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O alto custo dos partidos

Desde a proibição pelo Supremo Tribunal Federal (STF) das doações de pessoas jurídicas aos partidos políticos – decisão correta, que contribui enormemente para o aperfeiçoamento da democracia –, não é raro ouvir a queixa de que os partidos terão grandes dificuldades financeiras nas próximas eleições. Tal dificuldade será muito bem-vinda, pois em tese forçará as agremiações políticas a procurar maior proximidade com o eleitorado, seja em busca das doações de pessoas físicas, seja porque não poderão pagar a intermediação de caros e extravagantes marqueteiros. No entanto, a situação financeira dos partidos ainda está distante de depender tão somente de seus esforços. Apesar de serem entidades privadas, os partidos recebem polpudos recursos públicos.

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Rozario Ximenes em Audiência com Danilo Forte

Audiência com dep Danilo Forte. Muito proveitosa!

 
Foto de Rozário Ximenes.
Rozario Ximenes em visita ao presidente do PSB, deputado Federal Danilo Forte, com quem conversou logamente a respeito da politica em Canindé. Foi feita uma ampla analise do panorama atual na terra de São Francisco. Nessa audiência Danilo Forte já antecipou seu apoio, a provável candidatura de Rozario Ximenes à prefeitura de Canindé, uma exigencia de parte, apreciavel, do povo Canideense. Rozario Ximenes vem dando sequencia ao trabalho politico deixado por seu esposo (In memoria) Ximenes Filho. Quem também já admitie concorrer a uma cadeira no Legislativo de Canindé é sua Filha Sara Ximenes. Em conversa conosco Rozario Ximenes nos confirmou que logo agora em Fevereiro haverá uma rodada de pesquisa, que balizxará sua decisão final de participar da campanha eleitoral 2016, na cidade da fé.

João Santana pode ter recebido dinheiro do petrolão no exterior

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Um empreiteiro do primeiro time está diante de um advogado de sua empresa e, pensando alto, reclama da atitude da presidente Dilma Rousseff, que, na visão dele, estava pouco se lixando para a sorte dos empresários pegos na Operação Lava-Jato. Diz ele: "A Dilma fica posando de virtuosa como se não tivesse nada com o que está acontecendo. Ela declarou pouco mais de 300 milhões de gastos de campanha, e nós demos para ela quase 1 bilhão. Como ela pensa que o restante do dinheiro foi parar na campanha?". Esse desabafo reflete uma situação de fato e, além de ser uma confissão de crime, descreve com exatidão o sentimento comum entre muitos dos maiores doadores do PT na campanha presidencial de 2014. Eles deram dinheiro contabilizado, devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas também fizeram contribuições clandestinas das mais diversas maneiras usando suas poderosas estruturas empresariais. Outro empreiteiro avança mais: "Essas doações foram feitas a partir da contratação de consultorias indicadas pelos políticos ou por meio de pagamentos a publicitários diretamente no exterior". A Polícia Federal já encontrou evidências dessas operações casadas em que empresas são agraciadas com obras e financiamentos públicos generosos e, em troca, contratam aqui ou no exterior "consultorias" ou agências de publicidade às quais devolvem parte do butim. Um exemplo dessa triangulação criminosa está sendo investigado em um inquérito sigiloso que tramita em Curitiba e tem como personagem principal o marqueteiro João Santana, artífice das campanhas eleitorais do ex-presidente Lula e da presidente Dilma.

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TSE divulga limites de gastos para as eleições de prefeito e vereador

Já está disponível no portal do Tribunal Superior Eleitoral o detalhamento dos limites de gastos para os cargos de vereador e prefeito nas eleições municipais deste ano. A partir de agora, com as alterações promovidas pela Reforma Eleitoral 2015 (Lei 13.165), o teto máximo das despesas dos candidatos será definido com base nos maiores gastos declarados na circunscrição eleitoral anterior, no caso as eleições de 2012. De acordo com a norma, no primeiro turno do pleito para prefeito o limite será de 70% do maior gasto declarado para o cargo em 2012. No entanto, se a última eleição tiver sido decidida em dois turnos, o limite de gasto será 50% do maior gasto declarado para o cargo no pleito anterior. A norma diz ainda que nos municípios com até 10 mil eleitores, o limite de gastos será de R$ 100 mil para prefeito e de R$ 10 mil para vereador. Neste caso, será considerado o número de eleitores existentes no município na data do fechamento do cadastro eleitoral.

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Eleições 2016: as chances de quem busca a reeleição

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Em 2016, nas eleições com a campanha mais curta desde a redemocratização, os atuais prefeitos vão disputar a reeleição em 22 das 26 capitais brasileiras - só quatro não podem se reeleger, mas devem tentar emplacar o sucessor. Com a redução do tempo de propaganda eleitoral de noventa para 45 dias - o que dificulta para candidatos desconhecidos ou estreantes - e a probição das doações por empresas, os políticos com a máquina administrativa nas mãos ou mais lembrados pelo eleitorado podem levar alguma vantagem.Esses prefeitos também devem enfrentar um número maior de adversários, por causa do aumento no número de partidos com registro na Justiça Eleitoral (35) e representação na Câmara dos Deputados - eram 22 e passaram a ser 28 em 2015, consequentemente, eles possuem tempo de TV no horário eleitoral gratuito e participação do Fundo Partidário, trunfos ainda mais importantes a partir de 2016. E um fator cujo impacto é difícil de estimar: um eleitorado descrente e insatisfeito, em meio ao escândalos do petrolão e à crise econômica e política do país. Pesquisa do Ibope mostrou que apenas 22% dos eleitores pretendem votar no atual prefeito.

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