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Lula já era! Em breve, ele não presta mais nem para fazer ameaças

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Lula, como se viu na festa do aniversário do PT, está nervoso. Está querendo puxar briga. Já escrevi aqui e falei em muitos outros lugares: uma das condenações com que o Poderoso Chefão não contava já aconteceu: a do povo. Caiu o mito. Não tem retorno. Ele ainda pode vir a se enroscar, sim, na esfera criminal. Mas a primeira parte da prestação de contas já está em curso. Por generosidade da Operação Lava Jato — e põe generosidade nisto! —, Lula não é investigado em inquérito nem em casos em que seu nome está no centro de delações. Vejam o exemplo do empréstimo do grupo Schahin ao PT.

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BRASIL Odebrecht avisou Dilma de pagamentos a marqueteiro no exterior

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No começo de 2015, Dilma Rousseff recebeu, no Palácio do Planalto, o petista Fernando Pimentel. Ela acabara de conquistar a reeleição. Ele, o governo de Minas Gerais. Amigos e confidentes há mais de quarenta anos, os dois tinham motivos para comemorar, mas trataram de um assunto espinhoso, capaz de tisnar os resultados obtidos por ambos nas urnas. Pimentel trazia um recado de Emílio Odebrecht, dono da maior empreiteira do país, para a presidente da República. O empresário a advertia do risco de que os pagamentos feitos pela Odebrecht ao marqueteiro João Santana, no exterior, fossem descobertos caso a Operação Lava-Jato atingisse a construtora. Emílio exigia blindagem, principalmente para evitar a prisão do filho Marcelo Odebrecht, sob pena de revelar às autoridades detalhes do esquema ilegal de financiamento da campanha à reeleição.

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Marta faz de comercial do PMDB tribuna anti-PT

LULA E DILMA

Numa espécie de prévia do que será a disputa pela prefeitura de São Paulo, a senadora Mata Suplicy, utiliza a propaganda televisiva do PMDB para arrastar Dilma Rousseff até o centro da principal arena municipal do país. “A São Paulo que sempre foi sinônimo de oportunidades e de crescimento foi a cidade que mais postos de trabalho fechou'', espeta a ex-ministra na peça que o PMDB levará ao ar na noite desta quarta-feira, em rede nacional de rádio e tevê.

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Conexão campanha - ISTOE

Nem mesmo os investigadores poderiam imaginar que uma decisão tomada em 2014 contra um desconhecido diretor da Petrobrás pudesse levar, um ano depois, a Lava Jato aos calcanhares da campanha presidencial de Dilma Rousseff. Tudo começou em dezembro de 2014, quando o juiz Sérgio Moro, responsável pela operação, determinou a expedição de mandados de busca e apreensão contra operadores de propina que atuavam na Petrobras. Os suspeitos foram listados pelo ex-gerente da estatal e delator Pedro Barusco. Entre os nomes apontados por Barusco estava um pouco famoso Zwi Skornicki, representante no Brasil de um estaleiro asiático com negócios com a companhia. De acordo com o delator, Skornicki repassou propina para o PT, negociada com João Vaccari Neto, o ex-tesoureiro do partido preso em Curitiba há quase um ano. A confissão de Barusco levou os investigadores a fazer uma batida policial na casa de Skornicki, o que se revelou um tiro certeiro, com desdobramentos ainda imprevisíveis. Foram recolhidos ali documentos que levaram a Lava Jato até o marqueteiro João Santana, responsável pelas campanhas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2006 e da presidente Dilma Rousseff, em 2010 e 2014.

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Em seminário, especialistas apontam risco de caixa dois nas campanhas de 2016

Especialistas que participaram nesta quarta-feira (24) de seminário na Câmara dos Deputados sobre as novas regras para as eleições de 2016 apontaram o risco de haver um aumento de despesas não declaradas nas campanhas, o chamado caixa dois.  No pleito deste ano, candidatos a prefeito e vereador terão que cumprir a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que proibiu doações de empresas às campanhas eleitorais. Pelas novas regras, as pessoas físicas poderão doar até 10% de sua renda bruta do ano anterior às eleições Para os especialistas, a proibição de doações empresariais, tradicional fonte de receitas nas eleições, esbarra na pouca tradição do brasileiro em fazer doações para candidatos.

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