Cerca de 70 funcionários de hospital de BH contraem sarna, diz Secretaria de Saúde
Hospital do Barreiro, em Belo Horizonte — Foto: Reprodução/TV Globo
Cerca de 70 funcionários do Hospital Metropolitano Doutor Célio de Castro, conhecido como Hospital do Barreiro, em Belo Horizonte, contraíram sarna depois de um paciente dar entrada na unidade com a doença. A informação foi divulgada pela Secretaria Municipal de Saúde nesta quinta-feira (7).
Segundo a administração municipal, não houve transmissão entre pessoas internadas no local.
Por meio de nota, a secretaria disse que o hospital tomou medidas como limpeza da unidade, fornecimento de uniforme privativo para todos os funcionários que têm contato com pacientes, esvaziamento e limpeza de todos os armários onde ficam roupas de cama e toalhas e troca diária desse material.
A secretaria disse ainda que o hospital contratou um médico dermatologista para acompanhar pessoas com problemas de pele. Funcionários que tiveram contato com o paciente e não apresentaram sintomas da doença também são acompanhados.
“É importante informar que a doença é de fácil transmissão e ocorre em ambientes com aglomeração de pessoas como escolas, hospitais, instituições de longa permanência”, afirmou a secretaria em nota. PORTAL G1
Ministro relata ameaça a equipe do governo em hospital no RJ e suspeita de atuação de milícia
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, disse ao diretor interino do Hospital Federal de Bonsucesso, no Rio, Paulo Roberto Cotrim de Souza, durante uma reunião, que uma equipe do governo federal sofreu ameaças ao visitar o hospital para iniciar a elaboração de um plano de melhoria do atendimento ao público (veja no vídeo acima).
Bebianno revelou as ameaças em um encontro no Departamento de Gestão Hospitalar do Ministério da Saúde, no centro do Rio de Janeiro.
O encontro, na última quarta-feira (6), reuniu Bebianno, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e diretores dos hospitais federais. Na reunião, foram apresentadas as primeiras propostas de ação para melhorar o atendimento e a gestão nas unidades.
Mais Médicos irá aumentar rigor para liberação de vagas e priorizar 'Brasil profundo', diz ministro da Saúde
Por Carolina Dantas, G1
O ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou em entrevista ao G1 que o futuro do programa Mais Médicos está sob avaliação e que não trabalha agora com a previsão de abertura de novos editais. Para ele, definir novos critérios para a contratação é um dos principais pontos da reavaliação do programa.
O ministro disse que apenas cidades em situação realmente crítica e sem condições de pagar os seus profissionais devem receber o subsídio do governo por meio do programa.
Uma mudança na lei atual está em debate entre a pasta, os estados e os municípios. Mandetta nega que as propostas estudadas signifiquem o fim do programa. Segundo ele, o Mais Médicos será reformulado para atender a critérios ainda em análise.
Estados apelam ao Supremo por redução de salários e carga horária de servidores
Amanda Pupo, Rafael Moraes Moura e Tulio Kruse, O Estado de S.Paulo
07 Fevereiro 2019 | 21h22
BRASÍLIA - Em carta enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF), secretários da Fazenda de sete Estados pediram a aprovação de proposta que permite a redução de salário e carga horária de servidores públicos. O julgamento da ação que trata do assunto está marcado para 27 de fevereiro.
Conforme mostrou o Estado no mês passado, governadores que assumiram em janeiro e herdaram orçamentos deficitários apostam em uma decisão favorável do Supremo para aliviar as contas.
A carta foi entregue na segunda-feira, 4, ao ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo, pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM). Além da Secretaria da Fazenda de Goiás, assinaram o documento representantes dos governos de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Pará, Alagoas e Mato Grosso do Sul. Caiado citou ainda Rio e Ceará, que não confirmaram a adesão.
Principais direitos trabalhistas não serão retirados, diz Guedes
A eventual modernização da legislação trabalhista buscará preservar os principais direitos dos trabalhadores, disse hoje (7) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele disse que a principal ideia da equipe econômica consiste em diminuir encargos trabalhistas e dar mais opções para os empregadores e os empregados conseguirem se introduzir no mercado formal de trabalho.
“Estamos conversando sobre como consertar esse regime previdenciário e como dar opções para as futuras gerações. Todos os direitos [trabalhistas] serão preservados. Ninguém mexe nos direitos. Você [o governo] só dá mais opções”, disse Paulo Guedes ao responder se a carteira verde-amarela para os trabalhadores jovens, estudada pelo governo, criará trabalhadores de primeira e de segunda classes.
Má aplicação do regime semiaberto é gargalo do sistema prisional, diz Reale Jr. a Moro
Sonia Racy/ O ESTADO DE SP
07 Fevereiro 2019 | 16h11
SÉRGIO MORO EM EVENTO DO IASP. FOTO: FELIPE RAU/ESTADÃO
Em reunião a portas fechadas com o ministro da Justiça, Sérgio Moro, o advogado Miguel Reale Jr. afirmou que vê a má aplicação do regime semiaberto de prisão como o gargalo do sistema prisional, já que há poucos presídios semiabertos no País – como os agrícolas e os agroindustriais. Os dois conversaram durante o encontro do ministro com advogados do Instituto dos Advogados de São Paulo e da Associação de Advogados de São Paulo, terminado neste início de tarde na área central da Capital.
Participaram da reunião os advogados Renato Silveira, presidente do IASP, José Horácio Ribeiro, ex-presidente do IASP, mais Antonio Cláudio Mariz de Oliveira, Rui Fragoso, Renato Cury, Miguel Reale Jr. e Hélio Coelho.
Um dos temas do encontro foi o pacote anticrime proposto pelo ministro. Moro se comprometeu a receber o IASP e a AASP para ouvir críticas ao projeto, segundo apurou a coluna. Na conversa foi mencionado o fato de o ministro ter incluído no texto do projeto menções a facções criminosas, assunto que desperta polêmicas entre advogados.
A reunião foi realizada antes do almoço do IASP em que Moro era o palestrante convidado.
Após a refeição, Miguel Reale Jr. não escondeu que é crítico da proposta. “O ministro parece estar muito convencido de partes do projeto que são frágeis”, afirmou à coluna. Como exemplo, falou da expectativa de Moro de que alguns itens que endurecem penas poderiam reduzir a criminalidade.
Para Reale Jr., as medidas não surtirão esse efeito. “A criminalidade recorre da inoperância policial. Só entre 1 e 2% dos roubos têm a autoria descoberta. No latrocínio o índice é pouco melhor”, argumentou.
Bolsonaro critica financiamento da Petrobrás à cultura: 'Estado tem maiores prioridades'
Gregory Prudenciano, O Estado de S.Paulo
07 Fevereiro 2019 | 17h07
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) criticou o financiamento estatal da cultura no Brasil. Pelo Twitter, Bolsonaro disse que embora "reconheça o valor da cultura e a necessidade de incentivá-la", o financiamento das atividades culturais "não deve estar a cargo de uma petrolífera estatal", em referência à Petrobrás.
"A soma dos patrocínios dos últimos anos passa de R$ 3 BILHÕES", tuitou o presidente, que disse ter determinado a reavaliação de contratos. Bolsonaro ainda disse que "o Estado tem maiores prioridades" e defendeu que "incentivos devem ser direcionados de forma justa, enxuta, transparente e responsável", e não "em detrimento das principais demandas de nossa sociedade".
Governo estuda criar modelo em que jovens poderiam abrir mão de férias e 13º salário
BRASÍLIA - A reforma da Previdência que será enviada ao Congresso deve incluir uma alteração profunda no modelo trabalhista vigente. As mudanças seriam destinadas apenas aos mais jovens, que devem ser enquadrados no modelo de capitalização, no qual cada trabalhador contribui para sua própria aposentadoria. Segundo fontes envolvidas nas discussões, o governo avalia deixar de fora direitos trabalhistas, inclusive os que estão previstos no artigo sétimo da Constituição Federal, como FGTS, férias e 13º salário.
Como esses direitos são considerados cláusula pétrea, o Estado não pode simplesmente acabar com eles. A alternativa que vem sendo discutida é criar condições para que o próprio empregado faça a opção, abrindo mão de todos eles, ficando, assim, de fora da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). De acordo com fontes a par do que vem sendo analisado, já existe uma base legal para isso que é a reforma trabalhista. Em vigor há pouco mais de um ano, ela permite que o acordado prevaleça sobre o legislado.
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