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Bolsonaro prevê R$ 100 bi para 'super Bolsa Família' e vagas em creches

Julio WiziackMariana Carneiro
BRASÍLIA

A equipe de Jair Bolsonaro (PSL) prepara duas propostas de grande porte na área social que serão financiadas com o cancelamento de cerca de R$ 68 bilhões em benefícios hoje direcionados a trabalhadores e empresários.

Os dois novos programas custarão quase R$ 100 bilhões por ano ao governo.

Se o candidato for eleito, a ideia é ampliar o Bolsa Família criando uma dimensão "super" ao programa que virou a grande marca da era petista.

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A outra proposta prevê a universalização de creches para bebês e crianças de até três anos de idade.

Ambas as iniciativas acenam para famílias com renda domiciliar per capita de até um salário mínimo, especialmente do Norte e do Nordeste, e preservam o acesso de mulheres ao mercado de trabalho.

São os eleitores mulheres e de grupos mais pobres os que apresentam maior resistência à candidatura do capitão reformado do Exército.

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A Democracia valorizada nas urnas

Na semana passada, o instituto de pesquisa Datafolha revelou que o apreço pela democracia nunca foi tão forte no Brasil como agora. Para 69% dos eleitores brasileiros, a democracia é sempre a melhor forma de governo. Na pesquisa anterior, no mês de junho deste ano, 57% haviam apoiado incondicionalmente a democracia. Na série histórica, o menor índice ocorreu em fevereiro de 1992, quando apenas 42% dos brasileiros manifestaram apoio incondicional à democracia.

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Resumo das Eleições 2018: Bolsonaro larga com maior vantagem no 2º turno desde 2002

Igor Moraes, O Estado de S.Paulo

 

Na primeira pesquisa Datafolha sobre o segundo turno das eleições 2018 para Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL) aparece com 58% dos votos válidos contra 42% de Fernando Haddad (PT). O levantamento, divulgado nesta quarta, 10, desconsidera eleitores que pretendem votar nulo ou em branco.

A vantagem de Bolsonaro é a maior na largada do segundo turno presidencial desde 2002. Naquela oportunidade, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tinha 64% dos votos válidos, contra 36% de José Serra (PSDB).

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Democracia valorizada nas urnas

O Estado de S.Paulo

10 Outubro 2018 | 05h00

 

Na semana passada, o instituto de pesquisa Datafolha revelou que o apreço pela democracia nunca foi tão forte no Brasil como agora. Para 69% dos eleitores brasileiros, a democracia é sempre a melhor forma de governo. Na pesquisa anterior, no mês de junho deste ano, 57% haviam apoiado incondicionalmente a democracia. Na série histórica, o menor índice ocorreu em fevereiro de 1992, quando apenas 42% dos brasileiros manifestaram apoio incondicional à democracia.

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Bolsonaro abre 2º turno com mesmo tônus do 1º

Computados os votos válidos do primeiro turno, Jair Bolsonaro (46,03%) prevaleceu sobre Fernando Haddad (29,28%) com uma vantagem de 16,75 pontos percentuais. Na primeira pesquisa feita pelo Datafolha no segundo turno, Bolsonaro (58%) ficou 16 pontos à frente de Haddad (42%). Ou seja: nada mudou.

O vaivém do eleitorado, com as inevitáveis migrações de segundo turno, não alterou o tônus da musculaturta eleitoral de Bolsonaro. Má notícia para Haddad, que dispõe de menos de três semanas para alcançar e ultrapassar o rival. Tarefa hercúlea.

Na virada de um turno para o outro, o PT excluiu Lula do material de campanha de Haddad, substituindo o vermelho partidário pelo verde e amarelo da pátria. Mas a reforma gráfica dos panfletos talvez não seja suficiente para atenuar em poucos dias uma rejeição construída em 14 anos de governos petistas. JOSIA DE SOUZA

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