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França nega apoio ao PT e vice apoia Bolsonaro

Candidato à reeleição ao governo de São Paulo, Márcio França (PSB) desenvolveu uma vacina para imunizar-se contra a tática do rival João Doria, que tenta tatuar a estrela vermelha do PT na sua candidatura.

“Não vamos apoiar o PT”, escreveu França nas redes sociais (foto abaixo). Simultaneamente, França liberou sua vice, a coronel da Polícia Militar Eliane Nikoluk, para divulgar à corporação um vídeo apoiando Jair Bolsonaro (assista acima). A movimentação de França ocorre no mesmo dia em que a Executiva nacional do seu partido, o PSB, decidiu apoiar o presidenciável petista Fernando Haddad. A legenda liberou três diretórios estaduais, entre eles o de São Paulo, para “se posicionar de forma independente, de acordo com a conjuntura local”.

Liberado, França anotou no Facebook: “Honrei a minha palavra e o PSB de São Paulo vai ficar neutro na eleição presidencial. Não aceitamos o ‘Nós contra Eles’. São Paulo vai conduzir a união do Brasil…”

Nesta quarta-feira, Paulo Skaf, candidato derrotado do MDB ao Palácio dos Bandeirantes, deve declarar apoio a França. Será o apoio do presidente da Fiesp, a poderosa Federação das Indústrias de São Paulo, ao candidato que Doria chama de “comunista”. JOSIAS DE SOUZA

 

Dinastias políticas são derrotadas na eleição de 2018

Leia mais:Dinastias políticas são derrotadas na eleição de 2018

Haddad diz estar 'aberto' a incorporar propostas de Ciro Gomes em programa de governo

Por Bárbara Muniz Vieira e Filipe Matoso, G1 — São Paulo e Brasília

O candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira (9) estar "aberto" a incorporar propostas de Ciro Gomes(PDT) no programa de governo.

Haddad deu a declaração em São Paulo, após se reunir com os governadores Wellington Dias (PT-PI), Camilo Santana (PT-CE), Rui Costa (PT-BA) e Flávio Dino (PCdoB-MA).

No último domingo (7), primeiro turno da eleição, Haddad recebeu 29,28% dos votos e disputará o segundo turno com Jair Bolsonaro(PSL), que recebeu 46,03% dos votos.

Leia mais:Haddad diz estar 'aberto' a incorporar propostas de Ciro Gomes em programa de governo

Eleição acaba com mitos petistas

POR MERVAL PEREIRA / O GLOBO

Desde 2013, o cidadão brasileiro reclama da ineficiência do Estado e
da falta de serviços públicos decentes. As manifestações de então nas
ruas não foram levadas em conta pelos políticos, que nada fizeram. Mas
quando a Lava-Jato cresceu e mostrou a realidade do país, o povo fez
valer a sua opinião, contra as cúpulas partidárias que tentaram
controlar a eleição.

Alguns “mitos” espalhados pelo PT caíram por terra nessa eleição: o de
que o impeachment da Dilma foi golpe, que a eleição sem Lula é golpe,
e que os movimentos internacionais são a favor do Lula. O povo se
declarou contrário a estas teses e fez a renovação que os caciques
políticos não queriam fazer.

Para Meirelles, programa de Haddad retoma recessão e de Bolsonaro é duvidoso

Joana Cunha / FOLHA DE SP
SÃO PAULO

O programa de governo de Fernando Haddad (PT) para a economia é voltar à recessão, enquanto o de Jair Bolsonaro (PSL) é incompreensível, segundo a opinião de Henrique Meirelles, candidato do MDB à Presidência derrotado no domingo (7).

Após obter só 1,20% dos votos, ele afirma que não apoiará nenhum dos candidatos no segundo turno enquanto suas propostas econômicas permanecerem como estão.

Meirelles, 73, que foi convidado para ser presidente do Banco Central na gestão Lula e ministro da Fazenda de Michel Temer, também não aceitará participar de governos cujas ideias não estejam em linha com as suas.

Se voltar a concorrer no futuro, ele diz que vai considerar “tudo”, inclusive avaliar o papel que o MDB, partido do impopular presidente Temer, teve em sua candidatura. 

O ex-ministro —que nasceu em Anápolis, fez carreira no BankBoston e custeou parte da campanha com a própria fortuna— diz que está “em paz” e planeja criar um canal de informação digital para reunir propostas para o Brasil. 

Leia mais:Para Meirelles, programa de Haddad retoma recessão e de Bolsonaro é duvidoso

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