Sérgio Aguiar comemora ações promovidas em Camocim
Deputado Sérgio AguiarFoto: Máximo Moura
Fernando Hugo lamenta corte de beneficiados do Bolsa Família
Deputado Fernando HugoFoto: Máximo Moura
Ferreira Aragão avalia situação hídrica do Ceará
Deputado Ferreira AragãoFoto: Máximo Moura
Após cinco anos consecutivos de estiagem, o parlamentar lamentou que o período chuvoso deste ano não foi tão bom quanto o esperado, deixando os reservatórios em limite crítico de armazenamento. “Infelizmente não conseguimos a água que esperávamos e as ações desenvolvidas pelo Governo não resolverão o problema por muito tempo”, avaliou.
Leonardo Araújo critica fechamento de serviço de mastologia em Gonzaguinha
Deputado Leonardo AraújoFoto: Máximo Moura
Renato Roseno comenta PEC da reforma política
Campanha Ceará sem Drogas chega a Ocara nesta quinta
Heitor Férrer lamenta situação de pobreza no Brasil
Deputado Heitor FérrerFoto: Máximo Moura
Secretário afirma na AL que Estado investiu mais de R$ 1 bi em recursos hídricos
Para o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Zezinho Albuquerque (PDT), as informações apresentadas no Parlamento trazem “alívio à população”. “Muito bom saber que o Governo não está parado no que diz respeito à gestão hídrica do nosso Estado, e essas ações certamente irão garantir o abastecimento das cidades e facilitar o convívio com a seca”, avaliou.
Demagogia: comissão do Senado, tucano à frente, aprova projeto que torna crime rever meta fiscal
O país, às vezes, passa por algumas bizarrices. Pouca gente se lembra, mas a Constituinte estabeleceu um teto para os juros: 12% ao ano. E, como a redação e as mentes eram confusas, entendia-se tratar de juros reais, o que, se posto em prática, pelo texto, seria um descalabro. Para vocês terem uma ideia, o país que paga hoje as taxas reais mais altas do mundo — isto é, descontando-se a inflação — é a Rússia: 4.59%. A Turquia vem em seguida, com 3,93%. E o Brasil está em terceiro lugar, com 3,71% em julho, com a taxa Selic a 9,25%. Sim, na década de 90, o Brasil teve de pagar juros reais acima de 20%. Nos anos 2000, caiu para a faixa de 10%. No momento, estamos abaixo de 5%.
PEC que cria distritão e fundo eleitoral está pronta para ir a plenário
Isadora Peron e Felipe Frazão, O Estado de S.Paulo
15 Agosto 2017 | 14h12
BRASÍLIA - Uma das comissões especiais que debatem a reforma política na Câmara encerrou na tarde desta terça-feira, 15, a análise sobre a proposta de emenda à Constituição (PEC) que instituiu o chamado distritão e a criação do fundo público de R$ 3,6 bilhões para financiamento da campanha. O texto agora está pronto para ir à votação no plenário. A previsão é que isso aconteça somente na próxima semana, pois não há consenso sobre os temas aprovados.




