Lia Gomes comenta ações da Procuradoria da Mulher em sessão itinerante
Por Pedro Emmanuel Goes / ALECE
- Foto: Júnior Pio
A deputada Lia Gomes (PDT) apresentou o trabalho realizado pela Procuradoria Especial da Mulher em pronunciamento durante a sessão plenária itinerante realizada no município de Baturité, na manhã desta quinta-feira (28/07). Ela também destacou ações realizadas pela Procuradoria durante os três dias de Assembleia Itinerante.
“Foram muitas ações, rodas de conversa, visitas, um trabalho que temos realizado em todos os municípios cearenses”, disse. A deputada convocou todos os homens presentes a pensarem sobre o enfrentamento à violência contra a mulher de forma mais proativa.
A parlamentar também agradeceu os 23 mil votos recebidos no município de Baturité. “E me comprometo a atuar de forma a merecer a confiança de vocês”, disse.
Edição: Lusiana Freire
Bruno Pedrosa agradece população por confiança em seu trabalho
Por Lincoln Vieira / ALECE
- Foto: Júnior Pio
O deputado Bruno Pedrosa (PDT) agradeceu, na sessão itinerante da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece) realizada em Baturité nesta quinta-feira (28/09) população da região pela confiança em seu mandato como parlamentar.
Ele comentou que foi o segundo candidato a deputado estadual mais votado na região, com apoio de políticos e amigos. O parlamentar destacou que destinou recursos a região para obras de infraestrutura e segurança hídrica. “Quero dizer da minha gratidão e que estamos lutando na Alece”, ressaltou.
O deputado salientou que a cidade teve grandes conquistas, como a duplicação da CE-060 até Redenção e a construção da CE-464 ligando Aracoiaba até Ocara. “Então o Maciço do Baturité vem se desenvolvendo e, agora, com o governador Elmano vai se desenvolver ainda mais com o Hospital Regional do Maçiço de Baturité e outras ações”, frisou.
Edição: Lusiana Freire
Sérgio Aguiar sugere duplicação de trecho da CE até o centro de Baturité
Por Luciana Meneses / ALECE
Deputado Sérgio Aguiar (PDT) - Foto: Junior Pio
O deputado Sérgio Aguiar (PDT) sugeriu, durante a sessão plenária itinerante da Assembleia Legislativa do Ceará realizada no município de Baturité, nesta quinta-feira (28/09), a duplicação de trecho da CE-060 até o centro de Baturité.
Como defensor do turismo no Estado, o parlamentar frisou que, assim como as estradas duplicadas para o litoral, a região do Maciço não só melhoraria a questão da mobilidade, como também potencializaria o turismo. Sérgio Aguiar parabenizou ainda o município de Camocim, que, na sexta-feira (29/09), completa 144 anos de emancipação política. “Amanhã é o aniversário de 144 anos da emancipação de Camocim, e logo após a sessão estarei me dirigindo até lá para comemorar os avanços e perspectivas para os próximos anos”, informou.
Edição: Adriana Thomasi
Simão Pedro enaltece acolhimento da população de Baturité
Por Ricardo Garcia / ALECE
Deputado Simão Pedro (PSD) - Foto: Junior Pio
O deputado Simão Pedro (PSD) exaltou, durante a sessão plenária itinerante desta quinta-feira (28/09), realizada no município de Baturité, as qualidades da cidade, ressaltando o acolhimento do seu povo e o potencial turístico.
“É uma cidade linda, acolhedora e que faz parte desse complexo do Maciço de Baturité, atraindo visitantes e turistas e gerando emprego e renda na região”, destacou o parlamentar.
Edição: Clara Guimarães
Felipe Mota destaca Baturité como motor do turismo e agronegócio
Por Narla Lopes / ALECE
Deputado Felipe Mota (União) - Foto: Junior Pio
O deputado Felipe Mota (União) ressaltou, durante sessão plenária Itinerante da Assembleia Legislativa do Ceará, nesta quinta-feira (28/09), realizada no município de Baturité, a vitalidade da região como um polo impulsionador do turismo e agronegócio, destacando seu papel como principal fornecedor de hortifrutigranjeiros na Ceasa do Estado.
O parlamentar citou que a região contribui significativamente para o abastecimento de supermercados em Fortaleza, representando 15% da produção de hortifruti, com 994 caminhões mensais registrados para essa finalidade.
Além disso, mencionou lideranças políticas locais, como Antônio Jacó e Pedro Uchoa de Albuquerque, reconhecendo a importância histórica de Baturité no cenário político. “Baturité é um berço da nossa história, existia um tripé político aqui, chamava-se, Pedro Uchoa, Henrique Mota, meu pai, e Fernando Lima Lopes. Itapiuna, Capistrano e Baturité”, pontuou.
O parlamentar também ressaltou que o Maciço espera de braços abertos por políticas públicas, e que é preciso unir esforços, juntar os deputados da região, os prefeitos, o governador Elmano Freitas, por uma região cada vez mais forte, “com um hospital regional, a CE 356, CE 060, escolas profissionalizantes para preparar o nosso jovem para que ele possa crescer com o que há de mais rico no nosso bioma que são as serras, o hortifruti, o milho e o feijão". Lembrou ainda que "o maciço é o maior produtor de sementes e de tomate para todo o estado do Ceará”.
Edição: Clara Guimarães
Missias Dias destaca projeto que distribui microtratores para trabalhadores rurais
Por Pedro Emmanuel Goes / ALECE
Deputado Missias Dias (PT) - Foto: Junior Pio
O projeto de indicação que dispõe sobre a distribuição de microtratores para os trabalhadores rurais foi tema do discurso do deputado Missias Dias (PT), em pronunciamento durante a sessão plenária itinerante, realizada no município de Baturité, durante a manhã desta quinta-feira (28/09).
Para o parlamentar, a aprovação do projeto 170/23, em pauta na votação de hoje, é de grande importância, pois contribui para o aprimoramento da produção do homem do campo. A proposta também prevê implementos agrícolas para o aprimoramento das políticas de incentivo à agricultura familiar no Estado do Ceará.
“Ouvimos muito que essa região é de muita produção e daqui sai alimento pra todo o estado do Ceará. Daí a importãncia de desenvolver tecnologias para que o homem do campo avance nessa produção”, disse.
Conforme Missias, seu projeto vai de encontro ao anuncio feito pelo governador Elmano de Freitas, sobre o investimento de R$ 285 milhões para a construção de uma fábrica de microtratores e implementos agrícolas no Maciço de Baturité.
Edição: Lusiana Freire
NOVA PEC para derrubar decisões do STF tem apoio de 175 deputados e começa a tramitar na Câmara
Por Iander Porcella e Giordanna Neves / O ESTADÃO DE SP
BRASÍLIA - A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que permite ao Congresso derrubar decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) começou a tramitar na noite de ontem na Câmara, após o autor, deputado Domingos Sávio (PL-MG), conseguir 175 assinaturas em apoio ao texto. Era necessário o aval de pelo menos 171 parlamentares para que o texto fosse protocolado no sistema da Casa.
A PEC faz parte de uma ofensiva de grupos políticos conservadores do Congresso, principalmente da bancada ruralista, contra decisões recentes da Corte, como a que derrubou a tese do marco temporal para a demarcação das terras indígenas.
A proposta estabelece a competência do Legislativo para anular decisão do STF transitada em julgado (sem mais possibilidade de se recorrer) que, nas palavras do autor, “extrapole os limites constitucionais”. Para isso, seria necessária a apresentação de um requerimento com apoio de um terço dos membros tanto da Câmara, quanto do Senado. Depois disso, o pedido para reverter a decisão da Corte teria de ser aprovado por três quintos das duas Casas.
“O STF, que é, sem dúvida, o guardião da Constituição brasileira, tem agido, no nosso entendimento, em desrespeito à Constituição, em desrespeito a essa Casa, não só legislando o que não é competência dele, mas, muitas das vezes, rasgando a Constituição. Já há aqueles que dizem que no Brasil, não há mais Constituição, há 11 constituições ambulantes”, disse Sávio ontem, em referência ao número de ministros da Corte.
“O estado democrático de direito se sustenta no princípio da independência e harmonia entre os poderes. Para que este princípio basilar seja assegurado é fundamental que exista respeito equilíbrio entre os poderes, isto se dá pelo sistema de pesos e contrapesos, ou seja, nenhum poder é soberano sobre o outro”, diz a justificativa da PEC.
O relator havia prometido que a proposta só iria permitir ao Congresso derrubar decisões STF não unânimes, mas o texto protocolado não menciona essa limitação. Cita, como critério, decisões transitadas em julgado que “extrapolem os limites constitucionais”.
A discussão sobre a PEC surgiu em junho do ano passado, em meio a crescentes acusações de ativismo judicial no Judiciário, mas acabou caindo em descrença após avaliações de que seria apenas um “blefe”, além de inconstitucional. Mas agora foi retirada da gaveta, como antecipou a Coluna do Estadão.
Ontem, o presidente da FPA, Pedro Lupion (PP-PR), criticou o ministro Luís Roberto Barroso, próximo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). Na visão do deputado, o magistrado tem posições políticas muito fortes e não é aberto ao diálogo.
“O perfil pessoal do ministro Barroso não é de muito diálogo. É um ministro que tem posições políticas muito fortes, muito firmes. Não espero que haja muita abertura de diálogo nesse sentido. Por isso, a gente precisa ter muito claro qual é o papel de cada um e o que cabe a cada um dos Poderes”, declarou Lupion. Com a aposentadoria da atual presidente do STF, Rosa Weber, Barroso assume hoje o comando da Corte Constitucional.
“A constante invasão de competências ou a usurpação de competências por parte do poder Judiciário tem que cessar. A representação popular cabe a nós, parlamentares, legitimamente eleitos pelo sufrágio universal”, afirmou o deputado do PP. “Questões de costumes da sociedade brasileira não são respeitadas por decisões de 11 ministros da Suprema Corte”, emendou, ao mencionar o aborto, as drogas, a “garantia da legítima defesa”, em referência ao armamento, e a defesa da propriedade privada.
“Não cabe à Suprema Corte dizer como e quando devemos fazer as coisas”, criticou Lupion, em contraponto ao argumento de que o STF julga pautas de costumes porque o Congresso se omite nos debates. Antes de se aposentar, Rosa Weber votou a favor da descriminalização do aborto até 12 semanas de gestação. O julgamento, então, foi interrompido por Barroso.
O STF também discutiu nas últimas semanas a diferenciação entre usuários e traficantes de maconha e derrubou o marco tempo para a demarcação de terras indígenas, defendido pelos ruralistas.
A partir de agora, para a PEC ter tramitação é preciso submeter a proposta à Comissão de Constituição e Justiça da Câmara e depois a uma comissão especial.
PEC para derrubar decisões do STF tem apoio de 175 deputados e começa a tramitar na Câmara
Por Iander Porcella e Giordanna Neves / O ESTADÃO DE SP
BRASÍLIA - A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que permite ao Congresso derrubar decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) começou a tramitar na noite de ontem na Câmara, após o autor, deputado Domingos Sávio (PL-MG), conseguir 175 assinaturas em apoio ao texto. Era necessário o aval de pelo menos 171 parlamentares para que o texto fosse protocolado no sistema da Casa.
A PEC faz parte de uma ofensiva de grupos políticos conservadores do Congresso, principalmente da bancada ruralista, contra decisões recentes da Corte, como a que derrubou a tese do marco temporal para a demarcação das terras indígenas.
A proposta estabelece a competência do Legislativo para anular decisão do STF transitada em julgado (sem mais possibilidade de se recorrer) que, nas palavras do autor, “extrapole os limites constitucionais”. Para isso, seria necessária a apresentação de um requerimento com apoio de um terço dos membros tanto da Câmara, quanto do Senado. Depois disso, o pedido para reverter a decisão da Corte teria de ser aprovado por três quintos das duas Casas.
“O STF, que é, sem dúvida, o guardião da Constituição brasileira, tem agido, no nosso entendimento, em desrespeito à Constituição, em desrespeito a essa Casa, não só legislando o que não é competência dele, mas, muitas das vezes, rasgando a Constituição. Já há aqueles que dizem que no Brasil, não há mais Constituição, há 11 constituições ambulantes”, disse Sávio ontem, em referência ao número de ministros da Corte.
“O estado democrático de direito se sustenta no princípio da independência e harmonia entre os poderes. Para que este princípio basilar seja assegurado é fundamental que exista respeito equilíbrio entre os poderes, isto se dá pelo sistema de pesos e contrapesos, ou seja, nenhum poder é soberano sobre o outro”, diz a justificativa da PEC.
O relator havia prometido que a proposta só iria permitir ao Congresso derrubar decisões STF não unânimes, mas o texto protocolado não menciona essa limitação. Cita, como critério, decisões transitadas em julgado que “extrapolem os limites constitucionais”.
A discussão sobre a PEC surgiu em junho do ano passado, em meio a crescentes acusações de ativismo judicial no Judiciário, mas acabou caindo em descrença após avaliações de que seria apenas um “blefe”, além de inconstitucional. Mas agora foi retirada da gaveta, como antecipou a Coluna do Estadão.
Ontem, o presidente da FPA, Pedro Lupion (PP-PR), criticou o ministro Luís Roberto Barroso, próximo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). Na visão do deputado, o magistrado tem posições políticas muito fortes e não é aberto ao diálogo.
“O perfil pessoal do ministro Barroso não é de muito diálogo. É um ministro que tem posições políticas muito fortes, muito firmes. Não espero que haja muita abertura de diálogo nesse sentido. Por isso, a gente precisa ter muito claro qual é o papel de cada um e o que cabe a cada um dos Poderes”, declarou Lupion. Com a aposentadoria da atual presidente do STF, Rosa Weber, Barroso assume hoje o comando da Corte Constitucional.
“A constante invasão de competências ou a usurpação de competências por parte do poder Judiciário tem que cessar. A representação popular cabe a nós, parlamentares, legitimamente eleitos pelo sufrágio universal”, afirmou o deputado do PP. “Questões de costumes da sociedade brasileira não são respeitadas por decisões de 11 ministros da Suprema Corte”, emendou, ao mencionar o aborto, as drogas, a “garantia da legítima defesa”, em referência ao armamento, e a defesa da propriedade privada.
“Não cabe à Suprema Corte dizer como e quando devemos fazer as coisas”, criticou Lupion, em contraponto ao argumento de que o STF julga pautas de costumes porque o Congresso se omite nos debates. Antes de se aposentar, Rosa Weber votou a favor da descriminalização do aborto até 12 semanas de gestação. O julgamento, então, foi interrompido por Barroso.
O STF também discutiu nas últimas semanas a diferenciação entre usuários e traficantes de maconha e derrubou o marco tempo para a demarcação de terras indígenas, defendido pelos ruralistas.
A partir de agora, para a PEC ter tramitação é preciso submeter a proposta à Comissão de Constituição e Justiça da Câmara e depois a uma comissão especial.
Pacheco vê com naturalidade definição sobre o marco temporal pelo Congresso
O presidente do Senado e do Congresso, Rodrigo Pacheco, afirmou nesta quarta-feira (27) que vê com naturalidade a competência do Poder Legislativo em deliberar sobre o marco temporal para reconhecimento e demarcação de terras indígenas. Ele destacou que a medida não representa embate com o Judiciário. Na semana passada, a tese contra o marco temporal alcançou maioria de votos no Supremo Tribunal Federal (STF).
— É natural que o Congresso Nacional possa decidir a esse respeito e isso pode inclusive subsidiar o Supremo Tribunal Federal em relação ao entendimento quanto a esse tema. É muito natural, não há nenhum tipo de adversidade ou de enfrentamento com o Supremo Tribunal Federal, é apenas uma posição do Congresso, considerando que nós reputamos que temas dessa natureza devem ser deliberados pelo Congresso Nacional — afirmou Pacheco.
O PL 2.903/2023 foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na manhã desta quarta-feira (27). A proposta, que ficou mais conhecida como PL 490/2007, foi aprovada pela Câmara dos Deputados no final de maio, após tramitar por mais de 15 anos. O projeto fixa o marco temporal em 5 de outubro de 1988, dia da promulgação da Constituição federal.
De acordo com o texto, para que uma área seja considerada “terra indígena tradicionalmente ocupada”, será preciso comprovar que, na data de promulgação da Constituição federal, ela vinha sendo habitada pela comunidade indígena em caráter permanente e utilizada para atividades produtivas. Também será preciso demonstrar que essas terras eram necessárias para a reprodução física e cultural dos indígenas e para a preservação dos recursos ambientais necessários ao seu bem-estar.
Desenrola Brasil
Pacheco também afirmou que, na segunda-feira (2), poderá ser votado pelo Plenário do Senado o projeto que define as regras do programa Desenrola Brasil (PL 2.685/2022). O projeto está na pauta da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde pode ser votado nesta quinta-feira (28).
Fonte: Agência Senado
Dois partidos e 22 frentes parlamentares fazem ato em repúdio à atuação do STF

Coordenadores de 22 frentes parlamentares da Câmara dos Deputados, juntamente com o PL e o Novo, fizeram um ato conjunto nesta quarta-feira (27) para repudiar julgamentos recentes do Supremo Tribunal Federal (STF), finalizados ou em andamento, em temas como drogas, aborto e direito à propriedade. Segundo eles, as decisões invadem a competência do Congresso Nacional de legislar sobre esses assuntos.
Na última semana, o STF negou a tese do marco temporal para a demarcação de terras indígenas, que era defendida por setores ruralistas. Ainda na sexta-feira, a ministra Rosa Weber deu prosseguimento à ação que discute a descriminalização do aborto até 12 semanas de gestação. Por fim, em agosto, a Corte acumulou cinco votos para afastar criminalização do porte de maconha para consumo próprio.
“A gente sabe que cada Poder deve se restringir ao seu papel e essas frentes, reunidas com o Partido Liberal e com Partido Novo, vêm aqui defender as prerrogativas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal”, disse o líder do PL, deputado Altineu Côrtes (PL-RJ).
Segundo ele, após o diálogo com as frentes ontem na liderança do partido, ficou acertado que representantes do movimento vão buscar diálogo com o presidente da Câmara, Arthur Lira, sobre a votação de propostas que garantam “a força e o papel do Poder Legislativo”.
Obstrução
Côrtes anunciou ainda a intenção do partido e de membros das frentes parlamentares de obstruir as votações na Casa. “A obstrução pode ser feita por partido político. O PL está em obstrução, o Novo também. Os demais partidos estão no governo, mas esse movimento é suprapartidário. E vai ter que acontecer uma solução política”, concluiu.
Coordenador da Frente Agropecuária, o deputado Pedro Lupion (PP-PR) reforçou o discurso em defesa das prerrogativas do Parlamento e disse que o movimento das frentes significa um basta. “Não aceitamos interferência no Poder Legislativo. Ontem não tivemos deliberação, hoje não temos e amanhã não teremos. Isso é uma obstrução. Estamos dando um basta a esse completo e indesejável desmonte do Legislativo”, disse.
Marco temporal
Lupion citou como positiva a aprovação nesta quarta-feira (27), pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, de projeto que define o marco temporal como regra para demarcação de terras indígenas no País. A tese do marco temporal só permite a demarcação de terras que já eram ocupadas por comunidades indígenas antes da Constituição de 1988.
Coordenadores das frentes da Segurança Pública, Alberto Fraga (PL-DF); Católica, Eros Biondini (PL-MG); e mista do Biodiesel, Alceu Moreira (MDB-RS), criticaram especificamente os julgamentos ainda em andamento sobre o aborto e o porte de maconha. “A sociedade brasileira tem acompanhado indignada e estarrecida as movimentações na direção de aprovar o aborto e de aprovar as drogas”, criticou Biondini.
Participaram do evento as frentes parlamentares:
- da Agropecuária;
- da Segurança Pública;
- em Defesa da Vida e da Família;
- dos CACS (caçadores, atiradores e colecionadores);
- Contra as Drogas;
- Evangélica;
- Católica;
- em Defesa de Educação Sem Doutrinação Ideológica;
- Produtores de Leite;
- pela Defesa das Prerrogativas;
- de Defesa das Pessoas com Deficiência;
- do Livre Mercado;
- do Comércio e Serviço;
- do Biodiesel;
- do Brasil Competitivo;
- do Cooperativismo;
- dos Rodeios e Vaquejadas;
- do Semiárido;
- Mista Contra o Aborto em Defesa da Vida;
- das Comunidades Terapêuticas;
- Evangélica do Senado; e
- do Empreendedorismo.
Reportagem – Murilo Souza
Edição – Geórgia Moraes
Fonte: Agência Câmara de Notícias

