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Universidades de todo o país são alvo de ações policiais e da Justiça Eleitoral

SÃO PAULO e RIO DE JANEIRO

Policiais e fiscais de tribunais eleitorais desencadearam uma série de ações em universidades públicas por todo o país que despertaram reação da comunidade acadêmica e de entidades da sociedade civil.

As medidas, na maior parte relacionadas à fiscalização de suposta propaganda eleitoral, vêm acontecendo nos últimos três dias em instituições pelo Brasil. Críticos das operações apontam censura.

No Rio de Janeiro, a Justiça ordenou que a Faculdade de Direito da UFF (Universidade Federal Fluminense) retirasse da fachada uma bandeira em que aparece "Direito UFF Antifascista". A bandeira chegou a ser removida na terça-feira (23) sem que houvesse mandado, mas depois foi recolocada por alunos.

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Bolsonaro vence Haddad nos maiores colégios eleitorais do país

O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) tem desempenho melhor que Fernando Haddad (PT) nos estados com maior número de eleitores no Brasil, segundo levantamento do Datafolha divulgado nesta quinta-feira (25).

Bolsonaro tem vantagem nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, que são, respectivamente, o primeiro, segundo e terceiro maiores colégios eleitorais brasileiros.

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Universidades são alvo de operações por suposta propaganda eleitoral

Yuri Silva e Jonathas Cotrim, O Estado de S.Paulo

25 Outubro 2018 | 23h08

 

SALVADOR e BELO HORIZONTE – Pelo menos duas universidades – a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), na Paraíba, e da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), campus de Serrinha (a 175 km de Salvador) – foram alvo nesta quinta-feira, 25, de ações da Justiça Eleitoral ou do Ministério Público Eleitoral por suposta propaganda eleitoral irregular a favor do candidato do PT ao Palácio do Planalto, Fernando Haddad, que disputa o segundo turno das eleições presidenciais com Jair Bolsonaro (PSL).

Já na Universidade Federal de Grandes Dourados (UFGD), no Mato Grosso do Sul, na manhã desta quinta, a Polícia Federal impediu, a mando do juiz eleitoral Rubens Witzel Filho, a realização de uma palestra sobre fascismo marcada para acontecer na instituição de ensino. Na decisão, o magistrado alegou que o prédio, por ser público, não poderia ser usado para campanha política, já que Bolsonaro era citado nos materiais de divulgação da aula. Em uma dessas peças, compartilhada nas redes sociais, os estudantes alertavam para "o perigo da candidatura de Bolsonaro" para o País.

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General Heleno questiona e critica a nova pesquisa Datafolha

Eliane Cantanhêde / o ESTDO DE SP

25 Outubro 2018 | 22h07

Em vídeo, o general Augusto Heleno, já anunciado como futuro ministro da Defesa no futuro governo, caso Jair Bolsonaro (PSL) vença a eleição no domingo, questiona os resultados da pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira, 25/10, mostrando que a diferença entre Bolsonaro e Fernando Haddad (PT) caiu para 12 pontos, a menor distância entre os dois em todo o segundo turno. Desde o primeiro turno, a equipe de Bolsonaro, a militância da campanha na internet e o próprio candidato à Presidência lançam dúvidas sobre as pesquisas de intenções de votos, que são tradicionais e têm historicamente um alto índice de acertos. 

 

 

A vez da direita - Flávio Gordon

Apoiadores de Jair Bolsnaro em manifestação a seu favor na Avenida Paulista Foto: Nacho Doce / REUTERSApoiadores de Jair Bolsnaro em manifestação a seu favor na Avenida Paulista Foto: Nacho Doce / REUTERS

 

“Porque meia dúzia de gafanhotos sob uma samambaia fazem o campo tinir com seu inoportuno zumbido, ao passo que milhares de cabeças de gado repousando à sombra do carvalho inglês ruminam em silêncio, por favor, não vá imaginar que aqueles que fazem barulho são os únicos habitantes do campo; ou que, logicamente, são maiores em número; ou ainda que signifiquem mais do que um pequeno grupo de insetos efêmeros, secos, magros, saltitantes, espalhafatosos e inoportunos”.

– Edmund Burke (1729-1797)

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