Pesquisa Ibope: Bolsonaro sobe 4 pontos e vai a 31%; Haddad se mantém com 21%
Daniel Bramatti, Caio Sartori, Alessandra Monnerat e Cecília do Lago, O Estado de S.Paulo
01 Outubro 2018 | 20h57
A menos de uma semana das eleições 2018, o candidato a presidente Jair Bolsonaro(PSL) subiu quatro pontos porcentuais e chegou a 31% de intenção de votos, seu patamar mais alto desde o início da série de pesquisas Ibope/Estado/TV Globo. Em segundo lugar, o petista Fernando Haddad se manteve com os 21% registrados no levantamento anterior, divulgado no dia 26.
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A Campanha de Haddad gasta R$ 2,1 mi com réu da Lava Jato e delator no Peru
Luiz Vassallo O ESTADÃO
01 Outubro 2018 | 09h16
Reprodução do site do TSE/ Prestação de contas de Fernando Haddad
Giovane Favieri, réu por suposta lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato, e Valdemir Garreta, colaborador no Peru em investigação sobre caixa dois da Odebrecht, receberam R$ 2,1 milhões da campanha de Fernando Haddad (PT) à Presidência da República nas eleições de 2018. Sócios na empresa Rental, eles locaram equipamentos e estrutura de gravações à candidatura do petista, em despesa datada da última terça-feira, 25, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral.
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Desafio de Bolsonaro e Haddad é sair do gueto
Confirmando-se o cenário esboçado nas pesquisas para o segundo turno da disputa presidencial, Jair Bolsonaro e Fernando Haddad terão um desafio comum. Ambos precisarão retirar suas candidaturas dos respectivos guetos. No tira-teima final, prevalecerá quem for capaz de atrair um pedaço maior do eleitorado que ainda não aderiu à polarização que contrapõe o projeto militar-pentecostal de Bolsonaro ao modelo petista-sindical representado por Haddad.
Campanha de Haddad gasta R$ 2,1 mi com réu da Lava Jato e delator no Peru
Luiz Vassallo O ESTADÃO
01 Outubro 2018 | 09h16
Reprodução do site do TSE/ Prestação de contas de Fernando Haddad
Giovane Favieri, réu por suposta lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato, e Valdemir Garreta, colaborador no Peru em investigação sobre caixa dois da Odebrecht, receberam R$ 2,1 milhões da campanha de Fernando Haddad (PT) à Presidência da República nas eleições de 2018. Sócios na empresa Rental, eles locaram equipamentos e estrutura de gravações à candidatura do petista, em despesa datada da última terça-feira, 25, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral.
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Confira os ‘melhores momentos’ do debate da Record entre os presidenciáveis
Igor Moraes, O Estado de S.Paulo
01 Outubro 2018 | 01h48
A uma semana do primeiro turno das eleições 2018, a Record TV realizou o sexto debate eleitoral com os candidatos a presidente da República. Participaram do encontro, que deve ser o penúltimo antes do pleito, os presidenciáveis Alvaro Dias (Podemos), Cabo Daciolo (Patriota), Ciro Gomes (PDT), Fernando Haddad (PT), Geraldo Alckmin(PSDB), Guilherme Boulos (PSOL), Henrique Meirelles (MDB) e Marina Silva (Rede).
Jair Bolsonaro (PSL), que lidera as pesquisas de intenção de voto na corrida ao Palácio do Planalto, não compareceu. O deputado deixou o Hospital Albert Einstein neste sábado, 29, e segue se recuperando em sua casa, no Rio de Janeiro, por orientação médica. De acordo com seu filho e candidato ao Senado, Flávio Bolsonaro (PSL), os médicos também não devem liberar o presidenciável para participar do último debate antes do primeiro turno, que será promovido pela TV Globo no próximo dia 4.
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