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LULA de Ladeira abaixo - ISTOÉ

Nas últimas semanas, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem tentando, a todo custo, se desvencilhar das denúncias do Petrolão. As investidas não têm sido bem-sucedidas. Por mais que Lula lute para subverter os fatos, revelações comprometedoras acabam por emaranhar ainda mais a defesa do ex-presidente. Três vieram logo após a votação do impeachment na Câmara. Em depoimento na segunda-feira 18, o ex-diretor da área Internacional da Petrobras, Nestor Cerveró, vinculou o seu crescimento profissional na estatal à gratidão de Lula por serviços de corrupção prestados.

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A delação que compromete Dilma - istoé

Assessor especial de Dilma Rousseff, o discreto Giles Azevedo é considerado no Palácio do Planalto os olhos e os ouvidos da presidente da República. O único na Esplanada com autorização para falar em nome de Dilma e a quem ela confia as mais delicadas tarefas. Por isso, quem recebe instruções do fiel auxiliar da presidente não entende de outra maneira: ele fala na condição de enviado da principal mandatária do País. Foi com essa credencial que Giles se aproximou da publicitária Danielle Fonteles, dona da agência Pepper Interativa.

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Palocci intermediava caixa dois, diz Monica Moura

O ex-ministro da Casa Civil Antonio Palocci - Gustavo Miranda/ Agência O Globo

SÃO PAULO — O ex-ministro Guido Mantega não foi o único integrante de alta cúpula do PT a intermediar pagamento de caixa dois para campanhas presidenciais do partido, segundo Monica Moura, mulher do marqueteiro João Santana. Em depoimento a procuradores federais de Brasília para tentar fechar um acordo de delação premiada, ela disse que o ex-ministro da Casa Civil Antonio Palocci e o ex-tesoureiro petista João Vaccari Neto teriam desempenhado o mesmo papel nas últimas campanhas presidenciais.

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Marco Aurélio e Lewandowski, está provado, não têm medo do ridículo

Marco Aurélio Mello e Ricardo Lewandowski ultrapassaram nesta quinta e madrugada de sexta todos os limites do razoável. Duvido que o tribunal tenha assistido a espetáculo tão patético em qualquer tempo. Até Roberto Barroso passaria por procurador da ortodoxia. Os lances são muitos e os mais variados. Por meio de palavras oblíquas, o presidente da Corte chegou a estimular a presidente Dilma a recorrer de novo ao Supremo quando o caso chegar ao Senado. Um descalabro. E ainda resolveu ter um surto de mandonismo.

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STF define o mesmo rito de Collor para impeachment de Dilma Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/stf-define-mesmo-rito-de-collor-para-impeachment-de-dilma

O ministro Ricardo Lewandowski (07-04-2016) - Ailton Freitas / Agência O Globo

BRASÍLIA – O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, decidiu que vai encaminhar ao Senado um roteiro de tramitação do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff nos mesmos moldes das regras usadas no processo que o ex-presidente Fernando Collor enfrentou em 1992. A única mudança é o momento do depoimento da presidente. As regras ainda não foram oficialmente encaminhadas ao Senado, mas Lewandowski deverá fazer isso até a próxima semana. Ao contrário do informado anteriormente pelo tribunal, o rito do processo ainda não foi entregue ao Senado.

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Ministros do STF: Dilma ofende instituições ao falar em golpe Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/ministros-do-stf-dilma-ofende-instituicoes-ao-falar-em-golpe-19137506#ixzz46RkKYql4 © 1996 - 2016. Todos direitos reservados a I

O ministro do STF Dias Toffoli - Ailton de Freitas / Agência O Globo / 29-05-2015

BRASÍLIA — Três ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) refutaram nesta quarta-feira a tese da presidente Dilma Rousseff de que o processo de impeachment aprovado na Câmara dos Deputados é um “golpe”. Os ministros Celso de Mello, o mais antigo da Corte, Gilmar Mendes e Dias Toffoli disseram que o processo seguiu a Constituição e as regras definidas pelo próprio STF. O ministro Celso chegou a dizer que é um “gravíssimo equívoco” falar em golpe e que será “estranho” se a presidente for ao exterior defender esse argumento — Dilma embarca na HOJE de quinta-feira para Nova York, onde deverá fazer uma defesa do seu governo na ONU.

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Dilma comete gravíssimo erro ao falar em golpe, diz Celso de Mello, do STF

Dilma comete gravíssimo erro ao falar em golpe, diz Celso de Mello, do STF

  Alan Marques - 12.set.13/Folhapress  
BRASÍLIA, DF, BRASÍLIA 12.09.2013, às 17h20. O ministro Celso de Mello participa da sessão antes de dar o último voto do julgamento. Ministros retomam hoje análise dos recursos infringentes. Quatro ministros votaram a favor dos recursos e com mais dois votos Dirceu, Valério, Genoino e João Paulo Cunha terão direito a um novo julgamento. (FOTO Alan Marques/ Folhapress) PODER
O ministro Celso de Mello no plenário do Supremo Tribunal Federal

Ministro mais antigo do STF (Supremo Tribunal Federal), Celso de Mello rebateu nesta quarta-feira (20) o discurso da presidente Dilma Rousseff de que seu processo de impeachment em discussão no Congresso representa um golpe. Segundo o ministro, essa afirmação de Dilma representa um "grande equívoco" e trata-se de uma perspectiva eminentemente pessoal e faz parte de sua linha de defesa.

Celso de Mello classificou de "no mínimo estranho" essa indicação de que a presidente pretende fazer um discurso duro em cerimônia de assinatura do Pacto de Paris, na ONU (Organização das Nações Unidas), para denunciar uma "tentativa de golpe no país".

"É um gravíssimo equívoco falar-se em golpe. Falar-se em golpe é uma estratégia de defesa que até o presente momento, ficou claro no julgamento plenário do Supremo, estou dizendo a partir do que nós juízes dissemos nos julgamentos ocorridos, é um grande equívoco reduzir-se o procedimento constitucional do impeachment a figura do golpe de Estado. Agora, há um equívoco quando afirma que há um golpe parlamentar, ao contrário.", afirmou.

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Dona de agência diz que assessor de Dilma operou desvios em campanha

Dona de agência de comunicação investigada por suposta participação em caixa dois afirma que Giles Azevedo, assessor especial da presidente Dilma Rousseff, montou um esquema financeiro para abastecer as campanhas presidenciais de 2010 e 2014 com recursos ilegais. As informações, reveladas pela revista "IstoÉ", fazem parte da proposta de delação premiada de Danielle Fonteles, da agência Pepper Interativa, investigada na Operação Acrônimo.

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Schahin entrega comprovantes e diz que pagou propina por contrato

Fernando CastroDo G1 PR

Milton Schahin , sócio do Grupo Schahin (Foto: Reprodução)Milton Schahin foi interrogado por Moro nesta quarta
em Curitiba (Foto: Reprodução)

O executivo Milton Schahin entregou ao juiz Sérgio Moro nesta quarta-feira (20) documentos que, segundo ele, comprovam parte do pagamento de propina para ex-funcionários da Petrobras. Interrogado pelo juiz, ele afirmou que foi exigido o pagamento de US$ 2,5 milhões para que o Grupo Schahin fechasse um contrato para operar navio sonda da Petrobras.

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