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DEM vai questionar viagem de Dilma a São Bernardo

O ex-presidente Lula, sua esposa Marisa Letícia, e a presidente Dilma Rousseff, acenam da sacada do apartamento, em São Bernardo do Campo, para os militantes do PT, no início da tarde deste sábado (05)
O ex-presidente Lula, sua esposa Marisa Letícia, e a presidente Dilma Rousseff, acenam da sacada do apartamento, em São Bernardo do Campo, para os militantes do PT, no início da tarde deste sábado (05)(Paulo Whitaker/Reuters)

O partido Democratas (DEM) pretende apresentar, nesta segunda-feira (07), um requerimento de informações à Presidência da República e à Casa Civil para saber quem pagou pela viagem da presidente Dilma Rousseff a São Bernardo do Campo (SP), no último sábado, onde ela se reuniu durante uma hora com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Queremos saber por que ela usou o avião e o helicóptero da Presidência para visitar o Lula", disse o líder do partido da Câmara, Pauderney Avelino (AM). "Isso não é um ato da Presidência, é um ato político." Para o líder, ela até poderia ter feito a visita. Mas não bancada pelos cofres públicos. "O país, na situação em que se encontra, quebrado, e ela fazendo essas transgressões."

O deputado informou que os parlamentares de oposição estão mobilizados para, já na segunda-feira, estarem em número suficiente para abertura da sessão no plenário da Câmara, às 14 horas. São necessários 51 deputados. O objetivo é fazer discursos centrando fogo contra o governo. "E, a partir da terça-feira, obstrução total." Os partidos contrários ao governo não querem votar nada até que a comissão especial que vai analisar o impeachment de Dilma seja instalada. (Com Estadão Conteúdo) VEJA

Planalto recebeu dossiê fajuto para atingir Sergio Moro

Sabotagem: O juiz Sergio Moro é apontado como membro de uma conspiração armada por adversários do PT
Sabotagem: O juiz Sergio Moro é apontado como membro de uma conspiração armada por adversários do PT(Lailson Santos/VEJA)

As tentativas do governo de obstruir as investigações da Operação Lava-Jato não tiveram como alvo apenas os ministros do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça. Para que o plano fosse bem-sucedido, era necessário também frear o trabalho dos delegados, dos procuradores do Paraná e do juiz Sergio Moro - os responsáveis pelo processo que desvendou o maior escândalo de corrupção da história do país, colocou na cadeia empreiteiros, políticos, lobistas e promove um cerco ao ex-presidente Lula. A presidente Dilma, ao que tudo indica, decidiu arriscar-se nesse terreno - e escalou para a missão o seu assessor mais poderoso: o ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner. Ele tem em mãos um dossiê que acusa o juiz Moro de participar de uma conspiração com o objetivo de atingir o PT e seus líderes.

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Policial que entregou dossiê da Lava Jato ao governo pode ser investigado, diz jornal

sergio moro

O presidente do Sindicato dos Policias Federais no DF, Flávio Werneck, que levou um dossiê para o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, contendo informações contra o juiz Sérgio Moro e investigadores da Operação Lava Jato é ligado ao PDT, partido aliado ao governo da presidente Dilma Rousseff. Em 2014, Werneck disputou mandato de deputado federal pela legenda, sem sucesso. A Coordenação de Assuntos Internos da Corregedoria da PF deverá instaurar investigação para apurar sua conduta nesse episódio do dossiê, segundo o jornal O Estado de S.Paulo.

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PT quer guerra civil 2 – Aécio tem de interpelar Carvalho na Justiça

Na aloprada entrevista à Folha, ao tentar defender Lula e deixar claro que ou a Lava Jato faz o que o PT quer, ou o partido vai à guerra (leia aqui), afirmou Gilberto Carvalho:
“Espero que haja o bom-senso e de que a Lava Jato volte ao seu leito natural de combater a corrupção real e se desteatralize, que as delações premiadas deixem de ser instrumento de perseguição de parte de um partido político. E digo mais, se a delação da Andrade Gutierrez for direcionada apenas contra o PT, esse escândalo vai ser insuportável, porque vai ser a confissão final de que a Lava Jato é dirigida contra o PT. Pois todo mundo sabe que a Andrade Gutierrez é a casa do senhor Aécio Neves, é quem banca o Aécio Neves. Então, se houver isso, vai ser uma loucura.”

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Ministério Público Federal requisita provas de palestras do ex-presidente

Por Juliana Coissi, na Folha:
O Ministério Público Federal cobrou de empresas de diversos ramos que apresentem provas de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ministrou realmente as palestras pelas quais foi pago.
O ex-presidente foi conduzido a depor na sexta-feira (4) em uma delegacia da PF de São Paulo na 24ª fase da Operação Lava Jato. A força-tarefa da operação investiga o motivo dos repasses de R$ 30 milhões ligados ao ex-presidente, feitos por grandes construtoras investigadas na Lava Jato por suspeita de desvio de recursos da Petrobras.

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Lula usa cobertura em São Bernardo que foi comprada por primo de Bumlai

Um primo do empresário José Carlos Bumlai, preso na Operação Lava Jato, é o dono de uma cobertura usada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e família no prédio onde o petista mora em São Bernardo do Campo. O imóvel foi alvo de busca e apreensão na 24.ª fase da Operação Lava Jato, após o síndico do prédio indicar aos policiais federais que o imóvel pertenceria ao ex-presidente.

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Fantástico mapeia Lava Jato

Esta semana, a Operação Lava Jato entrou na 24ª fase - uma investigação que está completando dois anos. São etapas de uma trama complexa, cheia de revelações. Uma história que ainda está sendo escrita. Uma sala reservada, na sede da Polícia Federal em Curitiba, guarda uma pista de que novos capítulos ainda estão por vir. Vamos voltar a março de 2014, para entender como tudo isso começou. Quando a primeira peça cai, é difícil prever onde o último reflexo vai ser sentido. Tudo começou com uma investigação contra doleiros do Paraná. O esquema funcionava num posto de gasolina, em Brasília. Lá, se lavava tudo. Lavanderia de roupas. Um lava a jato de carros, e uma casa de câmbio, especializada em lavar dinheiro sujo.

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Lula não muda o repertório em entrevista após depoimento

A entrevista do ex-presidente Lula, no diretório do PT em São Paulo, mostra que o ex-metalúrgico não renovou o repertório. Horas depois de ser conduzido coercitivamente para depor à Polícia Federal, Lula manteve a cantilena desfiada há 14 anos, quando estava prestes a ocupar o Palácio do Planalto pela primeira vez.

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Num discurso velho e surrado, sem explicar as acusações que hoje pesam sobre seus ombros, Lula tornou a se apresentar como vítima das elites e da mídia, apostando de novo num discurso de divisão do País entre ricos e pobres, privilegiados e desfavorecidos. Ocorre que hoje a realidade é distinta daquela vivida por ele em 2002, quando foi eleito para o primeiro mandato.

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"Lula sabia do Petrolão", diz novo delator

PEDRO CORREIA

Em seu pedido de busca e apreensão para a 24ª fase da Operação Lava Jato, os procuradores da força-tarefa expuseram a anatomia do petrolão: “A estrutura criminosa perdurou por, pelo menos, uma década. Nesse arranjo, os partidos e as pessoas que estavam no governo federal, dentre elas Lula, ocuparam posição central em relação a entidades e indivíduos que diretamente se beneficiaram do esquema”. Os investigadores ainda reforçam que a corrupção só se alastrou devido a “vinculação de legendas políticas que compunham a base aliada do governo federal”. Um exemplo disso, destacado pelo próprio Ministério Público Federal, é o ex-deputado Pedro Corrêa, ex-presidente do Partido Progressista (PP) e preso na Lava Jato há quase um ano. Ele era o responsável por garantir a sustentação de seu partido ao governo. Em troca, recebia as propinas geradas a partir dos contratos fechados na diretoria de abastecimento da Petrobras, comandada pelo delator Paulo Roberto Costa.

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Janot revela rotina de luxos e prazeres de Eduardo Cunha

Em apenas cinco dias, em fevereiro de 2015, presidente da Câmara gastou no crédito em Paris US$ 1,3 mil no restaurante Gu Savoy, US$ 8,1 mil na loja de roupas masculinas Textiles Astrum France, US$ 965,69 no restaurante Les Tablettes, US$ 1.177 no Le Grand Vefour, US$ 15,8 mil no Hotel Plaza Athnee...

Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados. Foto: Dida Sampaio/Estadão

Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados. Foto: Dida Sampaio/Estadão

Em apenas nove dias, no final de dezembro de 2012 e início de 2013, o deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ) gastou no cartão de crédito US$ 42,2 mil em restaurantes, hotel e lojas de grife em Miami Beach, valor equivalente a R$ 169,5 mil numa época em que ele ganhava na Câmara R$ 17,7 mil.

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