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Covid-19: Brasil tem 21,83 milhões de casos e 608,2 mil mortes

Desde o começo da pandemia, foram infectadas pelo novo coronavírus até esta quarta-feira (3) 21.835.785 pessoas. Nas últimas 24 horas, houve 14.661 novos casos de covid-19 no país. Ontem, o painel de informações do Ministério da Saúde marcava 21.821.124 casos acumulados.

Ainda há 192.287 ocorrências em acompanhamento de pessoas que tiveram o quadro de covid-19 confirmado.

Já o total de vidas perdidas para a pandemia chegou a 608.235. Entre ontem e hoje, secretarias de saúde confirmaram 164 novas mortes. Ontem, a soma de óbitos, conforme as autoridades de saúde, estava em 608.071.

Ainda há 2.959 falecimentos em investigação. Essa situação ocorre pelo fato de haver casos em que o paciente morreu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demandará exames e outros procedimentos.

Até esta quarta-feira, 21.035.263 pessoas já se recuperaram da covid-19. Os dados de hoje do Ministério da Saúde não incluíram as informações do Ceará.

Os números em geral são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da redução de equipes para a alimentação dos dados. Após os fins de semana e feriados, em geral há mais registros diários pelo acúmulo de dados atualizado.

Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (152.098), Rio de Janeiro (68.391), Minas Gerais (55.613), Paraná (40.542) e Rio Grande do Sul (35.525).

Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (1.845), Amapá (1.993), Roraima (2.030), Tocantins (3.882) e Sergipe (6.031).

Boletim epidemiológico 03.11.2021
Boletim epidemiológico 03.11.2021 - Ministério da Saúde

Vacinação

No total, até o início da noite desta quarta-feira (3), o sistema do Ministério da Saúde assinalava a aplicação de 276,2 milhões de doses no Brasil, sendo 155,2 milhões da primeira dose e 121 milhões da segunda dose e da dose única.

Quando considerados apenas os dados consolidados no sistema do Programa Nacional de Imunização (PNI), do Ministério da Saúde, foram aplicadas 275,1 milhões de doses, sendo 152 milhões da primeira dose e 114,8 milhões da segunda dose.

Doses de reforço aplicadas foram 7,8 milhões. No total, foram distribuídas 334,9 milhões de doses a estados e municípios, tendo sido entregues 333,2 milhões.

Edição: Kleber Sampaio / AGÊNCIA BRASIL

Lei que dá isenção de ICMS para botijão de gás de uso residencial no Rio é sancionada

O Globo

 

ISENÇÃO DO ICMS DO BOTIJÃODE GAS

 

O governador do Rio, Cláudio Castro, sancionou a Lei 9.445, que garante a isenção de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na venda de botijões de gás de 13kg para uso residencial. O preço médio do botijão de gás ultrapassou a marca de cem reais. A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (dia 3), mas ainda é preciso regulamentar como será aplicado o abatimento e calcular o impacto no preço final ao consumidor.

 

Segundo a lei, para a concessão do benefício é preciso que seja feito um convênio junto ao Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). Também é necessário que seja apresentado um estudo de impacto financeiro-orçamentário, "em observância ao artigo 113 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, bem como ao artigo 16, inciso I, da Lei Complementar 101, de 04 de maio de 2000".

A nova lei é decorrente do Projeto de Lei 4.405/2021, aprovado pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) no dia 6 de outubro. O texto foi de autoria do deputado estadual Rosenverg Reis (MDB).

— Um botijão custar mais de R$ 100 é um absurdo para quem ganha um salário mínimo (R$ 1.100), que tem tido dificuldade até para comprar comida. Gás de cozinha é uma necessidade básica, e temos que nos empenhar para trazer alívio ao consumidor. É também uma forma de evitar que mais pessoas sofram acidentes ao tentar cozinhar com álcool — justificou o autor da proposta.

Camilo Santana nomeia Camily Cruz como procuradora-geral do Ceará

A advogada Antônia Camily Gomes Cruz é a nova procuradora-geral do Ceará. Ela substitui Juvêncio Vasconcelos Viana. O nome foi confirmado, na tarde desta quarta-feira (3), pelo governador Camilo Santana (PT). 

Segundo o chefe do Executivo, Camily será a primeira mulher a assumir o cargo na história do Estado. Conforme antecipado pelo Diário do Nordeste, Juvêncio foi exonerado no último dia 27 de outubro.  

QUEM É A NOVA PROCURADORA-GERAL DO CEARÁ

Camily
Legenda: Conheça a nova procuradora-geral do Ceará
Foto: Divulgação

Camily Gomes Cruz foi procuradora do Estado do Ceará no cargo de procuradora-geral Executiva do Contencioso Tributário. Ela é mestre em Direito e Gestão de Conflitos pela Universidade do Fortaleza (Unifor) e também já ocupou o cargo de procuradora da Fazenda Nacional. COM DIARIONORDESTE

Covid-19: Brasil tem 21,8 milhões de casos e mais de 608 mil mortes

O balanço divulgado nesta terça-feira (2) pelo Ministério da Saúde registra 6.431 novos diagnósticos de covid-19 em 24 horas. Esse dado eleva para 21.821.124 o número de pessoas infectadas pela doença desde o início da pandemia no país. Ontem (1º), o painel de estatísticas registrava 21.814.693 casos acumulados.

As mortes pelo novo coronavírus ao longo da pandemia superaram 608 mil. Em 24 horas, as autoridades de saúde notificaram 149 novos óbitos, totalizando 608.071. Ontem, o painel de informações marcava 607.922 mortes acumuladas.

O balanço apontou também 197.177 pacientes em acompanhamento e 21.015.876 recuperados da doença.

Condolências

Por meio da rede social Twitter, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, aproveitou o feriado de Dia de Finados para expressar condolências às vítimas da doença. Ele também agradeceu aos profissionais de saúde que morreram atuando na linha de frente.

Covid-19 nos estados

Os estados com mais mortes são os seguintes: São Paul o (152.081), Rio de Janeiro (68.383), Minas Gerais (55.592), Paraná (40.523) e Rio Grande do Sul (35.512).

As unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.845), Amapá (1.993), Roraima (2.030), Tocantins (3.881) e Sergipe (6.031).

boletim 02.11.2021
boletim 02.11.2021 - Ministério da Saúde

Edição: Nélio Neves de Andrade / AGÊNCIA BRASIL

MJ arrecada mais de R$ 100 milhões com leilões de bens apreendidos

Um acervo de 3.567 itens, entre veículos (mais de 2 mil), aviões (16), barcos (18), fazendas e mansões (25) e até sucata, são apenas alguns dos exemplos de bens que renderam aos cofres públicos, nos últimos dez meses, cerca de R$ 105 milhões. Os bens, apreendidos em operações federais, foram leiloados.

Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, somente no período de janeiro a outubro de 2021, quando houve um salto no número de leilões, foram realizados 184 pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad). O número deve chegar a 200 até dezembro, mas nem sempre foi assim. Em 2018 foram realizados apenas seis leilões pelo órgão. Em 2019, esse número subiu para 11, que resultaram em R$ 4 milhões. O ano passado fechou com 122 leilões, 11 vezes mais que no ano anterior, e R$ 39,9 milhões arrecadados.

O aumento expressivo nessa modalidade é resultado do redesenho da Senad, que passou a contar com o apoio de leiloeiros cadastrados e comissões com funcionários públicos nas unidades federativas, que ajudaram a agilizar as ações. “A Senad promove uma inovação, ao propor o conceito de círculo virtuoso da política de redução da oferta de drogas: os recursos obtidos são disponibilizados, em sua maioria, para projetos de modernização, capacitação, pesquisa e avaliação voltados ao aperfeiçoamento das atividades dos órgãos de segurança pública, responsáveis pelo combate ao narcotráfico”, explicou à Agência Brasil o secretário nacional de Políticas Sobre Drogas e Gestão de Ativos, Luiz Beggiora.

Como exemplos desses investimentos ele citou a aquisição de viaturas, drones, equipamentos de inteligência, de comunicação e de perícia, além de uniformes e de computadores de alta performance para a Polícia Federal, financiamento de grandes operações policiais, a exemplo da Operação Narco Brasil. No caso de leilões de bens relacionados ao tráfico de entorpecentes, os recursos são direcionados ao Fundo Nacional Antidrogas (Funad), que financia projetos que reforçam a segurança pública e o combate às drogas no país.

“Esse montante vem sendo utilizado para financiar políticas públicas que são prioridades do Ministério da Justiça e Segurança Pública, como o combate ao tráfico de drogas, a modernização e o fortalecimento das polícias, onde já foram investidos mais de R$ 150 milhões”, disse o ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres.

Leiloeira pública oficial desde 2010, Poliana Lorga explicou que já fez leilão para a Senad de bens com valores variados: de R$ 200 a R$ 30 milhões. No caso de leilões de ativos mais valiosos, ela destacou que por terem origem em processo-crime, entre as maiores vantagens está o recebimento de lances a partir de 50% da avaliação, o que é uma oportunidade. Outro ponto positivo, acrescentou, é o fato de o comprador ficar livre de débitos anteriores e de os credores permanecem com o direito de cobrar do proprietário anterior. “ A venda não pode prejudicar os credores de boa fé”, observou.

Ainda segundo a leiloeira, o processo é muito fácil e tranquilo. “A maioria dos compradores de veículos, por exemplo, já está acostumada com as regras. E aqueles que não têm familiaridade acabam entendendo o processo, até porque as regras do leilão estão todas descritas no edital, de modo que não há como dizer que não sabiam como funcionava”.

Confira o calendário dos leilões até o fim do ano.

Edição: Graça Adjuto / AGÊNCIA BRASIL

Estrada no ES é inaugurada com postes no meio da pista

Por João Henrique Castro, g1 ES

 

A inauguração da reforma de uma estrada em Presidente Kennedy, no Sul do Espírito Santo, está chamando a atenção e gerando revolta nos motoristas que passam pela via. A Prefeitura reformou a estrada e deixou os postes de energia no meio da pista.

A estrada liga as localidades de São Paulo e Cabral. A inauguração e entrega da rodovia foi comemorada pela Prefeitura do município em uma publicação nas redes sociais há menos de uma semana. Os postes, no entanto, foram deixados no meio da pista.

A situação preocupa moradores e motoristas, que temem que os acidentes na região aumentem, principalmente durante a noite, quando a visibilidade fica reduzida.

 A Prefeitura de Presidente Kennedy informou que solicitou a remoção e recolocação dos postes da rodovia no início das obras, mas que a EDP, concessionária de energia elétrica, ainda não fez o serviço. 

A EDP informou que está realizando um estudo técnico para recolocação dos postes e que o pedido foi feito pela Prefeitura em setembro e que está dentro dos prazos estabelecidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

A concessionária disse ainda que orientou que as prefeituras que solicitem o serviço no início das obras, para que as ações sejam feitas de forma conjunta.

POSTES NO MEIO DA PISTA

 
 

Prefeitas (se) importam

Ana Carla Abrão, O Estado de S.Paulo

02 de novembro de 2021 | 04h00

Os longos meses de pandemia levaram pessoas queridas e deixaram sequelas. Novas questões surgiram e outras antigas foram reforçadas. As questões de gênero ganharam força, refletindo mais uma assimetria no impacto dessa crise que tanto machucou os que menos têm. No mercado de trabalho, o aumento proporcionalmente maior no desemprego entre mulheres revelou a vulnerabilidade no emprego feminino. A divisão desigual do trabalho em casa sobrecarregou ainda mais mulheres do que homens, e vimos a violência doméstica explodir. Ao mesmo tempo, debates novos ganharam força, ressaltando a importância de políticas públicas que evitem o absenteísmo feminino nas escolas, assim como o aumento na oferta de creches e da licença parental para garantir maior representatividade de mulheres no mercado de trabalho.

Congresso
As questões de gênero ganharam força, refletindo mais uma assimetria no impacto dessa crise que tanto machucou os que menos têm. Foto: Dida Sampaio/ Estadão

Mas foi no campo da liderança pública que a pandemia fez emergir outro tema. Motivados por evidências anedóticas indicando que gestões femininas foram mais eficazes, trabalhos científicos se debruçaram sobre a influência de líderes mulheres nos resultados da pandemia. Vários deles chegaram a resultados inconclusivos. Não foi esse o caso de Under pressure: Women´s leadereship during the covid-19 crisis (“Sob pressão: a liderança feminina na crise da covid-19”). Escrito por Rafael Bruce, pesquisador do Insper, em coautoria com Cavgias, A., Meloni, L. e Remígio, M. (sim, todos homens), o trabalho mostra que eleger mulheres faz diferença.

Com base nos dados de internações e mortes dos municípios brasileiros, os autores usam o período da pandemia para avaliar o impacto da gestão de prefeitas durante a crise e chegam à conclusão que em cidades administradas por prefeitas o impacto da covid-19 foi significantemente menor quando comparado a municípios geridos por prefeitos. Os municípios que elegeram prefeitas em 2018 reduziram internações e mortes entre 30,4% e 33% e de 37,2 a 43,7%, respectivamente, relativamente à média daqueles que elegeram prefeitos. Mais, o efeito é maior nas cidades onde o presidente Jair Bolsonaro, defensor de medicamentos sem eficácia comprovada e contrário ao uso de máscaras e do isolamento social, teve maior votação nas eleições de 2018, mostrando o impacto das lideranças locais na neutralização de políticas públicas federais ruins.

O trabalho de Bruce et al é uma nova evidência a jogar luz sobre a importância e a urgência de aumentarmos a representatividade feminina na política e na gestão pública brasileiras. Não só porque é justo, mas também porque será melhor para o País.

Covid-19: país tem 21,8 milhões de casos e quase 608 mil mortes

O balanço divulgado nesta segunda-feira (1º) pelo Ministério da Saúde registra 3.838 novos diagnósticos de covid-19 em 24 horas. O dado eleva para 21.814.693 o número de pessoas infectadas pela doença desde o início da pandemia no país. Ontem (30), o painel de estatísticas marcava 21.810.855 casos acumulados.

As mortes pelo novo coronavírus ao longo da pandemia aproximam-se de 608 mil. Em 24 horas, as autoridades de saúde notificaram 98 novos óbitos, totalizando 607.922. Ontem, o painel de informações marcava 607.824 mortes acumuladas.

O balanço apontou também 203.666 pacientes em acompanhamento e 21.003.105 recuperados da doença.

Estados

Os estados com mais mortes são os seguintes: São Paulo (152.019), Rio de Janeiro (68.370), Minas Gerais (55.588), Paraná (40.517) e Rio Grande do Sul (35.500).

Já as unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.845), Amapá (1.993), Roraima (2.029), Tocantins (3.879) e Sergipe (6.031).

Boletim Covid 01.11.2021
Boletim Covid 01.11.2021 - Ministério da Saúde

Edição: Paula Laboissière / AGÊNCIA BRASIL

Operação combateu 16,5 mil incêndios florestais em três meses

Em três meses de existência, a Operação Guardiões do Bioma combateu 16,5 mil incêndios florestais em 11 estados dos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, aplicando mais de 1,5 mil multas e promovendo 3,2 mil ações preventivas. As estatísticas foram apresentadas hoje (1º) pelos ministros da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, e do Meio Ambiente, Joaquim Leite, logo após a abertura da participação brasileira na 26ª Conferência das Nações Unidas para Mudanças Climáticas (COP26).

Os dois ministros também assinaram acordo de cooperação técnica para reforças as ações conjuntas das pastas. O evento foi transmitido ao vivo num pavilhão montado na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília. Leite irá a Glasgow, na Escócia, onde ocorre a COP 26, na semana que vem.

Marcada por ações integradas entre a União, os estados e municípios para a proteção do meio ambiente, a Operação Guardiões do Bioma recebeu investimentos de R$ 60 milhões do governo federal, de acordo com Torres. Desde o início dos trabalhos, em agosto, a operação apreendeu mais de 5 mil metros cúbicos de madeira, 120 máquinas (entre esteiras e tratores) e resgatou mais de mil animais.

O ministro da Justiça citou os números da operação. Ao todo, 8 mil profissionais estão envolvidos, 1,8 mil viaturas e mais de 100 embarcações (barcos e lanchas) estão sendo usadas. A operação tem 11 aeronaves de asa fixa e 13 helicópteros. Os estados com maior eficácia foram o Pará e Mato Grosso do Sul, onde 91% dos focos de incêndios foram controlados. Em seguida vem o Amazonas, com 81%.

Responsabilização

Segundo Anderson Torres, o principal mérito da operação consiste na integração dos sistemas de vigilância e de defesa para não apenas combater os incêndios, mas responsabilizar quem os provoca. “O objetivo é responsabilizar quem causa os incêndios de maneira dolosa e independente dos fins. Isso facilita trabalho da Polícia Judiciária, identificando os autores”, explicou.

O ministro do Meio Ambiente disse que a presença de agentes da Força Nacional Ambiental e da Polícia Federal é importante para impedir que os mesmos criminosos voltem a desmatar e a queimar a vegetação. Segundo ele, o envolvimento do Ministério da Justiça inibe a retomada dos crimes ambientais após a autuação dos fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

“O Ibama vai estar ali, atuando contra o crime ambiental, mas a Força Nacional está ali inibindo o crime ambiental. A presença da Força Nacional que irá inibir a recorrência dos crimes ambientais numa área”, afirmou Joaquim Leite.

Orçamento

Ao enumerar as ações do Ministério do Meio Ambiente, Leite informou que a pasta recebeu recentemente uma complementação de R$ 270 milhões no orçamento para reforçar a fiscalização do Ibama, com a compra de equipamentos, veículos e sistemas de navegação. A verba para fiscalização ambiental em 2021 passou de R$ 228 milhões para R$ 478 milhões.

O ministro também citou a contratação de 739 novos agentes de fiscalização pelo Ibama. “O nosso ministério foi um dos poucos que contratou neste ano”, disse Leite, que também mencionou o reforço de 700 homens da Força Nacional Ambiental do Ministério da Justiça.

Em relação ao combate direto a incêndios, o ministro do Meio Ambiente afirmou que a pasta tem à disposição 3,2 mil homens do Ibama e do ICMBio, 6 mil homens da Operação Guardiões do Bioma e 15 caminhões-bombeiro especiais.

Vigilância espacial

Além da cooperação com o Ministério da Justiça, o Ministério do Meio Ambiente recebe o apoio do Ministério da Defesa, disse Leite. Por meio do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), informações de diversos satélites e sistemas de vigilância são reunidas, melhorando a resolução e a frequência dos alertas.

O sistema, ressaltou Leite, permite detectar desmatamentos e incêndios com um dia de defasagem e tem imagens com resolução de 1 metro, que facilitam a identificação do ponto de origem do fogo. “Praticamente temos uma inteligência artificial, trazendo os polígonos de atuação. Essa atuação será feita pelo Ibama e pelo ICMBio, pela Força Nacional. O Censipam emite o alerta, e os agentes de fiscalização atuam juntos”, acrescentou o ministro.

Edição: Graça Adjuto / AGÊNCIA BRASIL

Fortaleza ultrapassa marca de 76% da população imunizada com a primeira dose contra a Covid-19

A cidade de Fortaleza alcançou neste fim de semana a marca de 76,7% da população imunizada com a primeira dose ou dose única da vacina contra a Covid-19. O anúncio foi feito pelo prefeito Sarto Nogueira através de suas redes sociais. Quando observado apenas o público-alvo, isto é, a população acima com 12 anos ou mais vacinável, o índice sobe para 92,8%.

Já em relação à população totalmente imunizada – com a D2 ou dose única (DU) – a Capital cearense está com 63,2% no geral e 76,5% quando observado apenas o público vacinável.

Conforme dados do Vacinômetro, plataforma pública de acompanhamento do processo de imunização, gerida pela Secretaria da Saúde (Sesa) do Estado, Fortaleza já aplicou 2.035.729 de vacinas referentes à primeira dose.

As doses única (DU) já somam 29.951 e as aplicações da D2 acumulam 1.603.707. Em relação ao reforço, Fortaleza já aplicou 108.315 doses.

Ao todo, o Ceará já atingiu a marca de 11.551.050 de doses aplicadas, das quais, 6,4 milhões são referentes à D1 e 4,7 milhões à segunda dose contra o novo coronavírus.

A cidade de Guaramiranga,  no Maciço de Baturité, é a única do Estado, até agora, a vacinar toda sua população contra a Covid-19. Desde então, a cidade é monitorada pela Secretaria Estadual da Saúde (Sesa). COM DIARIONORDESTE

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