Ex-assessor de Palocci é preso por desviar R$ 504 mil na Prefeitura de Ribeirão Preto
Foi preso na tarde desta sexta-feira (12) o ex-vereador de Ribeirão Preto (SP) José Alfredo de Carvalho, condenado a sete anos e seis meses de prisão por desviar R$ 504 mil dos cofres públicos municipais na gestão do ex-prefeito Antonio Palocci (PT), de quem também foi assessor pessoal.
A caminho da condenação - ISTOÉ
Um réu sem argumento é como um rei despido. Seus súditos, inebriados pelo poder que um dia ele já exerceu e pela imagem imaculada de outrora, o enxergam como se seu corpo estivesse crivado de ouro. Mas o rei está nu, sua alma desvelada, exposta ao constrangimento. Como suas palavras não correspondem mais aos fatos, ele busca táticas escapistas de modo a fugir da realidade. Só que a maioria, à exceção de seu séquito cada vez mais restrito, o vê como ele realmente é. Assim é o réu Luiz Inácio. Na última semana, numa tentativa de livrar-se de uma condenação cada vez mais próxima, o petista assentou sua estratégia em três pilares: o tapetão, a procrastinação e o circo. Foi mal sucedido.
A Lava Jato é o atestado de óbito do PT - ISTOÉ
O presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, foi próximo do ex-presidente Lula até 2006. Onze anos e um mensalão depois, ele aposta que o petista não voltará à Presidência e que, “se voltar, voltará para o ódio”. Em 2005, Jefferson teve seu mandato cassado na Câmara por quebra de decoro parlamentar, ao mentir a seus pares em CPI. Depois, foi condenado a sete anos de prisão pela Justiça por crimes no mensalão, o esquema de corrupção do governo Lula que o petebista denunciou. Em entrevista à ISTOÉ, ele faz uma análise do atual cenário político em meio aos embaraços da Lava Jato. Jefferson diz não acreditar que a classe política faça um “acordão” para impedir a continuidade da operação, embora entenda que isso interessa ao PT. Afinal, a Lava Jato é “o atestado de óbito” do partido. Com o fim da inelegibilidade, ele pretende concorrer no ano que vem ao cargo de deputado federal novamente.
Dilma nomeou Graça Foster para acabar com “esculhambação” na Petrobras, diz marqueteiro

Em delação, o marqueteiro João Santana narrou um episódio com a ex-presidente Dilma Rousseff em que ela admite ter nomeado Graça Foster presidente da Petrobras para “colocar ordem na casa”. As reclamações do empresariado eram constantes, mas a presidente não parecia dar ouvidos, informa a Coluna Radar, da Veja Online.
Lava Jato apura se doação de R$ 500 mil da JBS para Ronaldo Martins é propina
O presidente da JBS, Joesley Batista, foi levado, nesta sexta-feira (12), pela Polícia Federal para depor e explicar o pagamento de propina ao PT e a outros partidos em troca de empréstimos fraudulentos no BNDES. A ação faz parte de mais uma etapa da Lava Jato, agora, na Operação Bullish. As doações eleitorais cuja origem é corrupção aconteceram em todo o País, e em especial no Ceará.
Operação Bullish avança sobre financiamento bilionário do BNDES
A Polícia Federal cumpre na manhã desta sexta-feira, 12, 37 mandados de condução coercitiva e 20 de mandados de busca e apreensão no âmbito da Operação Bullish. A investigação mira fraudes e irregularidades em aportes concedidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), através da subsidiária BNDESPar, a uma grande empresa do ramo de proteína animal. Realizados a partir de junho de 2007, os aportes tinham como objetivo a aquisição de empresas também do ramo de frigoríficos no valor total de R$ 8,1 bilhões.
Posturas, gestos e expressões: a linguagem corporal de Lula no depoimento a Moro
RIO - O ex-presidente Lula titubeou e mostrou sinais de desconforto, raiva, ansiedade e enfrentamento durante o interrogatório de quarta-feira ao juiz Sergio Moro, apontam especialistas em linguagem corporal que analisaram o vídeo da íntegra do interrogatório a pedido GLOBO. Segundo eles, pela postura, gestos, expressões e até as roupas usadas por Lula é possível inferir suas emoções, embora ressaltem que nesta situação não é possível afirmar o porquê de o ex-presidente estar se sentindo daquele jeito.
Em delação, marqueteira cita trabalho para campanha do senador Lindbergh Farias por cerca de R$ 600 mil
A marqueteira Monica Moura narrou em delação premiada a procuradores da República que o marido dela João Santana, fez trabalho para o senador Lindberg Farias (PT) e que um assessor pediu que os pagamentos fossem feitos "por fora". Segundo Monica, João Santana foi contratado em 2013, um ano antes de Lindbergh Farias se candidatar ao governo do Rio de Janeiro.
Pimentel carregou mala de dinheiro pessoalmente, diz Mônica Moura Leia mais: https://oglobo.globo.com/brasil/pimentel-carregou-mala-de-dinheiro-pessoalmente-diz-monica-moura-21326121#ixzz4gnrhuDNm stest
BRASÍLIA — A empresária Mônica Moura, mulher do marqueteiro João Santana, afirmou em sua delação premiada que o atual governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT-MG), levou até ela pessoalmente uma mala com R$ 800 mil em espécie para quitar uma dívida de campanha da candidatura de Patrus Ananias (PT) a prefeito de Belo Horizonte. Mônica disse que o avisou da impossibilidade de transportar o valor para realizar os pagamentos em Minas Gerais e que Pimentel, então, lhe disse que encontraria uma forma de enviar os recursos a Belo Horizonte, o que efetivamente ocorreu.
Lula sabia e dava “palavra final do chefe” sobre caixa 2, diz João Santana à PGR
Em anexo de delação premiada, o marqueteiro João Santana informou ao Ministério Público Federal que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ex-presidente Dilma Rousseff tinham ciência de pagamentos oficiais e de caixa 2 feitos como contraprestação aos serviços prestados em campanhas eleitorais. De acordo com ele, falou diversas vezes com Lula e Dilma quando necessitava fazer cobranças. “Nestas oportunidades, tanto Lula como Dilma se comprometeram a resolver o impasse e, de fato, os pagamentos voltavam a ocorrer. Tanto os pagamentos oficiais, quanto os recebimentos de valores através de caixa 2”, informa o marqueteiro no seu anexo de delação premiada.

