Tasso lidera ranking de “Melhores Políticos do País”

O senador Tasso Jereissati lidera o “Ranking dos Políticos”, iniciativa apartidária que avalia o desempenho dos parlamentares brasileiros. O levantamento está no site www.politicos.org.br e dentre os critérios adotados no levantamento, Tasso é o parlamentar brasileiros mais bem avaliado, somando no total 423 pontos.
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PREFEITO DE SÃO PAULO GANHA BONECO “DORINHA”
BRASIL 247 - A internet não perdoou a mal-sucedida turnê do prefeito paulistano João Doria (PSDB) pelo Nordeste, em ritmo de campanha presidencial, enquanto a cidade de São Paulo segue mal-administrada. O tucano ganhou uma versão sua em forma de brinquedo, o boneco "Dorinha", que traz como slogan a frase "para quem quer brincar de ser prefeito".
Eleições 2018 – Capitão Wagner, pré-candidato ao Governo, pode não abrir mão para Tasso
O deputado estadual Capitão Wagner (PR) reafirmou, nesta terça-feira, que já está como pré-candidato a governador pelo Partido da República. Ele disse que coloca seu nome dentro de um cenário onde há quatro vagas a serem preenchidas em termos de chapa majoritária.
“Nosso nome estrá colocado sim como pré-candidato”, reforça o parlamentar, destacando que, no leque das oposições, há outros nomes cogitados como o senador Eunício Oliveira (PMDB), Domingos Filho, conselheiro do extinto TCM, e o senador Tasso Jereissati.
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Em vez de trocar nome, PMDB deveria considerar hipótese da autodissolução
O PMDB decidiu que vai voltar a se chamar MDB. O truque é antigo. Foi ensinado pelos portugueses. Chama-se o Cabo das Tormentas de Cabo da Boa Esperança e imagina-se que tudo está resolvido. “Queremos ganhar as ruas”, disse Romero Jucá, presidente da sigla. Se o objetivo é esse, há uma fórmula infalível: o partido de Michel Temer poderia aprovar em convenção nacional um requerimento de autodissolução, a bem da moralidade pública. As ruas bateriam palmas.
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As deformações no projeto da reforma política
O Congresso continua incansável no trabalho de degradar ainda mais a imagem dos políticos. Houve aquele festival de fisiologismo nas barganhas com o Planalto para estancar a acusação da Procuradoria-Geral da República contra o presidente Michel Temer. Algo como R$ 5 bilhões ficaram comprometidos em emendas de deputados de todos os partidos. O Planalto retruca, lembrando que emendas passaram a ser compulsórias. Meia verdade, porque ficou evidente a relação da manobra com votos dados para impedir que o Supremo examinasse a denúncia de corrupção passiva.

