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Reforma tributária: debates em comissões do Senado apontam consensos e dúvidas

Maurício de Santi | 13/09/2023, 21h07

As Comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Constituição e Justiça (CCJ) promoveram na tarde desta quarta-feira (13) duas audiências públicas para debater a proposta de reforma tributária (PEC 45/2019) em análise no Senado. A intenção de simplificar o sistema tributário brasileiro foi destacada por grande parte dos convidados das duas reuniões. Mas há também preocupações, especialmente sobre a composição e a forma de funcionamento do Conselho Federativo, órgão que será responsável pela repartição do IBS (imposto sobre bens e serviços, que substituirá ICMS e ISS) entre os governos estaduais e as prefeituras. O relator da proposta, senador Eduardo Braga (MDB-AM), ressaltou que o maior objetivo da reforma é promover o desenvolvimento do país.

 

Fonte: Agência Senado

Câmara aprova texto-base da minirreforma eleitoral; votação prossegue nesta quinta-feira

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (13) o texto-base da minirreforma eleitoral (PL 4438/23), que altera regras de prestação de contas, candidaturas femininas, federações partidárias e propaganda eleitoral, entre outros pontos. Foram 367 votos favoráveis e 86 contrários. Os destaques que podem mudar trechos da proposta serão votados na quinta-feira (14).

 

A legalização das candidaturas coletivas para deputados e vereadores; e o transporte público gratuito obrigatório no dia das eleições são as principais inovações do texto. As novas regras precisam virar lei até o dia 6 de outubro para valer nas eleições municipais do ano que vem.

 

O relator da proposta, deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA), afirmou que o objetivo é aprimorar o sistema atual com simplificação e ajustes de pontos que hoje são questionados na Justiça. "É indispensável que nós racionalizemos o processo de prestação de contas. E estamos simplificando as regras da propaganda eleitoral para prestigiar o próprio candidato", disse.

Sobras
O principal ponto de discussão em Plenário é a alteração da regra das sobras nas eleições de deputados e vereadores. O texto altera o cálculo das vagas que não são preenchidas a partir da relação entre os votos dos partidos e o número de cadeiras (quociente eleitoral e quociente partidário).

 

A distribuição das sobras será feita, inicialmente, apenas entre os partidos que atingiram o quociente eleitoral, o que privilegia os mais votados. Hoje, legendas com 80% do quociente podem eleger candidatos pelas sobras.

 

A deputada Adriana Ventura (Novo-SP) afirmou que este ponto será rediscutido na análise dos destaques. "Estamos lidando aqui com uma priorização absurda de partidos que já são grandes. Em São Paulo – onde são necessários 300 mil votos para ocupar uma cadeira – se eu tiver alcançado 290 mil votos não concorrerei à sobra, enquanto outro candidato, que só tenha conseguido 2 mil votos, ganhará a cadeira. Isso vai causar uma situação de enorme injustiça", disse.

 

Possíveis alterações


Os destaques a serem analisados nesta quinta-feira tratam, além das sobras, de fusão e incorporação de partidos; limitação à propaganda conjunta (dobradinhas de candidatos); número de candidatos de cada partido; candidaturas coletivas; e janela partidária, entre outros.

 

 

Veja outros pontos da proposta de minirreforma eleitoral analisada pelo Plenário:

 

Candidaturas femininas

  • candidaturas-laranja de mulheres serão consideradas fraude e abuso de poder político;
  • as cotas de gênero deverão ser cumpridas pela federação como um todo, e não por partido individualmente;
  • o dinheiro reservado para campanhas femininas poderá custear despesas comuns com outros candidatos, inclusive propaganda, desde que haja benefício para a candidatura feminina. Essa divisão não é permitida atualmente;
  • regulamentação da distribuição do tempo de televisão para as mulheres e para pessoas negras;
  • estende para pré-candidatas e mulheres que realizam atividade política as proteções previstas na legislação sobre violência de gênero;
  • cria medidas protetivas para pré-candidatas, candidatas, titulares de mandato e mulheres com atuação política.

Contas partidárias e eleitorais

  • legaliza a doação por Pix, o uso de instituições de pagamento (máquinas de cartão de crédito e cobrança virtual) ou cooperativas de crédito e o financiamento coletivo por vaquinhas para doações de pessoas físicas;
  • as doações de pessoas físicas serão limitadas a R$ 2.855,97 ou até 10% dos rendimentos do ano anterior;
  • candidatos a vice ou suplente serão autorizados a usar recursos próprios nas campanhas majoritárias (presidente, governador, prefeito e senador);
  • autoriza o uso de recursos públicos para pagamento de despesas pessoais dos candidatos e para compra e aluguel de veículos, embarcações e aeronaves;
  • estabelece regras para a prestação de contas simplificada aplicada às eleições;
  • autoriza partidos a juntar documentos para comprovar a regularidade das contas partidárias e das campanhas;
  • recursos do Fundo Partidário poderão financiar a segurança de candidatos no período entre a convenção partidária e o segundo turno;
  • o Fundo Partidário e o Fundo de Financiamento de Campanha são impenhoráveis e não podem ser objeto de bloqueio judicial ou penhora.

Propaganda eleitoral

  • autoriza a propaganda conjunta de candidatos de partidos diferentes, independente de coligação ou federação;
  • exclui limites de tamanho de propaganda eleitoral em veículos;
  • autoriza propaganda na internet no dia da eleição.

Outras mudanças

  • altera o prazo de criação das federações – das convenções para seis meses antes do pleito - e determina que eventuais punições a um partido federado não poderão atingir os demais;
  • calendário eleitoral: antecipa as datas de convenção e registro de candidaturas com o objetivo de dar mais tempo para o julgamento pela Justiça Eleitoral.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Carol Siqueira
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Sérgio Moro contesta anulação das provas do acordo de leniência da Odebrecht

O senador Sérgio Moro (União-PR) lamentou, em pronunciamento no Plenário, nesta quarta-feira (13), a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli de anular todas as provas provenientes do acordo de leniência firmado entre a empresa Odebrecht e a Operação Lava-Jato. O senador relembrou o acordo celebrado em 2016, com a previsão de multa de indenização com valores bilionários, considerado por ele "o maior acordo, até então celebrado, de recuperação de valores desviados, na prática, por subornos, subfaturamentos que envolveram diversas estatais brasileiras".

 

— Esse acordo de leniência, atacado agora, é um acordo que prevê a recuperação, de pagamento pela Odebrecht, de R$ 3 bilhões, cerca de R$ 3,1 bilhões para o Brasil. É um acordo maior de R$ 3,8 bilhões, que envolveu outros países que fizeram simultaneamente o acordo, como os Estados Unidos e a Suíça, cada um recebendo a sua parte diretamente da Odebrecht, não teve dinheiro saindo do Brasil para esses países. A Odebrecht pagou diretamente porque teve que fazer um acordo com essas três jurisdições porque ela cometeu crimes nos três países, mas foi um acordo muito elogiado — afirmou.

 

Moro se disse atônito com a decisão baseada, segundo ele, em informações falsas. O senador argumentou que Dias Toffoli considerou que a contabilidade informal que foi disponibilizada pela Odebrecht ao Ministério Público Federal teria sido obtida de maneira irregular, sem a observância dos trâmites regulares formais, sem que houvesse passado pela autoridade central, o Ministério da Justiça, nos acordos de cooperação entre outros países e o Brasil.

 

— O mais grave é que uma decisão dessa magnitude tenha sido tomada com base numa premissa falsa, com base numa informação falsa prestada pelo Ministério da Justiça, uma decisão que apontava para uma anulação de centenas de investigações, de casos que têm que ser investigados, porque temos que apurar essas suspeitas de suborno, de corrupção. Não só isso, uma decisão que diretamente beneficiou o presidente Lula, e uma decisão que foi proferida por um Supremo que foi enganado por informações falsas prestadas pelo Ministro da Justiça — declarou.

Fonte: Agência Senado

Cláudio Pinho repercute pagamento de teto salarial a servidores da enfermagem

Por Ricardo Garcia / ALECE

 

Deputado Cláudio Pinho (PDT) - Foto: Junior Pio

 

O deputado Cláudio Pinho (PDT) destacou, durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta quarta-feira (13/09), que o município de São Gonçalo do Amarante está se comprometendo a pagar o teto salarial para os profissionais municipais de enfermagem. 

Segundo o parlamentar, além do piso salarial, estabelecido por meio de lei aprovada na semana passada na Casa, os profissionais de enfermagem de São Gonçalo do Amarante vão receber valores complementares por seus serviços.

“Dessa forma, a cidade de São Gonçalo do Amarante se prepara para fazer o pagamento não apenas do piso salarial, mas do teto para a categoria, porque vão ser agregadas todas as gratificações devidas aos enfermeiros”, salientou Cláudio Pinho.

O deputado apontou preocupação com a capacidade das gestões municipais de cumprir com as suas obrigações sem os repasses devidos de recursos. “A situação dos municípios no Pacto Federativo precisa ser revista, porque a cada dia se criam mais serviços e não são repassados mais recursos para tais, o que pode inviabilizar as gestões municipais daqui um período”, alertou.

Cláudio Pinho também comunicou que apresentou requerimento na Comissão de Previdência Social e Saúde da Casa solicitando a realização de audiência pública para discutir a questão previdenciária do Estado. “Nós precisamos nos aprofundar nesse debate a respeito dos recursos que estão sendo emprestados de um fundo previdenciário para custear as despesas do Estado”, ressaltou.

Em aparte, o deputado Felipe Mota (União) abordou o piso salarial da enfermagem. “É um assunto que transforma a vida desses profissionais, que esperavam isso há décadas”, pontuou.

O deputado Leonardo Pinheiro (Progressistas) parabenizou Cláudio Pinho por trazer o assunto à tona. “É uma categoria que mostrou a sua grande importância e valor durante a pandemia, mostrando um trabalho heróico para a sociedade”, exaltou.

Já o deputado Moésio Loiola (Progressistas) defendeu que o custo operacional para a execução de políticas por parte dos municípios precisa ser melhor calculado.

Edição: Lusiana Freire         

Missias Dias aponta avanços na Cultura com governos do Estado e Federal

Por Gleydson Silva / ALECE

 

Deputado Missias Dias (PT) - Foto: Junior Pio

 

O deputado Missias Dias (PT) apontou, durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa do Ceará, nesta quarta-feira (13/09), os avanços no setor cultural com os governos do Partido dos Trabalhadores no Estado e no País.

No Ceará, conforme o parlamentar, estão abertos mais de 15 editais de fomento à arte e cultura, nas mais diversas linguagens, com incentivos federais. De acordo com ele, esses investimentos melhoram a vida da população, geram emprego e melhoram a economia. “Por isso a cultura é tão necessária e importante quando há realmente investimento por parte do Governo Federal”, avaliou.

Já em âmbito estadual, o Governo anunciou 22 editais com recursos da Lei Paulo Gustavo (Lei Complementar nº 195, de 2022), sendo 70% deles direcionados ao audiovisual e 30% voltados para atividades de economia criativa, economia solidária, com apoio aos agentes culturais e cursos. “O Ceará receberá recursos na ordem de R$ 178 milhões para fortalecer o Estado e os municípios. R$ 95 milhões serão executados pela Secretaria de Estado (Secult). Outros mais de R$ 83 milhões serão executados pelas prefeituras. Que esses recursos sejam executados realmente por aqui, que defendemos e foi desenhado pelo Governo”, pontuou.

Para o parlamentar, o Brasil passou por uma crise cultural desde de 2016, “com o golpe contra a presidente Dilma Rousseff”, quando, em sua avaliação, iniciou um corte de orçamento e um confronto com os artistas brasileiros e todos que fazem o setor. “Ficamos tristes naquele momento, pois sabemos da importância da cultura para um país. Um povo sem cultura é um povo ignorante”, disse. 

Edição: Lusiana Freire

Sérgio Aguiar ressalta importância da participação feminina na vida pública

Por Ana Vitória Marques / ALECE

 

Deputado Sérgio Aguiar (PDT) - Foto: Junior Pio

 

Temáticas voltadas para a valorização e incentivo à participação feminina na vida pública foram abordadas pelo deputado Sérgio Aguiar (PDT) nesta quarta-feira (13/09), em pronunciamento durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece), realizada de modo híbrido. 

O parlamentar comentou sobre o 1º Seminário Nacional de Legisladoras realizado pela União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale) e Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema) com o tema Mulheres no Poder, realizado em 5 de setembro, em São Luís. 

Para ele, a escolha da temática foi assertiva frente à participação e representatividade diminuta das mulheres em um País com mais de 50% da população feminina. Sérgio Aguiar também ressaltou a iniciativa do parlamento cearense com a criação da Frente Parlamentar de Combate à Violência Política de Gênero, presidida pela deputada Larissa Gaspar (PT). 

“E é assim que nós fazemos na política com que haja espaços a serem divididos e que possibilitem a oportunidade também das mulheres poderem governar e serem gestoras, fazendo com que a representatividade feminina possa ser assegurada", afirmou.

Lembrou ainda que o Ceará vai sediar nos dias 8, 9 e 10 de novembro a Conferência Anual da Unale, com o objetivo de debater o fortalecimento das Casas Legislativas brasileiras em defesa das políticas que beneficiem o povo.

“Será uma das formas de fazer com que a discussão do papel do deputado estadual seja cada vez melhor e bem representativo no parlamento brasileiro”, pontuou. 

Em aparte, a deputada Jô Farias (PT) parabenizou Sérgio Aguiar por trazer o assunto à Tribuna e ressaltou a importância da participação dos homens e de toda a sociedade na luta pelos direitos das mulheres. Também, os deputados Moésio Loiola (Progressistas) e Alcides Fernandes (PL) congratularam Sérgio Aguiar pelo pronunciamento. 

Edição: Lusiana Freire

Minirreforma eleitoral: pedido de urgência reúne apoio do PL ao PT; saiba como votou cada deputado

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira a urgência da tramitação da minirreforma eleitoral com 366 votos a favor e contra 60 contrários. O projeto teve ampla aprovação graças a um apoio que foi desde partidos de esquerda, como o PT, com 54 votos a favor da urgência da tramitação, até partidos de direita, como o PL, com 74 votos no mesmo sentido e apenas 12 contra.

 

Os únicos partidos que tiveram posição majoritária contra a urgência do projeto foram o PSOL, com 10 votos contra a urgência, o NOVO, com três votos contrários, e o Podemos, com 13 votos contra a tramitação acelerada do projeto.

 

 

Para valer para a próxima eleição, o projeto precisa ser aprovado no Congresso Nacional um ano antes das eleições de 2024, ou seja, até 5 de outubro deste ano.

 

Seif condena ação da AGU contra jornalista Alexandre Garcia

O senador Jorge Seif (PL-SC) criticou, em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (11), o pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) de instauração de investigação contra o jornalista  Alexandre Garcia. O jornalista fez declarações, durante participação no programa Oeste Sem Filtro, sobre as enchentes no Rio Grande do Sul.

 

— Fiquei estarrecido, nesta manhã, com um tuíte, agora da rede X, antigo Twitter, em que o advogado-geral da União [Jorge Messias] diz que vai para cima de um jornalista de renome internacional, um orgulho brasileiro, um patrimônio do jornalismo brasileiro, um dos únicos, um dos remanescentes, que fala a verdade, que tem coragem, que é respeitado por todos os espectros políticos e partidários — afirmou Seif.

 

O senador destacou que o jornalista fez uma crítica sobre a tragédia que ocorreu no Rio Grande do Sul. De acordo com Garcia, não foram apenas as chuvas que causaram a tragédia, mas a possível abertura de comportas de três barragens construídas em desconformidade com medidas ambientais durante os governos do PT.

 

Para Seif, Alexandre Garcia está sendo perseguido e cerceado em sua liberdade de expressão. O senador também observou que mesmo se o jornalista tivesse cometido algum erro de informação, ainda assim não seria motivo para o governo acionar a Polícia Federal.

 

 — Um comentário de um homem respeitado, que já passa dos 80 anos de idade, sendo perseguido pela Polícia Federal. Que vergonha da nossa Polícia Federal se fizer alguma coisa contra esse homem! Que vergonha do "Ministério da Verdade", implementado por esse desgoverno irresponsável, perseguidor, ditador, que presta continência e estende tapete vermelho para Nicolás Maduro! — lamentou.

 

Fonte: Agência Senado

Magno Malta defende Alexandre Garcia e critica possível indicação ao STF

O senador Magno Malta (PL-ES) defendeu, em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (11), o jornalista Alexandre Garcia em relação ao pedido de investigação da Advocacia-Geral da União (AGU) sobre a divulgação de informações falsas. O jornalista, sem apresentar provas, teria dito que três represas construídas no atual governo tiveram as comportas abertas durante as tempestades no Rio Grande do Sul (RS), aumentando o volume de água responsável pela tragédia no estado.

 

O senador destacou a importância de reconhecer a integridade e a competência do jornalista, ressaltando que ele é um “exemplo a ser seguido na profissão”. O parlamentar ainda afirmou que estaria disposto a testemunhar em favor dele, se for preciso.

 

— Alexandre Garcia, o Brasil o ama, o Brasil o respeita, o Brasil o cultua. Eu quero dizer a você que, se houver algum processo, eu peço um favor: dê-me o privilégio de ser arrolado como testemunha no seu processo. Por favor, coloque-me. Gostaria de estar junto nessa batalha — disse.

 

Malta também criticou a possível indicação do Advogado-Geral da União Jorge Messias ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o senador, “representaria valores contrários aos da família e dos princípios cristãos”.

 

— Dizem que esse rapaz é candidato ao Supremo. Ah! É ele que abre um procedimento contra Alexandre Garcia! Quem é o senhor na fila do pão? Ele foi representar o Lula na Marcha para Jesus. Está aqui no meu celular, o Lula dizendo que nós ainda temos que enfrentar essa pauta contra a família, de família tradicional que não quer o aborto, e bate no peito em seguida dizendo: "Nós temos orgulho de sermos comunistas”, [enquanto] nós temos orgulho de sermos cristãos — concluiu.

 

Fonte: Agência Senado

CAE aprova criação do Estatuto da População em Situação de Rua

Iara Farias Borges | 12/09/2023, 14h24

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou o projeto que cria o Estatuto da População em Situação de Rua, o Fundo Nacional da População em Situação de Rua e o Comitê Intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento (PL 1.635/2022).

De autoria do senador Randolfe Rodrigues (AP) e inspirada na ação do Padre Júlio Lancellotti em defesa dos moradores de rua em São Paulo, a proposta garante acesso à alimentação gratuita, água potável, itens de higiene básica e banheiros públicos para esta população. Relatado pela senadora Teresa Leitão (PT-PE), o projeto segue para a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

Fonte: Agência Senado

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