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O que esta eleição vai decidir

*FERNÃO LARA MESQUITA, O Estado de S.Paulo

02 Outubro 2018 | 03h00

 

Na campanha do Bolsonaro todo mundo diz a besteira que quer na hora que quer: que eleição sem ele é golpe, que o bandido é que era o herói e por aí afora. Na do PT, não. Todo mundo só fala o que o chefe manda na hora que o chefe manda. Ele, sim, pode dizer a besteira que quiser na hora que quiser: que eleição sem ele é golpe, que os bandidos é que eram os heróis, que roubar para reelegê-lo não é crime e por aí afora.

Mas tem outra diferença que é fundamental. O Bolsonaro só dura quatro anos e o PT, como explicou quinta-feira ao El País o comandante José Dirceu, “vai tomar o poder, é só questão de tempo, o que é muito diferente de ganhar uma eleição”.

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Escalada de Bolsonaro desafia Lula e a lógica

Após três semanas de estabilidade, Bolsonaro subiu no Ibope de 27% para impressionantes 31% das preferências do eleitorado. Abriu dez pontos de vantagem sobre o vice-líder Haddad, que parou momentaneamente de subir. O desempenho do capitão desafia o prestígio de Lula e, sobretudo a lógica.

Todos os presidenciáveis ajustam seus discursos e suas táticas. Bolsonaro não. Suas (poucas) ideias continuam inabaláveis. Sua pregação não se alterou um milímetro, mesmo depois da facada. Muitos já disseram que a agenda de Bolsonaro é fascista. Houve quem enxergasse nele até pendores hitlerianos. O líder deu de ombros. Manteve-se  fidel aos seus valores: o moralismo bisonho, o desprezo pelos signos democráticos, o ódio à imprensa, a segurança imposta manu militari

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Haddad diz que buscará todas as formas jurídicas de libertar Lula

Ana Luiza Albuquerque
RIO DE JANEIRO

O presidenciável Fernando Haddad (PT) afirmou em comício na noite desta segunda-feira (1°), no centro do Rio de Janeiro, que continuará procurando qualquer forma jurídica de libertar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso em Curitiba desde abril.

Haddad também acenou às mulheres e fez ataques diretos a Jair Bolsonaro (PSL), que segue em primeiro lugar nas pesquisas de intenção de voto para a Presidência.

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Debate na TV reúne três candidatos a vice-presidente; saiba o que eles discutiram

Por Filipe Matoso, G1 — Brasília

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Candidatos a vice-presidente participaram de debate na TV Cultura; da esquerda para a direita, por ordem alfabética: Ana Amélia (PP), Eduardo Jorge (PV) e Kátia Abreu (PDT) — Foto: Reprodução

Candidatos a vice-presidente participaram de debate na TV Cultura; da esquerda para a direita, por ordem alfabética: Ana Amélia (PP), Eduardo Jorge (PV) e Kátia Abreu (PDT) — Foto: Reprodução

 

Três candidatos a vice-presidente da República participaram na noite desta segunda-feira (1º) de um debate no programa Roda Viva, promovido pela TV Cultura.

A emissora reuniu:

  • Ana Amélia (PP), candidata a vice na chapa de Geraldo Alckmin (PSDB);
  • Eduardo Jorge (PV), candidato a vice na chapa de Marina Silva (Rede);
  • Kátia Abreu (PDT), candidata a vice na chapa de Ciro Gomes (PDT).

Antes de o debate começar, o mediador Ricardo Lessa informou que o general Hamilton Mourão (PRTB), candidato a vice de Jair Bolsonaro (PSL), e Manuela D’Ávila (PCdoB), candidata a vice de Fernando Haddad (PT), foram convidados, mas não compareceriam.

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Intenção de voto de Bolsonaro cresce entre mulheres, diz Ibope

Daniel weterman, O Estado de S.Paulo

01 Outubro 2018 | 22h42

O candidato à Presidência do PSL, Jair Bolsonaro, aumentou sua intenção de votos no eleitorado feminino para o primeiro turno, conforme pesquisa Ibope/Estado/TV Globodivulgada nesta segunda-feira, 1º. Entre o levantamento apresentado pelo instituto no último dia 26 e a pesquisa divulgada nesta segunda, o capitão da reserva melhorou seu desempenho em seis pontos e cresceu de 18% para 24% nessa fatia do eleitorado.

Parte das entrevistas do levantamento foi feita após os protestos convocados por mulheres, que reuniram multidões nas grandes cidades do País contra o candidato. O Ibope ouviu 3.010 eleitores, em 208 municípios, entre os dias 29 e 30 de setembro. Entre os homens, o presidenciável também cresceu e foi de 36% para 39%.

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