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Salmito externa apoio ao novo corpo de liderança na Assembleia

Deputado SalmitoDeputado SalmitoFoto: Edson Júnior Pio

 
O deputado Salmito (PDT) saudou nesta terça-feira (12/02), durante a ordem do dia da sessão plenária da Assembleia Legislativa, o novo corpo de liderança do Governo na Casa: Júlio César Filho (PPS), líder; Augusta Brito (PCdoB) e Walter Cavalcante (MDB), vice líderes.

O parlamentar colocou seu mandato à disposição “para apoiar e dar a sustentação política que o governador Camilo Santana merece e precisará para avançar ainda mais nas conquistas que vem realizando no Ceará”.

Segundo ele, as ações vão desde projetos e obras estruturantes – que impactam positivamente na economia – até as intervenções nas políticas sociais, em especial, em educação.
LS/LF

Presidente Sarto destaca importância da transparência nos debates

Programa Narcélio Limaverde recebe presidente da AL, deputado José Sarto  Programa Narcélio Limaverde recebe presidente da AL, deputado José SartoFoto: Edson Júnior Pio

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Sarto (PDT), considera que é papel de qualquer agente público, seja ele vereador, deputado estadual ou federal, ter a capacidade de discutir o Brasil de maneira transparente. A declaração foi feita no programa Narcélio Limaverde, da rádio FM Assembleia (96,7MHz), na manhã desta segunda-feira (11/02).

Para José Sarto, o Brasil vive um momento em que os parlamentos estaduais serão instados a se pronunciar sobre a macropolítica nacional, e isso também é de abrangência de mandato.“Para além das funções constitucionais de um deputado, como elaborar projetos de lei, representar a sociedade do seu estado e fiscalizar o Executivo, hoje é imperativo de um agente público com mandato promover um debate sobre a sociedade e o tipo de País que queremos”, enfatizou.

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Partidos do ‘centrão’ colocam Onyx na frigideira

Josias de Souza

11/02/2019 16h47

Com obstinação e método, líderes de partidos do chamado centrão levam o ministro Onyx Lorenzoni à frigideira. Alegam que falta ao chefe da Casa Civil da Presidência duas características vitais para um coordenador político: capacidade de ouvir e respeito ao contraditório. Celebram a disposição de Rodrigo Maia de ocupar o vácuo, desdobrando-se nos papeis de presidente da Câmara e articulador do Planalto. Mas avaliam que cabe a Jair Bolsonaro distensionar o ambiente.

Com quase três décadas de vivência parlamentar, Bolsonaro conhece o modo de agir do centrão. O grupo não faz oposição. Ao contrário, revela-se sempre disposto a apoiar o governo —qualquer governo. No momento, o grosso do conglomerado partidário declara-se favorável às reformas liberais do capitão. Mas seus operadores esclarecem que o centrão não tem pressa, tem demandas.

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Deputada do PSL alega que também recebeu ameaças de morte

carla zambelli

 

Eleita com mais de 70 mil votos, a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) diz ter recebida mensagens de morte dos mesmos autores das ameaças feitas ao ex-deputado Jean Wyllys, que renunciou ao cargo no início do ano. As informações são do site Universa.

Zambelli diz ter recebido mensagens enviadas por Emerson Rodrigues Setim, mesma pessoa que enviou ameaças a Jean Wyllys. A deputada afirma que ameaças de morte contra ela e o filho de 11 anos foram feitas por e-mail e que, agora, anda com escolta policial. Emerson Setim, o intimidador, já foi preso pela Polícia Federal em 2012 por racismo e divulgação de pornografia infantil e, no ano passado, foi denunciado pelo Ministério Público Federal por associação criminosa.

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Presidente da Alerj exonera assessora que movimentou R$ 26 milhões

RIO — No topo da lista de funcionários da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) com movimentações financeiras consideradas “atípicas” pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) ,Elisângela Barbiere foi exonerada do gabinete do deputado estadual André Ceciliano (PT) . O petista, eleito no dia 2 para permanecer na presidência da Alerj, decidiu na última sexta-feira dispensar Elisângela e nomear outra pessoa para a vaga de “assessora parlamentar 5” deixada pela ex-funcionária. Com salário mensal de R$ 5 mil no Legislativo fluminense, Elisângela ganhou notoriedade após o Coaf revelar que ela movimentou R$ 26,5 milhões entre janeiro de 2011 e maio de 2017.

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A ‘CPI da Lava Toga’ - João Domingos

João Domingos, O Estado de S.Paulo

09 Fevereiro 2019 | 03h00

 

Fundamentais para o impeachment de Fernando Collor, em 1992, para a descoberta do desvio de verbas do Orçamento da União pelos chamados “anões do Orçamento”, entre 1993 e 1994, e para se chegar ao escândalo do mensalão, em 2005, as CPIs perderam força ou tiveram suas funções invertidas nos últimos anos. De instrumento poderoso de investigação, pois com o auxílio do Ministério Público e Polícia Federal, além de contarem com o poder da publicidade da comunicação parlamentar totalmente despida de censura, muitas CPIs se tornaram instrumento de chantagem, de promoção pessoal e até mesmo de obtenção de vantagens indevidas, conforme investigações internas feitas no Senado e na Câmara e que levaram até à abertura de processos de cassação de mandato por quebra de decoro parlamentar.

Como as CPIs se banalizaram demais, não foi à toa que oito parlamentares da base do governo de Jair Bolsonaro, seis deles do PSL do presidente, madrugaram na última segunda-feira, 4, para esperar a abertura da porta da Secretaria-Geral da Mesa com um pedido de instalação de uma CPI, todas elas chapa-branca ou para investigar coisas ocorridas nos governos petistas: programa Mais Médicos, Comissão da Verdade, entre outros.

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Deputados sugerem mudanças no Regimento Interno da Assembleia

Deputados da Assembleia Legislativa já apresentaram diversas sugestões de alteração ao Regimento Interno da Assembleia Legislativa. O presidente da Mesa Diretora, José Sarto (PDT), foi eleito com a promessa de realizar tais atualizações - as quais ele pretende aprovar ainda durante o primeiro ano de seu mandato no comando da Casa. Há ainda na pauta de discussões uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece voto aberto para votações de cunho político.

 

No início da Legislatura passada, em 2015, alguns deputados de oposição, até então novatos na Assembleia, surpreenderam a base governista de Camilo Santana com artifícios regimentais para terem pleitos atendidos. Dois anos depois, em 2017, era grande o clamor de parlamentares em torno de mudanças no Regimento Interno para que ele se torne mais claro e acessível às interpretações dos membros do Legislativo.

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Os vendilhões do Congresso - ISTOÉ

 

RENAM E SEU DESPERO

 

 

A cena rocambolesca não vai sair tão cedo do imaginário do brasileiro – e é bom que ela apareça repisada à exaustão para, quem sabe, um dia ser totalmente varrida da realidade do Congresso, por absoluta repulsa geral. Renan Calheiros, o alterego do fisiologismo escrachado, um cacique parlamentar de práticas deletérias, que já lhe renderam ao menos 14 ações por improbidade, cinco pedidos de cassação sucessivos, denúncias a dar com o pau, exibiu-se aos berros no Senado tentando fazer valer a sua intolerável artimanha de conluio com os cupinchas de sempre, antigos controladores da Casa.

 

No afã de levar a peleja na marra, bradou impropérios, postergou votação, ameaçou, fez o diabo. Estava ali montado um show de horrores, um espetáculo digno apenas de colegiais secundaristas que se esgoelam até em bafo de figurinhas. De senadora surrupiando pasta da plenária a uma patota que articulava o esquema para melar a eleição, passando por distribuição a rodo de 300 cargos, suborno mesmo, na calada da noite, e apelação ao STF – que, nas mãos do presidente Toffoli, prontamente soltou uma liminar pretensamente redentora das intenções do coronel alagoano -, viu-se de tudo naquela mixórdia.

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Davi venceu o gigante / ISTOÉ

DAVI VENCEU O GIGANTE

 

 

O novo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), ostenta um perfil curioso. Em quatro anos como senador, ele só entabulou sete discursos. Sua característica mais marcante, até então, era uma discrição tão absoluta que o seu nome, quando pronunciado, automaticamente remetia ao baixo clero do Congresso.

 

Foi em silêncio, porém, que ele construiu a vitória contra o célebre vetusto Renan Calheiros (MDB-AL), um dos poucos sobreviventes de uma era em que as velhas e carcomidas prática prevaleciam simplesmente pela força de sua tirania – e pelo grande temor gerado por ela. Enquanto o favorito lançou toda a sorte de tramoias, das mais sórdidas às mais comezinhas, muitas das quais sem qualquer pudor, a céu aberto, o senador de 41 anos do DEM do Amapá preferiu exercitar a boa política.

 

Ao longo das últimas semanas, intensificou o corpo-a-corpo junto a colegas de Senado e, paulatinamente, como se erguesse uma casa, tijolo a tijolo, obteve apoios importantes, como o do oposicionista Randolfe Rodrigues (Rede-AP). “Ele é muito bom nisso, nesse jogo de bastidores”, reconhece Randolfe. Com o auxílio do ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), Alcolumbre pavimentou uma estratégia através da qual conseguiu algo que muitos julgavam impossível: superar o execrável Renan que, pela sua capacidade de estar sempre do lado sombrio da força, não raro desfrutou entre seus colegas o epíteto de “Highlander”, numa referência ao personagem vivido em uma série de filmes pelo ator Cristopher Lambert que nunca morre. Renan, ao menos politicamente, morreu.

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Deputado diz que Bolsonaro 'está para morrer'; governistas prometem acionar Conselho de Ética

Teo Cury, O Estado de S.Paulo

08 Fevereiro 2019 | 15h38

 

BRASÍLIA - O deputado federal Edmilson Rodrigues (PSOL-PA) disse nesta quinta-feira, 7, em entrevista à TV Câmara que o presidente Jair Bolsonaro “está para morrer”, e que pessoas próximas o obrigaram a reassumir o cargo por supostas desconfianças em relação ao vice-presidente, Hamilton Mourão. Aliados do governo repudiaram o comentário do deputado e prometeram acionar o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados.

Jair Bolsonaro
O presidente Jair Bolsonaro está internado desde o dia 27 de janeiro em São Paulo, véspera do dia em que realizou uma cirurgia para reconstrução do trânsito intestinal. Foto: Reprodução Twitter/Jair Bolsonaro

Durante a entrevista, a repórter perguntou ao parlamentar se ele avaliava que poderia ser bem-sucedida a estratégia do governo de apresentar a reforma da Previdência e o pacote anticrime ao mesmo tempo na Câmara.

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