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Câmara tenta driblar fim da cláusula de barreira na reforma política

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A deputada federal Shéridan de Anchieta (PSDB-RR) - Agência Câmara

BRASÍLIA - Um dos aspectos mais criticados do sistema eleitoral em vigor é a previsão de coligações entre partidos sem nenhuma afinidade nas eleições para deputados e vereadores. Este modelo está prestes a ser extinto na atual reforma política, mas um dispositivo da proposta abre brecha para que as siglas se unam, embora seguindo regras mais restitivas, auxiliando legendas menores que serão afetadas pela chamada cláusula de barreira.

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Adoção do 'distritão' divide opiniões no Senado

Uma mudança na legislação eleitoral pode assegurar a eleição dos deputados e vereadores mais votados. A proposta que cria o chamado “distritão” avançou na Câmara dos Deputados. No entanto, o tema é polêmico e divide a opinião de parlamentares e especialistas. Os críticos do "distritão" argumentam que o sistema enfraquece os partidos e facilita a eleição de celebridades e caciques políticos. Segundo o senador Jorge Viana (PT–AC), o "distritão" não existe em países desenvolvidos e torna as eleições mais caras. Os defensores argumentam que o sistema é mais simples de entender, já que os parlamentares mais votados são eleitos. O presidente do Senado, Eunício Oliveira, acredita que o modelo deve ser temporário e valer para as eleições de 2018 e 2020, com uma transição para o voto distrital misto em 2022. SENADO FEDERAL

Ana Amélia condena declaração de Lula sobre regulação da imprensa

A senadora Ana Amélia (PP-RS) lamentou que, frequentemente, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva critique instituições importantes de uma democracia, como o Ministério Público, o Judiciário e a imprensa. A senadora lembrou que na última sexta-feira (11), em evento na Universidade Federal do Rio de Janeiro, Lula afirmou que regularia a mídia, caso voltasse à Presidência da República.

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CPI ouve prefeituras que mais devem à Previdência

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Previdência recebeu nesta segunda-feira (14) representantes de municípios que estão entre os que mais devem ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Juntas, as dívidas de Guarulhos (SP) e Manaus (AM), por exemplo, superam R$ 1,2 bilhão. As prefeituras responsabilizam as gestões anteriores pelo rombo.

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Reforma eleitoral da Câmara já provoca debate no Senado

Fundo público no valor de R$ 3,6 bilhões, mandato de dez anos para membros dos tribunais superiores e sistema distrital de voto. Esses são alguns dos pontos da reforma política que está em curso na Câmara dos Deputados (PEC 77/2003). A reforma ainda não chegou ao Senado, mas já provoca a reação dos senadores, que buscam acompanhar as negociações sobre as mudanças. Isso porque, para passar a valer já nas eleições de 2018, o projeto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado até o início de outubro. A legislação eleitoral impõe o prazo de pelo menos um ano antes das eleições para as mudanças nas regras.

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CPI ouve representantes dos municípios que mais devem à Previdência

A CPI da Previdência ouviu, nesta segunda-feira (14), representantes dos municípios que mais devem contribuições ao sistema previdenciário. A grande ausência foi a Prefeitura de São Paulo, que pode ser convocada a enviar um representante. O relator da CPI, senador Hélio José (PMDB-DF), criticou o prefeito de São Paulo, João Dória, que não mandou representante. Hélio José afirmou que Dória deveria ter vergonha de ficar fazendo demagogia e manipulação da opinião pública e não atender a um convite da CPI. A reportagem é de Maurício de Santi, da Rádio Senado.

PEC que institui o Simples Municipal pode ser votada pelo Plenário

O Plenário do Senado analisa, nesta terça-feira (15), três propostas de emenda à Constituição. A PEC do Simples Municipal (PEC 77/2015) está pronta para votação em primeiro turno. A PEC que cria as polícias penitenciárias (PEC 14/2016) está na quarta sessão de discussão do primeiro turno e a PEC que impede a filiação partidária de membros da Justiça Eleitoral (PEC 4/2017) começará a ser discutida.

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Fim de coligações e cláusula de desempenho recebem parecer favorável em comissão especial

Relatora alterou texto original estabelecendo regras de transição mais suaves para a implantação da cláusula de desempenho partidário

Lúcio Bernardo Junior/Câmara dos Deputados
Reunião Ordinária. Dep. Shéridan (PSDB - RR)
Shéridan: A proposta poderá reduzir a quantidade excessiva de partidos políticos no Congresso Nacional

A relatora da comissão especial da Câmara que analisa novas regras sobre a coligações partidárias, deputada Shéridan (PSDB-RR), apresentou na quinta-feira (10), seu parecer favorável à Proposta de Emenda à Constituição 282/16, do Senado, na forma de texto substitutivo. Os parlamentares da comissão pediram vista conjunta, e a votação da proposta foi adiada para a próxima quinta-feira (17). Mas, segundo Shéridan, a ideia é tentar um acordo para antecipar a votação para o início da semana.

 

O texto proíbe as coligações nas eleições proporcionais (para deputado e vereador) a partir de 2020 e impõe regras para que os partidos tenham acesso ao dinheiro do Fundo Partidário e à propaganda gratuita no rádio e na TV.

 

Pelo substitutivo, terão acesso a esses benefícios os partidos que obtiverem, nas eleições para a Câmara dos Deputados:


- Na legislatura seguinte às eleições 2018 - 1,5% dos votos válidos, distribuídos em pelo menos 9 estados, com no mínimo 1% de votos válidos em cada um deles; ou tiverem elegido pelo menos 9 deputados distribuídos em 9 estados. 


- Na legislatura seguinte às eleições de 2022 - 2% dos votos válidos, distribuídos em pelo menos 9 estados, com no mínimo 1% de votos válidos em cada um deles; ou tiverem elegido pelo menos 12 deputados distribuídos em pelo menos 9 estados.


- Na legislatura seguinte às eleições de 2026 - 2,5% dos votos válidos, distribuídos em pelo menos 9 estados, com no mínimo 1,5% dos votos válidos em cada um deles; ou tiverem elegido pelo menos 15 deputados distribuídos em 9 estados. 


- Na legislatura seguinte às eleições de 2030 - 3% dos votos válidos, distribuídos em pelo menos 9 estados, com no mínimo 2% dos votos válidos em cada um deles; ou tiverem elegido pelo menos 18 deputados distribuídos em 9 estados.

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Distritão deve reduzir as chances de renovação na Câmara

BRASÍLIA - A eventual adoção do chamado distritão nas eleições de 2018 deve reduzir as opções de votos para o eleitor — e a chance de renovação da Câmara — com uma abrupta queda do número de candidatos nas disputas para deputado. Esta é a avaliação de lideranças partidárias de diferentes matizes ideológicas e é um dos motivos pelo qual o sistema é defendido pelos próprios parlamentares como o mais fácil para garantir a reeleição, mesmo com a grave crise de confiança na política potencializada pela Operação Lava-Jato.

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Deputada apresenta proposta para fim de coligação e redução no número de partidos

Enquanto uma comissão aprovavao texto que prevê um fundo público para bancar campanhas, outro colegiado da Câmara também debateu nesta quinta-feira (10) mudanças nas regras políticas e eleitorais. A deputada Shéridan (PSDB-RR), apresentou seu relatório sobre a proposta que acaba com as coligações partidárias em eleições e pode reduzir o número de partidos no país.

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