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PT registra a candidatura de Lula

A irresponsabilidade estúpida da companheirada do PT se atesta, e sobre ela já tratei mais cedo neste blog. Leia agora o que se confirma na Folha:

O PT registrou no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), na tarde desta quarta-feira (15), a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para concorrer à Presidência da República na eleição de outubro. O registro foi protocolado pessoalmente no balcão do TSE por dirigentes do partido.

O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad foi apresentado ao tribunal como candidato a vice-presidente.

Condenado em segunda instância por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex de Guarujá (SP), Lula é potencialmente inelegível pelas regras da Lei da Ficha Limpa. Agora, seus advogados começam uma batalha jurídica nas cortes superiores.

Leia mais:PT registra a candidatura de Lula

Ex-presidente do STF diz que está na hora de a Justiça decidir sobre possibilidade de Lula se candidatar

É a opinião de Ayres Britto

O ex-presidente do STF Carlos Ayres Britto Foto: Jorge William / Agência O Globo
O ex-presidente do STF Carlos Ayres Britto - Jorge William / Agência O Globo

Ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Carlos Ayres Britto disse a EXPRESSO que a Justiça deveria se manifestar o quanto antes sobre a possibilidade de o ex-presidente Lula se candidatar ao Planalto - ou não.

Ayres Britto endossou o discurso da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que pediu celeridade na avaliação de inelegibilidade para que os eleitores possam saber quem estará apto a se eleger.

Por Gabriel Hirabahasi / época




Em nova pesquisa, Bolsonaro segue na frente

O deputado Jair Bolsonaro, candidato à Presidência pelo PSL, segue na liderança na corrida presidencial. Segundo uma sondagem nacional divulgada pela Paraná Pesquisas nesta quarta-feira, 15, JB tem 23,9% das intenções de voto, no cenário sem a participação de Lula, que deve prevalecer com a provável decisão do TSE sobre a inelegibilidade do ex-presidente.

Atrás de Bolsonaro, vêm Marina Silva, do Rede, com 13,2%; Ciro Gomes, do PDT, com 10,2%;  Geraldo Alckmin, do PSDB, com 8,5%; Alvaro Dias, do Podemos, com 4,9%; e Fernando Haddad, do PT, com 3,8%.  A Paraná Pesquisas ouviu 2.002 eleitores em 168 municípios de 26 Estados e no Distrito Federal, entre os dias 9 e 13 de agosto. A sondagem já capta o impacto do debate na Band, realizado no dia 9. A margem de erro é de dois pontos percentuais. A pesquisa foi registrada no TSE sob o nº BR-02891/2018. / J.F.

Entre os presidenciáveis, Meirelles é o vice-campeão em riqueza: R$ 377 milhões Leia mais: https://epoca.globo.com/expresso/entre-os-presidenciaveis-meirelles-o-vice-campeao-em-riqueza-377-milhoes-22979952#ixzz5OFuIlbVi stest

O candidato do MDB ao Palácio do Planalto, Henrique Meirelles, declarou patrimônio de R$ 377 milhões à Justiça Eleitoral. É o segundo mais rico na disputa. Só perde para o candidato do Novo, João Amoêdo: R$ 425 milhões. Meirelles fez carreira em instituições financeiras e prestou consultorias a empresas, entre elas a J&F.

O ex-ministro da Fazenda, aliás, só viabilizou sua candidatura por ter garantido que arcará com as despesas de sua campanha.

Por Gabriel Hirabahasi / época




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Em quem e como votar?

Não há nada pior no Brasil do que não saber com quem se está falando. Aqui nós não nos apresentamos, somos apresentados e logo viramos amigos de infância. Nos Estado Unidos, usam-se etiquetas, coisa impensável num país de celebridades esquecido de sua uma matriz aristocrática, patriarcal e escravocrata atada, porém, a uma república de raros republicanos.

A impessoalidade nos ofende porque somos obrigados a saber com quem falamos. Quando saímos de nosso segmento, sofremos o desconforto de viver o mal-estar imposto por um individualismo tocado a liberdade com igualdade. Entre nós, a democracia é desejada, mas a sua alma igualitária é um problema. Como viver num lugar no qual o não saber o seu lugar é um direito?

Como e em quem votar sem o rumo das segmentações tradicionais? Não seria um absurdo permitir tantos presidenciáveis? Se o presidente é o “supremo mandatário da nação”, e não a encarnação republicana no seu desejo cívico, e se ele reina e fica acima das leis, como votar em sujeitos sem linhagem?

Leia mais:Em quem e como votar?

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