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Covid-19: Brasil tem 16,6 mil novos casos e 36 mortes em 24 horas

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde divulgado neste domingo (26) mostra que o Brasil registrou, em 24 horas, 16.679 novos casos de covid-19.

No total, o país contabiliza 32.078.638 registros da doença. Destes, 792.581 (2,5%) seguem em acompanhamento, ou seja, são casos ativos.

As secretarias estaduais de saúde registraram 36 mortes por covid-19 em 24 horas. No total, a pandemia resultou em 670.405 óbitos no país.

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia de covid-19 no Brasil.
Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia de covid-19 no Brasil. - Ministério da Saúde


O número de recuperados é de 95,4% do total - 30,6 milhões de brasileiros são considerados curados.

O informativo mostra ainda que houve 161 óbitos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) nos últimos 3 dias. Há também 3.283 óbitos por SRAG em investigação, e que ainda necessitam de exames laboratoriais confirmatórios para serem relacionados à covid-19.

Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (170.607), Rio de Janeiro (74.053), Minas Gerais (62,015), Paraná (43.654) e Rio Grande do Sul (39.968).

Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (2.002), Amapá (2.140), Roraima (2.152), Tocantins (4.158) e Sergipe (6.356).

Vacinação

Até este sábado, foram aplicadas 449,9 milhões de doses, sendo 177,9 milhões referentes à 1ª dose e 160,7 milhões relativas à 2ª dose. Outras 93,1 milhões de doses dizem respeito à primeira dose de reforço, enquanto 8,9 milhões são da segunda dose de reforço. O painel registra, ainda, 4,1 milhões de doses adicionais. As vacinas de dose única - protocolo que já não é mais usado - foram 4,9 milhões.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira / AGÊNCIA BRASIL

Congresso aprova projeto que facilita revitalização de áreas urbanas e centros históricos

23062022 CentroHistoricoO plenário da Câmara dos Deputados aprovou na última terça-feira, 21 de junho, o Projeto de Lei 4000/2021, que altera o Código Civil. Com a medida, torna-se exigível, em condomínios edilícios, a aprovação de 2/3 (dois terços) dos votos dos condôminos para a mudança da destinação do edifício ou da unidade imobiliária. O projeto vai à sanção presidencial.

Com o projeto, a alteração de usos de edifícios em projetos de revitalização urbana de edifícios  subutilizados deve ser desburocratizado, além de facilitar a implantação de projetos de revitalização urbana de áreas centrais e centros históricos. A área de Planejamento Territorial e Habitação da Confederação Nacional de Municípios (CNM) explica que atualmente o Código Civil exige a aprovação unânime dos condôminos para transformar ou alterar um imóvel de uso comercial em residencial e vice-versa, conforme as convenções de condomínio que devem atender o Código Civil.

Atualmente um único condômino possui o direito absoluto de veto e muitas vezes inviabiliza propostas coletivas, bem como, iniciativas de  revitalização urbana do Poder Local. A alteração do quórum para 2/3 dos condôminos torna a relação mais adequada e alinhada a questões complexas de convenções condominiais, conforme justificativa do Projeto de Lei e  traz segurança jurídica.

Para a CNM, a iniciativa é bem-vinda e tem potencial de promover negócios e geração de empregos.  Sendo assim, os Municípios, ao promover projetos de revitalização ou requalificação urbana, precisam incorporar mecanismos de promoção de inclusão social e moradia social para a população de menor renda, incentivando usos mistos e inclusão social alinhada às legislações urbanas e Plano Diretor promovendo moradia social e oportunizando empregos e acesso a serviços.

Da Agência CNM de Notícias com informações Câmara dos Deputados

Municípios têm até o dia 6 de julho para ativar contas Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente e do Idoso

11102017 IdososAtenção, gestores municipais! Os Municípios que possuem Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente (FDCA) e Fundos dos Direitos da Pessoa Idosa (FDI) devem ativar as contas até o dia 6 de julho de 2022. O alerta foi feito pela Receita Federal do Brasil.

Os Fundos precisam estar devidamente cadastrados e regularizados junto à instituição bancária pública para o recebimento de recursos. Os gestores municipais precisam estar atentos, também, aos prazos, pois os repasses dos valores do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (DIRPF) estão agendados para o próximo dia 29 de julho. Sendo assim, caso a conta não esteja ativa e a transferência não ocorra, os recursos serão repassados apenas no ano de 2023.  

Com os recursos dos Fundos, os Municípios podem desenvolver projetos de promoção, defesa e proteção dos direitos da criança e do adolescente e da pessoa idosa em conformidade com as diretrizes formalmente deliberadas pelo conselho estadual/municipal.

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) destaca a importância do cadastro e da regularização dos Fundos e reforça que esses são ferramentas de descentralização do orçamento das entidades públicas que visam deixar explícita na peça orçamentária a destinação específica de recursos para um determinado fim.

Da Agência CNM de Notícias com informações da Receita Federal do Brasil

Covid-19: Brasil notifica 365 óbitos e 72 mil casos em 24 horas

As secretarias estaduais e municipais de Saúde registraram 72.049 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas em todo o país. De acordo com os órgãos, foram confirmadas também 365 mortes por complicações associadas à doença no mesmo período.

Os dados estão na atualização do Ministério da Saúde divulgada nesta quinta-feira (23). Segundo a pasta, os estados de Tocantins e Mato Grosso do Sul não enviaram as respectivas atualizações diárias.

Com as novas informações, o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus durante a pandemia já soma 31.962.782.

O número de casos em acompanhamento de covid-19 está em 738.203. O termo é dado para designar casos notificados nos últimos 14 dias que não tiveram alta e nem resultaram em óbito.

Com os números de hoje, o total de óbitos alcançou 669.895, desde o início da pandemia. Ainda há 3.393 mortes em investigação. As ocorrências envolvem casos em que o paciente faleceu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demanda exames e procedimentos complementares.

Até agora, 30.554.684 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 95,6% dos infectados desde o início da pandemia.

Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (170.427), Rio de Janeiro (74.037), Minas Gerais (61.916), Paraná (43.596) e Rio Grande do Sul (39.928).

Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (2.002), Amapá (2.140), Roraima (2.152), Tocantins (4.158) e Sergipe (6.355).

Vacinação

Até hoje foram aplicadas 447.295.140 doses de vacinas contra a covid-19, sendo 177,6 milhões como primeira dose, 160,3 milhões como segunda dose e 4,9 milhões como dose única. Outras 92,1 milhões de pessoas já receberam a dose de reforço e 8,1 milhões ganharam segunda dose extra, ou quarta dose da vacina.

Edição: Fernando Fraga / AGÊNCIA BRASIL

Covid-19: Brasil notifica 140 óbitos e 71,9 mil casos em 24 horas

As secretarias estaduais e municipais de Saúde registraram 71.906 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas em todo o país. De acordo com os órgãos, foram confirmadas também 140 mortes por complicações associadas à doença.

Os dados estão na atualização do Ministério da Saúde divulgada nesta quarta-feira (22). Segundo a pasta, os estados do Tocantins e da Paraíba não informaram os dados e Mato Grosso do Sul não enviou atualizações sobre óbitos.

Com as novas informações, o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus durante a pandemia já soma 31.890.733.

O número de casos em acompanhamento de covid-19 está em 688.335. O termo é dado para designar casos notificados nos últimos 14 dias que não tiveram alta e nem resultaram em óbito.

Com os números de hoje, o total de óbitos alcançou 669.530 desde o início da pandemia. Ainda há 3.313 mortes em investigação. As ocorrências envolvem casos em que o paciente morreu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demanda exames e procedimentos complementares.

Até agora, 30.532.868 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 95,8% dos infectados desde o início da pandemia.

Boletim da covid-19 de 22 de junho de 2022

Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (170.250), Rio de Janeiro (74.020), Minas Gerais (61.916), Paraná (43.574) e Rio Grande do Sul (39.858).

Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (2.002), Amapá (2.140), Roraima (2.152), Tocantins (4.158) e Sergipe (6.354).

Vacinação

Até hoje foram aplicadas 446.278.419 doses de vacinas contra a covid-19, sendo 177,5 milhões como primeira dose, 160,2 milhões como segunda dose e 4,9 milhões como dose única. Outras 91,6 milhões de pessoas já receberam a dose de reforço e 7,8 milhões ganharam segunda dose extra, ou quarta dose da vacina.

Edição: Fernando Fraga / AGÊNCIA BRASIL

Saúde lança programa que pode capacitar 200 mil agentes comunitários

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, lançou nesta quarta-feira (22) o Programa Saúde com Agente. A iniciativa vai oferecer qualificação técnica para quase 200 mil agentes comunitários de saúde e de endemias em todo o país. Classificado pelo Ministério da Saúde como o maior programa de formação técnica na área da saúde no formato híbrido – presencial e a distância -- de forma integrada do país, as inscrições foram encerradas em abril e tiveram adesão de 5.452 municípios, o que corresponde 98% do país.

“Esse curso, com a abrangência que tem e com o conteúdo programático de excelência, fará uma verdadeira revolução no nosso sistema de saúde”, afirmou Queiroga.

Um dos objetivos do curso é melhorar os indicadores de saúde, a qualidade e a resolutividade dos serviços da atenção primária aos brasileiros. Por meio da capacitação, na prática, o Brasil vai conseguir, por exemplo, combater de maneira mais eficiente problemas como hipertensão, tabagismo e diabetes, além melhorar o acompanhamento de gestantes e de tornar vacinação da população brasileira mais efetiva, acrescentou o ministro.

O programa tem investimento de mais de R$ 388 milhões. Por meio da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do ministério, em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, no total, serão 1.275 horas/aula e duração mínima de dez meses.

“O curso reforça a valorização dos agentes, que desempenham papel relevante como educadores para a cidadania na Saúde, por meio de maior atuação na prevenção e no cuidado das pessoas. O intuito é que esses profissionais tenham um olhar apurado sobre informações coletadas nas residências e saibam melhor orientar os pacientes que necessitam de atendimento”, destacou o Ministério da Saúde.

Edição: Nádia Franco / AGÊNCIA BRASIL

Turismo brasileiro cresce 47,7% em abril, aponta FecomercioSP

O turismo brasileiro faturou R$ 15,3 bilhões em abril, crescendo 47,7% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados do levantamento do Conselho de Turismo da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Houve também alta de 32,2% no acumulado no ano. No entanto, na comparação com abril de 2019, ano anterior à pandemia, o setor teve queda de 7,5%.

A FecomercioSP avalia que os feriados de Sexta-feira Santa, Tiradentes e os desfiles de carnaval contribuíram para o crescimento, considerado significativo, em abril deste ano e que a variação do mês demonstra sólida recuperação do turismo no Brasil. No mesmo período do ano passado, o setor cresceu 36%. Diante disso, a entidade acrescenta que “a alta não é resultado de uma base fragilizada de comparação, em razão dos efeitos da pandemia, mas um indicativo real de melhora nas perspectivas do turismo nacional”.

O maior crescimento ocorreu na atividade de transporte aéreo, com aumento de 159,7% na comparação anual e faturamento de R$ 4,6 bilhões no mês, voltando ao nível que faturava em abril de 2019 – já com o valor corrigido pela inflação – conforme apontou a FecomercioSP.

Para explicar o resultado, a entidade cita que as empresas estão ampliando a malha aérea com novas rotas e a demanda tem acompanhado este movimento. Outro motivo apontado foi o aumento no valor das passagens, que sofre influência da alta do querosene de aviação. “Desta forma, além da recuperação do mercado no pós-pandemia, o que influenciou o segmento foi, sem dúvida, os preços elevados dos bilhetes”, divulgou, em nota, a entidade.

O segundo maior crescimento foi observado nos serviços de alojamento e alimentação, com alta de 56,1% e faturamento de R$ 4,5 bilhões. Na comparação com o período pré-pandemia, entretanto, houve queda de 12,9%. As atividades culturais, recreativas e esportivas registraram alta de 21,7%, com faturamento de R$ 1,1 bilhão no mês. O montante ficou abaixo do período anterior à pandemia, já que, na comparação com abril de 2019, houve queda de 24,2%.

O transporte terrestre – que inclui os ônibus intermunicipal, interestadual e internacional, além de trens turísticos – teve alta de 10,9%, com faturamento de R$ 2,6 bilhões e aumento de 1,9% em relação ao nível pré-pandemia. As locadoras de veículos, agências e operadoras de turismo avançaram 2,5%, faturando R$ 2,5 milhões.

O transporte aquaviário foi o único segmento a ter queda no mês (-2,3%), com faturamento de R$ 42,3 milhões, o menor entre as atividades apontadas no levantamento. Com grande evolução durante a pandemia, segundo avaliou a FecomercioSP, o resultado foi 27,3% maior em relação a abril de 2019.

Apesar dos resultados de abril mostrarem um contexto positivo para o turismo, avaliação da entidade aponta que, se a inflação no setor continuar elevada, pode haver comprometimento do desempenho no segundo semestre, diminuindo a amplitude de expansão.

A presidente do Conselho de Turismo da FecomercioSP, Mariana Aldrigui, observou que os gastos com turismo são discricionários tanto para as empresas quanto para as famílias e que um dos efeitos do aumento constante de preços é a modificação ou cancelamento desse tipo de despesa.

Edição: Lílian Beraldo / AGÊNCIA BRASIL

Cade aprova venda da Extrafarma para Pague Menos

Por Gabriel Shinohara — Brasília / O GLOBO

 

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou nesta quarta-feira a venda da Extrafarma para a Pague Menos. A operação de R$ 700 milhões foi anunciada em maio do ano passado e eleva a compradora para o segundo lugar no setor de farmácias no país. Apesar da aprovação, a operação não poderá ser concluída ainda. Os conselheiros do Cade decidiram por unanimidade determinar a venda de pontos de vendas da Extrafarma em oito cidades com menos de 200 mil habitantes no Nordeste, sendo 5 no Ceará, 2 no Maranhão e 1 no Rio Grande do Norte.

 

A análise do Cade identificou que a operação poderia prejudicar a concorrência nesses locais. Para evitar efeitos prejudiciais, o tribunal determinou que a venda seja feita para uma empresa maior, com capacidade de competição, dentro de 180 dias. Somente após a venda dessas lojas para uma empresa com capacidade de competição, que a operação poderá ser concluída. Segundo o relator do processo, conselheiro Gustavo Augusto, já há um interessado em comprar as lojas nas oito localidades que têm capacidade técnica e financeira para competir, a rede Bruno Farma.

 

— A referida rede tem interesse de adquirir os 8 estabelecimentos, vai ser adquirida por uma única rede. É uma rede que já atua em mais de 10 municípios, tem 19 estabelecimentos e com a compra de mais 8 estabelecimentos passa a ter um porte bem razoável — disse. A Extrafarma diz ser a sexta maior do país, com presença em 11 estados e 402 unidades, principalmente concentradas no Nordeste. Já a Pague Menos se torna a segunda maior companhia do setor com a concretização da operação, ultrapassando a DPSP, dono da redes Drogaria São Paulo e Pacheco.

Auxílio a caminhoneiros pode pagar até R$ 1.000 por mês

BRASÍLIA

A quatro meses das eleições, o governo Jair Bolsonaro (PL) planeja pagar até R$ 1.000 mensais de auxílio a caminhoneiros autônomos como forma de amenizar o impacto da alta dos combustíveis sobre esse grupo, que é um dos pilares da base eleitoral do presidente.

O valor tem sido discutido entre integrantes do Palácio do Planalto, parlamentares e membros do Ministério da Economia.

Caso confirmado, o repasse mensal aos caminhoneiros será mais que o dobro do piso de R$ 400 pago hoje às famílias do programa Auxílio Brasil, que contempla pessoas em situação de pobreza ou extrema pobreza. O benefício médio é de R$ 409,30, segundo dados de junho.

Como mostrou a Folha, havia em maio uma fila de espera de 764,5 mil famílias já habilitadas ao programa, mas que não recebem o benefício por falta de verbas dentro do teto de gastos —regra que limita o avanço das despesas à variação da inflação.

As despesas para bancar o novo pacote de medidas, que inclui o auxílio a caminhoneiros e a ampliação do Auxílio Gás, serão feitas fora do teto. Para isso, o governo articula a inclusão dos dispositivos em uma PEC (proposta de emenda à Constituição).

O ministro Paulo Guedes (Economia) estipulou um limite de R$ 5 bilhões para essas novas medidas, segundo fontes do governo relataram à reportagem.

Técnicos do governo ainda estão levantando o número de beneficiários potenciais do auxílio aos caminhoneiros autônomos, mas há a expectativa de que o público-alvo fique entre 650 mil e 900 mil beneficiários.

A partir desse número e do limite, o valor do benefício poderá ser definido pelos próprios parlamentares, relatam fontes da área econômica.

Nos bastidores, Pacheco e aliados ainda defendem a criação de um fundo de estabilização para subsidiar diretamente o preço do diesel, em moldes semelhantes ao programa feito no governo Michel Temer (MDB) em resposta à greve dos caminhoneiros em 2018.

A medida, porém, enfrenta dura resistência da Economia e passou a ser rechaçada por Lira.

Há ainda uma articulação para incluir um subsídio à gratuidade dos idosos nos transportes públicos municipais (as prefeituras vinham pedindo R$ 5 bilhões) e uma linha de financiamento às Santas Casas, instituições médicas filantrópicas.

Apesar da disposição do governo em contemplar os caminhoneiros, a categoria critica a medida.

"Caminhoneiro não precisa de esmola, mas de dignidade", disse o presidente da Abrava (Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores), Wallace Landim, conhecido como Chorão. Ele defende a mudança na política de preços da Petrobras.

No caso do Auxílio Gás, uma das possibilidades é reduzir o intervalo do pagamento do benefício, que passaria a ser mensal em vez de bimestral. Outra opção é dobrar o valor pago às famílias a cada dois meses.

O Auxílio Gás foi criado em novembro do ano passado e paga 50% do valor de um botijão de gás de 13 kg às famílias beneficiárias a cada dois meses. Em junho, o valor do benefício é de R$ 53, pago a 5,7 milhões de famílias.

A ampliação do Auxílio Gás deve dobrar o custo do programa, que hoje oscila entre R$ 275 milhões e R$ 300 milhões mensais.

Nos bastidores do Ministério da Economia, a expectativa é que, mesmo com as medidas adicionais, o custo total do pacote contra a alta de combustíveis não ultrapasse os R$ 50 bilhões.

O acerto para a ampliação do Auxílio Gás e para a criação do auxílio a caminhoneiros foi feito nesta terça-feira (21) em reunião entre o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, e os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

Os benefícios serão incluídos na PEC em tramitação no Senado que autoriza um repasse de até R$ 29,6 bilhões aos estados em troca de eles zerarem tributos sobre diesel e gás até o fim do ano.

Outros R$ 16,8 bilhões estão previstos em renúncias de tributos federais com a desoneração de PIS, Cofins e Cide sobre gasolina e etanol até o fim do ano.

Na Economia, porém, há a avaliação de que os valores efetivamente gastos podem ficar abaixo dessas previsões, sobretudo no caso do repasse aos estados. Estimativas internas apontam que o efeito sobre o caixa dos governos regionais pode ser menor, ou seja, há certa folga no valor a ser autorizado pela PEC.

Por outro lado, no Congresso, o apetite pela ampliação das medidas continua.

Covid-19: Brasil registra 229 óbitos e 64,36 mil casos em 24h

As secretarias estaduais e municipais de Saúde registraram 64.362 novos casos de covid-19 em 24 horas em todo o país. De acordo com os órgãos, foram confirmadas também 229 mortes por complicações associadas à doença no mesmo período. 

Os dados estão na atualização do Ministério da Saúde, divulgada nesta terça-feira (21). Segundo a pasta, o estado do Tocantins não atualizou os dados do dia.  

Com as novas informações, o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus durante a pandemia soma 31.818.827.

O número de casos em acompanhamento de covid-19 está em 669.390. O termo é dado para designar casos notificados nos últimos 14 dias que não tiveram alta e nem resultaram em óbito.

Com os números de hoje, o total de óbitos alcançou 669.390, desde o início da pandemia. Ainda há 3.251 mortes em investigação. As ocorrências envolvem casos em que o paciente faleceu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demanda exames e procedimentos complementares.

Até agora, 30.492.176 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 95,8% dos infectados desde o início da pandemia.

Aos sábados, domingos e segundas-feiras, o número registrado diário tende a ser menor pela dificuldade de alimentação dos bancos de dados pelas secretarias municipais e estaduais de Saúde. Às terças-feiras, o quantitativo, em geral, é maior pela atualização dos casos acumulados nos fins de semana.

Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (170.250), Rio de Janeiro (73.975), Minas Gerais (61.916), Paraná (43.548) e Rio Grande do Sul (39.858).

Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (2.002), Amapá (2.140), Roraima (2.152), Tocantins (4.158) e Sergipe (6.354).

Boletim epidemiológico da covid-19

Divulgação/ Ministério da Saúde

Vacinação

Até hoje foram aplicadas 445.288.334 doses de vacinas contra a covid-19, sendo 177,5 milhões como primeira dose, 160,1 milhões como segunda dose e 4,9 milhões, como dose única. Outras 91,1 milhões de pessoas já receberam a dose de reforço e 7,4 milhões ganharam segunda dose extra, ou quarta dose da vacina.

Edição: Kelly Oliveira / AGÊNCIA BRASIL

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