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Datafolha: Após Moro, Palocci e recibos, cresce vantagem de Lula. Só idiotas se surpreendem

Folha traz pesquisa na edição deste domingo. Os tontos e as tontas ainda não perceberam que Lula já não tem mais nada a perder. Se perder a liberdade, há o risco, ainda assim, de ganhar...

Publicada: 30/09/2017 - 20:50

Lula em dois tempos: é preciso ser muito burro para não perceber que o da esquerda também pode ser muito perigoso. Concorrendo ou não. Dentro ou fora da cadeia

Só para lembrar, antes de tudo: no dia 17 de fevereiro escrevi a seguinte frase na coluna da Folha: “Se todos são iguais, Lula é melhor”. Eu advertir para o fato que de que a Lava Jato e a direita xucra estavam ressuscitando Lula como opção eleitoral.  Agora vamos seguir.

Existe o Xiririca da Serra Pesquisas. Já ouviu falar? Não? Você tem dinheiro? Encomende uma pesquisa a seu gosto, e o Xiririca da Serra Pesquisas oferece. O Xiririca da Serra Pesquisas pode até fazê-lo o homem ou mulher mais desejados do país, ainda que você esteja mais para Béla Lugosi no papel de vampiro ou para Dona Bela, da Escolinha do Professor Raimundo. O Xiririca da Serra Pesquisas vende tudo o que o seu dinheiro pode comprar, e isso inclui — by Nelson, aquele… — “o amor verdadeiro”.

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Lula lidera cenários para 2018 mesmo após condenação, diz Datafolha

A um ano da eleição de 2018, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se mantém na liderança da corrida presidencial, com vantagem significativa sobre os principais adversários, segundo nova pesquisa do Datafolha. O petista, condenado em primeira instância pelo juiz Sergio Moro, tem pelo menos 35% das intenções de voto nos cenários testados.

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Ninguém está agradando

Ninguém está agradando

  Walterson Rosa/FramePhoto/Folhapress  
O presidente Michel Temer durante cerimônia de lançamento do plano "progredir", em Brasília, nesta terça
O presidente Michel Temer durante cerimônia de lançamento do plano "Progredir", em Brasília

"A melhora na economia vai ter impacto na eleição de 2018" é uma frase que não diz nada. Cada vez mais gente diz nadas desta espécie. A perspectiva de crescimento entre 2% e 3% no ano que vem, alguma redução no desemprego e um segundo ano de aumento da renda média contribuiriam para tolher extremistas e dar alguma chance a um candidato do "status quo" (pelas "reformas", ao menos), diz a tese. Pode ser. Ou não.

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Impasses no PSDB e PT afetam xadrez eleitoral em São Paulo

A indefinição das campanhas presidenciais do PSDBe do PT embaralha o xadrez eleitoral no Estado de São Paulo. Os dois partidos trabalham para definir seus candidatos, e seus principais aliados monitoram o cenário para bater o martelo sobre quem lançarão ou apoiarão ao governo paulista e ao Senado. No campo do PSDB, o rumo do prefeito paulistano, João Doria, é decisivo. Caso não saia candidato a presidente, mudará de partido? Disputará o governo? Com essas perguntas em mente, DEM, PSD e PSB rascunham estratégias.

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Presidenciáveis miram lavajatistas e fisiológicos

Os primeiros movimentos da sucessão presidencial revelam que nada de mal acontece ao Brasil que não seja esplêndido perto do que está por vir. Diante da frustração da reforma política, os pretendentes ao Planalto se equipam para uma nova disputa regida por velhas regras. O principal trunfo da campanha continua sendo o tempo de propaganda na tevê e no rádio. Para obter vitrines eletrônicas espaçosas, os presidenciáveis se movem como grandes compositores —compõem com todo mundo. Cortejam longe dos refletores partidos fisiológicos e lavajatistas.

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