Baixo, no município de Morada Nova, enquanto o 407/21 trata da estadualização da estrada municipal que liga o distrito de Assunção, no município de Solonópole, ao distrito de Betânia, no município de Deputado Irapuan Pinheiro.
O 424/21, do deputado Evandro Leitão (PDT), institui , no âmbito do Estado, a política pública de fortalecimento de uma cultura de paz e pacificação social por meios adequados de resoluções de conflitos: da abordagem sistêmica, das práticas restaurativas, da conciliação, da mediação, da constelação familiar e suas transversalidades e demais métodos de gestão de conflitos.
Foram aprovados ainda 105 requerimentos.
AGÊNCIA DE NOTICIAS DA ALCE / DANIEL SAMPAIO
Evandro Leitão comemora sucesso das ações da Assembleia Itinerante no Estado
Presidente Evandro Leitão ( PDT )Foto: Paulo Rocha
Augusta Brito parabeniza Evandro Leitão pela itinerante
Dep. Augusta Brito ( PCdoB )Foto: Paulo Rocha
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Aderlânia Noronha parabeniza gestão de Novo Oriente e sessões itinerantes
Dep. Aderlânia Noronha ( SD )Foto: Máximo Moura
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Fundo de Segurança Pública deve ser destinado também a trânsito, aprova CCJ
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (8) projeto que prevê investimentos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) na segurança de rodovias e no trânsito das cidades. Já aprovado na Câmara dos Deputados, o PLC 49/2018 segue agora ao Plenário do Senado.
Embora favorável à proposta, o relator, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), rejeitou o substitutivo de Otto Alencar (PSD-BA) aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), e apresentou seu próprio texto alternativo. A principal mudança é a determinação de que 5% do que for arrecadado com multas de trânsito por órgãos de trânsito dos estados e municípios sejam repassados mensalmente ao FNSP.
O projeto visa adequar o FNSP à Emenda Constitucional 82, que incluiu a segurança viária na área da segurança pública. A lei do FNSP (lei 13.756, de 2018) permite que os recursos sejam usados para programas de policiamento comunitário e para reequipar, treinar e qualificar as polícias civis, militares, técnicas e científicas, os corpos de bombeiros e as guardas municipais.
A Câmara incluiu nessa lista os órgãos de trânsito estaduais e municipais, além de perícias técnicas e científicas, e o treinamento de agentes de trânsito. Veneziano acrescentou a construção e melhoria das instalações dos órgãos de trânsito como opção para o uso dos recursos do fundo.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado




