Horário de verão não faz diferença para economia de energia, diz estudo do ONS entregue ao governo
17 de setembro de 2021 | 18h56
BRASÍLIA - Dois anos após a extinção do horário de verão, novo estudo realizado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) apresenta o mesmo argumento usado pelo governo em 2019: a mudança no relógio não traz economia de energia. A avaliação aponta que o mecanismo poderia ajudar, mesmo que pouco, a atenuar o consumo nos horários de ponta, ou seja, quando há maior consumo de energia. Por isso, no diagnóstico entregue ao Ministério de Minas e Energia (MME) nesta semana, não faz recomendação alguma, pois o mecanismo teria um efeito “neutro”, de acordo com o ONS.
A avaliação foi feita a pedido da pasta diante da pressão crescente de alguns setores da economia e da grave escassez nos reservatórios das usinas hidrelétricas. O tema voltou à pauta após os segmentos do turismo, alimentação e comércio pedirem ao presidente Jair Bolsonaro a retomada do mecanismo, sob argumento de que pode contribuir para a recuperação financeira dessas atividades. Especialistas no setor elétrico afirmam que, mesmo que seja uma pequena economia de energia, seria relevante frente ao atual cenário que o setor elétrico passa.
O estudo do ONS foi entregue ao Ministério de Minas e Energia, que agora irá analisar os resultados.
Ao Estadão/Broadcast, o presidente do ONS, Luiz Carlos Ciocchi, afirmou que o estudo traz uma análise do mecanismo e que não foi feita recomendação pela adoção ou não. “Em poucas palavras: do ponto de vista energético é neutro. Do ponto de vista de ponta ajuda com o deslocamento da mesma, mas não atenua tanto assim. Sendo assim, para o setor elétrico ajuda pouco, e é claro, não atrapalha”, afirmou. “[O efeito] é neutro, não dá pra recomendar, nem rejeitar”, disse.
De acordo com ele, a solicitação do Ministério era no sentido de atualizar um estudo feito há dois anos, que foi usado como base para a decisão de Bolsonaro de acabar com o horário de verão. À época, o diagnóstico foi que não havia mais economia de energia tão relevante. Isso porque como o calor é mais intenso no fim da manhã e início da tarde, os picos de consumo aumentam nesse horário durante o verão, o que leva as pessoas a usarem mais o ar condicionado. Ciocchi avalia que o novo diagnóstico confirma o estudo de dois anos atrás.
Criado com a finalidade de aproveitar o maior período de luz solar durante a época mais quente do ano, o horário de verão foi instituído no Brasil em 1931 pelo então presidente Getúlio Vargas e adotado em caráter permanente a partir de 2008. A redução da economia do horário de verão começou a ser percebida e questionada em 2017, quando foi registrada uma queda de consumo da ordem de 2.185 megawatts, equivalente a cerca de R$ 145 milhões. Em 2013, a economia havia sido de R$ 405 milhões, caindo para R$ 159,5 milhões em 2016, uma queda de 60%.
Fiocruz entrega 2,1 milhões de vacinas ao Ministério da Saúde
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) entrega hoje (16) 2,1 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). Parte dessas doses, 100 mil imunizantes, ficará no Rio de Janeiro, e o restante seguirá para o Ministério da Saúde, em Brasília. É a segunda remessa entregue esta semana. A primeira ocorreu na terça-feira (14) e contou com 1,7 milhão de doses.

Desde o dia 27 de agosto não havia entrega de vacinas por parte da instituição. Esse intervalo ocorreu porque os lotes mensais referente a agosto do ingrediente farmacêutico ativo (IFA), importado para a fabricação da vacina, só chegaram nos dias 25 e 30. Como o processo de fabricação e controle de qualidade das doses demora cerca de 21 dias, a liberação só ocorreu esta semana.
Com a nova remessa, a Fiocruz contabiliza a entrega de 95,8 milhões de doses ao Ministério da Saúde, sendo 91,8 milhões produzidas no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos) e 4 milhões importadas do Instituto Serum, na Índia. Uma nova entrega está prevista para amanhã (17).
A Bio-Manguinhos também alcançou a marca de 100 milhões de doses produzidas no último fim de semana.
* Estagiário sob a supervisão de Mario Toledo
Edição: Fernando Fraga / AGÊNCIA BRASIL
Covid-19: ministério registra 34,4 mil casos e 643 mortes em 24 horas
Nas últimas 24 horas, as autoridades de saúde do país registraram 34.407 novos casos de covid-19 e 643 mortes em consequência de complicações associadas à doença. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Saúde nesta quinta-feira (16) em seu balanço diário sobre a pandemia.

Com os novos acréscimos às estatísticas, a soma de pessoas que perderam a vida para a pandemia atinge 589.240. Ontem (15), a compilação de dados do Ministério da Saúde registrava 588.597 óbitos.
Ainda há 3.331 falecimentos em investigação. Nessas situações, os diagnósticos dependem de resultados de exames concluídos apenas após o paciente já ter morrido.
Com os novos casos, o total de pessoas contaminadas pelo vírus desde o início da pandemia chegou a 21.069.017. Ontem, o sistema de informações da pandemia trazia 21.034.610 casos acumulados.
Ainda há 306.713 casos em acompanhamento. O nome é dado ao número de casos ativos de pessoas que tiveram o diagnóstico confirmado e estão sendo atendidas por equipes de saúde ou se recuperando em casa.
O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 foi para 21.173.064, o que corresponde a 95,7% das pessoas infectadas no Brasil desde o início da pandemia.
Estados
No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (147.811), Rio de Janeiro (64.472), Minas Gerais (53.899), Paraná (38.268) e Rio Grande do Sul (34.472). Na parte de baixo da lista estão Acre (1.816), Amapá (1.969), Roraima (1.982), Tocantins (3.728) e Sergipe (6.003).
Vacinação
Até o início da noite desta quinta-feira, o painel de vacinação do Ministério da Saúde não tinha novas atualizações, e o sistema marcava 216,6 milhões de doses aplicadas, sendo 139,8 milhões da primeira dose e 76,7 milhões da segunda dose. Nas últimas 24 horas, foram aplicadas 2,5 milhões de doses.
Quando considerados apenas os dados consolidados no sistema do Programa Nacional de Imunizações (PNI), foram aplicadas 204,4 milhões de doses, sendo 132,6 milhões da primeira dose e 71,7 milhões da segunda dose.
Ainda conforme o painel de vacinação, foram distribuídas 267,6 milhões de doses, sendo entregues 256,4 milhões.
Edição: Fernando Fraga / AGÊNCIA BRASIL
Covid-19: mortes sobem para 588,5 mil e casos, para 21,03 milhões
A quantidade de brasileiros mortos pela covid-19 subiu para 588.597 pessoas. Em 24 horas foram registrados 800 óbitos em razão da doença. 

Ainda há 3.328 mortes em investigação. Nessas situações, os diagnósticos dependem de resultados de exames concluídos apenas após o paciente ter morrido.
A soma de pessoas infectadas pelo novo coronavírus desde o início da pandemia foi para 21.034.610. Entre ontem e hoje, as secretarias de Saúde registraram 14.780 casos.
Ainda há 307.746 casos em acompanhamento. O nome é dado ao número de casos ativos de pessoas que tiveram o diagnóstico confirmado e estão sendo atendidas por equipes de saúde ou se recuperando em casa.
O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 chegou a 21.138.267. Isso corresponde a 95,7% das pessoas infectadas no Brasil desde o início da pandemia.
Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado na noite desta quarta-feira (15). A atualização consolida o levantamento realizado pelas secretarias de Saúde.
Estados
No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (147.641), Rio de Janeiro (64.295), Minas Gerais (53.845), Paraná (38.216) e Rio Grande do Sul (34.538). Na parte de baixo da lista estão Acre (1.816), Amapá (1.969), Roraima (1.980), Tocantins (3.724) e Sergipe (6.003).
São Paulo também lidera no número de casos, com 4.302.511, seguido por Minas Gerais (2.103.798) e Paraná (1.482.927). As unidades da Federação com menos casos são Acre (87.916), Amapá (122.616) e Roraima (125.616).
Vacinação
Em sua última atualização, o painel de vacinação do Ministério da Saúde marcava 214,6 milhões de doses aplicadas, sendo 139,2 milhões de primeira dose e 75,4 milhões de segunda dose ou dose única. Nas últimas 24 horas, 1,5 milhão de doses foram aplicadas.
Quando considerados apenas os dados consolidados no sistema do Programa Nacional de Imunizações (PNI), foram aplicados 203,8 milhões de doses, sendo 132,4 milhões de primeira dose e 71,3 milhões de segunda dose ou dose única. Ainda aguardam o registro, 10,8 milhões de doses, sendo 6,5 milhões de primeira dose e 4,1 milhões de segunda dose ou dose única.
Ainda conforme o painel de vacinação, foram distribuídos 265,8 milhões de doses, sendo entregues 256,4 milhões de doses e com 9,4 milhões de doses em processo de distribuição.
Edição: Fábio Massalli / AGÊNCIA BRASIL
Butantan entrega 5,1 milhões de doses da CoronaVac ao governo
O Instituto Butantan enviou hoje (15), ao Ministério da Saúde, mais 5,1 milhões de doses da vacina CoronaVac contra a covid-19, produzida pelo instituto em parceria com o laboratório chinês Sinovac. Com isso, o governo paulista informa ter cumprido o contrato com o Ministério da Saúde para a entrega de 100 milhões de doses desse imunizante, com uma antecedência de 15 dias.

Pelo contrato, o Ministério da Saúde deve receber 100 milhões de doses da CoronaVac até o dia 30 de setembro. Há meses, o governo paulista informava nas coletivas à imprensa que iria entregar o montante até o final de agosto. Mas não conseguiu cumprir esse prazo de adiantamento.
O problema nessa totalização informada pelo Butantan é que 8 milhões de doses da vacina foram interditadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) por terem sido produzidas em uma nova fábrica da Sinovac, que ainda não havia sido inspecionada pelo órgão.
Como essas doses ainda não podem ser aplicadas até que a Sinovac comprove à Anvisa a segurança da produção, o governo de São Paulo decidiu ontem (14) substituir as vacinas. Hoje, o Butantan encaminhou também 1,8 milhão de doses extras para substituir as vacinas que foram interditadas, produzidas a partir de insumo farmacêutico ativo (IFA) enviado pela Sinovac.
Na semana que vem, segundo o instituto, chegará um novo lote de 5 milhões de doses prontas produzidas na fabrica da Sinovac que já foi vistoriada pela Anvisa.
A previsão do Butantan é conseguir substituir todas essas doses interditadas até o dia 29 de setembro.
Meta de vacinação
Em entrevista hoje (15) à imprensa, o governador de São Paulo, João Doria, informou que o estado paulista ultrapassou a meta de vacinação contra a covid-19 em idosos acima de 60 anos, com o esquema de imunização completo. Segundo o governo, mais de 7,3 milhões de pessoas nessa faixa etária estão protegidos contra a doença.
No público acima de 65 anos, foi atingido 100% de cobertura vacinal em todas as estratificações. Já na faixa de 60 a 64 o percentual foi de 93,5%, também acima da meta definida da campanha, que é de ao menos 90% do público-alvo. Agora, o estado começa a vacinar os idosos que concluíram seu esquema vacinal há seis meses com uma dose adicional, já que a proteção tende a cair após esse período.
No decorrer de toda a campanha, iniciada em janeiro de 2021, São Paulo aplicou mais de 57,9 milhões de doses. O número soma 35,92 milhões de aplicações de primeira dose, 20,79 milhões de segunda e 1,15 milhão de dose única, além de 111,6 mil de doses de reforço. O total de pessoas que completou o esquema vacinal no estado é hoje de 47,4%.
Redução de mortes com CoronaVac
O governo de São Paulo apresentou hoje dados, informando que a vacina CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan e a Sinovac, reduziu em 88% as mortes de pessoas com mais de 70 anos no Brasil.
Os dados do Sivep-Gripe (Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe) do Ministério da Saúde indicam que a média semanal de mortes por covid-19 entre as pessoas com 70 anos ou mais caiu de 1.316 por dia em 28 de março para 164 em 20 de agosto. A queda de 88% considera todo o território nacional.
Se consideradas apenas as estatísticas de São Paulo, o resultado é semelhante, com redução de 86% no número de óbitos. A média semanal de mortes por covid-19, entre pessoas com mais de 70 anos no estado, caiu de 353 por dia em 28 de março, para 51 em 20 de agosto.
Edição: Maria Claudia / AGÊNCIA BRASIL
Liberdade de imprensa tem defeitos, mas deve persistir, diz presidente
O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta terça-feira (14) que a liberdade de imprensa no Brasil "tem defeitos", mas deve ser preservada. Ele participou, no Palácio do Planalto, da cerimônia de entrega do Prêmio Marechal Rondon, distinção do Ministério das Comunicações que reconhece o trabalho de pessoas e instituições para o setor. Diversos ministros, parlamentares e auxiliares do governo federal foram agraciados. 

"A nossa liberdade de imprensa, com todos os seus defeitos, tem que persistir. Com todos os seus defeitos, é melhor ela falando do que calada", afirmou Bolsonaro durante discurso na solenidade. O presidente não deu detalhes sobre o que considera como defeitos dessa liberdade, mas lembrou que é um dos maiores alvos de ataques na internet atualmente.
"Se for levar em conta o que se fala do presidente nas mídias sociais, eu duvido quem apanha mais do que eu, mas em nenhum momento eu recorri ao Judiciário para tentar reparar isso", disse.
"Não precisamos de regular isso aí. Deixemos o povo à vontade. Obviamente, quando se vai para pedofilia e outras coisas mais, aí não tem cabimento. Isso não é fake news, isso é crime", acrescentou.
Ainda segundo Bolsonaro, a internet é um fator de união e influencia na eleição dos representantes brasileiros na política. "A internet, realmente, une nosso povo. A internet elege vereador, prefeito, governador. Elegeu um presidente da República".
Em seu discurso, o ministro Fábio Faria, das Comunicações, que fez um balanço de diversas ações da pasta, afirmou que Bolsonaro foi alvo de injustiças e protagonizou diversos "embates" com a mídia, mas que jamais pretendeu estabelecer algum tipo de nova regulação do setor.
"Em nenhum momento, em nenhum segundo, esse presidente que está aqui do meu lado falou em regular a mídia."
Leilão do 5G
Fábio Faria destacou a importância do edital do leilão do 5G. Para ele, não se trata de um projeto de governo, mas de país. Ele lembrou que serão cerca de 1,2 trilhão de dólares em investimentos pelos próximos 15 anos.
"O leilão vai fazer com que 40 milhões de brasileiros que não tem internet possam receber. O 4G conectou pessoas, e o 5G vai conectar toda a indústria e toda a cadeia produtiva".
O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) havia aprovado o edital no último dia 25 de agosto, e a avaliação final pela Anatel deve ser concluída na semana que vem. Se o governo mantiver o calendário, o leilão ocorrerá em meados de outubro.
O 5G é uma nova tecnologia que amplia a velocidade da conexão móvel e reduz a latência, permitindo novos serviços com conexão com segurança e estabilidade que abrem espaço para o uso de novos serviços em diversas áreas, como indústria, saúde, agricultura e na produção e difusão de conteúdos.
A proposta de leilão tem valor previsto de R$ 44 bilhões e está estruturada com foco em investimentos e oferta da tecnologia a todos os municípios com mais de 600 pessoas, e não na arrecadação de recursos para o governo.
Prêmio
Entre os agraciados com o prêmio estão os ministros do TCU Jorge Oliveira, Walton Alencar, Raimundo Carreiro, Vital do Rêgo e Bruno Dantas. Os presidentes da Telebrás, Jarbas José Valente, dos Correios, Floriano Peixoto, do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro de Andrade, o diretor-presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Glen Valente, também receberam a homenagem.
A premiação foi entregue ainda ao presidente Jair Bolsonaro, à primeira-dama Michelle Bolsonaro e aos ministros Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Flávia Arruda (Secretaria de Governo), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria-Geral), Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos), Gilson Machado (Turismo), Marcelo Queiroga (Saúde), João Roma (Cidadania), Onyx Lorenzoni (Trabalho e Previdência), Milton Ribeiro (Educação), Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), Braga Netto (Defesa), Ciro Nogueira (Casa Civil), os presidentes da Câmara, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco, entre outros. AGÊNCIA BRASIL
Covid-19: Brasil tem 21 milhões de casos e 587,7 mil mortes
O total de pessoas que foram contaminadas pelo novo coronavírus chegou a 21.019.830. Em 24 horas, as autoridades de saúde confirmaram 13.406 diagnósticos positivos. Ontem, o painel de informações da pandemia contabilizava 21.019.830 casos acumulados.

Ainda há 323.616 casos em acompanhamento. A definição é dada a casos ativos de pessoas que tiveram o diagnóstico confirmado e estão sendo atendidas por equipes de saúde ou se recuperam em casa.
Já a soma de brasileiros que perderam a vida para a pandemia alcançou 587.797 pessoas. Entre ontem e hoje, foram registradas 731 mortes por causa da doença. Ontem, o sistema de informações da pandemia marcava 587.066 óbitos.
Ainda há 3.386 mortes em investigação. Nessas situações, os diagnósticos dependem de resultados de exames concluídos apenas após o paciente já ter morrido.
O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 chegou a 21.108.417. Isso corresponde a 95,7% das pessoas infectadas no Brasil desde o início da pandemia.
Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado na noite desta terça-feira (14). A atualização consolida o levantamento realizado pelas secretarias de saúde.
Os dados em geral são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação do sistema pelas secretarias estaduais. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pela regularização dos registros acumulados durante o fim-de-semana.
Estados
No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (147.444), Rio de Janeiro (64.077), Minas Gerais (53.732), Paraná (38.163) e Rio Grande do Sul (34.510). Na parte de baixo da lista estão Acre (1.816), Amapá (1.963), Roraima (1.971), Tocantins (3.719) e Sergipe (6.003).
Vacinação
Até o início da noite de terça (14), o painel de vacinação do Ministério da Saúde não possuía novas atualizações. Até esta terça-feira, o sistema marcava 212,8 milhões de doses aplicadas, sendo 138,6 milhões da 1ª dose e 74,1 milhões da 2ª dose. Nas últimas 24 horas, foram aplicadas 1,9 milhão de doses.
Quando considerados apenas os dados consolidados no sistema do Programa Nacional de Imunizações (PNI), foram aplicadas 201,9 milhões de doses, sendo 131,9 milhões da 1ª dose e 70 milhões da 2ª dose.
Ainda conforme o painel de vacinação, foram distribuídas 259,4 milhões de doses, sendo entregues 256,4 milhões de doses.
Edição: Pedro Ivo de Oliveira / AGÊNCIA BRASIL
Bondinho de Ubajara está pronto, mas aguarda licença para reabrir, diz Camilo Santana

Mesmo com as obras de revitalização concluídas, o bondinho de Ubajara, ponto turístico da região da Serra da Ibiapaba, segue sem funcionar. Conforme o governador do Estado, Camilo Santana (PT), o teleférico está pronto, mas aguarda licença para voltar a operar.
"O bondinho está pronto, nós estamos apenas aguardando a licença de operação do ICMBio. Está lindo o bondinho! Cabines novas, modernas. Nós iluminamos a gruta. Estou ansioso para entregar essa obra", disse o gestor nesta terça-feira (14), durante a transmissão semanal que faz nas redes sociais.
Segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o órgão recebeu a solicitação da Licença de Operação (LO) em agosto, e tem previsão de concluir a análise até a metade do mês de outubro.
O equipamento, localizado no Parque Nacional de Ubajara, uma Unidade de Conservação Federal de Proteção Integral, é administrado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Turismo (Setur). Já o parque é de responsabilidade do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
A reportagem entrou em contato com o ICMBio sobre o andamento da entrega da licença e aguarda resposta.
Em abril, o presidente Jair Bolsonaro oficializou a inclusão do parque no Programa Nacional de Desestatização (PND). A unidade se junta ao Parque Nacional de Jericoacoara, já presente no programa que visa conceder à iniciativa privada parques e unidades de conservação.
Além de Ubajara, outros oito parques também foram inclusos no PND, "para fins de concessão para prestação dos serviços públicos de apoio à visitação, com previsão do custeio de ações de apoio à conservação, à proteção e à gestão".
TELEFÉRICO EM JUAZEIRO
No domingo (12), o governador informou que outro teleférico do Estado está com 80% da execução das obras concluídas. Com cabines climatizadas, o bondinho do Horto, em Juazeiro do Norte, deve ser entregue até o fim de 2021.
O equipamento deve fazer o percurso de dois quilômetros entre as estações Romeiros (inferior) e Horto (superior), a uma altura de 200 metros. A ideia é que, nos 7 minutos e 30 segundos de trajeto, turistas tenham uma vista privilegiada de Juazeiro do Norte e da Chapada do Araripe. DIARIONORDESTE
Fiocruz volta a entregar doses da vacina contra covid-19

hoje 
(14) 1,7 milhão 
de doses da vacina Oxford/AstraZeneca ao Programa Nacional de Imunizações (PNI), após duas semanas sem liberar remessas. 
Parte dessas doses, 50 mil imunizantes, ficará no estado do Rio 
de Janeiro, e o restante seguirá para o Ministério da Saúde, em Brasília.











a marca de 100 milhões, contando com as vacinas já entregues e as que ainda estão em produção e controle de qualidade.


pelo gerente do projeto de implementação da vacina covid-19 em Bio-Manguinhos, Fábio Henrique Gonçalez, durante a Jornada Nacional de Imunizações. 



Edição: Lílian Beraldo / AGÊNCIA BRASIL
Covid-19: Brasil passa dos 21 milhões de casos acumulados
O Brasil ultrapassou a marca dos 21 milhões de pessoas infectadas pela covid-19 nesta segunda-feira (13). Entre ontem e hoje, foram registrados 6.645 novos casos, chegando a um total de 21.006.424.

Ainda há 342.625 casos em acompanhamento. O nome se refere ao número de casos ativos de pessoas que tiveram o diagnóstico confirmado e estão sendo atendidas por equipes de saúde ou se recuperando em casa.
O total de pessoas que perderam a vida para a pandemia alcançou 587.066 pessoas. Nas últimas 24 horas, foram confirmadas 215 mortes em decorrência da doença.
Ainda há 3.437 falecimentos em investigação. Nessas situações, os diagnósticos dependem de resultados de exames concluídos apenas após o paciente já ter morrido.
O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 chegou a 20.076.733. Isso corresponde a 95,6% das pessoas infectadas no Brasil desde o início da pandemia.
Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado na noite desta segunda-feira (13). A atualização não trouxe dados do Rio de Janeiro e Ceará.
Os dados em geral são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação do sistema pelas secretarias estaduais de Saúde. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pela regularização dos registros acumulados durante o fim de semana.
Estados
As unidades da Federação com maior número de mortes são: São Paulo (147.258), Rio de Janeiro (63.880), Minas Gerais (53.698), Paraná (37.116) e Rio Grande do Sul (34.462). Na parte de baixo da lista estão Acre (1.816), Amapá (1.962), Roraima (1.968), Tocantins (3.716) e Sergipe (6.003).
São Paulo também lidera no número de casos, com 4.300.644, seguido de Minas Gerais (2.097.095) e Paraná (1.479.670). As unidades da Federação com menor número de casos são Acre (87.914), Amapá (122.603) e Roraima (126.855).
Vacinação
Segundo a última atualização do painel de vacinação do Ministério da Saúde, o sistema marcava 210,5 milhões de doses aplicadas, sendo 137,7 milhões da primeira dose e 72,7 milhões da segunda dose ou dose única. Nas últimas 24 horas, foram aplicadas 430,6 mil de doses.
Quando considerados apenas os dados consolidados no sistema do Programa Nacional de Imunizações (PNI), foram aplicados 200,4 milhões de doses, sendo 131,3 milhões da primeira dose e 69 milhões da segunda dose ou dose única. Há 10 milhões de doses aplicadas que aguardam registro, sendo 6,2 milhões da primeira dose e 3,7 milhões da segunda dose ou dose única.
Ainda conforme o painel de vacinação, foram distribuídos 259,4 milhões de doses, sendo entregues 256,4 milhões de doses e 3 milhões de doses que foram enviadas e estão em processo de distribuição.
Edição: Fábio Massalli / AGÊNCIA BRASIL


