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Entre os presidenciáveis, Meirelles é o vice-campeão em riqueza: R$ 377 milhões Leia mais: https://epoca.globo.com/expresso/entre-os-presidenciaveis-meirelles-o-vice-campeao-em-riqueza-377-milhoes-22979952#ixzz5OFuIlbVi stest

O candidato do MDB ao Palácio do Planalto, Henrique Meirelles, declarou patrimônio de R$ 377 milhões à Justiça Eleitoral. É o segundo mais rico na disputa. Só perde para o candidato do Novo, João Amoêdo: R$ 425 milhões. Meirelles fez carreira em instituições financeiras e prestou consultorias a empresas, entre elas a J&F.

O ex-ministro da Fazenda, aliás, só viabilizou sua candidatura por ter garantido que arcará com as despesas de sua campanha.

Por Gabriel Hirabahasi / época




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Em nova pesquisa, Bolsonaro segue na frente

O deputado Jair Bolsonaro, candidato à Presidência pelo PSL, segue na liderança na corrida presidencial. Segundo uma sondagem nacional divulgada pela Paraná Pesquisas nesta quarta-feira, 15, JB tem 23,9% das intenções de voto, no cenário sem a participação de Lula, que deve prevalecer com a provável decisão do TSE sobre a inelegibilidade do ex-presidente.

Atrás de Bolsonaro, vêm Marina Silva, do Rede, com 13,2%; Ciro Gomes, do PDT, com 10,2%;  Geraldo Alckmin, do PSDB, com 8,5%; Alvaro Dias, do Podemos, com 4,9%; e Fernando Haddad, do PT, com 3,8%.  A Paraná Pesquisas ouviu 2.002 eleitores em 168 municípios de 26 Estados e no Distrito Federal, entre os dias 9 e 13 de agosto. A sondagem já capta o impacto do debate na Band, realizado no dia 9. A margem de erro é de dois pontos percentuais. A pesquisa foi registrada no TSE sob o nº BR-02891/2018. / J.F.

A chegada de Lula à lua

POR MERVAL PEREIRA

 / O GLOBO

 

O título parece de folheto de cordel. Mas faz sentido. Corre em Brasília a informação, que de tão estapafúrdia se confunde com fake news, de que hoje o PT vai registrar no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a candidatura do ex-presidente Lula à presidência da República apresentando uma certidão de antecedentes criminais de São Bernardo do Campo, que atesta que Lula não tem condenação nem em primeira nem em segunda instâncias.

Seus advogados estariam dispostos a tentar a manobra para driblar a Lei de Ficha Limpa, pois a legislação eleitoral exige certidões criminais emitidas pela Justiça Federal de primeira e segunda instâncias, onde o candidato “tenha o seu domicílio eleitoral”.

Como a condenação de Lula ocorreu, na primeira instância em Curitiba e em segunda instância no TRF-4 de Porto Alegre, ele não estaria obrigado a apresentar as certidões daquelas cidades.

Trata-se da mais clara chicana, apresentação de um argumento baseado em detalhe ou ponto irrelevante da legislação. A tramóia, se realizada, não deve prosperar, pois a eleição presidencial tem caráter nacional.

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Em quem e como votar?

Não há nada pior no Brasil do que não saber com quem se está falando. Aqui nós não nos apresentamos, somos apresentados e logo viramos amigos de infância. Nos Estado Unidos, usam-se etiquetas, coisa impensável num país de celebridades esquecido de sua uma matriz aristocrática, patriarcal e escravocrata atada, porém, a uma república de raros republicanos.

A impessoalidade nos ofende porque somos obrigados a saber com quem falamos. Quando saímos de nosso segmento, sofremos o desconforto de viver o mal-estar imposto por um individualismo tocado a liberdade com igualdade. Entre nós, a democracia é desejada, mas a sua alma igualitária é um problema. Como viver num lugar no qual o não saber o seu lugar é um direito?

Como e em quem votar sem o rumo das segmentações tradicionais? Não seria um absurdo permitir tantos presidenciáveis? Se o presidente é o “supremo mandatário da nação”, e não a encarnação republicana no seu desejo cívico, e se ele reina e fica acima das leis, como votar em sujeitos sem linhagem?

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Análise: Insistência do PT em candidatura de Lula ignora crise e fatos

BRASÍLIA — O Partido dos Trabalhadores registrará nesta quarta-feira a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República. Será a sexta vez. Para 84 milhões de brasileiros (57% dos eleitores), Lula é praticamente sinônimo de eleição. Desta vez, o mais provável é a ausência do nome do ex-presidente na urna eletrônica. Condenado por corrupção em segunda instância e preso desde abril, está inelegível, enquadrado na Lei da Ficha Limpa, sancionada por ele mesmo, em junho de 2010. Lula, porém, continua pairando como personagem central na disputa política.

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