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Relator da CPI do BNDES recomenda indiciamento de Lula e Dilma

O relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), deputado Altineu Côrtes (PL-RJ), recomendou ao Ministério Público o aprofundamento das investigações e o indiciamento dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

Côrtes apresentou nesta terça-feira (8) a primeira versão do relatório e disse que está aberto a sugestões. O presidente da CPI, deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP), concedeu vista coletiva pelo prazo de duas sessões do Plenário da Câmara dos Deputados e pretende discutir e votar o texto na próxima terça-feira (15).

Instalada em março, a CPI tem como finalidade “investigar a prática de atos ilícitos e irregulares no âmbito do BNDES ocorridos entre 2003 e 2015 e relacionados à internacionalização de empresas brasileiras”. O texto destaca os negócios com os grupos Odebrecht e J&F “devido aos montantes envolvidos”, explicou Côrtes.

Segundo o relator, é possível recuperar recursos que teriam sido desviados, mas ele foi pessimista quanto à Odebrecht, que recebeu apoio do BNDES para obras já concluídas em Cuba e na Venezuela e está em recuperação judicial. No relatório, as obras da empreiteira no exterior são associadas a viagens de Lula.

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Tebet: ‘Não somos meros carimbadores da Câmara’

Com senadores já admitindo que o segundo turno da reforma da Previdência irá atrasar e acontecer apenas no dia 22 de outubro, a presidente da CCJ, Simone Tebet (MDB-MS), defendeu a atuação dos senadores na tramitação da PEC. “A reforma chegou aqui e foi para CCJ no dia 8 de agosto. No segundo turno todos os prazos estão correndo. A reforma está dentro do prazo. Se vai votar quarta-feira ou dia 22, não mais importa. Ela tem que ser votada o dia que o governo tiver certeza que ela não vai ser mais desidratada”, disse a senadora para jornalistas.

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Senadora Simone Tebet. Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

Momentos antes, ela subiu na tribuna do plenário do Senado, lembrou que a Câmara ficou por mais de 180 dias com o texto e que os senadores não podem ser “meros carimbadores” das decisões dos deputados.

Simone Tebet minimiza adiamento do 2º turno de votação da reforma da Previdência

A presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), senadora Simone Tebet (MDB-MS), minimizou o possível adiamento da votação da reforma da Previdência. Ela disse, no entanto, que acredita no avanço das propostas relacionadas ao Pacto Federativo nesta semana, para permitir a votação da PEC 6/2019, da reforma da Previdência em segundo turno nos próximos dias. Uma das propostas adia de 2024 para 2028 o pagamento de precatórios. Mas essa moratória só valerá para pessoas jurídicas.

As informações são da repórter da Rádio Senado, Hérica Christian.

 

 

Fonte: Agência Senado

Bolsonaro sanciona nova Lei das Teles Fonte: Agência Senado

  • Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) realiza reunião deliberativa com 24 itens. Entre eles, o PLC 137/2017, que cria a Política Nacional de Economia Solidária.  Em pronunciamento, à bancada, senadora Daniella Ribeiro (PP-PB).  Foto: Pedro França/Agência Senado

A senadora Daniella Ribeiro (PP-PB) foi a relatora da matéria no Senado. "Vamos avançar cada vez mais com a universalização da banda larga no Brasil"

Fonte: Agência Senado

 

O presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou sem vetos a nova Lei das Teles (Lei 13.879, de 2019). Oriunda do PLC 79/2016, aprovado no início de setembro pelo Senado, a norma altera o regime de concessão de telecomunicações, atualiza a legislação que regulamenta o setor (Lei 9.472, de 1997) e permite a migração das atuais concessões para o regime de autorização, em troca de investimentos das empresas na expansão da banda larga. A sanção foi publicada na edição desta sexta-feira (4) do Diário Oficial da União.

A relatora, senadora Daniella Ribeiro (PP-PB), comemorou no Twitter a sanção. "Vamos avançar cada vez mais com a universalização da banda larga no Brasil", publicou.

Diferente do contrato de concessão, que exige licitação e não pode ser rompido unilateralmente, a autorização dispensa a concorrência pública, mas pode ser revogada a qualquer tempo pelo poder público. Com o novo texto, as empresas concessionárias poderão solicitar à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) a mudança de regime. Os prazos remanescentes para uso das faixas do espectro de radiofrequências ficam mantidos.

Investimentos

De acordo com o projeto aprovado, todos os contratos de concessão entre a Anatel a as empresas de telecomunicações devem fixar a possibilidade da adaptação para autorização. O valor econômico associado a essa adaptação deverá ser revertido em compromissos de investimento para a implantação de infraestrutura de alta capacidade de transmissão de dados, a partir de diretrizes estipuladas pelo Poder Executivo.

Os compromissos de investimento devem priorizar a cobertura de áreas sem competição adequada e a redução das desigualdades regionais. Eles vão integrar os termos de autorização celebrados com as concessionárias que optarem por mudar de regime e incorporar a oferta de tecnologias inclusivas para portadores de deficiência, tanto no acesso às redes quanto nos planos de consumo. Veja aqui os principais pontos da nova Lei, na forma em que foi aprovada no Senado.

Agência Senado

Fonte: Agência Senado

Presidente Sarto destaca debate sobre Constituição Estadual

Presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Sarto Presidente da Assembleia Legislativa, deputado José SartoFoto: Arquivos AL-CE

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Sarto (PDT), participou, na manhã desta segunda-feira (07/10), do programa Narcélio Limaverde, da rádio FM Assembleia (96,7 MHz). O parlamentar  falou da expectativa do debate sobre os 30 anos da Constituição Estadual - promulgada em 5 de outubro de 1989 -, que vai reunir, além de José Sarto, o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) e o ex-governador Ciro Gomes, tendo o jornalista Kennedy Alencar como mediador. O evento será no auditório Murilo Aguiar, a partir das 15h.

O parlamentar afirmou que o momento é de comemorar as conquistas democráticas e apontou o debate como solução para os problemas que ocorrem no País. “Nessa semana, estamos celebrando a democracia. Nestes tempos tão difíceis por que passam o Brasil e o mundo todo, em que há uma certa intolerância, radicalismo irracional por vezes, é importante que nós celebremos a preservação das instituições democráticas”, defendeu. José Sarto observou que, no estado democrático de direito, a “Constituição é o pilar, a coluna mestra que dá sustentação”.

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Saneamento Básico é o tema do novo pacto social a ser lançado pela AL

Saneamento Básico é o tema do novo pacto social a ser lançado pela ALfoto : Máximo Moura

 
A Assembleia Legislativa do Ceará, por meio do Conselho de Altos Estudos e Assuntos Estratégicos, vai lançar um novo pacto social, com o tema saneamento básico. A ideia é fazer o lançamento desse novo pacto em novembro.

Segundo o secretário executivo do Conselho de Altos Estudos, Antonio Balhmann, o pacto mobilizará diversas entidades, o meio acadêmico e empresarial especializado na área, além de visões internacionais sobre o tema. “O saneamento básico é o mais grave problema de infraestrutura do País, que tem uma interface muito grande com a questão da saúde”, explica.

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Congresso pode derrubar vetos de minirreforma eleitoral

O presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (DEM-AP), convocou para quarta-feira sessão do Congresso para tentar, novamente, votar (e derrubar a maioria) os vetos do presidente Jair Bolsonaro ao projeto de lei que promoveu uma minirreforma eleitoral para 2020, com mudanças nas regras para uso dos fundos partidário e eleitoral.

Na semana passada, uma obstrução promovida pelo grupo Muda Senado impediu a votação dos vetos. Com isso, os senadores praticamente selaram o destino do texto: a judicialização no Supremo Tribunal Federal. Isso porque vai-se abrir um debate a respeito da necessidade ou não de as mudanças atenderem ao princípio da anualidade, ou seja, serem aprovadas um ano antes das eleições para serem aplicadas a ela.

A lei diz que todo projeto que tenha interferência direta no pleito deve ser publicado um ano antes do pleito.  Acontece que já há exceções em vigor: agora, o prazo para filiação, por exemplo, foi encurtado para seis meses antes do pleito. Da mesma maneira, deputados e senadores empenhados em salvar a polêmica minirreforma já dizem que a maioria das disposições interfere apenas em questões administrativas dos partidos, e, por isso, não têm influência no pleito.

O aspecto mais polêmico vai ficar justamente para a principal atenção dos políticos: Bolsonaro vetou um dispositivo que abria brecha para que os congressistas elevem o valor do fundo de financiamento das eleições na votação do Orçamento. Neste caso, os senadores Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP), disseram ao BRPolítico que vão ao Supremo para arguir a impossibilidade de que a derrubada do veto de Bolsonaro salve o dispositivo para valer no ano que vem.

“A judicialização é inevitável. A questão de pagamento de advogados em relação à eleição também altera a regra do jogo eleitoral. Então isso também não pode valer para as eleições do ano que vem”, disse Randolfe. / V.M. BR POLITICO O ESTADÃO

Missão da Câmara é votar securitização da dívida dos Estados

A Câmara dos Deputados tem uma missão nesta semana: aprovar o projeto de lei complementar 459/2017, de autoria do senador José Serra (PSDB-SP), que trata da securitização da dívida dos Estados. Parte fundamental do acordo para acalmar os ânimos dos senadores, o PL autoriza União, Estados e municípios a venderem, por preço menor, o direito a créditos devidos pelo setor privado, cedendo diretamente os créditos ao mercado. A previsão é de movimentação de cerca de R$ 107 bilhões a curto prazo nos cofres dos entes federados.

Quem tomou a frente para fazer com que a proposta fosse incluída na pauta foi o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Eles conversaram com líderes do Centrão para que o projeto fosse prioridade no plenário. Antes, no entanto, o texto será debatido na manhã de terça, 8, com representantes da oposição na reunião de líderes.

Para quem não lembra, a securitização esteve na pauta da Câmara no começo do ano, e foi retirada a pedido do governo. Na ocasião, não havia acordo que garantisse sua aprovação. Segundo o relator da proposta na Comissão de Finanças e Tributação, André Figueiredo, o desafio é atender aos interesses dos governadores sem comprometer as contas públicas.

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Deputados discutem flexibilizar Lei de Improbidade

Adriana Ferraz, O Estado de S. Paulo

07 de outubro de 2019 | 05h13

A Câmara dos Deputados instaurou comissão especial para analisar projeto de lei que flexibiliza a Lei de Improbidade Administrativa. A um ano das eleições municipais, uma mudança na legislação é defendida pela classe política como forma de combater o que classifica como “ativismo” dos Ministérios Públicos estaduais em relação, principalmente, à atuação de prefeitos.

Apresentada pelo deputado Roberto de Lucena (Podemos-SP), a proposta é baseada no trabalho de uma comissão de juristas criada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), com coordenação do ministro Mauro Campbell, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O resultado é um projeto que mexe em 34 pontos da lei atual para definir, por exemplo, a possibilidade de acordo entre as partes (hoje vetada), a redução do tempo mínimo de suspensão dos direitos políticos e a previsão de punição também do ente privado considerado corruptor.

Segundo o deputado, trata-se de uma atualização e não de um afrouxamento. “Hoje, é muito difícil um agente público, especialmente aquele eleito, passar por um mandato sem responder por algum ponto da lei. Isso porque ela não é objetiva, permite interpretações. É isso que pretendemos mudar, estabelecendo melhor a diferença entre um erro formal e uma intenção de lesar”, explicou. 

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TABATA PARABENIZA KATIA ABREU POR CONTRARIAR PDT E VOTAR A FAVOR DA PREVIDÊNCIA

RIO — A deputada federal Tabata Amaral (PDT-SP) parabenizou a senadora Kátia Abreu (PDT-TO) por ter votado a favor da reforma da Previdência , aprovada em primeiro turno no Senado , na noite da última terça-feira — decisão que contraria a orientação do partido. A parlamentar foi a única dos quatro representantes do partido na Casa que votou pela aprovação do texto base da proposta. Amaral — que foi suspensa das atividades partidárias e retirada da vice-liderança do PDT justamente por votar a favor da reforma da Previdência na Câmara — escreveu que a colega de legenda foi corajosa ao não "se deixar levar pela lógica eleitoreira e pela polarização cega".

Ao votar a favor da reforma da Previdência na Câmara, Amaral e outros sete deputados foram punidos pelo PDT por ir contra a orientação da legenda e votar a favor da proposta. Um processo no Comitê de Ética do partido foi aberto contra eles — a ação, porém, não deve terminar antes de novembro ou dezembro . 

O voto de Kátia Abreu surpreendeu outros parlamentares do PDT. O senador Cid Gomes disse que a decisão da colega causou estranheza, principalmente pelo fato de o filho dela, Irajá Abreu (PSD-TO), ter votado contra a proposta.

Tabata Amaral, deputada federal do PDT Foto: Reprodução Facebook
Tabata Amaral, deputada federal do PDT Foto: Reprodução Facebook

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