‘Acham que não tenho força como cabo eleitoral', diz Lula
Vera Rosa, O Estado de S.Paulo
09 Outubro 2017 | 22h12
BRASÍLIA - Condenado a 9 anos e 6 meses de prisão em primeira instância, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a desafiar ontem seus acusadores a ver o que acontecerá no País se o impedirem de ser candidato à Presidência em 2018. “Eles agem todo santo dia para me tirar da disputa. Juntam meia dúzia de juiz e votam. Não me deixam ser candidato e pronto. Se eles acham que, me tirando da disputa, está resolvido o problema deles, façam e vamos ver o que acontece no País. Se acham que não vou ter força para ser cabo eleitoral, testem”, disse o petista em ato em defesa das universidades públicas em Brasília.
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Eunício anuncia de Moscou que disputará vaga ao Senado na chapa de Tasso ao Abolição
Os senadores cearenses Eunício Oliveira (PMDB) e Tasso Jereissati (PSDB) (Foto: Lia Pinheiro)
Opresidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), disse ao Ceará News 7,diretamente de Moscou, nesta segunda (9), que irá concorrer à reeleição como senador na chapa de Tasso Jereissati ao Abolição em 2018. Falta decidir quem será o vice do tucano cearense e quem disputará a segunda vaga à Câmara Alta.
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Nanicos com o pé na estrada
Antes tarde do que nunca. Desde os anos 90, fala-se sobre a necessidade de dificultar a proliferação artificial de partidos políticos. Hoje, existem no País 35 partidos registrados no TSE, mas no máximo dez deles têm vida política efetiva. O resto é legenda de fachada. Mas esse quadro finalmente vai mudar. Na quarta-feira 4, foi homologada no Congresso a exigência da chamada cláusula de barreira para a criação de partidos políticos. Até agora, bastava criar uma sigla para ter acesso ao fundo partidário, em valor que variava de R$ 1,054 milhão a R$ 98 milhões. A partir da eleição do ano que vem, para se beneficiar de dinheiro público e de tempo gratuito na TV, os partidos precisarão atingir votação mínima de 1,5% em pelo menos nove estados, percentual que subirá gradativamente até 3% em 2030. Portanto, a farra está com os dias contados.
Temer veta ‘censura’ e beneficia cúpula partidária
Thiago Faria, Isadora Peron, Carla Araújo e Tânia Monteiro, O Estado de S.Paulo
06 Outubro 2017 | 21h33
BRASÍLIA - O presidente Michel Temer sancionou nesta sexta-feira, 6, a reforma política aprovada pelo Congresso e, ao vetar dois pontos da legislação, beneficiou as cúpulas dos partidos e os candidatos que possuem mais recursos financeiros. Após a repercussão negativa, ele também retirou da versão final um dispositivo que poderia levar à censura na internet.
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Tendência para o autoritarismo é alta no Brasil, diz estudo
| Lalo de Almeida/Folhapress | ||
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| Muro em São Paulo, onde construções fortificadas refletem o sentimento de medo da população |
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