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As manobras para libertar Lula

Políticos corruptos e, sobretudo, os advogados de Lula se assanharam com a divulgação dos diálogos mantidos entre o ministro da Justiça, Sergio Moro, e os procuradores de Curitiba. Afinal, o episódio está sendo usado pelos criminosos que sempre defenderam o fim da Lava Jato para atingir o objetivo que perseguem desde o dia 7 de abril de 2018, quando o ex-presidente foi preso: a desmoralização da maior operação de combate à corrupção no País e a consequente libertação do petista.

 

A banca de defensores de Lula já havia tentado obter sucesso em dezenas de pedidos de habeas corpus (HC) para o considerado “chefe da quadrilha do PT”, mas a Justiça sempre lhe fechou a porta. Agora, com a vinda à tona das conversas do ex-juiz, os rábulas petistas apostam todas as fichas na libertação de seu líder máximo. A sociedade, no entanto, está atenta para que ele não seja solto com o uso de expedientes marotos, como parecem ser os que alguns ministros do STF desejam.

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Águas da transposição só devem chegar ao Ceará em março de 2020

DEPUTADOS NO SÃO FRANCISCO

Após diversos atrasos e adiamentos, o Governo Federal trabalha com um novo prazo para a conclusão das obras do Eixo Norte da Transposição do Rio São Francisco, que vai beneficiar entre outros estados, o Ceará: dezembro de 2019. Se concluída até essa data, as águas do “Velho Chico” devem começar a ser distribuídas no Estado a partir do dia 11 de março de 2020

O novo cronograma foi apresentado, na manhã desta sexta-feira (14), por representantes do Governo Federal e das empresas responsáveis pela obra, para deputados que integram a Comissão Especial de Acompanhamento das Obras na Assembleia Legislativa, que visitam os locais de obra na região do Cariri.

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Quem ‘pariu’ Jair Bolsonaro foi Lula, não o país Josias de Souza

A euforia subiu à cabeça de Lula. Em sua primeira entrevista após a divulgação das mensagens trocadas entre os algozes Sergio Moro e Deltan Dallagnol, o presidiário petista foi acometido de amnésia. Não disse coisa com coisa. Esqueceu o que aconteceu na sucessão presidencial de 2018. Fora de órbita, Lula disse que "o país pariu essa coisa chamada Bolsonaro". Insinuou que o eleitor brasileiro é um boboca influenciável, pois "o Bolsonaro é resultado do pânico que os meios de comunicação e que uma parte da elite brasileira criaram no Brasil sobre a política." Ora, quem pariu Bolsonaro não foi o país. Deve-se a gravidez ao próprio Lula, que se autoconverteu no principal cabo eleitoral do capitão. O parto é obra do antipetismo, maior força política da sucessão.

 

Os meios de comunicação forneceram notícias, não pânico. O que horrorizou o brasileiro foi o rol de acontecimentos que Lula ajudou a levar às manchetes. Por exemplo: a conversão do PT em máquina coletora de fundos, o envio da Petrobras ao balcão, o aval às nomeações dos petrogatunos, os acertos com empreiteiros, a invasão aos cofres públicos.

 

Recordou-se a Lula que um pedaço do eleitorado do petismo sentiu-se ludibriado. E ele: "Alguém que se sentiu traído pelo PT não poderia ter votado no Bolsonaro. Se o cara se sentiu traído, poderia ter votado em coisa melhor, o Boulos foi candidato, o Ciro, embora não mereça porque é muito grosseiro, foi candidato. A Marina foi candidata…".

 

Como se vê, Lula estava muito preocupado desfazendo sua própria história para compreender o que se passava ao redor. Já nem se lembra que retirou a candidatura de Ciro Gomes do prumo a cotoveladas. Ao empinar a candidatura-estepe de Fernando Haddad, dividiu os aliados. E envernizou o triunfo do adversário ao guerrear no tira-teima do segundo turno.

 

Lula disse a certa altura que Bolsonaro "conseguiu se vender para a sociedade enraivecida como antissistema. E a tendência é não dar certo." Pode ser. Entretanto, segundo um velho ensinamento de Churchill, a democracia continua sendo o pior regime imaginável com exceção de todos os outros.

 

Se o governo do capião for um fiasco, o eleitor buscará alternativas na próxima eleição. Lula parece decidido a levar adiante o esforço para excluir o PT do leque de opções. O eleitor de 2022 talvez prefira parir outra coisa em vez de dar à luz novamente ao roubo e à embromação.. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. JOSIAS DE SOUZA

Heleno: fala de Lula sobre a facada é ‘canalhice’... - Veja mais em https://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/?cmpid=copiaecola

Em entrevista à TVT, Lula lançou dúvidas sobre o atentado praticado contra Jair Bolsonaro na campanha presidencial de 2018. Coube ao general Augusto Heleno, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, responder à provocação. "Isso é uma canalhice típica desse sujeito", declarou o general, dando socos na mesa de café da manhã que Bolsonaro ofereceu aos jornalistas nesta sexta-feira. Lula dissera o seguinte na noite da véspera: "Eu, sinceramente… Aquela facada tem uma coisa muito estranha, uma facada que não aparece sangue, que o cara é protegido pelos seguranças do Bolsonaro […] A faca que não aparece em nenhum momento. Tem muita história estranha, suspeita."

 

Presente ao encontro de Bolsonaro com os repórteres, Heleno disse que chama o presidente, seu velho amigo, de "senhor" porque deseja "dar o exemplo." Explicou: "É o presidente de um Poder, eleito pelo povo, que merece o respeito de toda a sociedade." Na sequência, deu sua opinião sobre Lula: "Um presidente da República desonesto tinha que tomar uma prisão perpétua. Isso é um dewboche com a sociedade." Não bastasse destruir "o conceito do país", prosseguiu Heleno, "ele ainda aventa a hipótese de a facada ser uma mentira." Voz alterada, punhos cerrados, o general fez uma analogia com o drama médico vivido pelo próprio Lula e por Dilma Rousseff. "E será que o câncer dele foi mentira?.

 

Bolsonaro também se manifestou sobre o tema. Disse que não deve satisfações a Lula. Ironizou: "Presidiário presta depoimento, não dá entrevista." Provocou: "Devolvo a pergunta: Celso Daniel, Lula, quem matou? Antes de matar, quem torturou?" E voltou a ironizar: "Não vou atrás desse debate com o Lula. Alguém acha que eu teria grana e influência para armar isso? […] Se a facada fosse na barriga do Lula, sairia muita cachaça, com certeza." Para Heleno, Lula não mereceu ser presidente da República. "Eu tenho vergonha de um sujeito desse ter sido presidente da República." Impedidos de captar áudio ou realizar gravações durante o café da manhã, os repórteres receberam por WhatsApp vídeo com a fala do general. O Planalto queria que Heleno fosse ouvido do lado de fora da sala do café da manhã. JOSIAS DE SOUZA

Ideia Big Data: 47% não veem razão para anular pena de Lula

Pesquisa telefônica realizada pelo Ideia Big Data, em parceria com o BR18, mediu a percepção da população a respeito das consequências das revelações publicadas desde o último domingo pelo site The Intercept Brasil a partir de conversas entre o ex-juiz Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol. Na pesquisa por pulso telefônico, aplicada a 1.604 pessoas em todo o País, com margem de erro de 2,5 pontos percentuais, o Ideia primeiramente informou o contexto das conversas e depois apresentou duas perguntas.

A primeira questionou se as pessoas consideravam que Moro e Dallagnol “extrapolaram suas funções e essa troca de mensagens durante os processos prejudica as decisões da Operação Lava Jato”. A maioria (41%) discorda da afirmação, num sinal de que, embora o caso, complexo, divida a sociedade, o apoio à Lava Jato ainda é majoritário. Concordaram com os danos à operação 29%, e 30% não souberam ou não quiseram opinar.

A segunda questão era se as revelações do site mostrariam que na condenação do ex-presidente Lula por corrupção no caso do triplex do Guarujá teria havido perseguição e, nesse caso, se a sentença deveria ser anulada. A discordância a essa ideia foi ainda maior, atingindo 47% dos entrevistados, contra 33% que concordam com a ideia de que a pena de Lula deveria ser anulada, e 20% que não quiseram ou souberam opinar. / Vera Magalhães / BR18

Desastre, o destaque do Brasil

Notas e informações, O Estado de S.Paulo

14 de junho de 2019 | 03h00

Com 13,2 milhões de desempregados, ou 12,5% da população ativa, o Brasil se destaca na cena mundial pelo enorme custo social de uma recessão iniciada há quatro anos, mal superada e ainda presente, como assombração, no dia a dia da maior parte das famílias. Filas de pessoas em busca de uma vaga, comuns no dia a dia das cidades brasileiras, são um dos símbolos mais dramáticos de uma crise ainda sem perspectiva de rápida solução. São também, além disso, uma das diferenças mais impressionantes entre a situação do País e a dos países emergentes e desenvolvidos. A economia global tem perdido impulso, mas, ainda assim, o desemprego brasileiro é maior que o de quase todos os países-membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Nesse conjunto, formado por 36 associados, o desemprego médio em abril ficou em 5,2% da força de trabalho, menos de metade da taxa nacional registrada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em março e abril, só três desses países tiveram desemprego maior que o do Brasil. Não por acaso, são três das economias mais atingidas pela crise financeira iniciada em 2007-2008 e por gravíssimos problemas fiscais. Na Grécia, havia 18,1% de desocupados em março, pelos últimos dados da OCDE. Na Turquia, ainda em março, 13,6%. Na Espanha, em abril, 13,8%. Em 23 países do grupo, os últimos dados indicaram desocupação inferior a 6%. Alguns exemplos: Estados Unidos (3,6%), Holanda (3,3%), Israel (3,8%), México (3,5%), Alemanha (3,2%), Coreia (4,1%) e Canadá (5,7%), entre outros.

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