Busque abaixo o que você precisa!

Alckmin se lança a 2018: ‘A caravela vai partir…’

Na convenção do PSDB de São Paulo, neste domingo, Geraldo Alckmin discursou como se lançasse sua candidatura presidencial. Fez pose de navegador português: “A caravela vai partir. As velas estão pandas de sonho, aladas de esperança. E eu não tenho dúvida. Logo, logo, mais à frente, quem estiver colocado no alto da gávea vai poder bradar: Alvíssaras, meu capitão. Terra à vista! Terra da justiça, da liberdade. Dá-lhe, tucano!”

Leia mais:Alckmin se lança a 2018: ‘A caravela vai partir…’

Penas para todo lado - ISTOÉ

A fuzarca tomou conta do ninho tucano e sobrou pena para todo lado. Os caciques não se bicam. De FHC, que começou a semana criando uma celeuma por conta de um artigo divulgado sem combinar com os russos da legenda, a Tasso Jereissati e Aécio Neves, que terminaram a semana num bate-boca público. Com o partido cada vez mais rachado, as brigas internas já viraram rotina. As correntes da legenda compõem uma miríade de interesses. Uma ala dos tucanos pede o desembarque imediato do governo de Michel Temer. Outra, quer a permanência em cargos no Executivo. Há também os que concorrem pela presidência da legenda. O pano de fundo é outra refrega: em jogo a candidatura ao Planalto ano que vem. A disputa é cruenta. Na prática há um novo ninho, e um novo clima, ainda dominado por um bloco de caciques disposto a repetir velhas fórmulas de poder que não vingaram.

Leia mais:Penas para todo lado - ISTOÉ

Começou (cedo) a enganação eleitoral

A campanha de 2018 nem começou e os principais pré-candidatos à Presidência da República já tentam iludir os eleitores com promessas falsas e discursos contraditórios. Utilizam a falácia, o ludíbrio e o populismo barato como arma eleitoral. Como se a população tivesse perdido de vista a atmosfera farsesca que permeou as eleições de 2014, vendem gato por lebre e esperam, com isso, conquistar o coração e o voto dos incautos que vão às urnas.

Leia mais:Começou (cedo) a enganação eleitoral

Golpe de Itararé - folha de sp

Intenso e insistente por ocasião do impeachment, parece entrar agora em declínio o artifício retórico de que a deposição de Dilma Rousseff (PT) não passava de um golpe promovido pelas elites, a romper com o ciclo democrático regido pela Constituição de 1988. Foi, de resto, em estrita obediência aos princípios daquele texto que se deu o processo de afastamento da petista. Como é notório, as instituições políticas e as liberdades fundamentais não sofreram abalo desde então.

Leia mais:Golpe de Itararé - folha de sp

Compartilhar Conteúdo

444