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Espantoso: Boulos, o Lula de botox, já sabe como quebrar SP

Para o invasor de propriedades privadas, Guilherme Boulos, que disputa o segundo turno da eleição para a prefeitura de São Paulo, a solução para o déficit da previdência do funcionalismo público seria contratar mais servidores. A lógica – se é que se pode chamar tamanha estupidez de lógica – por trás do raciocínio aloprado é a seguinte:

Quanto mais funcionários na ativa, contribuindo para a previdência dos inativos, menor o rombo nas contas. Só esqueceram de avisar ao apoiador de terrorista palestino que, para um servidor da ativa contribuir com a previdência, ele tem de receber um troço chamado salário. Talvez Boulos não conheça muita bem o termo. Eu explico para ele:

Salário é o dinheiro que quem trabalha e produz recebe pelo que faz. Pode ser também pró-labore, no caso dos pequenos e médios empreendedores. Ou dividendos, no caso dos grandes empresários. Mas compreendo a ignorância do psolista, afinal ele é adepto do 0800 amplo, geral e irrestrito. Como na música: “nóis num vamu pagá nada, lá lá lá lá lá”.

Para o Lula de botox, “é tudo free”! Transporte? Free. Moradia? Free. Cesta básica? Free. Medicamentos? Free. Educação? Free. Quem irá pagar por todo esse free? Ora, os banqueiros, os empresários, os especuladores… Como? Aumentando os impostos e tributando o famigerado capital. Funciona? Bem, perguntem ao Maduro, Castro e Kim.

Em verdade, Boulos não é tão obtuso assim. É apenas o típico embusteiro de esquerda, que promete tornar maravilhosa a vida dos mais pobres, mas que torna maravilhosa apenas a vida dos companheiros do partido. As outras (vidas), sejam as dos pobres ou dos ricos, se transformam num verdadeiro inferno sobre a terra.

O MTST, de Boulos, foi fundado em 1997. Em 2002, seu comparsa, o corrupto e lavador de dinheiro Lula da Silva, tomou o poder por eternos e inesquecíveis 14 anos. Perguntem aos pobres coitados, que o psolista usa como fantoches, se a vida deles, neste período de socialismo e justiça social de esquerda, melhorou. Se a resposta for sim, votem nele. ISTOÉ

Covas tem 47% e Boulos, 35%, diz pesquisa Ibope do 2º turno em SP

Daniel Bramatti, O Estado de S.Paulo

 

Com 47% das intenções de voto, o prefeito Bruno Covas (PSDB) larga na frente na primeira pesquisa Ibope/Estadão/TV Globo sobre o segundo turno das eleições em São Paulo. Guilherme Boulos (PSOL) tem 35%. Há ainda 4% de indecisos, e outros 14% decididos a votar nulo ou em branco. 

 

Se fossem contabilizados apenas os votos válidos (excluídos brancos e nulos e indecisos), o placar seria de 58% a 42%.

 

A ida de Covas e Boulos para o segundo turno abriu caminho para a volta da polarização social e geográfica que marcou disputas entre PSDB e esquerda no passado, em que o candidato tucano ficava à frente nas áreas mais centrais e o adversário (então do PT), nas periferias.

Covas e Boulos
O prefeito e candidato do PSDB, Bruno Covas, e o candidato do PSOL, Guilherme Boulos, disputam segundo turno da eleição municipal em São Paulo Foto: Tiago Queiroz e Daniel Teixeira/Estadão

Até o momento, essa divisão não se manifesta: Covas lidera a pesquisa em todas as faixas de renda. E, diferentemente dos petistas, Boulos não se mostra mais forte entre os mais pobres que entre os mais ricos.

O desempenho do candidato do PSOL é similar nos dois extremos das faixas de renda: entre quem ganha até um salário mínimo, tem 35% das intenções de voto. Entre os que ganham mais de cinco mínimos, 33%. Essas taxas se referem aos votos totais, não apenas aos válidos.

A segmentação do eleitorado por idade mostra que Covas também lidera em todas as faixas, com vantagem mais acentuada entre os mais velhos. No grupo com 55 anos ou mais, o tucano tem 54%, o dobro do adversário (27%). A distância entre os dois cai para apenas 8 pontos na parcela que tem de 16 a 24 anos (45% a 37%).

Covas é a opção de quase oito em cada dez dos eleitores que consideram a administração municipal boa ou ótima. Já Boulos não convence tanto os insatisfeitos: apenas metade dos que veem o governo de Covas como ruim ou péssimo estão dispostos a votar no candidato do PSOL.

O atual prefeito é considerado por 63% dos paulistanos o vencedor mais provável da eleição. Apenas 25% veem Boulos como favorito na disputa.

Um em cada cinco eleitores afirma que ainda pode mudar a opção de voto, enquanto os demais dizem que a escolha é definitiva.

A pesquisa foi realizada entre os dias 16 e 18 de novembro. Foram entrevistados 1.001 eleitores, de forma presencial. A equipe do Ibope usou equipamentos de proteção para minimizar o risco de contaminação pelo coronavírus.

A margem de erro máxima é de 3 pontos porcentuais para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo sob o protocolo SP-05645/2020.

Vírus é protagonista invisível da eleição municipal... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/colunas/josias-de-souza/2020/11/15/virus-e-protagonista-invisivel-da-eleicao-municipal

Josias de Souza

Colunista do UOL

15/11/2020 03h34

coronavírus paira sobre as eleições deste domingo como um convite à reflexão. A disputa pelas prefeituras mudou de patamar. É como se a pandemia abrisse os olhos do eleitor para uma obviedade: o prefeito é algo mais do que um tapa-buracos ou um tocador de obras. Exige-se que seja um engenheiro social. A prioridade à vida e ao bem-estar das pessoas virou o principal ativo político da temporada.

A Covid-19 encostou nas urnas mais de 165 mil cadáveres. Prefeitos que vincularam à sua imagem um repertório de signos associados à saúde tornaram-se favoritos à reeleição. A atual disputa municipal, indicam as pesquisas, deve ser marcada pelo desejo do eleitorado de assegurar a continuidade de administrações que exibiram empenho no salvamento de vidas.

A crise sanitária produziu um inédito encurtamento da distância que costuma separar os interesses dos eleitores de classes sociais distintas. Vieram à tona as diferenças que igualam ricos e pobres no sistema de apartheid que caracteriza as cidades brasileiras. Há um quê de revolucionário na lógica inoculada pelo vírus no processo eleitoral de 2020.

O pedaço rico do eleitorado adquiriu uma compulsória consciência social. Noutros tempos, um eleitor endinheirado aplaudiria o prefeito de grande cidade que concentrasse o melhor de seus esforços na construção de obras que facilitassem a circulação de veículos particulares. Dava-se de ombros para uma evidência: quanto mais pistas houver, mais carros haverá. E quanto mais carros houver, mais pistas terão de ser abertas.

Hoje, esse mesmo eleitor é compelido a incluir no seu rol de preocupações os sistemas de ônibus, metrô e trens urbanos. Por quê? Os transportes coletivos levam trabalhadores domésticos e prestadores de serviços dos bairros periféricos para dentro dos lares, das academias, dos salões de beleza dos bairros elegantes. Apinhados e mal asseados, transportam o vírus junto com a mão de obra.

Suprema ironia: importado da Europa por viajantes privilegiados, o vírus propagou-se dos centros abastados para as periferias, iluminando aquilo que o ministro Paulo Guedess (Economia) chamou de "invisíveis." Em verdade, ninguém ignorava a existência de milhões de brasileiros desprotegidos. O que a epidemia ensinou foi outra coisa: o sistema de apartheid não funciona adequadamente.

Os ricos criam sistemas particulares. Aos "invisíveis", tudo o que é público: os transportes públicos, a escola pública, o sistema público de saúde... Com a pandemia, o Supremo Tribunal Federal atribuiu a prefeitos e governadores poderes constitucionais para adotar providências como isolamento social e restrições ao funcionamento de escolas e estabelecimentos comerciais.

Ficou entendido que, em matéria de saúde pública, os três entes da federação têm atribuições complementares. Com erros e acertos, os prefeitos exerceram o poder que a Constituição lhes atribui. Agora, têm mais visibilidade eleitoral —para se reeleger ou para eleger apadrinhados— aqueles que, na avaliação do eleitorado, erraram menos —sobretudo com os "invisíveis".

O vírus transformou as eleições municipais de 2020 numa rara oportunidade para que os eleitores reflitam sobre o tipo de sociedade que desejam. Diante da precariedade de hospitais públicos, transportes públicos e escolas públicas, as tentativas de nacionalizar a disputa naufragaram.

Candidatos à eleição presidencial de 2022 revelaram-se cabos eleitorais inúteis. O eleitor concentra-se na tarefa de julgar o administrador da sua cidade. Faz isso de forma mais criteriosa. Não julga apenas o cimento de obras prometidas, mas a sensibilidade social do prefeito.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

Pesquisa do 2º turno para prefeito de São Paulo: Bruno Covas 61,5%, Boulos 38,5%

19:24 | 17/11/2020
Covas e Boulos estão no segundo turno para Prefeitura de São Paulo (Foto: Reprodução/ Instagram O POVO)
Covas e Boulos estão no segundo turno para Prefeitura de São Paulo (Foto: Reprodução/ Instagram O POVO)

Pesquisa do Instituto Paraná sobre o segundo turno da eleição para prefeito de São Paulo mostra o prefeito e candidato à reeleição, Bruno Covas (PSDB), com larga vantagem sobre Guilherme Boulos (Psol).

Veja os números da pesquisa:

Bruno Covas (PSDB): 61,5%

Guilherme Boulos (Psol): 38,5%

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A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. O instituto Paraná entrevistou mil eleitores do município de São Paulo nos dias 16 e 17 de novembro de 2020. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número SP-09859/2020.

Primeiro turno

Bruno Covas terminou o primeiro turno na primeira colocação, com 32,85% (1.754.013 votos). Guilherme Boulos teve 20,24% (1.080.736). Em terceiro lugar ficou Márcio França (PSB), com 13,64% (728.441). Em seguida ficou Celso Russomano, com 10,50% (560.666).

Em SP, Covas tem 48% e Boulos 32%, aponta pesquisa XP/Ipespe

O atual prefeito de São Paulo e candidato à reeleição Bruno Covas (PSDB) tem 48% das intenções de voto do eleitorado paulistano contra 32% que disseram votar em Guilherme Boulos (PSOL), segundo pesquisa estimulada XP/Ipespe divulgada nesta quarta-feira, 18 – a primeira desde que foram definidos os candidatos a irem para o segundo turno. Brancos e nulos são 15% e não souberam responder 5%. A margem de erro da pesquisa é de 3,5 pontos percentuais para mais ou menos.

 

De acordo com a pesquisa, a rejeição a Boulos é de 42% contra 35% de rejeição a Covas. O atual prefeito é o principal receptor dos votos que foram depositados para Márcio França (PSB) no primeiro turno – 47% contra 31% para Boulos -, Celso Russomanno (Republicanos) – 45% a 6% – e Arthur do Val (Patriota) – 68% a 5%. Boulos, por outro lado, é herdeiro dos eleitores de Jilmar Tatto (PT) – 72% a 20%.

 

Houve um estreitamento da diferença entre os dois candidatos. Na pesquisa simulada de segundo turno realizada antes da divulgação do resultado, entre 9 e 10 de novembro, Covas tinha uma margem maior sobre Boulos – 55% contra 24%. Segundo pesquisa de hoje, a diferença caiu para 16 pontos percentuais

 

A pesquisa ouviu 800 eleitores paulistanos entre os dias 16 e 17 de novembro e tem nível de confiança de 95%. O registro foi feito na Justiça Eleitoral sob SP-06628/2020. ISTOÉ

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