Lula lidera cenários para 2018 mesmo após condenação, diz Datafolha
A um ano da eleição de 2018, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se mantém na liderança da corrida presidencial, com vantagem significativa sobre os principais adversários, segundo nova pesquisa do Datafolha. O petista, condenado em primeira instância pelo juiz Sergio Moro, tem pelo menos 35% das intenções de voto nos cenários testados.
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Impasses no PSDB e PT afetam xadrez eleitoral em São Paulo
A indefinição das campanhas presidenciais do PSDBe do PT embaralha o xadrez eleitoral no Estado de São Paulo. Os dois partidos trabalham para definir seus candidatos, e seus principais aliados monitoram o cenário para bater o martelo sobre quem lançarão ou apoiarão ao governo paulista e ao Senado. No campo do PSDB, o rumo do prefeito paulistano, João Doria, é decisivo. Caso não saia candidato a presidente, mudará de partido? Disputará o governo? Com essas perguntas em mente, DEM, PSD e PSB rascunham estratégias.
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Presidenciáveis miram lavajatistas e fisiológicos
Os primeiros movimentos da sucessão presidencial revelam que nada de mal acontece ao Brasil que não seja esplêndido perto do que está por vir. Diante da frustração da reforma política, os pretendentes ao Planalto se equipam para uma nova disputa regida por velhas regras. O principal trunfo da campanha continua sendo o tempo de propaganda na tevê e no rádio. Para obter vitrines eletrônicas espaçosas, os presidenciáveis se movem como grandes compositores —compõem com todo mundo. Cortejam longe dos refletores partidos fisiológicos e lavajatistas.
Ninguém está agradando
Ninguém está agradando
| Walterson Rosa/FramePhoto/Folhapress | ||
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| O presidente Michel Temer durante cerimônia de lançamento do plano "Progredir", em Brasília |
"A melhora na economia vai ter impacto na eleição de 2018" é uma frase que não diz nada. Cada vez mais gente diz nadas desta espécie. A perspectiva de crescimento entre 2% e 3% no ano que vem, alguma redução no desemprego e um segundo ano de aumento da renda média contribuiriam para tolher extremistas e dar alguma chance a um candidato do "status quo" (pelas "reformas", ao menos), diz a tese. Pode ser. Ou não.
Plano mirabolante
O Estado de S.Paulo
24 Setembro 2017 | 03h00
Sem vocação para aceitar as regras do jogo quando sabe que vai perder, o PT agora ameaça partir para o boicote da eleição de 2018, caso o chefão Lula da Silva não possa concorrer por impedimento judicial, e dessa forma criar um clima de “convulsão social” e “guerra civil”, conforme as palavras de alguns de seus integrantes mais animados.



