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Reforma do Beco da Poeira é concluída

 
Igor Cavalcante           O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.         
EVILÁZIO BEZERRA            
                          
O Beco da Poeira conta com 2.100 boxes, que comercializam principalmente confecções
Com sistema de som, rampas de acessibilidade, elevadores e câmeras de segurança, a Prefeitura de Fortaleza concluiu ontem as obras de reforma do Centro de Pequenos Negócios, conhecido como Beco da Poeira. A intervenção foi a primeira desde que os permissionários foram transferidos da praça José de Alencar para o equipamento, na avenida Imperador. A reforma, orçada em R$ 1,2 milhão, foi iniciada em agosto do ano passado e tinha previsão de entrega para o início deste ano. Segundo o secretário da Regional do Centro, Ricardo Sales, a Prefeitura teve dificuldade em dar velocidade ao projeto. “É natural (o atraso)”, disse. O Beco da Poeira ganhou nova cobertura, pintura interna e externa, ampliação da praça de alimentação e novo revestimento cerâmico.

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IDH já detecta retrocesso social

O crescimento econômico não pode ser um fim em si mesmo. Felizmente, ficou para trás, com a ditadura militar, o tempo em que o regime justificava a expansão do PIB em alta velocidade enquanto persistiam mazelas sociais, argumentando que era preciso “fazer o bolo crescer, para depois dividi-lo". O conceito tem lastro na teoria econômica, mas, à época, na década de 70, a falta das liberdades democráticas permitia ao regime deixar o bolo crescer indefinidamente. Na redemocratização, com a estabilização conseguida pelo Plano Real, passou a ser possível crescer e distribuir renda sem distorções, objetivos que não são excludentes. O PIB precisa se expandir para melhorar a qualidade de vida da população. Não se pode é contrariar princípios básicos de equilíbrio fiscal e outros.

O último ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), das Nações Unidas, referente a 2014, em que o Brasil caiu uma posição, de 74º lugar para 75º, é prova cabal de que políticas criadas em nome do combate à pobreza, da erradicação da miséria e da distribuição de renda resultam no oposto se não forem bem formuladas, se obedecerem apenas ao voluntarismo dos poderosos de turno. Desde 2010, o país não caia neste ranking, de 188 nações, baseado em indicadores de Saúde, Educação e renda. O retrocesso refletiu a virtual estagnação do Brasil em 2014, quando o PIB cresceu irrisório 0,1% e a inflação, de 6,41%, voltou a se aproximar do teto da meta de 6,5%.

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Macri anuncia fim de impostos de exportações agrícolas

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O novo presidente da Argentina, Mauricio Macri, anunciou nesta segunda-feira a eliminação de impostos às exportações agrícolas e uma redução no caso da soja. A medida tem como objetivo final incentivar a produção agrícola. No curto prazo, porém, busca que os produtores e exportadores liquidem o estoque retido, como uma forma de propiciar a entrada de divisas às combalidas reservas do Banco Central, que se encontram abaixo dos 25 bilhões de dólares.

Os impostos às exportações de grãos, que permitiram um sensível aumento da arrecadação, causaram em 2008 uma greve prolongada no campo que causou problemas ao governo da ex-presidente Cristina Kirchner.

"Hoje vou assinar o decreto de retenção (imposto às exportações) zero para as economias regionais", disse Macri em um ato com os produtores em Pergamino, 220 km a noroeste de Buenos Aires, em uma das zonas agrícolas mais ricas do país. Na ocasião, o ministro da Agricultura, Ricardo Buryaile, explicou que "as retenções passam a zero para trigo, milho, sorgo, exceto para a soja que passa de 35% para 30%".

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Fiesp formaliza apoio a impeachment de Dilma

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Representantes da Fiesp distribuem balões infláveis simbolizando a campanha contra a criação de novos impostos e da volta CPMF(VEJA.com/VEJA)

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) formalizou nesta segunda-feira apoio ao processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Com isso, torna-se a primeira grande entidade empresarial a se manifestar favoravelmente ao processo que pode resultar no afastamento da presidente. A decisão se segue a uma pesquisa interna realizada pela Fiesp apontando que grande maioria do empresariado paulista é a favor do impeachment. "O país está à deriva, e não há atitudes para solucionar os problemas", disse o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, segundo comunicado da entidade. "É chegada a hora de ter a visão de onde está o problema. Na minha visão, o problema ficou todo na parte política."

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Brasil fica em 75º no ranking do IDH, atrás do Sri Lanka

Luísa Martins - Brasília - O ESTADO DE SP

Lista das Nações Unidas tem 188 países e leva em consideração dados de expectativa de vida, tempo de escolaridade e renda

BRASÍLIA - Depois de escalar três posições entre 2009 e 2014, o Brasil desceu um degrau no ranking do Índice do Desenvolvimento Humano (IDH) deste ano, que será divulgado hoje pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). Ultrapassado pelo Sri Lanka – ilha ao sul da Índia com cerca de 21 milhões de habitantes, que teve crescimento mais acelerado –, o País ficou em 75.º lugar, entre 188 nações e territórios reconhecidos pela ONU.

Levando em conta indicadores como expectativa de vida, tempo de escolaridade e renda, o IDH brasileiro ficou em 0,755 – um leve aumento em relação a 2013, quando registrou 0,752, mas insuficiente para evitar a queda na lista. O Brasil, porém, segue enquadrado entre os países da categoria de Alto Desenvolvimento Humano, junto com México, Uruguai, Venezuela e Cuba, que estão mais bem colocados.

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Governador entrega estradas e muitos benefícios para o Centro Sul e Vale do Jaguaribe

O governador Camilo Santana inaugurou, na noite deste sábado (12), a pavimentação de 67 km de rodovias nas regiões do Jaguaribe e Centro Sul do Ceará. Os trechos contemplados são as CE-470 e CE-579, nos entroncamentos com a CE-282 (Malhada Vermelha) e com a CE-153 (Rochedo) com acesso a Palestina, e na CE-368, nos entroncamentos com a CE-275 (Jaguaribe) e com a CE-371 (Jaguaretama). As obras irão beneficiar os moradores dos municípios de Orós, Icó, Jaguaribe, Jaguaretama e distritos circunvizinhos.

Além de proporcionar mais segurança aos motoristas e passageiros que trafegam pelos trechos, as novas rodovias irão facilitar o escoamento de produção das duas regiões. "Com todas as dificuldades que tivemos no país, o Ceará manteve o ritmo de investimentos, porque temos compromisso com o povo e com o desenvolvimento do Estado e vamos trabalhar com afinco para continuar superando as dificuldades em 2016", garantiu o governador Camilo Santana.

Os trechos tiveram investimento total de R$ 40.505.099,34, sendo R$ 14.147.837,18 das CE-470 e CE-579, e R$ 26.357.262,16 da CE-368, voltados para pavimentação, movimentação de terra, drenagem, obras d'artes correntes e sinalização horizontal e vertical. O financiamento das obras foi do Tesouro do Estado e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

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Municípios em crise: União admite que não conseguirá repassar verba da Saúde

pacientes no corredorA transferência dos recursos federais aos Municípios para financiamento da Saúde de dezembro, possivelmente, não será feita integralmente. A informação é do Ministério da Saúde (MS) e foi levada à reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT). Em resumo, a pasta não conseguirá cumprir com mais essa obrigação, além de já vir atrasando alguns repasses. No encontro ocorrido em Brasília, na segunda semana de dezembro, o secretário executivo do Ministério, Agenor Alvares, disse não haver novidades sobre os repasses de dezembro. “É certo que o repasse do dia 10 não será feito na data, os responsáveis estão trabalhando para que esse recurso saia neste mês”, esclareceu o representante do governo. Ele foi sarcástico ao dizer: “estamos em uma crise, não podemos fabricar dinheiro, temos que esperar notícias da Fazenda para afirmar qualquer coisa”. Já o ministro da Saúde, Marcelo Castro, tem informado que os recursos de Média e Alta Complexidade (MAC) dos meses de dezembro e janeiro serão parcelados. De acordo com a Confederação Nacional de Municípios (CNM), tal medida tem causado situação danosas e estressantes aos gestores, aos profissionais de saúde e aos usuários. Para a entidade, agora ainda tem mais essa, o governo não consegue garantir os repasses integrais e muito menos o cumprimento das datas estabelecidas. Diante desse cenário, a entidade alerta os Municípios para as consequências das ações do governo e alerta para um período muito difícil, de incertezas e de provável caos.

Com CNM

Informação, serviços e um clima de alegria no Sertão Central

 

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A oferta de informação e serviços diversos, atrações artísticas por parte de crianças e jovens, bem como a realização de atividades integrativas, marcaram a passagem da Caravana na Trilha da Cidadania da Secretaria Especial de Políticas sobre Drogas (SPD) por Quixeramobim. A cidade do Sertão Central foi a escolhida para o encerramento do roteiro da primeira edição da Caravana, iniciada em outubro passado e desenvolvida em nove municípios cearenses.

A Caravana em Quixeramobim aconteceu nesta quinta-feira, 10, na sede da Uniq – Faculdade de Quixeramobim, contando com a participação de um grande público, à frente o prefeito Cirilo Pimenta, secretários municipais, vereadores, lideranças civis, militares e estudantis. Também estiveram presentes representantes dos prefeitos dos municípios de Banabuiú, Choró, Ibaretama, Ibicuitinga, Milhã, Pedra Branca, Quixadá, Senador Pompeu e Solonópole.

O público que lotou parte das dependências da Uniq teve a oportunidade de conhecer de perto as ações desenvolvidas pela SPD no Ceará, em especial no âmbito da prevenção ao uso abusivo de álcool e outras drogas. Ganhou elogios a apresentação do aplicativo 'PossoAjudar', utilizável em telefone celular para facilitar o acesso a informações sobre a SPD e, especialmente, toda a rede de Atenção Psicossocial no Ceará.

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El Niño pode ficar mais crítico nas próximas semanas, diz Conab

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O diretor de Política Agrícola e Informações, João Marcelo Intini, da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), disse nesta sexta-feira (11/12), que o efeito climático El Niño, que atrapalha a produção brasileira de grãos, se assevera e tende a ficar ainda mais crítico nas próximas semanas. "Uma melhora do El Niño é esperada só para meados de março ou abril", previu. Apesar dessa expectativa negativa e dos efeitos já vistos agora decorrentes das condições climáticas, o diretor salientou que a Conab manteve a previsão de safra recorde. "Mantemos essa tendência de safra recorde", disse. Ele comentou que o produtor tem aproveitado janelas para instalar suas lavouras e disse que não há agricultura sem a preocupação com o desempenho das chuvas. O maior temor com as precipitações, conforme Intini, se dá mais no Sul do País. "Teremos de ver o que ocorrerá com a safra de arroz, por exemplo, se houver permanência dos índices de chuva acima da média histórica", afirmou.

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Farmácia Popular prosseguirá apesar de corte de verba, diz Ministério da Saúde

Audiência pública sobre os cortes orçamentários previstos para os Programas Farmácia Popular do Brasil e sua extensão, Aqui Tem Farmácia Popular, às Unidades de Pronto Atendimento (UPAS) e ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU)

O Ministério da Saúde informou que o programa Farmácia Popular terá prosseguimento em 2016, mesmo com previsão de corte orçamentário.

De acordo com o representante do ministério em audiência desta quinta-feira (10) na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, Arionaldo Bomfim Rosendo, o programa está na dependência de uma negociação de preços entre governo e a indústria farmacêutica.

Rosendo explicou que, inicialmente, a proposta orçamentária enviada ao Congresso não tinha previsão para o Farmácia Popular, mas uma emenda apresentada pela Comissão de Seguridade pode garantir os recursos necessários para manter o serviço. Segundo ele, a partir da diminuição das receitas no orçamento, as ações que não faziam parte de serviços públicos de saúde foram excluídas. É o caso do programa Farmácia Popular Coparticipação, no qual o governo entra com 90% e o usuário paga apenas 10% do preço do medicamento.

O representante do Ministério da Saúde ressaltou ainda que o governo tem cacife para negociar preços com a indústria porque adquire grandes quantidades de produtos, uma vez que a demanda é grande. Em apenas um mês, o Farmácia Popular atende cerca de 9 milhões de pessoas.

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