Ex-executivo cita R$ 40 mi a siglas via cervejaria
O ex-executivo da Odebrecht Benedicto Júnior disse que a empreiteira usou o Grupo Petrópolis, da cervejaria Itaipava, para doar R$ 40 milhões a campanhas de partidos da base da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer em 2014, segundo relatos obtidos pelo Estado. O empreiteiro Marcelo Odebrecht também afirmou que a Itaipava foi usada como “laranja” pela Odebrecht para fazer doações oficiais.
Empreiteira pagou R$ 4 mi ao PDT, segundo ex-diretor
BRASÍLIA - Em depoimento nesta quinta-feira, 2, ao ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Herman Benjamin, o ex-diretor da Odebrecht Ambiental Fernando Cunha Reis afirmou que foram pagos R$ 4 milhões ao PDT para que o partido ingressasse a coligação da chapa presidencial de Dilma Rousseff-Michel Temer de 2014. A audiência com Cunha Reis foi feita no Rio e faz parte do processo que investiga se houve abuso de poder econômico e político por parte da chapa nas últimas eleições. Nesta quarta-feira, 1.º, foi ouvido na mesma ação o executivo e ex-presidente da empreiteira Marcelo Odebrecht.
BJ, ex-presidente da Construtora Odebrecht, diz que repassou R$ 9 milhões a pedido de Aécio
O ex-presidente da Construtora Odebrecht Benedicto Júnior, um dos delatores da Operação Lava Jato, disse nesta-quinta-feira, 2, em depoimento ao ministro Herman Benjamin, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que na campanha de 2014 repassou R$ 9 milhões a políticos do PSDB e do PP e ao marqueteiro tucano a pedido do então candidato à Presidência Aécio Neves – presidente nacional da sigla.
Marcelo Odebrecht ao TSE: Lula, Dilma e Mantega mais enrolados!!!
Nada é mais público no Brasil do que um depoimento sigiloso, certo? Ninguém se interessa muito por aquilo que é do domínio de todos. Os vazadores existem justamente para burlar a determinação legal. Não seria diferente com o depoimento prestado nesta quarta por Marcelo Odebrecht ao ministro Herman Benjamin, relator dos processos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que pedem a cassação da chapa que elegeu Dilma-Temer.
Odebrecht marcou Dilma e Temer na bochecha
Deflagrada em março de 2014, a Lava Jato já estava na praça quando Marcelo Odebrecht decidiu que parte da verba do departamento de propinas de sua empreiteira seria investida no PT de Dilma Rousseff, no PMDB de Michel Temer e em legendas associadas à coligação da dupla. Todos sabiam que o mau costume do dinheiro clandestino das campanhas tornara-se mais arriscado. Deram de ombros. E foram em frente. Como que farejando o cheiro de enxofre, o príncipe da construção pesada adicionou ao velho pacto um lance diabólico: gravou a marca da Odebrecht nas bochechas dos destinatários do dinheiro de má origem.
Moro condena Delúbio Soares e dono de jornal a cinco anos de prisão por lavagem de dinheiro
SÃO PAULO - O juiz Sérgio Moro condenou o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e o empresário Ronan Maria Pinto, dono do jornal “Diário do Grande ABC”, a cinco anos de prisão por lavagem de dinheiro na Operação Lava-Jato. Eles foram considerados culpados pelo juiz no processo que apura um empréstimo de R$ 12 milhões feito no Banco Schahin para supostamente beneficiar o PT em 2004. Ronan foi preso na 27ª fase da Lava-Jato, enquanto Delúbio foi alvo de condução coercitiva em abril do ano passado. Os dois devem continuar em liberdade enquanto a sentença não for confirmada em segunda instância.
Marcelo Odebrecht diz que doou R$ 150 milhões à campanha de Dilma
O empresário Marcelo Odebrecht diz ter doado R$ 150 milhões à chapa Dilma-Temer na eleição de 2014 como caixa dois. Parte desse valor foi contrapartida pela aprovação da medida provisória do Refis, que beneficiou o grupo. O ex-presidente da Odebrecht também confirmou um encontro com Temer para tratar de doações para o PMDB, mas disse não ter discutido valores com o então vice-presidente.
Amigo de Temer diz que serviu de 'mula' a pedido de Padilha
O ex-assessor da Presidência José Yunes afirmou nesta quinta-feira, 23, que atuou como “mula involuntária” do ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, ao receber um pacote no seu escritório de advocacia, em São Paulo, das mãos do doleiro Lúcio Funaro. A história apareceu na delação premiada do ex-executivo da Odebrecht Cláudio Melo Filho, que disse ter mandado entregar dinheiro em espécie no endereço de trabalho de Yunes, em 2014.
MPCE instaura inquérito civil público sobre atraso de repasses para o Instituto do Câncer do Ceará

O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) informa, nesta quinta-feira, que, através da 1ª Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde Pública, instaurou um Inquérito Civil Público que trata sobre o atraso no repasse dos recursos, por parte da Secretaria Municipal de Saúde de Fortaleza (SMS), motivo que levou à suspensão de novos atendimentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) junto ao Instituto do Câncer do Ceará (ICC). Objetivando discutir e solucionar a problemática, de forma a garantir-se a continuidade dos atendimentos a pacientes do SUS, foi agendada audiência, a ser realizada na próxima quinta-feira (2/03), às 10 horas, na sede da Promotoria. Os representantes do ICC e da Secretaria Municipal da Saúde foram convocados a comparecer a esse encontro. COM BLOG DO ELIOMAR

