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Pesquisas eleitorais terão mais controle do MP e Justiça Eleitoral

“Com a dificuldade de financiamento, há expectativa de que proliferem pesquisas irregulares. A Justiça Eleitoral e o Ministério Público tentam reforçar suas estruturas contra fraudes. O TSE editou em dezembro de 2015 resolução que disciplina a atuação de institutos de pesquisa. A partir deste ano, o registro das pesquisas deve vir acompanhado da fatura emitida pelo cliente que contratou o instituto. Com isso, evita-se que sejam feitos levantamentos com recursos próprios, o que, para o Judiciário, é indício de pagamento via caixa 2 para inflar candidaturas locais. O Ministério Público Eleitoral também emitiu neste ano um comunicado para que haja checagens quanto ao registro dos estatísticos responsáveis pela pesquisa. A ação partiu de um levantamento de um órgão representativo de estatísticos que apontou que grande parte das pesquisas era feita por profissionais irregulares.” (Estadão)

ELEIÇÃO DE 2016 À MERCÊ DE BANDIDOS. DE QUEM É A CULPA?

A Folha publicou um editorial neste domingo classificando de “salto no escuro” a eleição de 2016, com a proibição da doação de empresas privadas a campanhas eleitorais. Pois é… Desde março de 2013, quando Lula fez a defesa do financiamento público, alertei neste blog para o risco que o país corria se tal tese prosperasse.

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Aproximação com Tasso – Capitão Wagner terá que refazer estratégia, diante da vice de Moroni

O prefeiturável Capitão Wagner (PR) deverá refazer a aliança, com o senador Tasso Jereissati (PSDB), visando sua campanha midiática, para prefeito de Fortaleza. Capitão Wagner precisa aumentar as suas aparições com o ex-governador Tasso Jereissati, pois sem dúvida, é o seu maior trunfo perante a opinião pública fortalezense. A formação da chapa majoritária do prefeito Roberto Cláudio (PDT) e do seu candidato a vice-prefeito, o deputado federal Moroni Torgan (DEM), já é motivo para que ocorra mudanças na estratégia de campanha da coligação PR-PSDB-PMDB-SD.

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Fim das doações de empresas força improviso nas campanhas e enxuga gastos com marqueteiros

Candidatos à Presidência na eleição de 2014 durante um debate na TV Globo - Marcelo Carnaval/ Agência O Globo

BRASÍLIA — Marqueteiros estrelados, câmeras de última geração, helicópteros para a produção de imagens aéreas, teleprompters e grandes salários ficaram para trás na campanha municipal deste ano. As novas regras eleitorais, que proíbem doações de empresas, obrigaram prefeitos e vereadores a deixar de lado as estruturas nababescas para se adequar a um outro modelo de campanha, que começa por estabelecer um teto de gastos mais baixo para cada candidato.

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348 cidades do país têm mais eleitores que habitantes

Levantamento do G1 mostra que em 348 cidades brasileiras há mais eleitores que habitantes. Os dados são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e da estimativa populacional para 2015 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – os dados são os mais atualizados do instituto. Elas representam 6,2% do total de 5.568 municípios onde haverá eleição neste ano.

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