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Joesley diz que Mantega ‘intermediava’ propinas ao PT

No acordo de delação que firmou com a Procuradoria-Geral da República, o empresário Joesley Batista afirmou que o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega intermediava pagamentos de propina a parlamentares do PT. Segundo o jornal O Globo, executivos da JBS afirmaram em depoimento que o então ministro era uma espécie de operador do grupo no BNDES.

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Aécio Neves pediu R$ 2 milhões, diz dono da JBS em delação

O senador Aécio Neves (MG), presidente nacional do PSDB, foi gravado pedindo a quantia de R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista, dono da JBS, sob o argumento de que precisava de dinheiro para a defesa na Operação Lava Jato, segundo o jornal O Globo. Aécio é alvo de cinco pedidos de inquéritos na Lava Jato. A gravação, de 30 minutos, é uma das provas encaminhadas por Joesley Batista à Procuradoria-Geral da República (PGR).

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Procurador ligado a Janot sugere renúncia de Temer no Twitter

BRASÍLIA - O procurador da República Vladimir Aras, que faz parte do grupo mais próximo do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, sugeriu nas redes sociais que a “solução adequada” seria a renúncia do presidente Michel Temer. Sem citar o nome do peemedebista, o procurador publicou mensagem com esse sentido em sua conta no Twitter logo após compartilhar vídeo do Jornal Nacional, da TV Globo, com a notícia de que o dono da JBS, Joesley Batista, gravou momento em que o presidente dá aval para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha.

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Possível sucessor de Temer, Maia é alvo da Lava Jato em inquéritos no STF

O presidente da Câmara do Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), é alvo de dois inquéritos no STF (Supremo tribunal Federal) resultantes das colaborações premiadas de ex-executivos da empreiteira Odebrecht na Operação Lava Jato. Maia assumiria por 30 dias em caso de saída do presidente Michel Temer, até a realização de novas eleições.

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Tiro no coração político de Temer, gravação sugere crime no cargo

A delação dos irmãos Joesley e Wesley Batista é um tiro no coração político de Michel Temer (PMDB). Até aqui, ele driblava com um misto de sorte e habilidade as inúmeras citações a seu nome na Operação Lava Jato. Agora, pode no limite ser acusado de um crime cometido no exercício do mandato, a obstrução de Justiça -se isso é factível juridicamente, é questão a ser esclarecida. A devastadora delação-surpresa dos "irmãos JBS" empareda o presidente.

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Áudio mostra Temer dando aval a compra do silêncio de Cunha

O presidente Michel Temer foi gravado por um dos donos do grupo J&F, proprietário da marca JBS, falando sobre a compra do silêncio do ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ). A informação foi publicada na noite dessa quarta (17) pelo colunista Lauro Jardim, do jornal "O Globo", e confirmada pela Folha.

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Dono da JBS grava Temer dando aval para compra de silêncio de Cunha

RIO — Na tarde de quarta-feira passada, Joesley Batista e o seu irmão Wesley entraram apressados no STF e seguiram direto para o gabinete do ministro Edson Fachin. Os donos da JBS, a maior produtora de proteína animal do planeta, estavam acompanhados de mais cinco pessoas, todas da empresa. Foram lá para o ato final de uma bomba atômica que explodirá sobre o país — a delação premiada que fizeram, com poder de destruição igual ou maior que a da Odebrecht. Diante de Fachin, a quem cabe homologar a delação, os sete presentes ao encontro confirmaram: tudo o que contaram à Procuradoria-Geral da República em abril foi por livre e espontânea vontade, sem coação.

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