Apoiadores de Bolsonaro fazem ato a favor do candidato em capitais
A sete dias das eleições presidenciais, pelo menos quatro capitais recebem neste domingo, 21, atos favoráveis ao candidato à Presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro. Em São Paulo, no Rio, em Brasília, em Salvador e em Belo Horizonte, os manifestantes se organizam para apoiar o capitão reformado e protestar contra a possível volta do PT.
Em São Paulo, o ato começou por volta de 14h na Avenida Paulista, que fica fechada para os carros entre 10h e 18h de todos os domingos e feriados, com apoiadores do candidato criticando Fernando Haddad, o PT e pedindo mudanças. Cinco carros de som foram pela avenida. Os movimentos Avança Brasil, Vem pra Rua, MBL e Nas Ruas estiveram entre os presentes.
Bonecos infláveis do ex-presidente Luiz Inacio Lula da Silva, condenado e preso pela Operação Lava Jato, com roupa de presidiário e do vice de Bolsonaro, General Mourão(PRTB) foram erguidos na Paulista. No carro de som do Vem Pra Rua, há uma bandeira com referência ao discurso do ex-governador do Ceará Cid Gomes em comício do PT, na semana passada. Os organizadores puxaram o canto “Ô, seus babacas, presta atençao, Lula tá preso e vão perder a eleiçao”. O hino nacional foi tocado em seguida.
A deputada estadual eleita pelo PSL, Janaína Pascoal, discursou em nome do combate à corrupção e ao PT. “Eu fiz uma promessa ao Helio Bicudo e eu vou cumpri-la. Nós vamos tirar a turminha deles do Brasil. Ninguém vai nos dividir. Eles vão ter que aceitar o resultado das urnas”, afirmou. Ela também intimou o candidato do PT, Fernando Haddad, a discutir as verdadeiras notícias, chamadas por ela de “true news”.
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Apoiadores de Bolsonaro saem em carreata em Fortaleza

Apoiadores do candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL)fazem carreata em Fortaleza na manhã deste domingo (21). A movimentação foi intensa desde antes das 9h no entorno do comitê da Avenida Antônio Sales, no bairro Joaquim Távora, de onde os carros saíram por volta das 10h. Centenas de eleitores vestiam verde e amarelo e exibiam bandeiras do Brasil.
Os deputados Capitão Wagner (PROS), Heitor Freire (PSL), Soldado Noélio (PROS) e Delegado Cavalcante (PSL) participam do ato, seguindo juntos no mesmo carro.
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Que fim levará o Nordeste? 2
No começo, o PT era um partido da classe média intelectualizada e dos operários das indústrias dos grandes centros. Em 2002, quando Lula foi eleito presidente pela primeira vez, o perfil era o mesmo. As políticas assistencialistas da era petista, como o Bolsa Família, provocaram uma mudança radical no quadro. As vitórias passaram a vir dos grotões nordestinos, onde vive a população de mais baixa renda e mais dependente desses projetos sociais. No primeiro turno das eleições deste ano, no entanto, começou a virada no curral eleitoral petista.
O país do cabeça para baixo ISTOÉ
Era uma vez, numa terra muito distante, o País do Cabeça Para Baixo.
Lá, tudo é ao contrário.
A água, ao invés de descer, sobe pelas cachoeiras.
As árvores crescem de ponta cabeça com as raízes para cima a as copas enterradas no chão.
Os carros andam de ré.
A chuva brota do chão e cai para cima.
As conversas começam com “adeus” e terminam em “oi”.
Nesse país, tudo é o oposto do que a gente imagina.
Rede de Marina vai deixar de existir

É preciso ter partidos consistentes. A feira de partidos que existem só para poder pegar fundo partidário é uma aberração”. Ao defender a cláusula de barreira em setembro, o vice de Mariana Silva (Rede), Eduardo Jorge (PV), não havia atentado para o risco que a legenda de sua companheira de chapa corria. Após a pífia campanha na eleição presidencial, a Rede de Marina vê-se às voltas com a ameaça de extinção. O partido só conseguiu eleger um deputado, a indígena Joenia Wapichana, de Roraima. Pela nova legislação, para obter os recursos do fundo, precisaria ter tido representantes em pelo menos outros oito estados.
Agora, Eduardo Jorge tenta oferecer a Marina a hipótese de fusão com o PV, partido do qual Marina saiu para fundar a Rede. Na negociação, poderia entrar também o PPS.


