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Redução de vantagem e sinais do Sudeste prometem moderar a onda Bolsonaro

Igor Gielow / FOLHA DE SP
 
SÃO PAULO

A onda de direita que varreu o Brasil no primeiro turno, há paleolíticos 20 dias, perdeu um pouco de sua tração na véspera da decisão da eleição mais conturbada desde a redemocratização de 1985.

Claro, o Congresso com novo perfil está eleito e Jair Bolsonaro (PSL)está com as duas mãos na faixa presidencial. Mas a sinalização de um eleitorado polarizado é visível, pelo que apontam as pesquisas do Datafolha divulgadas neste sábado (27).

Os dez pontos que o Datafolha indica de vantagem ao capitão reformado do Exército são confortáveis, sujeitos apenas a uma onda que as curvas até aqui não permitem antever. Mas é a menor distância entre os dois candidatos neste segundo turno, e poderá ser ainda mais encurtada neste domingo (28).

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PT tem pior desempenho desde 1989, diz diretor do Datafolha; assista

Com 45% dos votos válidos, o PT atinge o seu pior desempenho em pesquisas de véspera de segundo turno desde 1989, apontou o diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino.

Desde 2002, há uma queda constante na intenção de voto nos candidatos petistas nesta etapa da corrida. Ficou em 61% em 2002 e 2006, foi para 57% em 2010 e 52% em 2014.

“Se Fernando Haddad (PT) não conseguir mais votos do que tem hoje até amanhã, o PT pode voltar aos 47% que obteve em 1989”, disse Paulino.

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Vaza vídeo de Luciana Gimenez anunciando Bolsonaro como novo presidente

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Um vídeo vazados nas redes sociais deu o que falar na noite dessa quinta-feira (25), provocando um enorme alvoroço entre os internautas. No vídeo em questão, Luciana Gimenez anuncia a eleição de Jair Bolsonaro como novo presidente da República durante o ‘Superpop’, da RedeTV!.

 

“Olá, boa noite. Tudo bem com vocês? E ontem, o Brasil elegeu Jair Bolsonaro como o novo presidente da República, o 38º a ocupar o cargo. Parabéns, Bolsonaro. Que você consiga governar o Brasil, unificando o país para uma democracia cada vez mais forte e uma nação cada vez mais justa”, afirmou a apresentadora no vídeo.

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Bolsonaro pede cassação de registro de Haddad por turnê de Roger Waters

Rafael Moraes Moura, O Estado de S.Paulo

26 Outubro 2018 | 23h35

 

A campanha de Jair Bolsonaro (PSL) pediu nesta sexta-feira, 26, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que seja aberta uma investigação para cassar o registro do petista Fernando Haddad – ou até mesmo o diploma, caso o adversário seja eleito –, por conta de um suposto abuso de poder econômico com a realização da turnê do cantor  Roger Waters, ex-integrante e um dos fundadores da banda Pink Floyd. O objetivo da ação é também declarar Haddad e sua candidata a vice, Manuela D'Ávila (PCdoB), inelegíveis por um período de oito anos.

A campanha de Bolsonaro alega que, em turnê pelo País, Roger Waters pôs em prática “ostensiva e poderosa propaganda eleitoral negativa” contra Bolsonaro, beneficiando diretamente o adversário petista. O pedido de abertura da ação será analisado pelo corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Jorge Mussi.

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A escolha - ISTOÉ

É chegada a hora da travessia do Rubicão dos brasileiros. Aquele momento em que, ultrapassada a eleição desse domingo, 28 — talvez a mais sangrenta, radical e imprevisível dos últimos tempos —, uma nova folha da história democrática será aberta. A referência ao Rubicão, que levou o imperador Júlio César à decisão mais arriscada de sua trajetória, quando cruzou o rio do mesmo nome para desbravar novos territórios, não é gratuita. Tomada por empréstimo, a expressão cabe na atual circunstância nativa por restar, também aos eleitores, uma das mais difíceis, senão inesperada, escolha sobre o seu futuro e desígnios. Será uma opção irrevogável e consequente.

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