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Fake news guiam eleição presidencial

Não é de hoje que a mentira é usada na política. Afinal, mesmo o político bem intencionado —que quer promover o bem da sociedade—sabe que, para ter impacto real, precisará vencer. Para vencer, é preciso dar esperança ao eleitorado e mostrar-se como superior aos outros. Daí vêm as promessas vazias e acusações sem base de toda campanha. Nunca teremos uma política completamente calcada na veracidade. Mas, do ponto de vista dos cidadãos, seria desejável reduzir o grau de mentiras. 

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Irmão de Ciro chama petistas de babacas e diz que partido merece perder

Gustavo Uribe / Folha de SP
BRASÍLIA

Em evento de apoio à candidatura de Fernando Haddad (PT), na noite desta segunda-feira (15), o senador eleito Cid Gomes (PDT-CE) fez dura crítica ao PT.

Convidado a discursar, o irmão de Ciro Gomes (PDT), terceiro colocado na disputa presidencial deste ano, cobrou da direção da legenda que faça um "mea culpa" dos erros que cometeu.

"Tem de fazer um mea culpa, pedir desculpa, ter humildade e reconhecer que fizeram muita besteira", disse. "Não admitir os erros que cometeram é para perder a eleição. E é bem feito", ressaltou.

Sob vaias de militantes petistas, Cid chamou de "babacas" aqueles que protestavam contra seu discurso e disse que o partido "merece perder" caso não fala uma autocrítica.

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Na segurança, ideia de Bolsonaro estimula crime

Em matéria de propostas para os problemas nacionais, Jair Bolsonaro raramente se mostra um candidato bem-alimentado. Ou está com excesso de alimentação ou morrendo de inanição. Nesta segunda-feira, o capitão declarou a uma rádio de Barretos (SP) que o projeto do seu hipotético governo é fazer o Brasil “ser igual 40, 50 anos atrás”. Disse isso no instante em que discorria sobre a insegurança que vigora nas grandes cidades do país. A solução seria o encarceramento. ''Cadeia não recupera ninguém”, afirmou. “Cadeia é para tirar o elemento da sociedade''.

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Paulo Guedes trabalha na criação de uma reforma fiscal mais abrangente

Alexa Salomão
SÃO PAULO

 duas semanas do fim do segundo turno, com as pesquisas indicando Jair Bolsonaro (PSL) como favorito, o economista Paulo Guedes e sua equipe trabalham para definir alguns pontos ainda em aberto na agenda econômica, segundo pessoas próximas que falaram à Folha na condição de anonimato.

A ambição do grupo é produzir uma ampla reforma fiscal. Numa analogia, o ponto de partida é o teto dos gastos, que será mantido e sob o qual serão colocados pilares que buscam cortar gastos.

No caso da reforma da Previdência, a mais aguardada pelos especialistas em contas públicas, o compasso é de espera.

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Novos tempos, nova tática / FERNANDO GABEIRA

Manifestações dos leitores são um estímulo para avançar um pouco nesse oceano de emoções eleitorais. Alguns acham que trato de temas etéreos, que não interessam agora. Outros, que sou condescendente com Bolsonaro.

 

Talvez as pessoas estranhem que me dedique a um cenário pós-eleitoral, pois acho que o resultado do segundo turno é relativamente previsível. Os que me acusam de condescendente não percebem que estou tentando transferir uma experiência de relação com Bolsonaro para oferecer, se não uma tática, elementos de uma tática para o futuro próximo.

 

Minha experiência é de quem defendeu no Parlamento bandeiras que Bolsonaro ataca. As frases preconceituosas que ele eventualmente dizia são as mesmas que ouvimos nas ruas de todo o Brasil.

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