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O país do cabeça para baixo ISTOÉ

Era uma vez, numa terra muito distante, o País do Cabeça Para Baixo.
Lá, tudo é ao contrário.
A água, ao invés de descer, sobe pelas cachoeiras.
As árvores crescem de ponta cabeça com as raízes para cima a as copas enterradas no chão.
Os carros andam de ré.
A chuva brota do chão e cai para cima.
As conversas começam com “adeus” e terminam em “oi”.
Nesse país, tudo é o oposto do que a gente imagina.

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Que fim levará o Nordeste? 2

No começo, o PT era um partido da classe média intelectualizada e dos operários das indústrias dos grandes centros. Em 2002, quando Lula foi eleito presidente pela primeira vez, o perfil era o mesmo. As políticas assistencialistas da era petista, como o Bolsa Família, provocaram uma mudança radical no quadro. As vitórias passaram a vir dos grotões nordestinos, onde vive a população de mais baixa renda e mais dependente desses projetos sociais. No primeiro turno das eleições deste ano, no entanto, começou a virada no curral eleitoral petista.

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Seria um presente de grego - ISTOÉ

Ilustração: Lézio Júnior
Em um estudo de história que se tornou um clássico, Barbara W.Tuchman usa a lenda do Cavalo de Tróia, contada no poema Ilíada, de Homero, para comentar como muitas vezes os homens embarcam em apostas insensatas e sem sentido que deságuam em destinos trágicos. Como alguém poderia acreditar que um imenso cavalo de madeira recheado de soldados no seu interior fosse apenas um inocente presente para uma cidade? Barbara W.Tuchman batizou esses momentos de “A Marcha da Insensatez”.
No Brasil dos nossos dias, o PT tenta apresentar à sociedade um ób vio Cavalo de Troia. Por trás das cores agora verde e amarelas da campanha de Fernando Haddad, apresentado como simpático ex-ministro da Educação e ex-prefeito de São Paulo, encontra-se o exército de petistas que, pela sequência de erros administrativos e envolvimento em escandalosos casos de corrupção, ajudou a levar o País à ruína – indubitavelmente a maior crise moral e econômica da história recente.

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Rede de Marina vai deixar de existir

 

É preciso ter partidos consistentes. A feira de partidos que existem só para poder pegar fundo partidário é uma aberração”. Ao defender a cláusula de barreira em setembro, o vice de Mariana Silva (Rede), Eduardo Jorge (PV), não havia atentado para o risco que a legenda de sua companheira de chapa corria. Após a pífia campanha na eleição presidencial, a Rede de Marina vê-se às voltas com a ameaça de extinção. O partido só conseguiu eleger um deputado, a indígena Joenia Wapichana, de Roraima. Pela nova legislação, para obter os recursos do fundo, precisaria ter tido representantes em pelo menos outros oito estados.

 

Agora, Eduardo Jorge tenta oferecer a Marina a hipótese de fusão com o PV, partido do qual Marina saiu para fundar a Rede. Na negociação, poderia entrar também o PPS.

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As urnas fizeram os interlocutores sumir

A eleição de 2018, com seus resultados para a nova formação do Congresso Nacional, está gerando muita desorientação. Pouca gente está conseguindo projetar com algum grau de convicção como serão a Câmara e o Senado depois da renovação que o voto proporcionou, em níveis que há muito tempo não se via. O pessoal que cuida da articulação política na Confederação Nacional da Indústria (CNI), por exemplo, anda à procura das unidades estaduais para tentar entender o que aconteceu e, em especial, saber o que sobrou do que havia antes.

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