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Delator da Lava Jato diz que pagou R$ 1 milhão em dinheiro a Vaccari

Delator da Operação Lava Jato, o executivo da Carioca Engenharia Ricardo Pernambuco afirmou à Procuradoria-Geral da República (PGR) que fez pagamentos de R$ 1 milhão em dinheiro vivo ao PT, a pedido do ex-tesoureiro da legenda João Vaccari Neto. Os pagamentos tinham por objetivo garantir obras para a empresa de engenharia, relatou o delator.

 
OPERAÇÃO LAVA JATO
PF investiga esquema de corrupção

Segundo Pernambuco, o R$ 1 milhão foi pago em 2011, em quatro parcelas de R$ 250 mil, para Vaccari. O dinheiro em espécie era viabilizado via doleiros e esquentado através do superfaturamento de contratos e simulações de prestação de serviços. Em troca, a Carioca Engenharia entrava na lista de empresas que poderiam participar de licitações na Petrobras.

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‘Você vai dar esse dinheiro todo para o filho do Lula?

Luiz Claudio: mulher de lobista estranhou pagamentos

Luiz Claudio: mulher de lobista estranhou pagamentos

Cristina Mautoni, mulher e sócia do lobista Mauro Marcondes, ambos presos na Operação Zelotes, depôs nesta terça-feira na Justiça Federal em Brasília. Diante do juiz, Cristina disse que estranhou o pagamento de 2,4 milhões de reais a Luís Claudio Lula da Silva pela empresa da qual é sócia e questionou o marido: “Você vau dar esse dinheiro todo para o filho do Lula?”.

 

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A Mautoni & Marcondes é suspeita de ter repassado para o filho do ex-presidente dinheiro que recebeu de montadoras para fazer lobby pela prorrogação dos benefícios de uma medida provisória. Luís Claudio afirmou que prestou consultoria para a empresa de Marcondes. Nos documentos que apresentou para comprovar o serviço, foram anexadas páginas extraídas do site Wikipedia. VEJA/VERA MAGALÃES

Notas oficiais do Instituto Lula desnudaram Lula

 

Há uma originalidade perversa nas notas oficiais do Instituto Lula. Elas transformam Lula numa caricatura burlesca do velho mito. É como se os textos tivessem a missão inconsciente de desnudar Lula. Desvendam a promiscuidade imobiliária do personagem confessando-a em conta-gotas. As notas do Instituto Lula travam uma relação instável com a verdade. Tratam o noticiário como ficção urdida para difamar o grande líder. Escoram seus desmentidos em meias verdades, realçando exatamente a metade que é mentira. A absoluta verdade, só em caso de última necessidade. Nas notas do Instituto Lula, a verdade não só é muito mais incrível do que a ficção como é muito mais difícil de inventar. Tamanho é o desejo de criar uma verdade particular para Lula, que os textos mentem mal. Ao tentar remendar a situação, deixam as mais espantosas pistas.

Na primeira versão, Lula não era dono do triplex do Guarujá. Sua mulher Marisa adquirira apenas uma cota-parte da Bancoop. E o advogado da família não tinha a mais remota ideia de que uma empreiteira enrolada na Lava Jato reformara o apartamento que o Ministério Público suspeita pertencer ao clã dos Silva.

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Moro: advogados abusam do direito de defesa

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Crítica do juiz está na sentença na qual ele condenou o ex-diretor da Petrobras Jorge Zelada; segundo Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato, os advogados apresentam inúmeros pedidos de produção de prova para atrasar o fim da ação penal; "No processo ou fora dele, em manifestos ou entrevistas a jornais, reclamam da condução do processo, imaginando uma fantasiosa perseguição aos seus clientes, sem, porém, refutar as provas apresentadas pela acusação", aponta; em entrevista publicada nesta segunda-feira, Moro foi criticado pelo criminalista Antonio Cláudio Mariz; "Tenho às vezes a impressão de que ele já tem uma ideia preconcebida em relação à culpabilidade de alguém" BRASIL 247

Lula teve prejuízo de R$ 100 mil com desistência no Guarujá

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Após um investimento total de R$ 286 mil em uma unidade do edifício, o casal Lula e Marisa desistiu do negócio e vai receber R$ 188,2 mil de restituição, divididos em 36 parcelas de R$ 5.227,99; em nota, o ex-presidente disse ter desistido de adquirir um imóvel no prédio porque notícias sobre o edifício teriam “rompido a privacidade necessária ao uso familiar do apartamento”; segundo ele, adversários e a imprensa “tentam criar um escândalo a partir de invencionices” BRASIL 247

Lava Jato tem mais de 80 condenados, totalizando quase 800 anos de cadeia

Ao discursar na abertura do ano judiciário de 2016, no plenário do STF, o procurador-geral da República Rodrigo Janot prestou contas dos resultados da Lava Jato. Destrinchou dados recolhidos até 18 de dezembro de 2015. Até aquela data, a maior operação anti-corrupção já realizada no país havia produzido 80 condenações judiciais. Juntas, as penas somavam 783 anos e dois meses de cadeia. Nesta segunda-feira, o juiz Sérgio Moro lavrou mais uma sentença. Condenou o ex-diretor da Petrobras Jorge Zelada a 12 anos e 2 meses de cadeia. Adicionando-se a novidade ao levantamento de Janot, sobe para 81 o número de condenações da Lava Jato. E as penas saltam para 795 anos e 4 meses de prisão. Janot desfiou os números sentado ao lado de um dos mais notórios investigados da Lava Jato: o presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Ignorou-o. Negou-lhe a gentileza de um cumprimento. Absteve-se de mencionar-lhe o nome ao cumprimentar as autoridades presentes. Também compunha a mesa o presidente do Senado, Renan Calheiros, outro alvo da operação. A dupla ouviu, impassível, o discurso do chefe do Ministério Público Federal.

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Edifícios de cooperados da Bancoop estão na mira da Operação Lava-Jato

casa verde

SÃO PAULO - Embora altas, as duas torres do Condomínio Casa Verde, na Zona Norte de São Paulo, não conseguem ocultar uma ausência. Onde deveria haver um prédio com cerca de 80 apartamentos, há só o concreto de uma laje. O drama dos cooperados da Bancoop (Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo) começou há cerca de dez anos, quando parte deles descobriu que não receberia os apartamentos de 64 metros quadrados pelos quais já haviam pagado cerca de R$ 120 mil.

O que se seguiu foram batalhas administrativas e disputas judiciais até que, há três anos, a OAS assumiu as obras prometendo aprontar tudo até o fim do ano passado, em troca de cerca de mais R$ 50 mil de cada cooperado. Três anos depois, não há sinal da nova torre, a OAS entrou em recuperação judicial após seus executivos serem condenados no maior escândalo de corrupção do país e disse aos moradores que não deve mais fazer a obra. Para a surpresa dos proprietários do Condomínio Casa Verde, cujo sonho era ter uma casa própria, o local foi incluído na lista de obras investigadas pela Lava-Jato.

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Lula admite visita a tríplex com Léo Pinheiro; promotor vê incoerência

O Instituto Lula publicou ontem em seu site reproduções de documentos para voltar a negar que o apartamento no condomínio Solaris, no Guarujá, pertença a Luiz Inácio Lula da Silva e sua família. A entidade, presidida por Paulo Okamotto, confirmou que o ex-presidente esteve na unidade 164-A, um tríplex de 215 m2, em uma “única ocasião”, em 2014, acompanhado da mulher, Marisa Letícia, e de José Adelmário Pinheiro, o Léo Pinheiro, sócio da OAS.

Lula e Marisa foram intimados na semana passada a depor no próximo dia 17 como investigados em inquérito do Ministério Público Estadual que apura oito empreendimentos da Cooperativa Habitacional dos Bancários do Estado de São Paulo (Bancoop) assumidos pela OAS, alvo da Lava Jato por formação de cartel na Petrobrás entre 2004 e 2014. Um desses empreendimentos é o condomínio Solaris – também alvo da Operação Triplo X, 22.ª fase da Lava Jato. 

Ex-presidente Lula comparece ao Sindicato dos Metalúrgicos para receber Prêmio João Ferrador ao lado da esposa Marisa 

Ex-presidente Lula comparece ao Sindicato dos Metalúrgicos para receber Prêmio João Ferrador ao lado da esposa Marisa 

O comunicado divulgado ontem pelo Instituto Lula faz um histórico da negociação envolvendo o empreendimento e acusa a imprensa e “agentes públicos partidarizados” de promover uma “farsa” para incriminar o ex-presidente da República.  No Ministério Público paulista, contudo, a avaliação inicial é de que as informações corroboram os indícios de tentativa de ocultação de patrimônio. O promotor Cássio Conserino afirmou que viu incoerência nas informações apresentadas. 

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José Dirceu diz que ganhou R$ 40 mi em 'consultorias', mas 'tinha muitas despesas'

José Dirceu chega para seu interrogatório na Lava Jato na sexta-feira (29). Foto: Paulo Lisboa/Brazil Photo Press

José Dirceu chega para seu interrogatório na Lava Jato na sexta-feira (29) em Curitiba. Foto: Paulo Lisboa/Brazil Photo Press

O ex-ministro chefe da Casa Civil José Dirceu disse ao juiz federal Sérgio Moro, da Operação Lava Jato, que enfrenta”dificuldades financeiras”. Ele disse na audiência de sexta feira, 29, que ganhou R$ 40 milhões em “consultorias”, mas que tinha “muitas despesas”. Preso desde 3 de agosto de 2015 – alvo da Operação Pixuleco, desdobramento da Lava Jato -, Dirceu é réu em ação penal por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. A força-tarefa do Ministério Público Federal afirma que, por meio de uma empresa de “fachada”, a JD Assessoria e Consultoria, o ex-ministro recebeu propinas do esquema de corrupção instalado na Petrobrás entre 2004 e 2014. O relato de Dirceu não convenceu os investigadores da Lava Jato porque, segundo eles, as dificuldades e as despesas não o impediram de gastar R$ 1,5 milhão com a reforma de sua casa.O ESTADO DE SP

Perícia da PF revela que Collor gastou R$ 16,4 mi em quatro anos com despesas de consumo

O senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) gastou R$ 16,4 milhões entre 2011 a 2014 com despesas de consumo, como pagamento de contas de energia elétrica, água, telefone, TV por assinatura, passagens aéreas, segurança privada, medicamentos, funcionários, tributos, entre outros. As informações constam de laudo da Polícia Federal, finalizado em 14 de janeiro, para a Operação Politeia que investiga suposto envolvimento do senador com esquema de corrupção na BR Distribuidora.

Collor é suspeito de receber propina em troca de contratos com a subsidiária da Petrobrás que era controlada politicamente por ele até o ano passado. Suas empresas seriam usadas para lavar o dinheiro por meio de empréstimos fictícios. Os gastos milionários com consumo são bem inferiores a renda declarada pelo senador em todo o período, de R$ 700 mil.

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