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Eleição acaba com mitos petistas

POR MERVAL PEREIRA / O GLOBO

Desde 2013, o cidadão brasileiro reclama da ineficiência do Estado e
da falta de serviços públicos decentes. As manifestações de então nas
ruas não foram levadas em conta pelos políticos, que nada fizeram. Mas
quando a Lava-Jato cresceu e mostrou a realidade do país, o povo fez
valer a sua opinião, contra as cúpulas partidárias que tentaram
controlar a eleição.

Alguns “mitos” espalhados pelo PT caíram por terra nessa eleição: o de
que o impeachment da Dilma foi golpe, que a eleição sem Lula é golpe,
e que os movimentos internacionais são a favor do Lula. O povo se
declarou contrário a estas teses e fez a renovação que os caciques
políticos não queriam fazer.

Haddad diz estar 'aberto' a incorporar propostas de Ciro Gomes em programa de governo

Por Bárbara Muniz Vieira e Filipe Matoso, G1 — São Paulo e Brasília

O candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira (9) estar "aberto" a incorporar propostas de Ciro Gomes(PDT) no programa de governo.

Haddad deu a declaração em São Paulo, após se reunir com os governadores Wellington Dias (PT-PI), Camilo Santana (PT-CE), Rui Costa (PT-BA) e Flávio Dino (PCdoB-MA).

No último domingo (7), primeiro turno da eleição, Haddad recebeu 29,28% dos votos e disputará o segundo turno com Jair Bolsonaro(PSL), que recebeu 46,03% dos votos.

Leia mais:Haddad diz estar 'aberto' a incorporar propostas de Ciro Gomes em programa de governo

TSE conclui apuração do 1º turno e registra abstenção de 20,33%

Igor Moraes, O Estado de S.Paulo

09 Outubro 2018 | 19h50

Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concluiu às 21h20 desta segunda-feira, 8, a apuração dos votos do primeiro turno das eleições 2018. A última urna, do total de 454.490, foi apurada na cidade de Houston, nos Estados Unidos. De acordo com os números consolidados, a abstenção geral foi de mais de 29,9 milhões e alcançou 20,33% do total de eleitores, o maior índice desde as eleições de 1998.

Leia mais:TSE conclui apuração do 1º turno e registra abstenção de 20,33%

Para Meirelles, programa de Haddad retoma recessão e de Bolsonaro é duvidoso

Joana Cunha / FOLHA DE SP
SÃO PAULO

O programa de governo de Fernando Haddad (PT) para a economia é voltar à recessão, enquanto o de Jair Bolsonaro (PSL) é incompreensível, segundo a opinião de Henrique Meirelles, candidato do MDB à Presidência derrotado no domingo (7).

Após obter só 1,20% dos votos, ele afirma que não apoiará nenhum dos candidatos no segundo turno enquanto suas propostas econômicas permanecerem como estão.

Meirelles, 73, que foi convidado para ser presidente do Banco Central na gestão Lula e ministro da Fazenda de Michel Temer, também não aceitará participar de governos cujas ideias não estejam em linha com as suas.

Se voltar a concorrer no futuro, ele diz que vai considerar “tudo”, inclusive avaliar o papel que o MDB, partido do impopular presidente Temer, teve em sua candidatura. 

O ex-ministro —que nasceu em Anápolis, fez carreira no BankBoston e custeou parte da campanha com a própria fortuna— diz que está “em paz” e planeja criar um canal de informação digital para reunir propostas para o Brasil. 

Leia mais:Para Meirelles, programa de Haddad retoma recessão e de Bolsonaro é duvidoso

Partidos ‘barrados’ nas eleições 2018 já tratam de fusão

Marianna Holanda, O Estado de S.Paulo

09 Outubro 2018 | 22h18

Partidos barrados pela cláusula de desempenho neste ano avaliam se juntar a outras siglas para sobreviver. Segundo um levantamento da Câmara dos Deputados, 14 dos 34 partidos não conseguiram votos suficientes para se adaptar às novas regras eleitorais e, portanto, ficarão sem recursos públicos para os próximos quatro anos.

Eduardo Jorge, do PV, e Marina Silva, da Rede, em evento de campanha no Rio
A candidata derrotada à Presidência pela Rede, Marina Silva, cumprimenta seu vice, Eduardo Jorge, do PV, no Rio. Foto: Fabio Motta/ Estadão

Segundo o Estado apurou, ao menos quatro siglas trabalham com a possibilidade de fusão ou incorporação – RedePRPPHS e PRTB. Outras pretendem judicializar a questão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e aguardam definição sobre candidaturas sub judice.

Com apenas uma deputada eleita, a Rede, partido de Marina Silvaavalia uma fusão com o PV. A possibilidade começou a ser aventada nos bastidores, uma vez que os verdes, coligados com a Rede na disputa presidencial nas eleições 2018, elegeram quatro deputados federais.

Leia mais:Partidos ‘barrados’ nas eleições 2018 já tratam de fusão

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