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Para construção civil, receber R$ 7 bi em atraso já é ‘novo PAC’

BRASÍLIA - Para a indústria da construção, o governo não precisa de muito esforço para estimular o segmento como tentativa de reanimar a economia brasileira. A principal reivindicação do setor é o pagamento de quase R$ 7 bilhões em atrasos das obras públicas, o que já seria suficiente para dar fôlego às construtoras.

“Colocar em dia os pagamentos dos atrasos já seria um novo PAC”, afirma José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic). “Seria o suficiente para recuperar as empresas que estão morrendo. O principal ponto é simplesmente cumprir um compromisso.”

O Estado informou na edição desta terça-feira, 5, que o governo estuda medidas para estimular a construção, que responde rápido aos incentivos, como forma de reanimar a economia. A nova estratégia foi batizada no Palácio do Planalto de “novo PAC”.

Setor de construção diz que 'novo PAC' vai reanimar a economia

Setor de construção diz que 'novo PAC' vai reanimar a economia

De acordo com os números do setor, o governo fechou 2015 com dívida de R$ 3 bilhões em contratos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), R$ 1,8 bilhão do Ministério das Cidades em obras de saneamento, R$ 1,5 bilhão do Ministério da Integração Nacional e R$ 400 milhões da Valec, estatal federal que cuida de ferrovias. Esse valor de R$ 6,7 bilhões considera apenas as obras que foram efetivamente executadas e faturadas.

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FPM apresentou comportamento incerto em 2015, aponta CNM

    

Pref. RJAlém de inflação alta, recessão, redução na competitividade da indústria, desvalorização do câmbio e balança comercial em déficit, a instabilidade econômica que perdurou durante todo o ano passado também impactou negativamente no Fundo de Participação dos Municípios (FPM). A crise econômica reduziu o consumo de todos os agentes econômicos e, por consequência, o lucro das empresas. Por sua vez, a conjuntura acarretou na redução da receita tributária, principalmente dos recursos angariados pelo Imposto sobre a Renda (IR), que é o principal item do Fundo.
A análise é resultado de estudo técnico da Confederação Nacional de Municípios (CNM), que revelou diferenças das estimativas do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) e dos diversos relatórios divulgados pelo Ministério do Planejamento ao longo do ano à luz do FPM. Ainda foi detalhado o desempenho do Fundo, considerando os repasses extras, com e sem os efeitos da inflação, e o crescimento do fundo no último ano frente ao crescimento dos custos das prefeituras no mesmo período.
Planejamento vs Execução As perspectivas econômicas divulgadas em relatórios do Ministério do Planejamento, sobre avaliação de resultado fiscal anual, se mostraram sempre muito positivas frente à realidade do país. No último documento, referente ao 5.º bimestre, ficou claro o que a Confederação Nacional de Municípios (CNM) alertou ao longo de 2015: as estimativas da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) para o exercício foram artificialmente otimistas.

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Prefeitura do Rio assume dois hospitais da rede estadual

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Administração de Eduardo Paes vai assumir a gestão dos hospitais Albert Schweitzer, em Realengo, e Rocha Faria, em Campo Grande, os dois na zona oeste da cidade; secretário de Coordenação de Governo do município, Pedro Paulo Carvalho, será o coordenador da transferência dos hospitais para a prefeitura; "Apesar de ter terminado 2015 com superávit, a prefeitura mantém suas contas organizadas e todas as contas foram feitas para assumir estes hospitais", disse Pedro Paulo; contratos em vigor nos dois hospitais representam um custo anual de R$ 500 milhões, recursos que sairão do próprio caixa da prefeitura. BRASIL 247

Minas atrasa salário de dezembro de servidores e sindicato cobra 'diálogo'

Belo Horizonte - A gestão Fernando Pimentel (PT) só vai quitar no dia 13 o salário dos servidores de Minas relativo a dezembro, por falta de recursos em caixa. O Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público do Estado de Minas Gerais (Sindpúblicos) reclama de falta de diálogo por parte do governador. Os servidores do Executivo são os únicos com atraso nos vencimentos - os do Legislativo e do Judiciário já receberam o pagamento.

Segundo o diretor-administrativo do Sindpúblicos, Claudio Utsch, o comunicado do atraso, feito no sábado, 2, foi "desrespeitoso". "Questionamos ao sr. governador, Fernando Pimentel, sobre sua forma de dialogar com os servidores estaduais. Em uma campanha cujo slogan era 'ouvir para governar', os sindicatos não foram atendidos sequer uma vez por V. Exa. É desrespeitoso publicar uma nota em um sábado a tarde, em meio um feriado nacional, avisando os servidores sobre o atraso no pagamento", afirma o sindicalista, também em nota. Segundo a assessoria do Estado, o governo não falará mais sobre o assunto.

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Documento apontava riscos de queda de pedras em Vila Velha

PEDRA VILA VVELHA

VILA VELHA - Um documento protocolado na Prefeitura de Vila Velha, região metropolitana de Vitória, Espírito Santo, alertava sobre os riscos de possíveis desabamentos de pedras na região do Morro da Boa Vista, onde, na última sexta-feira, 1, uma rocha de três mil toneladas caiu. A pedra atingiu quatro casas e deixou 14 pessoas feridas. A afirmação partiu do ex-prefeito da cidade, Neucimar Fraga (PSD), cuja equipe desenvolveu, em 2012, os documentos. Ele diz que ficou assustado quando viu o atual prefeito Rodney Miranda (DEM) afirmando em entrevistas a emissoras de televisão que o ocorrido poderia ter sido reflexo da péssima administração passada. Um dos documentos foi protocolado na prefeitura no dia 11 de dezembro de 2012.  No laudo técnico produzido pelo Serviço Geológico do Brasil, consta o seguinte trecho em relação ao morro Boa Vista: “de acordo com o CPRM - Serviço Geológico do Brasil, o morro é de rocha granítica fraturada e com grandes juntas de alivio. Ocorrência de muitos blocos de rochas soltos e parcialmente encaixadas que podem atingir residências a montante”.

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Governo aposta em ‘novo PAC’ para estimular construção

PAC

BRASÍLIA - Para tentar reverter o pessimismo apontado pelos indicadores econômicos, a presidente Dilma Rousseff planeja apresentar ainda neste mês medidas e propostas que ajudem a retomar o crescimento e animar a economia, mas sem abandonar o ajuste fiscal que desde o início do segundo mandato tenta implementar. O plano já é tratado no Palácio do Planalto como uma espécie de “novo PAC” e tem como prioridade estimular o setor de construção civil. A expressão refere-se ao Programa de Aceleração do Crescimento, criado em 2007 pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva para estimular a economia e posteriormente usado para ajudar a eleger a então ministra da Casa Civil Dilma Rousseff à Presidência da República. Para o Planalto, a escolha pela construção civil se deve à capacidade do setor de, uma vez estimulado, reagir mais rapidamente e, com isso, criar empregos.

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PT agora quer de Dilma ‘Carta ao Povo Brasileiro’ às avessas

BRASÍLIA - A cúpula do PT quer que a presidente Dilma Rousseff faça uma espécie de “Carta ao Povo Brasileiro” às avessas, desta vez não mais para atrair o mercado financeiro, como na campanha de Lula, em 2002, mas para indicar um novo rumo neste ano de eleições municipais. Até ministros do PT avaliam que o governo precisa de outra mensagem, que transmita esperança e estimule o setor produtivo. Não está fácil, porém, encontrar o melhor tom. Com ou sem acordo, os petistas prometem redobrar a pressão pela queda dos juros. O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, virou o novo alvo de críticas do PT. O partido prega, ainda, o uso de parte das reservas internacionais, hoje em US$ 370 bilhões, para reaquecer a economia. Pelos cálculos internos, se Dilma recorresse a US$ 130 bilhões de reservas, poderia combater a crise com um vigoroso pacote de infraestrutura e investimentos.

Cúpula do PT quer que Dilma indique um novo rumo neste ano de eleições municipais

Cúpula do PT quer que Dilma indique um novo rumo neste ano de eleições municipais

O ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, é contrário à ideia, que, segundo dirigentes do PT, tem o apoio do ex-presidente Lula. Ele é um dos maiores defensores de uma agenda “de impacto” para diminuir as incertezas na política e na economia. É aí que entraria o documento estabelecendo as prioridades de Dilma.

Na campanha de 2002, Lula lançou, em junho, a Carta ao Povo Brasileiro, feita sob medida para acalmar o mercado. Depois, no segundo mandato, quando a crise econômica mundial já mostrava suas garras, anunciou o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O ESTADO DE SP

Empréstimo é autorizado e obra da avenida Aguanambi deve começar

Érico Firmo           O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.         

            
                           

Ao retornar das férias, na próxima semana, o prefeito Roberto Cláudio (PDT) terá entre os primeiros compromissos a assinatura do contrato de financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para as obras na avenida Aguanambi. Com isso, será dada a ordem de serviço para uma das mais ambiciosas intervenções de trânsito da atual administração. O financiamento havia sido aprovado pelo BID e autorizado pelo Senado, mas aguardava há aproximadamente um ano pelo aval do Ministério da Fazenda. A liberação ocorreu em dezembro, quando técnicos da Secretaria da Infraestrutura do Município (Seinf) já nem esperavam mais. O investimento é estimado em R$ 95 milhões. A avenida deve ganhar corredor exclusivo de ônibus no canteiro central. O canal terá cerca de 36% da superfície coberta para colocação das oito estações de ônibus. E haverá ciclovia junto às calçadas.

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Wagner, o grilo falante da presidente Dilma

LULA MARQUES: <p>Brasília- DF 08-12-2015 Foto Lula Marques/Agência PT Presidenta Dilma reunida com governadores que são contra o impeachment</p>                                                            

"Presidentes não podem dizer tudo o que precisa ser dito pela própria boca. Precisam de grilos falantes, que são mais que porta-vozes oficiais, destes que emitem declarações oficiais, geralmente burocráticas e protocolares. O grilo falante é outra coisa. Precisa ter estatura política suficiente para convencer a todos de que fala aquilo que o presidente pensa, embora sem declarar isso", diz a colunista Tereza Cruvinel; ela faz, no entanto, um alerta; "A atuação de Wagner como 'vocero' político é um achado, embora palavras não movam moinhos. Para enterrar o impeachment,  depois que o Supremo colocou ordem no ritual, o governo terá que mapear as ilhas de insatisfação em sua base e obter muito mais que os 171 votos, para não deixar dúvidas sobre a legitimidade do mandato a ser mantido"; BRASIL 247

Propostas do PT arruinariam de vez o país

Enquanto a presidente Dilma e seu ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, redigem um documento sobre o que será a política econômica pós-Levy, como noticiado pelo GLOBO no domingo, o PT se apressou a preparar um documento próprio com propostas de mudança de rumo, a fim de conduzir o país para longe de qualquer ajuste fiscal. Já entregue ao ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, o documento, com uma lista de 14 medidas, ficará nas gavetas palacianas, caso Dilma e Barbosa estejam de fato comprometidos com ações que restabeleçam o mínimo de confiança na estabilização da economia. Uma delas, a reforma da Previdência, com a fixação de idade mínima, ignorada pelo documento.

O núcleo do documento resgata o sentido de intervenções já defendidas pelo Instituto Perseu Abramo, think tank da intelectualidade orgânica petista, sempre, em sua essência, na linha de mais impostos, para financiar mais gastos. Insanidade. Entre as medidas há questões já contempladas pelo Planalto — a equivocada volta da CPMF e o incentivo à legalização de dinheiro transferido para o exterior. E sacadas mais delirantes, como pedir emprestado à China para capitalizar empresas brasileiras, no momento em que os chineses se desdobram para estabilizar seu mercado acionário, em perigoso ciclo de baixa.

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