CPI que investiga associações militares ouve primeiro depoimento nesta terça-feira
Conforme o presidente do colegiado, deputado Salmito (PDT), a CPI entra em uma nova fase, ouvindo agora as testemunhas dos fatos investigados. ”O objetivo do grupo é terminar os trabalhos dentro do prazo e ouvir todos os depoentes, para que o relator possa formular o relatório que será apresentado aos demais membros da CPI”, informa.
O nome de Cleyber Barbosa Araújo foi definido na última reunião da CPI, realizada no dia 22/03, acatando requerimento dos deputado Elmano Freitas (PT) e Soldado Noelio (Pros). Outros nomes também devem ser convidados a prestar depoimento para esclarecer dúvidas às investigações. Dentre eles, os policiais militares Daniel Oliveira Marques e Rêmulo Silva de Oliveira e a representante da Associação dos Profissionais de Segurança, Cleide Mara da Silva Arruda.
Um dos autores do requerimento solicitando a oitiva dos investigados, o deputado Elmano Freitas, relator da CPI, afirma que, “no curso das investigações, verificaram-se algumas dúvidas que poderão ser esclarecidas a partir desses depoimentos”.
A CPI investiga a participação das associações militares na paralisação de parte da PM em 2020 e em 2012 no Ceará. O inquérito deve se estender até o mês de junho de 2022. As atividades da CPI foram prorrogadas ainda no ano passado, por conta do recesso legislativo de dezembro.
Instalada no dia 08 de agosto de 2021 pelo presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, deputado Evandro Leitão (PDT), o pedido foi protocolado em fevereiro de 2020 pelo deputado estadual Romeu Aldigueri (PDT), com a assinatura de 31 deputados.
Compõem a CPI, além do presidente, Salmito Filho (PDT), e do relator, Elmano Freitas (PT), o vice-presidente, Queiroz Filho (PDT), e os membros Augusta Brito (PCdoB) e Soldado Noelio (Pros).
WR/CG
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Comissão debate regulamentação dos serviços de táxis intermunicipais
A reunião atende requerimento do deputado Acrísio Sena (PT) e tem como convidados a Federação de Táxi Intermunicipal do Ceará e representantes do Departamento Estadual de Trânsito do Ceará (Detran-CE) e da Agência Reguladora do Estado do Ceará (Arce).
O deputado Acrísio Sena comenta que as condições para a realização de trajetos municipais pelo serviço licenciado de táxi foi recentemente objeto da Lei 17.910/2022 que, no entanto, precisa de regulamentação.
O parlamentar aponta que a reunião permitirá o debate sobre a regulamentação da lei, para que haja a elaboração de uma proposta adequada à realidade de cada município, dando suporte legítimo aos motoristas e usuários e promovendo segurança.
SA/CG
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Romeu Aldigueri destaca importância do planejamento eficaz no serviço público
Deputado Romeu AldigueriFoto: Edson Júnio Pio
O parlamentar afirmou que o Ceará é um estado que vai na contramão de outros do Brasil e do próprio Governo Federal quanto ao planejamento de políticas públicas de Estado. De acordo com ele, cerca de 1.600 obras estão em andamentos em diversos municípios, com parcerias “longevas, consistentes e perenes”, que não abalam as contas públicas. “Não por acaso, o Ceará teve um crescimento do PIB em 2021 na ordem de 6,63%, bem acima da média nacional. Isso representa renda, emprego e oportunidade”, avaliou.
Entre as ações do Governo do Estado no planejamento estratégico para crescimento, Romeu Aldigueri citou a criação do Conselho de Governadores do Ceará, que “se reuniram para debater o projeto Ceará 2050”. “Planejamento é um compromisso com o futuro. Esse conselho junta os ex-governadores com o governador Camilo Santana e a vice-governadora Izolda Cela, independente de partidos políticos e ideologias, todos para contribuir com o futuro do Ceará. Isso é estadismo. É futuro e processo civilizatório. É planejamento”, observou.
Segundo o deputado, do projeto Ceará 2050 sairá uma proposta de emenda constitucional (PEC) que deverá ser amplamente debatida pelo Legislativo, “olhando para o futuro de cada cidadão cearense que constrói esse forte, admirável, resiliente e inovador estado que se chama Ceará”.
Romeu Aldigueri comemorou ainda o envio da mensagem do Poder Executivo à Assembleia que trata do novo plano de cargos e salários dos servidores da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace). “Essa é uma reparação histórica, para que recebam remuneração devida, com toda sua experiência de mais de 10 anos servindo o meio ambiente do Ceará. Em nome dos servidores da Semace e de tantos outros que já foram beneficiados, agradeço ao governador Camilo Santana por essa valorização do serviço público”, disse.
GS/AT
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Carlos Felipe ressalta importância da valorização dos agentes de saúde
Deputado Carlos FelipeFoto: Edson Júnio Pio
Para o parlamentar, o trabalho da categoria é uma marca histórica desde a seca. “No estado do Ceará, são pouco mais de sete mil profissionais, que começaram a atuar no Governo Tasso Jereissati, na época da seca, em um trabalho emergencial, que já foi um avanço, mas que não tinham 13° salário, não tinham férias e nem direitos”, pontuou.
Carlos Felipe ressaltou que, durante todo o desenvolvimento do Estado no âmbito da saúde, os agentes estiveram ativamente na linha de frente. “Esses cidadãos que lutaram contra a seca, que acompanham as mães que estão grávidas, que observam os maus-tratos das mães, das crianças, dos idosos que fazem a interface entre o povo mais simples e a saúde pública, muitos deles, na ponta, contraíram doenças e morreram, como agora em época de pandemia da Covid-19”, acrescentou.
A importância de lutar pelos direitos da categoria como forma de reconhecer o trabalho também foi cobrada pelo deputado. “Quando esses trabalhadores estão em regime especial têm muitas perdas, não têm direito ao plano de cargos e carreiras, não têm licença nem para interesse particular e, quando alguém falece, ele não pode nem ir velar o seu morto. Essa lei estadual, que criou o regime especial, de 14 de janeiro de 2008, precisa ser revista”, observou.
O parlamentar lembrou que a Comissão de Seguridade Social e Saúde da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará realiza hoje, às 14h, no Complexo de Comissões Técnicas da Casa, audiência pública para debater a mudança de regime dos agentes comunitários de saúde (ACS) vinculados ao quadro suplementar de pessoal da Secretaria Estadual de Saúde (Sesa). “Hoje, teremos essa audiência para ouvir os agentes de saúde e debater sobre a insalubridade da profissão”, assinalou.
Em aparte, o deputado Elmano Freitas (PT) parabenizou o deputado Carlos Felipe pela iniciativa. “Parabenizo por sugerir a audiência pública e parabenizo todos os agentes de saúde. “Há tempos aprovamos uma emenda que, quando tivesse reajuste para os servidores estaduais, os agentes também tivessem reajuste, o que considero muito justo”, disse.
JI/AT
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Érika Amorim aborda Dia Estadual do Combate às Fake News
Deputada Érika AmorimFoto: Edson Júnio Pio
A data foi escolhida por já ser conhecida como o Dia Internacional do Direito à Verdade, observou a parlamentar. “Sabemos dos danos que as falsas informações trazem. A era digital disponibiliza com rapidez as notícias e a disseminação. Nem sempre as pessoas checam antes de passar adiante. Precisamos ter essa prática de buscar a veracidade das informações”, pontuou.
A parlamentar assinalou ainda que este ano, por se tratar de período eleitoral, os cidadãos devem atentar ainda mais para as informações que recebem nas redes sociais. “Que possamos buscar a veracidade das notícias e sensibilizar as outras pessoas. Não devemos repassar notícias falsas ou duvidosas”, apontou.
O retorno das cirurgias eletivas e mutirão de cirurgias para catarata no município de Caucaia também foi destacado pela deputada. “Destinei emenda parlamentar para essa causa e é gratificante ver essa mobilização”, afirmou.
Érika Amorim lamentou as demolições acontecidas na Lagoa do Cauípe e as obras irregulares realizadas no local. “Primeiro demoliram barracas de pessoas que há 30 anos tinham comércio. Foi de forma violenta e sem negociação”, criticou.
Segundo a parlamentar, após as demolições, foram iniciadas obras consideradas irregulares no entorno da lagoa. “O Ministério Público Federal determinou a suspensão dessas obras que foram autorizadas pela Prefeitura de Caucaia e a reparação dos danos ambientais causados. Parabéns ao Ministério Público e também ao vereador de Caucaia Weiber Tapeba, que cobrou soluções”, frisou.
GM/AT
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Senado vota mecanismos para coibir violência doméstica e familiar
Bruno Lourenço | 21/03/2022, 13h19
O Senado vota nesta semana mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar (PL 1.360/2021) e o Plano Nacional de Prevenção e Enfrentamento à Violência contra a Mulher (PL 4.287/2020). Os senadores fazem ainda entrega de diploma Bertha Lutz a quem se destacou na defesa dos direitos das mulheres. Também está na pauta projeto que define regras para doação de sobras de medicamentos (PL 3.917/2021). O autor, senador Jorge Kajuru (Podemos-GO), diz que sua proposta quer evitar o desperdício e o descarte inadequado de remédios.
Fonte: Agência Senado
Reforma tributária deve ser votada na CCJ nesta quarta-feira
Roberto Fragoso | 21/03/2022, 13h37
A reforma tributária (PEC 110/2019) pode ser votada na quarta-feira na Comissão de Constituição e Justiça. Senadores ainda se mostram preocupados com a perda de arrecadação de estados e com setores sensíveis, como saúde, educação, transporte, cooperativas e produtos essenciais — entre eles, a cesta básica e o gás de cozinha. Em outras comissões, os senadores vão discutir temas como segurança hídrica, mudanças climáticas e socorro às vítimas de desastres naturais, além da venda de uma refinaria da Petrobras no Amazonas.
Fonte: Agência Senado
Lei prevê renegociação de dívidas das micro e pequenas empresas
Foi promulgada a Lei Complementar 193/22, que cria programa de parcelamento de dívidas de micro e pequenas empresas participantes do Simples Nacional, inclusive microempreendedores individuais (MEI) e empresas em recuperação judicial. O texto foi publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira (18).
No último dia 10, o Congresso Nacional derrubou o veto total do presidente Jair Bolsonaro ao Projeto de Lei Complementar (PLP) 46/21. De autoria do Senado, o texto havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados em dezembro com uma emenda de redação do relator, deputado Marco Bertaiolli (PSD-SP).
O parcelamento, chamado de Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos no Âmbito do Simples Nacional (Relp), dirige-se às empresas endividadas, que poderão aderir a ele até o último dia útil do mês seguinte ao de publicação da futura lei, devendo pagar a primeira parcela nesta data para ter o pedido deferido.
Pelo texto, o contribuinte terá descontos sobre juros, multas e encargos proporcionalmente à queda de faturamento no período de março a dezembro de 2020 em comparação com o período de março a dezembro de 2019. Empresas inativas no período também poderão participar.
O autor do projeto, senador Jorginho Mello (PL-SC), ressaltou que as pequenas e microempresas sofreram na pandemia pela retração da economia e pelo fechamento de setores. “O Relp é a renegociação das dívidas com desconto até 90%. Ele é necessário para deixar o empresário legalizado, deixar em dia todas as certidões”, declarou.
Jorginho Mello anunciou que houve acordo com o governo para derrubar o veto. Segundo ele, o governo reconheceu a importância do Relp para estimular o crescimento econômico do País. “Para deixar o microempresário de pé, gerando emprego, gerando crescimento”, disse.
Parcelamento especial
Relator da proposta na Câmara dos Deputados, o deputado Marco Bertaiolli destacou que o parcelamento especial para as pequenas empresas vai organizar o pagamento das dívidas. “Não é uma anistia, não é abrir mão de receitas, não é renúncia fiscal, é um organizador orçamentário para que essa empresa possa pagar de forma parcelada”, explicou.
Bertaiolli lembrou que as dívidas acumuladas podem levar à exclusão do Simples, o que poderia contribuir para o fechamento da empresa. “Uma empresa que não sobrevive nunca mais pagará os débitos acumulados, deixará de gerar empregos e não vai pagar os impostos”, disse.
“As micro e pequenas empresas foram as mais afetadas com o fechamento na pandemia. Nesses dois anos, obviamente, não produziram e acumularam dívidas com o governo federal. Isso porque, na priorização do pagamento das dívidas, é natural escolher o colaborador em vez do imposto”, afirmou.
Líder do Novo, o deputado Tiago Mitraud (MG) foi o único parlamentar a discursar a favor da manutenção do veto. “Esse Refis é muito amplo, pega dívidas tributárias de antes do período da pandemia, autoriza adesão de empresas que tiveram aumento de faturamento na pandemia, e tem um prazo extremamente longo”, criticou.
Segundo o projeto, depois dos descontos e do pagamento de uma entrada, o saldo restante poderá ser parcelado em até 180 meses, vencíveis em maio de cada ano. Entretanto, para dívidas com a Previdência Social, o parcelamento será em 60 meses.
As primeiras 12 parcelas deverão corresponder a 0,4% da dívida consolidada; da 13ª à 24ª, a soma total deve ser igual a 0,5% dessa dívida; o total da 25ª à 36ª parcela deverá somar 0,6% da dívida; e a soma da 37ª parcela em diante será o que sobrar dividido pelo número de prestações restantes.
Cada parcela terá um valor mínimo de R$ 300, exceto no caso do MEI, que poderá pagar R$ 50 ao mês. A correção será pela taxa Selic, incidente do mês seguinte ao da consolidação da dívida até o mês anterior ao do pagamento, mais 1% no mês em que houver a quitação da parcela.
O que pode parcelar
De acordo com o texto, poderão ser parceladas quaisquer dívidas no âmbito do Simples Nacional, desde que o vencimento tenha ocorrido até a competência do mês imediatamente anterior à entrada em vigor da futura lei.
Também poderão ser incluídos no Relp os débitos de parcelamento previsto na lei de criação do Simples Nacional (em 60 meses); aqueles da Lei Complementar 155/16, de 120 meses; e do último parcelamento, de 145 a 175 parcelas (Lei Complementar 162/18).
Durante 188 meses, contados do mês de adesão ao Relp, o contribuinte não poderá participar de outras modalidades de parcelamento ou contar com redução do montante principal, juros ou multas e encargos. A exceção é para o parcelamento previsto no plano de recuperação judicial, de 36 meses.
Casos de exclusão
Além da falência ou da imposição de medida cautelar fiscal contra o contribuinte, ele será excluído do refinanciamento se:
- não pagar três parcelas consecutivas ou seis alternadas;
- não pagar a última parcela;
- for constatado esvaziamento patrimonial para fraudar o cumprimento do parcelamento;
- se não pagar os tributos que venham a vencer após a adesão ao Relp ou não cumprir as obrigações com o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
Ações na Justiça
Para aderir ao Relp, o beneficiário deve desistir de recursos administrativos e de ações na Justiça contra o governo, mas não precisará pagar os honorários advocatícios de sucumbência.
Por outro lado, as garantias reais dadas administrativamente ou em ações de execução fiscal continuam valendo.
Reportagem – Eduardo Piovesan, Carol Siqueira e Ralph Machado
Edição – Pierre Triboli
Fonte: Agência Câmara de Notícias
Medida provisória autoriza consignado para beneficiários de programas sociais e amplia margem para 40%
O Poder Executivo editou a Medida Provisória 1106/22, que libera aos cidadãos que recebem o Benefício da Prestação Continuada (BPC) ou participam do Programa Auxílio Brasil o acesso ao empréstimo consignado, modalidade de crédito até então limitada a aposentados e pensionistas do INSS e a servidores públicos.
A medida provisória também amplia a margem de empréstimo dos atuais 35% da renda consignável para até 40%, reinstituindo o percentual que vigorou ao longo de quase todo o ano passado.
O crédito consignado é aquele concedido com desconto automático das parcelas em folha de pagamento ou benefício. Por ter como garantia o desconto direto, esse tipo de operação de crédito pessoal é uma das que oferecem os menores juros do mercado.
O governo afirmou que a medida pode alcançar mais de 52 milhões de pessoas, incluindo os cerca de 30,5 milhões de aposentados e pensionistas do INSS, os 4,8 milhões de beneficiários do BPC e os 17,5 milhões beneficiários do Programa Auxílio Brasil.
Tramitação
A MP 1106/22 será analisada agora pelos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado.
Reportagem - Janary Júnior
Edição - Marcia Becker
Com informações da Agência Brasil
Fonte: Agência Câmara de Notícias
Assembleia Legislativa prorroga ponto facultativo até 1º de abril
O documento ressalta que o cenário epidemiológico da Covid-19 ainda é preocupante e exige critérios para conter a propagação e infecção humana pelo novo coronavírus. A portaria se apoia no ato da Mesa Diretora nº 04/2022, que dispõe sobre procedimentos para fins de prevenção à infecção e propagação do novo coronavírus, no âmbito da Assembleia Legislativa, e no Decreto 34.600, de 19 de março de 2022, que manteve no Ceará medidas de isolamento social em razão da pandemia de Covid-19.
Estabelece que, sempre que possível, os ocupantes de cargos de direção e chefia devem administrar a continuidade dos trabalhos por meio remoto, observada a recomendação de os servidores permanecerem em casa, mantendo-se acessíveis e à disposição durante o horário de trabalho, estando facultada a convocação para expediente presencial.
O expediente da Casa se dará das 7h às 19h, de acordo com as respectivas escalas determinadas pelos ocupantes de cargos de direção e chefia, que serão os responsáveis por administrar a continuidade dos trabalhos por meio remoto e decidir sobre a convocação de servidores para expediente presencial destinado apenas ao funcionamento de serviços em que forem indispensáveis.
O protocolo físico da Casa permanece funcionando de segunda a sexta, das 8h às 17h, com equipe reduzida, exclusivamente para receber documentos originais ou autênticos que sejam exigidos por expressa disposição legal. Os demais protocolos deverão ser realizados por meio digital, por intermédio do endereço.
A Comissão de Licitação da Assembleia fica autorizada a realizar certames de modo presencial, desde que cumpridas todas as exigências sanitárias decretadas pelo Poder Executivo.
O atendimento dos órgãos de promoção à cidadania da Assembleia Legislativa; Programa de Orientação, Proteção e Defesa do Consumidor (Procon Assembleia); Escritório de Direitos Humanos e Assessoria Jurídica Popular Frei Tito de Alencar; Comitê de Prevenção e Combate à Violência; Centro Inclusivo para Atendimento e Desenvolvimento Infantil, além do Departamento de Saúde e Assistência Social, da Procuradoria Especial da Mulher e da Escola Superior do Parlamento Cearense (Unipace) deverá funcionar de forma híbrida. O atendimento presencial deverá ser previamente agendado.
As instalações do Poder Legislativo deverão ficar fechadas ao atendimento ao público externo no período estabelecido pela Portaria, ressalvados os deputados, servidores da Casa, estagiários, funcionários terceirizados, profissionais de imprensa, assessores de entidades e órgãos públicos, até dois convidados, simultaneamente, por gabinete de deputado, que deverão receber crachá de identificação e controle na portaria e acesso da rua Barbosa de Freitas.
O ingresso na Casa está condicionado à apresentação de passaporte sanitário ou comprovante de vacinação completa contra Covid-19 para a faixa etária do portador, inclusive com aplicação da terceira dose pelo público elegível. A exigibilidade da apresentação do comprovante de vacinação não dispensa o cumprimento pela Assembleia Legislativa das outras medidas exigidas em protocolo sanitário, notadamente a de uso obrigatório de máscaras. O comprovante de vacinação não será exigido como condição de acesso apenas daqueles que, por razões médicas reconhecidas em atestado, não puderam se vacinar.
Os parlamentares poderão manter até quatro assessores em seu gabinete, cujos nomes e matrículas serão enviados à Primeira Secretaria da Casa por meio do e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. para autorização do acesso. O Departamento de Saúde e Assistência Social deverá disponibilizar dois servidores na portaria de acesso da rua Barbosa de Freitas e um servidor no acesso dos deputados ao plenário, a fim de tomar providências pertinentes de prevenção à infecção e propagação do novo coronavírus.
A portaria prevê a possibilidade de realização de cursos presenciais na Escola Superior do Parlamento Cearense (Unipace), de acordo com as regras de saúde vigentes, e permite a realização de aulas presenciais do Programa Alcance, de acordo com os protocolos, mantendo ainda as transmissões pela TV Assembleia, rádio FM Assembleia e demais mídias eletrônicas.
As sessões solenes e audiências públicas devem respeitar quantidade máxima de pessoas de acordo com o local e com o Ato nº 04/2022, da Mesa Diretora, e protocolo do Poder Executivo.
Da Redação




