Lava Jato diz que empresa de Lula mudou prova para induzir Justiça a erro
A força-tarefa da Operação Lava Jato afirmou ao juiz Sergio Moro que a empresa de palestras do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva alterou cadastro na Receita Federal em uma "possível alteração de provas" para induzir as autoridades judiciais a erro. Segundo o Ministério Público Federal, a empresa de Lula mudou o número do telefone registrado na Receita Federal depois da polêmica sobre grampos da Lava Jato terem alcançado o escritório de advocacia que defende o ex-presidente, o Teixeira, Martins & Advogados.
Ministro do STF diz que Cunha cometerá crime de responsabilidade se não cumprir decisão sobre Temer
BRASÍLIA - O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse na noite desta terça-feira, 5, que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), irá cometer crime de responsabilidade se não cumprir a decisão do início da tarde desta terça que determina o prosseguimento do pedido de impeachment contra o vice-presidente da República, Michel Temer.
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“É impensável que não se observe uma decisão do Supremo. A decisão não é do cidadão Marco Aurélio, é do Supremo e deve ser observada”, disse o ministro. Questionado o que acontecerá se o deputado não seguir a determinação da Justiça, o ministro respondeu: “É crime de responsabilidade e sujeito a glosa penal”.
Para Cunha, decisão de ministro do STF sobre impeachment de Temer é 'absurda e teratológica'
BRASÍLIA - O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), anunciou, que vai recorrer nesta quarta da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello, que determinou que seja aceito o pedido de impeachment contra o vice-presidente da República, Michel Temer, e seja instalada uma comissão especial para analisar o processo. "Achamos a decisão absurda, teratológica, vamos recorrer não só agravando, provavelmente entrando com um mandado de segurança, provavelmente entrando com uma reclamação na própria ADPF (arguição de descumprimento de preceito fundamental), cujo julgamento não foi concluído", afirmou.
Ex-prefeito de Mulungu é condenado por improbidade administrativa
“A ex-prefeita de Mulungu, Jaqueline Gurgel Mota, foi condenada pela prática de improbidade administrativa, após contratação de serviços com o dinheiro do erário, sem o devido processo licitatório. A ex-gestora também teve os direitos políticos suspensos por três anos, foi proibida de contratar com o Poder Público e deverá pagar multa civil equivalente a três vezes seu salário à época que esteve à frente da Prefeitura.
STF não deve julgar nesta semana a suspensão de Lula como ministro
Apesar da pressão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para uma definição rápida do Supremo Tribunal Federal sobre o seu futuro no governo Dilma, a decisão não deve sair nesta semana. No Jornal das Dez, da GloboNews, Renata Lo Prete informou que não há previsão para análise dessa pauta nesta quinta-feira (7). Uma decisão do ministro Gilmar Mendes, do STF, suspendeu a posse de Lula como ministro-chefe da Casa Civil. No sábado (02) em ato contra o impeachment realizado em Fortaleza (CE), Lula afirmou que assumirá o comando da Casa Civil na quinta-feira (7), se o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) reverter decisão que o impediu de ir para o ministério. PORTAL G1
Aos amigos do ex-presidente Lula, tudo
Uma seleta turma de onze petistas terá em breve de enfileirar-se diante do Ministério Público de São Paulo para prestar esclarecimentos em uma investigação aberta pelos promotores Cássio Conserino e Ricardo Blat, os mesmos que pediram a prisão do ex-presidente Lula por ameaça à ordem pública e risco de evasão.
Reservadamente, integrantes do STF afirmam que há indícios para investigar Dilma por tentativa de obstrução da Justiça
Ministros do Supremo Tribunal Federal, tidos como simpáticos à gestão da presidente Dilma Rousseff, têm começado a questionar a petista em conversas de bastidores. Até o fim do ano passado, o STF parecia ao Planalto um palco mais amistoso do que o Congresso, mas o panorama mudou nos últimos dias com o agravamento da crise. O abandono do governo dentro da Corte vai além da perspectiva sobre o impeachment. Integrantes do Tribunal dizem, reservadamente, ver indicativos claros de que há indícios para investigar a presidente por tentativa de obstrução da Justiça em razão da indicação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a chefia da Casa Civil. O sinal foi dado, na avaliação de um ministro, na decisão do plenário desta semana, que manteve no Supremo os grampos de Lula.
STF vai julgar se emenda à Constituição pode criar parlamentarismo Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/stf-vai-julgar-se-emenda-constituicao-pode-criar-parlamentarismo
BRASÍLIA — As acirradas discussões sobre a crise política ganharão um novo elemento nesta semana. Está marcado para quarta-feira, no Supremo Tribunal Federal (STF), o julgamento de uma ação que questiona se é possível migrar do sistema presidencialista para o parlamentarismo por meio de emenda à Constituição. A ação chegou ao tribunal em 1997, proposta pelo então deputado Jaques Wagner, que hoje é chefe de gabinete da Presidência da República.
PGR reúne elementos contra deputado federal Aníbal Gomes
A PGR (Procuradoria-Geral da República) reuniu elementos para denunciar o deputado federal Aníbal Gomes (PMDB-CE) ao STF (Supremo Tribunal Federal) por suspeita de envolvimento com a Lava Jato. Ele deve ser acusado de corrupção e, possivelmente, lavagem de dinheiro.
O parlamentar é apontado como elo do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), com o esquema de corrupção da Petrobras.
Defesa de Moro. Protestos contra Lula na Praça Portugal
O protesto era para ser principalmente contra o ex-presidente Lula, que esteve ontem em Fortaleza, mas quem brilhou foi o juiz Sérgio Moro. Os cerca de 200 manifestantes, segundo a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), que se reuniram no início da noite deste sábado na Praça Portugal também pediam, em faixas, para que se deixasse “a Polícia Federal (PF) trabalhar”.






