Proposta de reforma trabalhista não retira nenhum direito
Seguindo o mesmo padrão de desinformação e superficialidade presente nas críticas à reforma da Previdência, a reforma trabalhista aprovada recentemente na Câmara dos Deputados, e em exame no Senado, tem sido alvo de ataques sem maiores preocupações com as reais implicações da proposta. O interesse é apenas o de gerar ruídos políticos para fins eleitorais, em mais uma demonstração clara de desonestidade intelectual.
Prefeito manda mensagem para Câmara mandando taxar aposentados, alerta Guilherme Sampaio
Da Coluna Vertical, do O POVO desta segunda-feira:
O vereador Guilherme Sampaio (PT) diz que a Prefeitura quer taxar aposentados do Instituto de Previdência do Município (IPM). Segundo o petista, o governo federal aprovou uma emenda constitucional, na época do Governo Lula, taxando aposentados do serviço público.
Palavras necessárias - Michel Temer, O Estado de S.Paulo
Foi-me confiada a responsabilidade de governar o País num momento de profunda crise econômica, política e moral. Assumi essa incumbência consciente dos desafios que teria pela frente. Recebi um País arruinado economicamente, com alta taxa de desemprego, inflação descontrolada e empresas estatais saqueadas. Encontrei um País moralmente atingido, clamando por mudanças.
Ex-funcionário do BNDES é suspeito de favorecer a JBS em negócios
O Fantástico revela um novo personagem na controversa expansão da JBS com incentivos públicos. Uma espécie de agente duplo dentro do BNDES, suspeito de favorecer a empresa em negócios bilionários. José Cláudio Rego Aranha é ex-chefe do departamento do mercado de capitais do BNDES. No banco, ele era um dos responsáveis por emitir pareceres que recomendavam, ou não, a liberação de recursos a empresas. A JBS era uma dessas organizações em busca do dinheiro do BNDES. E o Fantástico apurou que José Cláudio Aranha, além de trabalhar no banco, tinha cadeira no conselho de administração da JBS. Nessa posição dupla, ele deu aval a negociações de grande interesse para os irmãos Batista. PORTAL G1
Temer: ‘Fui vítima de armação de bandidos que saquearam o País e querem sair impunes’
Vera Magalhães, O Estado de S.Paulo
20 Maio 2017 | 17h54
BRASÍLIA - Minutos depois do pronunciamento que fez sobre a crise que atinge seu governo, Michel Temer reafirmou ao Estadão sua recusa a renunciar à Presidência, se disse vítima de “armação”, negou que tenha participado de um plano para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha e disse estranhar que a delação da JBS, que o atingiu, tenha sido selada “no momento em que a economia começa a se recuperar”.
80 milhões recebem sem trabalhar para o governo
*Roberto Macedo, O Estado de S.Paulo
18 Maio 2017 | 03h02
Há três anos publiquei aqui o artigo Mais de 50 mi na folhona de pagamentos da União. Usei então dados de 2008 para estimar esse número. Sobre o mesmo assunto, recentemente obtive levantamento anual cobrindo o período 2003-2016, realizado pelo economista Fernando Montero, da corretora Tullett Prebon, a quem agradeço pelos dados e esclarecimentos acerca do tema.
Eventual saída de Temer levaria a eleição indireta pelo Congresso, diz Constituição

Diante da revelação, pelo jornal "O Globo", de que o empresário Joesley Batista, dono da JBS, entregou uma gravação ao Ministério Público de uma conversa entre ele e o presidente Michel Temer na qual os dois discutiram a compra do silêncio do deputado cassado Eduardo Cunha(PMDB-RJ), parlamentares da oposição passaram a defender a renúncia de Temer ou o impeachment.
Ambulâncias doadas pelo Ministério da Saúde a cidades mineiras estão paradas há anos
Em São José da Lapa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, 18 ambulâncias estão paradas há cerca de três anos. Elas deveriam atender cerca de um milhão de pessoas em 13 cidades na Região Central de Minas Gerais. Todas foram doadas pelo Ministério da Saúde para um projeto regional do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O custo de manutenção é dividido entre o governo federal (50%), o estado (25%) e os municípios (25%). O governo de Minas Gerais estaria atrasando o repasse de dinheiro.
Modelo de gestão de Doria tem foco no resultado, não na burocracia
Muito diferente do que se pensa, de que a gestão João Doria Junior estaria revolucionando o modo formal de governar, criando novos métodos administrativos, o que está acontecendo em São Paulo é a implementação do modelo inovador e pós-burocrático de Administração Pública, conhecido como modelo gerencial, que, pautada na busca pela real efetividade das políticas públicas e ao cumprimento do interesse público primário, o bem estar social.
Para economistas, ciclo de piora do emprego formal está quase no fim
O resultado do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de abril retrata que o processo de deterioração do mercado de trabalho está se aproximando do fim, analisam economistas ouvidos pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

