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Tribunal mantém condenação de ex-gestores por aumento ilegal de salários

Uma Ação Popular denunciou há 16 anos atrás, o ex-prefeito de Canindé (na época prefeito), Antônio Glauber Gonçalves Monteiro e seu vice, Higino Luiz Barroso de Mesquita, além dos ex-vereadores; Francisco Ocíbio Coelho Falcão, Francisco Plínio Gomes, Francisco Moreira de Castro, Francisco Barroso de Araújo, Francisco de Paula Mendonça, Germano Ferreira Uchoa, Júlio Cesar Marques Ferreira Lima, Antônio Lima Coelho, José Gervásio Moreira Martins e José Adauto Almeida Pinto, ambos condenados em primeira instância pela a 1ª Vara da Comarca de Canindé.

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A estratégia do governo, segundo Delcídio - ISTOÉ

Ex-líder do governo no Senado, Delcídio do Amaral (sem partido – MS) conhece como poucos os meandros do Palácio do Planalto e como funciona a cabeça do ex-presidente Lula e de Dilma Rousseff. Por isso, é um dos únicos políticos capazes de antever os movimentos do PT. Em entrevista à ISTOÉ, depois de se ver livre dos pontos de uma cirurgia realizada no hospital Sírio Libanês, em São Paulo, para retirada da vesícula, Delcídio fez vaticínios que, não por acaso, já começaram a se confirmar no fim da semana. Segundo ele, como perderam a capacidade de articulação política, Dilma e Lula partirão para tentar desqualificar de todas as formas o vice Michel Temer, enquanto o afastamento da presidente não é aprovado no Senado.

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LULA de Ladeira abaixo - ISTOÉ

Nas últimas semanas, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem tentando, a todo custo, se desvencilhar das denúncias do Petrolão. As investidas não têm sido bem-sucedidas. Por mais que Lula lute para subverter os fatos, revelações comprometedoras acabam por emaranhar ainda mais a defesa do ex-presidente. Três vieram logo após a votação do impeachment na Câmara. Em depoimento na segunda-feira 18, o ex-diretor da área Internacional da Petrobras, Nestor Cerveró, vinculou o seu crescimento profissional na estatal à gratidão de Lula por serviços de corrupção prestados.

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A delação que compromete Dilma - istoé

Assessor especial de Dilma Rousseff, o discreto Giles Azevedo é considerado no Palácio do Planalto os olhos e os ouvidos da presidente da República. O único na Esplanada com autorização para falar em nome de Dilma e a quem ela confia as mais delicadas tarefas. Por isso, quem recebe instruções do fiel auxiliar da presidente não entende de outra maneira: ele fala na condição de enviado da principal mandatária do País. Foi com essa credencial que Giles se aproximou da publicitária Danielle Fonteles, dona da agência Pepper Interativa.

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Palocci intermediava caixa dois, diz Monica Moura

O ex-ministro da Casa Civil Antonio Palocci - Gustavo Miranda/ Agência O Globo

SÃO PAULO — O ex-ministro Guido Mantega não foi o único integrante de alta cúpula do PT a intermediar pagamento de caixa dois para campanhas presidenciais do partido, segundo Monica Moura, mulher do marqueteiro João Santana. Em depoimento a procuradores federais de Brasília para tentar fechar um acordo de delação premiada, ela disse que o ex-ministro da Casa Civil Antonio Palocci e o ex-tesoureiro petista João Vaccari Neto teriam desempenhado o mesmo papel nas últimas campanhas presidenciais.

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Marco Aurélio e Lewandowski, está provado, não têm medo do ridículo

Marco Aurélio Mello e Ricardo Lewandowski ultrapassaram nesta quinta e madrugada de sexta todos os limites do razoável. Duvido que o tribunal tenha assistido a espetáculo tão patético em qualquer tempo. Até Roberto Barroso passaria por procurador da ortodoxia. Os lances são muitos e os mais variados. Por meio de palavras oblíquas, o presidente da Corte chegou a estimular a presidente Dilma a recorrer de novo ao Supremo quando o caso chegar ao Senado. Um descalabro. E ainda resolveu ter um surto de mandonismo.

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STF define o mesmo rito de Collor para impeachment de Dilma Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/stf-define-mesmo-rito-de-collor-para-impeachment-de-dilma

O ministro Ricardo Lewandowski (07-04-2016) - Ailton Freitas / Agência O Globo

BRASÍLIA – O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, decidiu que vai encaminhar ao Senado um roteiro de tramitação do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff nos mesmos moldes das regras usadas no processo que o ex-presidente Fernando Collor enfrentou em 1992. A única mudança é o momento do depoimento da presidente. As regras ainda não foram oficialmente encaminhadas ao Senado, mas Lewandowski deverá fazer isso até a próxima semana. Ao contrário do informado anteriormente pelo tribunal, o rito do processo ainda não foi entregue ao Senado.

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Ministros do STF: Dilma ofende instituições ao falar em golpe Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/ministros-do-stf-dilma-ofende-instituicoes-ao-falar-em-golpe-19137506#ixzz46RkKYql4 © 1996 - 2016. Todos direitos reservados a I

O ministro do STF Dias Toffoli - Ailton de Freitas / Agência O Globo / 29-05-2015

BRASÍLIA — Três ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) refutaram nesta quarta-feira a tese da presidente Dilma Rousseff de que o processo de impeachment aprovado na Câmara dos Deputados é um “golpe”. Os ministros Celso de Mello, o mais antigo da Corte, Gilmar Mendes e Dias Toffoli disseram que o processo seguiu a Constituição e as regras definidas pelo próprio STF. O ministro Celso chegou a dizer que é um “gravíssimo equívoco” falar em golpe e que será “estranho” se a presidente for ao exterior defender esse argumento — Dilma embarca na HOJE de quinta-feira para Nova York, onde deverá fazer uma defesa do seu governo na ONU.

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Dilma comete gravíssimo erro ao falar em golpe, diz Celso de Mello, do STF

Dilma comete gravíssimo erro ao falar em golpe, diz Celso de Mello, do STF

  Alan Marques - 12.set.13/Folhapress  
BRASÍLIA, DF, BRASÍLIA 12.09.2013, às 17h20. O ministro Celso de Mello participa da sessão antes de dar o último voto do julgamento. Ministros retomam hoje análise dos recursos infringentes. Quatro ministros votaram a favor dos recursos e com mais dois votos Dirceu, Valério, Genoino e João Paulo Cunha terão direito a um novo julgamento. (FOTO Alan Marques/ Folhapress) PODER
O ministro Celso de Mello no plenário do Supremo Tribunal Federal

Ministro mais antigo do STF (Supremo Tribunal Federal), Celso de Mello rebateu nesta quarta-feira (20) o discurso da presidente Dilma Rousseff de que seu processo de impeachment em discussão no Congresso representa um golpe. Segundo o ministro, essa afirmação de Dilma representa um "grande equívoco" e trata-se de uma perspectiva eminentemente pessoal e faz parte de sua linha de defesa.

Celso de Mello classificou de "no mínimo estranho" essa indicação de que a presidente pretende fazer um discurso duro em cerimônia de assinatura do Pacto de Paris, na ONU (Organização das Nações Unidas), para denunciar uma "tentativa de golpe no país".

"É um gravíssimo equívoco falar-se em golpe. Falar-se em golpe é uma estratégia de defesa que até o presente momento, ficou claro no julgamento plenário do Supremo, estou dizendo a partir do que nós juízes dissemos nos julgamentos ocorridos, é um grande equívoco reduzir-se o procedimento constitucional do impeachment a figura do golpe de Estado. Agora, há um equívoco quando afirma que há um golpe parlamentar, ao contrário.", afirmou.

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