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MAIS UMA Ipespe/ABRAPEL: Lula tem 53% dos votos válidos; Bolsonaro tem 47%

Por Natália Santos / O ESTADÃO

 

A disputa entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) se mantém estável segundo a última versão da pesquisa Ipespe/ABRAPEL, divulgada nesta terça-feira, 25. O petista continua na liderança com 53% dos votos válidos, seguido do atual presidente, que tem 47% da preferência do eleitorado. Os números não sofreram alterações em comparação com o levantamento do instituto feito entre os dias 17 e 18 de outubro.

 

A pesquisa também considerou o cenário estimulado, em que os votos brancos e nulos são considerados e os nomes dos candidatos são apresentados para os entrevistados. Nessa situação, Lula tem 50% das intenções de voto enquanto Bolsonaro tem 44%. Os brancos, nulos e os que responderam “nenhum” somam 4%. Quem não sabe ou preferiu não responder representa 2% do total.

Para 78% dos entrevistados, as eleições presidenciais têm muito ou algum interesse. Outros 12% declararam pouco interesse, enquanto 8% afirmaram que não têm interesse. Os que não quiseram ou não souberam responder somam 2%.

A pesquisa entrevistou 1.100 pessoas, por telefone, entre os dias 22 a 24 de outubro de 2022. A margem de erro estimada é de 3 pontos porcentuais para mais ou para menos e a taxa de confiança é de 95,45%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-08044/2022.

 
 

Paraná Pesquisas: Lula tem 50,2%, e Bolsonaro, 49,8%

Levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta terça-feira, 25, mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 50,2% dos votos válidos para retornar ao Planalto. O presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 49,8% para a reeleição. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais.

Na rodada anterior do levantamento, lançada há cinco dias, o candidato do PT tinha 51,3% dos votos válidos, enquanto o chefe do Executivo pontuava com 48,7%.

Considerando a margem de erro, ambos os presidenciáveis podem estar empatados. Lula tem entre 52,4% e 48% dos votos válidos, e Bolsonaro, entre 52% e 47,6%.

Quanto aos votos totais, isto é, abarcando brancos e nulos, Lula tem 46,3% da preferência, e Bolsonaro, 45,9%. Os que afirmam que não votarão em nenhum dos dois são 4,8%, e 3% não sabem ou não quiseram responder. O ESTADO DE SP

A pesquisa foi financiada com recursos do próprio instituto. Foram entrevistados 2.020 eleitores entre os dias 20 e 24 de outubro, presencialmente. O código de registro na Justiça Eleitoral é BR-00525/2022.

O desafio que Bolsonaro fará a Lula no debate

Por Naira Trindade — Brasília / O GLOBO

 

Aliados de Jair Bolsonaro querem lançar um desafio a Lula durante o debate da Globo. A ideia é questionar se o petista conhece o número do decreto que institui sigilo de 100 anos para informações pessoais e perguntar também se o presidente sabe quem fez esta lei.

A intenção de auxiliares do presidente é deixar o petista numa saia-justa uma vez que o dispositivo usado pelo governo de Jair Bolsonaro está baseado na Lei nº 12.527, conhecida como Lei de Acesso à Informação, criada em 2011, no governo de Dilma Rousseff.

 

Essa norma deu meios para a sociedade cobrar transparência de agentes públicos e obter o direito fundamental de acesso a informações públicas. No artigo 31 da lei, está previsto sigilo a informações pessoais relacionadas “à intimidade, vida privada, honra e imagem”.

No último debate da Globo, Lula afirmou que, se eleito, fará um decreto para acabar com o sigilo de 100 anos e “para saber o que esse homem esconde por 100 anos”.

Lula tenta corrigir erro na reta final da campanha.

Josias de Souza / COLUNISTA DO UOL

 

Numa campanha eleitoral acirrada, um erro pode ser fatal. Mas um erro pode ser remediado dependendo do modo como o candidato se comporta depois de cometê-lo. Com enorme atraso, Lula enxergou o seu grande equívoco a seis dias da votação final. Depois de uma semana em que todas as pesquisas apontaram a redução de sua vantagem sobre Bolsonaro, Lula reuniu representantes da frente ampla que se formou ao redor de sua candidatura para prometer que, se eleito, fará não fará um "governo do PT", mas uma gestão "além" do partido. O compromisso de Lula soou num ato suprapartidário realizado em São Paulo. Foi um evento em favor da candidatura petista e, sobretudo, conta Bolsonaro. 

 

O Tuca, teatro da PUC, foi lotado por líderes políticos, ex-ministros, economistas, intelectuais e empresários. Gente como o ex-ministro Henrique Meirelles, o economista Pérsio Arida, a ex-presidenciável Simone Tebet e a deputada federal eleita Marina Silva. Do lado de fora, uma multidão ouviu Lula dizer que "não será um governo do PT, será um governo do povo brasileiro".

 

Promessa não é garantia de execução. Se for boa, a promessa é apenas um bom começo. Na política, o momento mais comovente das biografias é o encontro do político com seu erro. No caso de Lula, foi lenta e inexorável sua aproximação com o erro. Movido por uma fé que lembra a origem cristã ou socialista dos seus devotos —dois credos que excluem o ingrediente da dúvida—, Lula tratou a corrida presidencial de 2022 como um projeto pessoal de ressurreição..

 

Com as sentenças criminais anuladas pelo Supremo, Lula passou a percorrer o país como um salvador da democracia, concedendo aos democratas o privilégio de acompanhá-lo com suas preces. A votação depositada aos pés de Lula deu a ele mais de 6 milhões de votos de vantagem sobre Bolsonaro. Mas não foi suficiente para que a divindade petista fechasse no primeiro turno a disputa contra a ameaça autocrática personificada em Bolsonaro. Ao descer do andor, Lula parece ter entendido que quem comete um erro e não o corrige a tempo comete outro erro.

Ipespe: Lula tem 50% contra 44% de Bolsonaro; brancos e nulos são 4%, e indecisos, 2%

FOLHA DE SÃO PAULO / REDAÇÃO

Pesquisa do Ipespe em parceria com a Abrapel (Associação Brasileira de Pesquisas Eleitorais), feita com entrevistas por telefone e divulgada nesta terça-feira (25), mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) empatados no limite da margem de erro, que é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Lula tem 53% das intenções de votos válidos (excluídos brancos, nulos e indecisos), enquanto Bolsonaro aparece com 47%. Os números são os mesmos da rodada anterior, divulgada na semana passada.

Em votos totais, o petista tem 50% das intenções de voto, ante 44% do atual chefe do Executivo. Brancos e nulos foram 4%, e os que não sabem ou não responderam, 2%.

 

O instituto entrevistou 1.100 eleitores entre os dias 22 e 24 de outubro e a pesquisa custou R$ 46.200. O nível de confiança é de 95,45%, e o número de registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR-08044/2022.

VOTOS VÁLIDOS

  • Lula (PT): 53% (tinha 53% na semana passada)
  • Jair Bolsonaro (PL): 47% (tinha 47%)

VOTOS TOTAIS

  • Lula (PT): 50% (tinha 49%)
  • Jair Bolsonaro (PL): 43% (tinha 44%)
  • Nenhum/branco/nulo: 4% (eram 6%)
  • Não sabe/não respondeu: 2% (eram 2%)

PESQUISA ESPONTÂNEA

  • Lula (PT): 47% (tinha 46%)
  • Jair Bolsonaro (PL): 43% (tinha 42%)
  • Nenhum/branco/nulo: 5% (eram 7%)
  • Não sabe/não respondeu: 5% (eram 5%)

SOBRE O INSTITUTO

O Ipespe (Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas) é uma empresa de pesquisas fundada em 1986 e com sede no Recife. O instituto geralmente faz pesquisas eleitorais por telefone. Operadores ligam para eleitores selecionados conforme a distribuição de todo eleitorado brasileiro e os questionam sobre suas preferências eleitorais

 

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