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Para Planalto, Lula estancou sangria de aliados

Em conversa com o blog, um auxiliar de Dilma Rousseff resumiu assim a semana: “Quando o PMDB anunciou o desembarque, propagou-se a tese de que o governo estava à beira do abismo e a presidente havia pisado no sabonete. Chegamos ao final de semana em pé. Contrariando todas as expectativas, não houve uma sangria na base do govenro no Congresso.”

O Planalto atribui o torniquete a Lula. Entrincheirado num hotel próximo ao Palácio da Alvorada, o ministro informal de Dilma manuseou cargos e verbas sem nenhuma hesitação ética. Guiou-se por duas bússolas: a moral da sobrevivência e a Lei da Silva. E conseguiu ganhar tempo com legendas como PP, PR e PSD, que ameaçavam desertar nas pegadas do PMDB.

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O golpe do 'golpe' - Demétrio magnoli

O kirchnerismo caiu numa disputa eleitoral. Derrotas nas urnas são contingências normais do jogo político. O lulopetismo encara a perspectiva de uma catástrofe: a humilhação histórica de um impeachment sustentado pela maioria esmagadora da população. É diante desse abismo que seus dirigentes formularam a narrativa do golpe. Ela não se destina a salvar o mandato agonizante de Dilma Rousseff, mas a resgatar os responsáveis pelo desastre. "Golpe" é a palavra escolhida para hipnotizar a base militante petista no pós-Dilma, congelando o debate interno e salvando a liderança política de Lula.

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O fim da longa união entre o PMDB do Rio e o Planalto

Dilma Rousseff, Luiz Fernando Pezão, Eduardo Paes e Sérgio Cabral: tempos de união que não voltam mais
Dilma Rousseff, Luiz Fernando Pezão, Eduardo Paes e Sérgio Cabral: tempos de união que não voltam mais(Reprodução/VEJA)

A convenção do PMDB que decidiu pelo desembarque do governo teve especial impacto no Rio de Janeiro, a última seção do partido que ainda apoiava em peso a presidente Dilma Rousseff. A aliança vinha de longe: nasceu de um pacto selado em 2006 entre o então presidente Lula, que precisava de um aliado no Sudeste para contrapor a São Paulo e Minas Gerais, dois redutos tucanos, e o então governador Sérgio Cabral, que precisava de verbas federais para tocar obras e fortalecer sua liderança no estado. A conjunção de interesses foi facilitada pela simpatia mútua. Os dois compareceram a dezenas de compromissos juntos e a convivência atraiu para a aliança duas figuras-chave do círculo de Cabral, o prefeito Eduardo Paes e o vice que viria a substituí-lo, Luiz Fernando Pezão. Agora, é um para lá e três para cá.

O turbilhão de denúncias envolvendo a operação Lava-Jato e a expectativa de o partido chegar à presidência com Michel Temer já seriam motivos para apressar o fim do casamento do PMDB do Rio com o PT. Jorge Picciani, deputado estadual e presidente do PMDB-RJ, enumera outros três episódios que levaram ao divórcio. "O desgaste da delação do (senador) Delcídio, da divulgação dos áudios do Lula e da posterior nomeação dele para ministro foi decisivo", afirma o cacique fluminense, brandindo uma pesquisa que mostra que 80% dos cariocas se opõem à ida do ex-presidente para a Casa Civil. O marqueteiro Renato Pereira, que fez as campanhas de Cabral e Paes, também possui indicadores que revelam que mais de 40% dos eleitores do estado do Rio rejeitam o PT, o triplo da rejeição a outras siglas.

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Temer, sobre pedido de impeachment feito por Cid Gomes: "Espetáculo deprimente"

O vice-presidente da República, Michel Temer - 16/11/2015
O vice-presidente da República, Michel Temer - 16/11/2015(Evaristo Sá/AFP)

O vice-presidente Michel Temer respondeu por meio de nota ao pedido de impeachment protocolado contra ele na Câmara dos Deputados pelo ex-governador do Ceará Cid Gomes. Segundo Temer, o pedido é baseado em "notícias velhas sem sustentação, citações equivocadas e interpretações de pessoas mal-informadas".

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DEM aciona Ministério Público contra atos de Dilma no Palácio Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/dem-aciona-ministerio-publico-contra-atos-de-dilma-no-palacio-18997754#ixzz44f2Sdw5X © 1996 - 2016. Todos direitos reservados a

Dilma Rousseff durante encontro com artistas e intelectuais no Palácio do Planalto - Givaldo Barbosa / Agência O Globo

BRASÍLIA - O líder do DEM na Câmara, deputado Pauderney Avelino (AM) decidiu acionar o Ministério Público no Distrito Federal (MPDF) questionando a atitude da presidente Dilma Rousseff de usar as instalações do Palácio do Planalto para o que classifica como "atos de campanha e comícios políticos". Pauderney quer que o MPDF investigue Dilma por improbidade administrativa.

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Para analistas, governo não mira meta fiscal e pode estar descumprindo LRF

Os dois cortes de gastos efetuados pelo governo federal no orçamento de 2016, totalizando 44,65 bilhões, não são suficientes para atingir a meta fiscal em vigor, avaliam economistas ouvidos peloG1Na avaliação deles, ao não buscar a meta fixada na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) – de um superávit primário de R$ 24 bilhões para suas contas neste ano – o governo pode estar descumprindo a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Para tentar de fato atingir a meta vigente, segundo os analistas, o governo deveria efetuar bloqueios mais expressivos de despesas na peça orçamentária ou aumentar tributos.

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Documentos do SNI mostram corrupção da Odebrecht na década de 1980

O líder sindical Luiz Inácio Lula da Silva, identificado como LILS, rodava o país em campanha. O ano era 1989 – mais de duas décadas antes da Lava Jato e da criação da empresa de palestras do ex-presidente que está sob investigação. O informe 010894 do Serviço Nacional de Informações, o SNI, detalha a viagem de Lula em outubro daquele ano pela Bahia. Ele sobe ao palanque para discursar e condena a obra da Barragem Pedra do Cavalo, no Estado: “Não serve para nada e foi construída para que as empreiteiras Odebrecht e Camargo Corrêa mamassem US$ 650 milhões”, disse Lula. Na obra de Pedra do Cavalo, a Odebrecht foi acusada de apresentar proposta exatamente igual àquela fornecida no edital do governo e de ser a “favorita” do então governador baiano, Roberto Santos, do PMDB.

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Manifestantes fazem atos contra o impeachment pelo Brasil

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Manifestação em Brasília a favor do governo da Presidente Dilma Rousseff - André Coelho / Agência O Globo

BRASÍLIA, RIO E SÃO PAULO — Manifestantes elegeram o PMDB e o vice-presidente, Michel Temer, como alvos durante protestos contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff nesta quinta-feira. Os atos foram promovidos em todos os estados e no Distrito Federal. Também houve protestos no exterior. Grupos contrários ao afastamento da presidente se reuniram em Lisboa e Berlim.

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Por apoio, Dilma telefona a Edir Macedo e Planalto busca ponte com católicos

Igreja e Estado Em busca de votos contra o impeachment, o Planalto passou a recorrer até a denominações religiosas com influência na Câmara. Na semana passada, Dilma Rousseff telefonou a Edir Macedo, líder da Igreja Universal, pedindo ajuda com a bancada do PRB, que rompera com o governo. O bispo não embarcou na ideia, mas prometeu “orar por ela e pelo país”. Nesta quinta, Gilberto Carvalho foi acionado para interceder junto a parlamentares ligados à Igreja Católica.

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31 de Março de 2016 — Por que Dilma é ainda mais irresponsável do que Jango

A presidente Dilma Rousseff recebeu sedizentes artistas e intelectuais nesta quinta, que foram lá se manifestar contra o impeachment. E voltou a se comportar com extrema irresponsabilidade e a dizer sandices, especialmente quando se referiu ao golpe militar de 1964, desfechado no dia 31 de março, há 52 anos!!! Na verdade, aconteceu no dia 1º de abril, mas nem entro nisso agora.

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